No dia seguinte, o sol do pampa uruguaio batia forte na fazenda, o ar seco e quente carregado de poeira e cheiro de capim queimado. Anya acordou tarde, o corpo ainda dolorido e latejante da noite anterior — a buceta sensível, inchada, com um formigamento constante que a lembrava do pau grosso do Ébano esticando ela por dentro. Ela vestiu um short jeans curto e uma blusa decotada, sem sutiã, os mamilos endurecidos roçando no tecido fino a cada movimento. Desceu para o café da manhã na cozinha rústica da casa principal, onde o dono da fazenda, chamado Mateo, já estava sentado à mesa de madeira tosca, tomando mate com um olhar que parecia devorá-la.
Mateo era um homem robusto, na casa dos cinquenta, pele morena curtida pelo sol, braços musculosos marcados por anos de trabalho pesado, barba grisalha mal aparada e olhos castanhos penetrantes. Quando Anya entrou, ele ergueu o olhar devagar, percorrendo o corpo dela dos pés descalços até os seios que balançavam levemente sob a blusa. O ar entre eles ficou elétrico na hora. Ela sentiu o clitóris pulsar só com o olhar dele, lembrando do volume que viu na calça dele no dia anterior. Mateo sorriu de canto de boca, passando a língua nos lábios secos.
“Bom dia, senhorita. Dormiu bem? Parece que a fazenda tá te fazendo bem… tá com uma corzinha no rosto.”
A voz dele era rouca, grave, com um sotaque uruguaio arrastado que fez Anya apertar as coxas de leve. Ela sentou na frente dele, sentindo o cheiro de cigarro e suor masculino que emanava dele — forte, terroso, misturado ao aroma do mate quente. Enquanto comia uma fatia de pão com dulce de leche, os olhares se cruzavam constantemente. Mateo se inclinou para frente, os antebraços apoiados na mesa, e murmurou algo sobre o calor, mas os olhos dele desciam para o decote dela, onde gotas de suor escorriam devagar entre os seios. Anya sentiu a calcinha umedecer de novo, o corpo traindo ela com um formigamento insistente. Ele esticou a mão para passar o mate para ela, os dedos roçando nos dela de propósito, quentes e calejados, enviando um choque pela espinha dela.
Mas não era só Mateo. Os funcionários da fazenda — uns quatro ou cinco gauchos jovens e fortes, com chapéus de feltro e calças bombachas — circulavam pelo quintal e pela cozinha, carregando ferramentas ou cuidando dos animais. Toda vez que Anya passava, eles paravam o que estavam fazendo. Um deles, um rapaz de uns vinte e cinco anos com pele bronzeada e músculos definidos sob a camisa aberta, a encarava abertamente enquanto limpava uma sela, o olhar descendo para as coxas expostas dela, o pau endurecendo visivelmente na calça justa. Outro, mais velho, bufava baixo e ajustava a braguilha enquanto ela pegava água no poço, o cheiro de suor masculino deles misturando-se ao ar quente. Anya sentia os olhares como toques — quentes, famintos, fazendo a pele dela arrepiar. Ela despertava tesão em todos eles; era como se o cheiro da excitação dela, ainda impregnado do encontro noturno com o cavalo, flutuasse no ar, enlouquecendo os homens ao redor. Um dos funcionários até murmurou algo em espanhol baixinho para o companheiro, rindo safado, mas alto o suficiente para ela ouvir: “Essa gringa tá pedindo pra ser montada como uma égua.”
Anya fingia não notar, mas por dentro estava em chamas. O dia inteiro foi uma tortura de tensão sexual: roçadas acidentais com Mateo ao ajudar na cozinha, olhares prolongados dos funcionários enquanto ela passeava pelo curral, sentindo o clitóris inchado roçar na costura do short a cada passo. À tarde, ela se isolou no quarto, se tocando devagar, dedos enfiados na buceta melíflua enquanto imaginava todos eles — os homens, o cavalo — a possuindo ao mesmo tempo.
A noite caiu novamente, o céu estrelado e silencioso. Por volta das duas da madrugada, quando a fazenda mergulhava no breu, Anya não resistiu. Vestiu só a mesma camiseta larga, sem calcinha dessa vez, e saiu descalça pelo quintal, o ar fresco da noite arrepiando a pele nua das coxas. O estábulo a chamava como um imã. Ela entrou devagar, trancando a porta por dentro. O cheiro familiar a envolveu: feno seco, couro, almíscar animal denso. O Ébano já estava agitado, bufando forte ao sentir o cheiro dela — doce, sexual, encharcado de tesão acumulado do dia. O pau dele saiu da bainha em segundos, grosso e ereto, pingando pré-gozo na palha.
Anya se ajoelhou na frente dele, as mãos tremendo ao envolver a base quente e pulsátil. Começou a masturbar devagar, sentindo as veias saltadas deslizarem na palma, o líquido viscoso escorrendo pelos dedos dela, quente e salgado. Gemeu baixinho, inclinando-se para lamber a cabeça achatada, o gosto forte e almiscarado preenchendo a boca. O cavalo bufava alto, quadris se movendo em estocadas instintivas, empurrando o pau contra as mãos dela.
Mas então, um rangido na porta. Anya congelou, coração na garganta. Mateo entrou devagar, a luz da lua iluminando o rosto dele — um sorriso torto, os olhos escuros de desejo. Ele a flagrou ali, de joelhos, mãos no pau do cavalo, boca brilhando de saliva e pré-gozo.
“Sabia que você ia voltar, putinha…” murmurou ele, voz rouca e baixa. “Vi você ontem à noite. E hoje o dia inteiro, rebolando pra todo mundo… tá louca por pau, né?”
Anya não negou. O tesão era maior que o medo. Ela se levantou devagar, a camiseta subindo e expondo a bunda nua. Mateo se aproximou, cheiro de cigarro e suor masculino envolvendo ela. Ele a puxou pela cintura, boca colando na dela num beijo bruto, língua invadindo, dentes mordendo o lábio inferior. As mãos dele desceram, apertando a bunda dela com força, dedos calejados escorregando entre as coxas até encontrar a buceta encharcada. Anya gemeu na boca dele, esfregando-se contra a ereção dura na calça jeans dele.
Ele a virou de costas, empurrando ela contra o Ébano. “Continua o que tava fazendo… chupa esse pau de cavalo enquanto eu te fodo.”
Anya obedeceu, ajoelhando de novo, boca abrindo para chupar a glande grossa do cavalo — esticando os lábios até doer, saliva escorrendo pelo queixo, gemendo abafado enquanto lambia e sugava com fome. Mateo atrás dela, abriu a calça rápido, o pau dele saindo duro e grosso, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ele cuspiu na mão, esfregou na buceta dela e enfiou de uma vez, estocada bruta e profunda. Anya gritou em volta do pau do cavalo, o som abafado, corpo inteiro tremendo com a penetração dupla — boca cheia de pau animal, buceta esticada pelo pau humano.
Mateo socava forte por trás, mãos apertando os quadris dela, unhas cravadas na pele clara. Cada estocada fazia os seios dela balançarem, roçando na palha, o pau dele batendo fundo, roçando no ponto sensível que a fazia esguichar gotas quentes na terra. O cheiro era insano: porra de cavalo misturada a suor masculino e excitação feminina, o ar denso e quente. O Ébano bufava, empurrando o pau na boca dela, forçando mais fundo na garganta, fazendo ela engasgar e lacrimejar, saliva pingando nos seios expostos.
“Porra, que buceta apertada… tá molhada por causa do cavalo, né? Putinha safada…” Mateo grunhia, socando mais rápido, bolas batendo contra o clitóris dela com tapas molhados. Anya gozou assim, violento, buceta convulsionando em espasmos em volta do pau dele, esguichando jatos quentes que molhavam as coxas dos dois. Mas ele não parou. Puxou ela para cima, trocando de posição.
“Agora chupa o meu enquanto o Ébano te arromba.”
Anya se posicionou de quatro na palha, bunda empinada para o cavalo. Mateo guiou o pau do Ébano até a entrada da buceta dela — a glande grossa encostando, esticando os lábios inchados. Anya gemeu alto quando a cabeça entrou, alongando tudo com dor e prazer misturados, sentindo cada veia pulsar por dentro, o volume absurdo distendendo a barriga visivelmente. O cavalo empurrou por instinto, enfiando o suficiente para bater no fundo e fazer ela berrar.
Enquanto isso, Mateo ajoelhou na frente dela, pau duro e melado de sucos dela na cara dela. Anya abriu a boca, chupando com desespero — língua rodando na cabeça, sugando forte, garganta se contraindo em volta dele enquanto engolia o comprimento inteiro. O gosto era salgado, forte, misturado ao mel dela. Mateo segurava a cabeça dela pelos cabelos loiros, fudendo a boca com estocadas ritmadas, bolas batendo no queixo.
O Ébano socava por trás, cada estocada animal fazendo o corpo dela balançar para frente, empurrando o pau de Mateo mais fundo na garganta. O som era uma sinfonia obscena: squish molhado da buceta esticada, gargarejos da boca cheia, bufos graves do cavalo, grunhidos roucos de Mateo. Anya sentia tudo: o pau do cavalo abrindo ela como nunca, veias massageando as paredes internas, o calor queimando por dentro; a boca esticada pelo pau humano, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios; o cheiro de sexo puro, porra, suor e almíscar enchendo o estábulo.
Ela gozou de novo, gritando em volta do pau de Mateo, corpo convulsionando, buceta apertando o pau do cavalo em espasmos que o fizeram relinchar alto. O Ébano veio primeiro — jatos grossos e quentes de porra animal enchendo ela por dentro, pressão absurda transbordando pelas laterais, escorrendo em fios brancos e viscosos pelas coxas, pingando na palha com cheiro forte e pegajoso. Mateo veio logo depois, puxando o pau da boca dela e gozando no rosto e nos seios, jatos quentes e brancos pintando a pele clara, escorrendo devagar.
Anya desabou na palha, ofegante, corpo trêmulo, buceta escancarada vazando porra de cavalo em golfadas pesadas, rosto e seios melados de sêmen humano. Mateo se deitou ao lado dela, respirando pesado, enquanto o Ébano bufava satisfeito.
“Você é uma deusa, carajo…” murmurou ele, passando os dedos na porra no rosto dela e levando à boca dela. Anya chupou devagar, gemendo baixinho.
Ela sabia que aquela fazenda seria o paraíso dela pelos próximos dias.