O cabacinho anal de minha coroa CARLA.

Um conto erótico de Ramon
Categoria: Heterossexual
Contém 1264 palavras
Data: 09/02/2026 11:08:35

Eu estava esperando uma oportunidade para sair com CARLA sem ser na correria, sem ser no meu apartamento, enfim, uma saída tranquila. Apareceu a oportunidade.

Queria dizer logo que meu envolvimento com CARLA está crescendo, fazer amor com ela é algo sensacional para mim, o cheiro dela, a nossa trepada, as nossas trocas de carinho. Um negócio de louco. Quando ela abre as pernas e eu sinto aquele perfume da xoxota fico louco.

Pois bem, o marido dela foi para a casa de praia deles ajeitar alguns problemas, como troca de caixa d’água, tubulação, etc, até porque vão passar o carnaval por lá (e eu já vou sofrer com a ausência dela e nossas rapidinhas). Com o destino conspirando a favor, coincidiu com o plantão da minha namorada e até poderíamos ficar lá em casa bem sossegados, porém preferi ir para um motel com CARLA, seria nossa “lua-de-mel”. Levei champanhe, morangos e uma tábua de frios de primeira, motel excelente. Chegamos por volta das 10h da manhã, com ela deixando o carro em um shopping center.

Vou suprimir a parte romântica, só digo que foi tudo excelente nesse ponto, eu e ela nos entregamos muito, sem preocupações, aproveitamos cada momento, cada carinho, cada beijo. Confesso que CARLA está abalando minhas estruturas e eu e ela sabemos que não devemos passar de certos limites, não enquanto – e se – o nosso relacionamento durar. Hoje prefiro trepar com CARLA do que com minha namorada, que é uma mulher bonita e transa muito bem. Coisas da vida.

A primeira trepada, após os mil beijos, depois de nos chuparmos muito, foi no papai-e-mamãe, clima de romance, como falei. Gozar olhando para o rosto dela e a beijando foi um sonho, melhor do que todas as vezes anteriores. Ficamos abraçados, beijos, carícias, bebericando um pouco e vem a vontade do segundo round.

- Agora eu quero que você coma a minha bunda e tire todas as minhas pregas, sentenciou CARLA

CARLA já tinha tentado me dar o rabo, enfiei mas não comi. Anal incompleto não vale, principalmente quando ninguém curte o momento.

Quem sou eu para desobedecer a uma ordem dessa então? CARLA tinha feito chuca (aprendeu pela internet), estava com a safadeza de dar o cu e só me restava conseguir o relaxamento dela. Dessa vez ficamos de ladinho, eu falando um lote de safadeza, o pau já duro roçando na bunda dela, chamando CARLA de “puta, de minha mulher, de minha rainha, que ia enfim tirar o medo e as pregas dela, que isso selaria nosso amor” e por aí vai, ou seja, elogios e ofensas se alternando. “Depois disso, você vai ser minha de verdade”, falei. Falei e partir para beijá-la e lambê-la toda. Botei-a de bruços e, quando cheguei na bunda, ela já estava pedindo rola de tanto tesão. “Calma, meu amor”, falei carinhoso e lambendo o rego da bunda dela e passando a língua no cuzinho dela. Enfiei a língua no buraquinho dela e ela balançava o rabo de prazer. “Aproveite, isso”, eu dizia. Demorei mesmo, propositadamente.

Eu acho que a posição de frango assado é a melhor para enfiar no sexo anal, porém achei que quebraria o clima, CARLA de bruços olhava de lado pelo espelho e me via com a cara na bunda dela. De bruços exigiria mais de mim, talvez de ladinho para começar. Decidi pela safadeza e coloquei-a de quatro na beira da cama, ela se olhava e se via empinada, com o rabo aberto pedindo rola; eu atrás, de pau duro, indo enfiar tudo. CARLA delirava. Ela de quatro, ainda enfiei a cara e meti o que pude da língua no cu dela, já sentindo que aquele buraco ia engolir minha rola e ainda ia gostar. CARLA chiava, ai’s e ui’s de prazer, então meti gel, um dedinho, dois dedinhos e passei para meter o cacete, já sentindo que aquele buraco ia se abrir.

A minha cabecinha é um cabeção, apesar de macia. A parte inicial assusta. “Vou tirar todas as suas pregas, meu amor, fique tranquila e aproveite”, falei. A cabecinha entrou e CARLA dizia “devagar, devagar, por favor”. “Estou sem pressa, é você quem vai engolir minha rola, não vou enfiar nada além do que você pedir”, falei enquanto a alisava na bunda. Fui enfiando, sem pressa, nem tirei muito e anunciei:

- Entrou toda, meu amor (sentindo que o cu dela estava muito apertadinho ainda)

- Toda?

- Sim, é só você relaxar, sem pressa, sem agonia

Eu a alisava e mexia bem devagar meu pau. Ela deu uma rebolada, olhava para o espelho e ria de satisfação. Comecei a comer o cu dela, atentando para não aumentar a velocidade antes da hora certa. Falei um monte de coisas, que eu a amava, que ela estava me dando o que ela mais protegeu a vida toda, que ela era minha mulher e ali tinha de ser minha puta também. Senti o brioco da minha amada se abrir e comecei a comer o rabo dela; claro, não como se já fosse um buraco experiente, porém numa boa velocidade, sem bater muito; o cu dela se entregou. “Come me cu, seu filho da puta, você tirou minhas pregas, eu te amo”, falava CARLA. Aí dei umas estocadas mais fortes e gozei dentro do cu dela. Ela disse que sentiu as contrações do meu pau dentro do cu, mas não o leite ser despejado (já era a segunda trepada e meus “litros de leite” foram na primeira gozada). Gozei e deixei a rola no cu dela, ela queria se masturbar assim, no entanto não conseguiu. Ela preferiu virar o cu para o espelho do motel e olhar o “estrago”. Peguei meu celular e fiz fotos e vídeos de perto. CARLA se masturbou olhando para as fotos e vídeos, parecia um homem batendo punheta ao ver vídeos.

- Ardeu um pouco na entrada, eu sentia meio que rasgando, doía mas uma dor suportável, até porque eu estava querendo lhe dar minha bunda, meu amor; resolvi aguentar a dor que era bem menor que das vezes anteriores. Fiquei muito alegre quando vi você metendo no meu rabo. Feliz e orgulhosa de dar o meu cabaço para meu macho, para você, meu amor.

Tomamos um banho e fomos para a hidromassagem. Mesmo com o cu ardendo, lá na banheira ela me fez chupar o cu dela de novo e fomos para a cama para eu meter rola no rabo dela de novo. “Eu me viciei nesse pau no meu cu”, disse CARLA.

Dobramos a estada, saímos por volta das 17h, e até lá foi muito namoro, conversa e sexo. Aproveitamos a nossa lua-de-mel para algumas experiências que ela quis conhecer e nunca teve coragem de pedir. Peguei uma corda de nylon que mantenho no carro e simulamos ser uma coleira/corrente, de tal modo que ela foi minha cachorrinha (e andou de quatro), beijos meus pés, e depois eu fui o au-au dela. Tirando a dor nos joelhos (ah ah ah), a brincadeira foi boazinha. Golden shower, que ela nunca tinha feito e adorou (fazer e levar, inclusive bebeu uma boa quantidade) e, por fim, a mais simples das vontades, algo que ela nunca tinha feito: trepar... no carro!

Sim, fomos transar no banco de trás, como namorados em um local escuro (mas era a garagem do motel). Ela exigiu que entrássemos de roupa, para simular mesmo uma trepada no carro em local esmo. Depois ela se debruçou na frente do carro e levou rola.

O carnaval vem aí e sei que vou passar uns bons dias sem a minha experiente e maravilhosa coroa CARLA.

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