— V —
Sem dizer mais nada, ela veio engatinhando até mim, envolveu a mão esquerda no meu pau e guiou ele direto pra dentro da boca escancarada dela.
Os lábios macios e cheios acariciaram a parte de cima do tronco enquanto ela passava a língua na minha cabecinha.
— Ai... — eu gemi. — Ai, meu Deus, que delícia.
Meu pau já estava ficando pedra de novo. Conforme ele crescia, ela lutava pra manter os lábios em volta dele. Aí ela começou a engolir mais, descendo a cabeça cada vez mais fundo a cada movimento. Os lábios faziam aquele barulho alto e molhado de chupada enquanto eu via ela engolir metade da minha jeba. Ela massageava minhas bolas com uma mão.
— Humm — ela gemia, com a boca cheia da minha masculinidade.
Ela tirou o pau da boca e começou a lamber a parte de baixo, perto da cabeça, bem onde eu tinha mais sensibilidade.
— Isso, isso, gata — eu disse. — Bem aí. Chupa meu pau, mãe.
— Você tem noção de quanto tempo eu queria botar esse seu pauzão na minha boca? — ela perguntou entre as lambidas. — Lembra daquele dia no verão passado que eu usei aquele biquíni amarelo?
— Puta que pariu, lembro. Seus peitos ficavam pulando pra fora o tempo todo.
— Esse mesmo. Você não parava de encarar minhas tetas e eu vi como seu pau tava ficando enorme e duro. Eu só conseguia pensar em chupar ele até ele jorrar porra na minha garganta.
Ela estava com a língua lá perto das minhas bolas e punhetando meu pau com uma mão. Aí ela se sentou e segurou com as duas mãos, esfregando com firmeza pra cima e pra baixo.
— Ungh — eu grunhi. — Isso, mãe, bate punheta. Bate punheta pro meu pauzão!
O movimento vigoroso dos braços dela fazia aquelas tetas enormes dançarem pra cima e pra baixo. Eu não aguentei mais. Levantei e fiz sinal pra ela ficar exatamente onde estava.
— O que você vai fazer? — ela perguntou.
— Vou foder seus peitos.
— Ui, delícia, traz esse grandão aqui pra cima.
Ela estava sentada, então me ajoelhei de frente pra ela. A diferença de altura era perfeita. Ela juntou aqueles globos enormes e eu deslizei meu pau entre eles. O paraíso. Minha ferramenta era tão comprida que batia no queixo dela.
— Isso, meu anjinho, esfrega seu pauzão nos meus melões.
— Que sensação gostosa do caralho — eu disse.
Tirei meu pau do meio dos peitos dela e esfreguei a cabeça num mamilo, depois no outro. Eles ficaram duros na hora.
Mamãe olhou pra cima com olhos pidões.
— Ai, Beto, tô cheia de tesão de novo. Acha que aguenta me levar pro céu mais uma vez?
— Gata, achei que você nunca ia pedir.
— Eu quero que você deslize cada centímetro desse pauzão de volta na minha buceta, que é o lugar dele — ela disse, logo antes de me dar uma chupada final de preparação, engolindo e estalando os beiços na cabeça.
Aí ela virou aquela bunda deliciosa pra mim e ficou de quatro, as tetas balançando em círculos grandes.
— Rápido, Beto, me fode.
Eu fui rápido pra trás dela e encostei minha virilha naquela bunda gostosa.
— Enfia o pau o mais fundo que der, delícia. E fode minha buceta até eu gritar!
Mais uma vez, o desejo da dama era uma ordem. Encaixei a cabeça do meu pau nela e abri um pouco as pernas pra pegar um ângulo mais baixo. Mamãe estava impaciente de tesão.
— Me fode, Beto! Enfia esse grandão em mim e começa a bombear!
Entrei nela até o talo numa estocada só. Ela grunhiu de prazer.
— Ungh! Ai, meu Deus, vai ser ainda melhor que a primeira vez!
Não esperei nem um segundo pra dar o que ela queria. Segurando firme na cintura dela, comecei a socar tudo pra dentro e pra fora, meu pau comprido fazendo um barulho molhado na buceta dela e minha pélvis batendo alto contra a bunda dela.
— Tá gostoso, amor? — perguntei com uma cara de tarado. — É assim que você quer que meu grandão encha sua buceta?
— Ai, isso! — ela gritou. — Desse jeitinho, delícia. E pode acreditar, precisa de um pau grande pra me satisfazer de quatro.
Ela começou a empurrar a bunda pra trás pra encontrar minhas estocadas, e a cama tremia sob os nossos joelhos. A buceta dela apertava meu mastro como seda quente e molhada, e eu sabia que não ia durar muito tempo dessa vez também.
E logo eu ia descobrir que era melhor assim. O telefone tocou. Mamãe olhou pra trás por cima do ombro com um sorriso.
— Atende isso e eu te mato.
Eu ri e soquei a bunda dela com mais força ainda. Ela gritou de prazer bem na hora que a secretária eletrônica no criado-mudo atendeu. Debaixo dos gritos dela, de repente ouvi uma voz familiar.
— Oi, pessoal. Então, peguei um voo mais cedo e já tô no aeroporto. Mas, hã, acho que vocês saíram ou tão ocupados, sei lá...
— O Beto tá ocupado, querido — a mamãe gritou por cima da voz do papai e do barulho da cabeceira batendo na parede. — Ele tá ocupado fodendo até minha alma!
Papai não podia ouvir ela, claro, e continuou falando.
— ...um táxi e chego aí em meia hora. Tchau.
— Ai, amor, a gente não tem muito tempo — ela disse enquanto eu olhava pra baixo pro meu instrumento entrando e saindo dela. Um anel de espuminha branca tinha se formado em volta da buceta dela. Meu pau pulsava de tesão.
— Relaxa, não vou durar muito mais.
— Nem eu. Puta que pariu, Beto, seu pau é grande pra caralho e você tá me comendo gostoso demais!
— Ah, gata, eu adoro essas putarias que você fala enquanto a gente transa — eu disse. — Você fala assim com o papai?
— Nem a pau. Ele não gosta.
Era oficial: meu pai era um retardado.
Me inclinei pra frente e passei as mãos por baixo dela pra sentir aquelas tetas penduradas balançando pra lá e pra cá. Os mamilos duros dançavam nas minhas palmas.
— Aqui, delícia, deixa eu te dar uma pegada melhor nelas — a mamãe disse.
Ela se levantou ficando de joelhos, de modo que ficamos colados, tipo conchinha em pé. A buceta dela ficou num ângulo pra cima e meu pau acompanhou fácil. Dei estocadas curtas e rápidas. O tronco dela estava ereto agora, e eu abracei ela por trás e segurei aqueles melões ofegantes com as mãos em concha.
— Ai, aperta minhas tetas grandes, amor. Aperta com força. Eu esperei tanto tempo pra você fazer isso com elas.
Eu amassei a carne firme delas com força e esfreguei minhas palmas por tudo.
Meu pau estava socando a buceta da mamãe e minhas mãos estavam sentindo aqueles peitões nus. A vida simplesmente não ficava melhor que aquilo.
Alguma coisa à nossa direita chamou a atenção da mamãe.
— Olha, amor — ela disse. — Olha a gente ali.
O espelho de corpo inteiro na porta do armário enquadrava nosso perfil perfeitamente. A cena toda era tão objetiva e excitante, como se no quarto ao lado, um garoto de 18 anos bem dotado estivesse comendo a mãe gostosa e voluptuosa dele por trás. Mamãe sorriu pra mim no reflexo, o cabelo castanho com cheiro de ervas balançando e a bunda ainda empurrando pra trás pra receber minhas estocadas. Estudei os quadris largos e a cintura fina dela, os ombros delicados e o pescoço longo e gracioso. Cada centímetro dela era perfeito. Cada centímetro dela era total e absolutamente mulher. Ela virou a cabeça na minha direção e eu a beijei. Depois olhamos pro espelho de novo. Era viciante.
— Ai, Beto, isso é tão quente. Eu adoro ver você me fodendo. Dá pra ver todos os seus músculos contraindo e, ai, seu mastro enorme entrando na minha xereca. Isso, desliza essa coisa grande e comprida tudo pra dentro e pra fora pra eu ver. Mmm, dá pra mim, amor. Dá gostoso!
Ela esticou os braços pra trás da cabeça pra passar os dedos no meu cabelo, e eu olhei no espelho de novo. As tetas massivas dela estavam empinadas no peito como torpedos, balançando de um lado pro outro e batendo uma na outra num feito de arquitetura humana que desafiava a gravidade. Eram reais, eram do tamanho de melões e estavam apontando retinho pra frente. Meu pau latejava tanto que doía. A visão dos peitos dela no espelho foi a imagem mais incrível que eu já vi na vida.
Até a mamãe não conseguiu segurar o orgulho.
— Ai, amor, olha os meus peitos!
— Tô olhando. Deus me ajude, tô olhando.
— Põe as mãos neles de novo, querido.
Fiz o que a dama pediu. Era como segurar dois cavalos selvagens. Estavam mais firmes do que nunca. O movimento era contido pelas minhas mãos, que eu desci devagar da parte de cima pros mamilos túrgidos e depois pra parte de baixo. Segurei o máximo que consegui com a minha pegada.
— Eles são inacreditáveis — eu disse.
Mamãe sorriu pra mim no espelho e empurrou a bunda pra trás pro meu pau deslizar ainda mais fundo nela.
— Eu adorei quando você gozou tudo neles e na minha cara. Ninguém nunca tinha feito isso.
Depois de mais um momento, ela voltou a ficar de quatro.
— Ai, Beto, seu pauzão vai me fazer gozar.
— Eu tô quase gozando também!
— Ótimo, delícia! Me faz gozar bem gostoso e depois joga outra carga enorme em mim.
Ouvir aquilo me deixou a um passo do fim. Apertei minha pegada na cintura fina dela e comecei a socar meu pau nela com mais força do que nunca.
Ela soltou um grito longo e contínuo, depois, mal recuperando o fôlego, berrou:
— Eu vou gozar tudo no seu pauzão, amor! Ai, isso. Ungh! Ai. Ai. AI, MEU DEUS, BETO! JESUS CRISTO, TÔ GOZANDO! AI! SIM! AI! AIEEE!
Senti a buceta dela contrair violentamente enquanto eu enterrava o clímax nela. Mais uma vez o timing foi perfeito.
— Ai, gata, agora eu vou gozar — eu disse. — Puta merda, vai ser tão bom!
— Isso, amor, me dá cada centímetro e depois tira — ela disse.
— Quero gozar na sua boca.
— Mmm, tá bom, amor, traz esse pauzão aqui pra cima. Espero que você espirre outra carga enorme igual a primeira. Vou engolir cada gota!
Inclinei pra baixo na buceta dela pra estimular a parte de baixo do meu pau. Aí veio aquele tremor incontrolável enquanto eu calculava as estocadas finais.
— Ai, Beto, suas bolas acabaram de apertar.
— UNGH! OH! ARGHHHHH! — eu grunhi.
Dei mais uma enfiada funda e tirei tudo pra fora. Ela girou e agarrou meu pau pra botar na boca. A cabeça bateu no queixo dela e meu primeiro jato grosso de porra explodiu no pescoço e no ombro dela. Aí os lábios dela engolfaram meu pau latejante e senti onda após onda de sêmen jorrar na boca dela. Ela gemia e engolia, mas ainda assim um fiozinho escapou pelos lábios e escorreu de volta pelo meu mastro convulsionando.
Meu orgasmo finalmente diminuiu e a mamãe me chupou até secar. Ela tirou meu pau da boca e olhou pra cima pra mim. O jato de porra que tinha espirrado no pescoço dela estava escorrendo pelas duas tetas. E um fiozinho branco escorria do canto da boca dela.
— Ai, amor, como é que a gente vai conseguir parar com isso? — ela perguntou.
— Não sei.
Ela se abaixou e começou a examinar o chão do lado da cama.
— Mancha de porra? — perguntei.
— Não, você me fodeu com tanta força que eu perdi uma lente de contato.
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