Verão no Sítio (Capítulo 10)

Da série Verão no Sítio
Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 878 palavras
Data: 09/02/2026 09:12:35
Assuntos: Gay, Homossexual

“Êxtase”

A nona noite no sítio caiu como um véu pesado e quente. O ar estava denso de umidade, o céu sem lua, só estrelas pontilhando o escuro lá fora. Dentro do quarto de Daniel, a janela aberta deixava entrar uma brisa morna que balançava a cortina fina, mas não refrescava o calor que crescia entre os dois corpos na cama.

Eles tinham jantado cedo, conversado pouco, trocado olhares longos que diziam tudo. Depois subiram sem pressa, de mãos dadas. Daniel acendeu só o abajur de cabeceira, luz âmbar suave que desenhava sombras nos músculos dele e nas curvas macias de Tiago.

Daniel tirou a camiseta primeiro, depois ajudou Tiago a tirar a regata. Pele contra pele, peitos colados, respirações já aceleradas. Beijaram-se devagar, sentados na beirada da cama. Línguas se encontrando, mãos explorando costas, nuca, barriga. Daniel desceu os beijos pelo pescoço de Tiago, mordiscando de leve a clavícula, depois chupou os mamilos até Tiago gemer baixo, arqueando as costas.

— Deita de bruços — Daniel murmurou contra a pele, voz rouca e baixa.

Tiago obedeceu. Deitou de bruços no meio da cama, rosto virado para o lado, braços dobrados sob o travesseiro. Daniel tirou o short dele devagar, junto com a cueca. A bunda macia ficou exposta, pele clara brilhando à luz fraca. Daniel se posicionou atrás, entre as pernas abertas de Tiago.

Primeiro veio o carinho. Mãos grandes massageando as nádegas, abrindo devagar, polegar circulando a entrada rosada. Tiago respirou fundo, corpo tenso de expectativa.

— Relaxa, amor… eu vou devagar. Muito devagar.

Daniel pegou o lubrificante na mesinha de cabeceira — um tubo pequeno que ele tinha comprado na cidade dias antes, sem dizer nada. Espremeu uma quantidade generosa nos dedos, aqueceu entre as palmas, depois levou à entrada de Tiago. Circulou devagar, pressionando de leve, sem entrar ainda. Tiago gemeu, quadris se movendo instintivamente para trás.

— Isso… assim… deixa eu entrar.

O dedo médio entrou devagar, só a primeira falange. Tiago apertou ao redor, gemendo rouco. Daniel parou, esperando. Depois começou a mexer devagar, entrando e saindo, girando de leve. Quando sentiu o anel relaxar, adicionou o segundo dedo. Tesoura suave, abrindo, preparando.

Tiago empurrava para trás, gemendo mais alto.

— Daniel… por favor… mais…

Daniel sorriu contra as costas dele, beijando a coluna enquanto os dedos entravam mais fundo, curvando para cima, procurando o ponto. Quando encontrou a próstata, Tiago arqueou inteiro, gemido alto escapando.

— Caralho… aí…

Daniel continuou massageando devagar, dedos entrando e saindo, lubrificando tudo. Tiago estava aberto, molhado, tremendo de tesão. O pau dele duro contra o lençol, pingando pré-gozo.

Daniel tirou os dedos devagar. Tiago gemeu de vazio.

— Fica de quatro.

Tiago obedeceu, joelhos e mãos na cama, bunda empinada. Daniel se ajoelhou atrás, tirando a própria cueca. O pau grosso, 20 centímetros, estava duro ao máximo, veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo. Ele passou lubrificante generoso na haste inteira, masturbando devagar, depois na entrada de Tiago.

Encostou a cabeça na entrada. Pressionou de leve.

— Respira fundo… solta… eu paro se doer.

Tiago respirou fundo. Daniel empurrou devagar. A cabeça entrou, esticando o anel. Tiago gemeu alto, mistura de dor e prazer. Daniel parou, só a cabeça dentro, mãos nos quadris de Tiago, acariciando.

— Tá tudo bem?

— Tá… continua… devagar…

Daniel avançou mais um centímetro. Outro. Tiago apertava ao redor, gemendo. Daniel entrava devagar, sentindo o calor apertado envolver o pau inteiro. Quando os quadris colaram na bunda macia de Tiago, os dois gemeram juntos.

— Porra… tu é tão apertado… tão quente…

Daniel ficou parado por longos segundos, deixando Tiago se acostumar. Depois começou a mexer devagar, estocadas curtas, saindo quase todo e entrando de novo. Tiago gemia a cada movimento, cabeça baixa, mãos apertando o lençol.

Daniel acelerou aos poucos. Estocadas mais longas, mais profundas. Batia na próstata a cada investida. Tiago tremia inteiro, pau pulsando sem ser tocado.

— Daniel… eu… vou gozar…

Daniel segurou os quadris com mais força, estocando fundo, ritmado.

— Goza, amor… goza com meu pau dentro de você…

Tiago gozou forte. Sem tocar no pau. Jatos brancos espirraram no lençol, corpo tremendo, cu se contraindo ao redor do pau de Daniel. O aperto foi demais. Daniel gemeu rouco, estocou fundo uma última vez e gozou dentro. Jatos quentes enchendo o cu de Tiago, pulsando, escorrendo um pouco quando ele continuou mexendo devagar.

Eles caíram na cama, Daniel ainda dentro, de conchinha. Respirando pesado, suados, tremendo. Daniel beijou a nuca de Tiago, braços envolvendo o peito dele.

— Eu te amo… — murmurou, voz rouca.

Tiago virou o rosto, olhos marejados de prazer e emoção.

— Eu te amo mais.

Eles ficaram assim por longos minutos. Daniel saiu devagar, o sêmen escorrendo pela coxa de Tiago. Ele pegou a toalha na cabeceira, limpou os dois com carinho. Depois puxou Tiago para o peito, cobrindo os dois com o lençol.

— Foi bom? — perguntou, voz baixa.

Tiago sorriu contra o peito dele.

— Foi perfeito. Doeu um pouco no começo… mas depois… caralho, Daniel. Eu nunca senti nada assim.

Daniel beijou a testa dele.

— A gente vai fazer de novo. Muitas vezes. Até tu pedir pra parar.

Tiago riu baixo.

— Acho que eu nunca vou pedir.

Eles adormeceram assim, colados, o cheiro de sexo e lubrificante no ar, o coração batendo junto.

Pela primeira vez, não havia mais dúvida.

Eles eram um do outro.

Continua…

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Não há nada melhor na vida que o entregar-se a quem amamos e nos ama. Vida longa para Danthi. Que estouram os espumantes.

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