Eu Tinha o Casamento Perfeito; Até Que Aquela Putinha Apareceu Em Minha Vida; A Gostosa Da Minha Filha (Pt. 05)

Um conto erótico de Maridoperfeito
Categoria: Heterossexual
Contém 3707 palavras
Data: 09/02/2026 02:05:24

(Marcelo)

— Por que vocês não têm, tipo, uma TV de tela plana? — a Brenda perguntou.

A Brenda, a Fernanda e eu estávamos sentados na sala e tínhamos acabado de colocar um filme que a Fernanda queria ver. O sol já tinha se posto, tava escuro lá fora, mas nós estávamos bem acordados. Mas assim que a imagem apareceu, a Brenda soltou essa.

— O que, você não gosta dessa TV? — eu disse, comentando sobre nossa TV de tubo de 29 polegadas. — Ganhamos essa no nosso casamento. Uma *Gradiente* de respeito.

— É, mas tipo, é velha. Vocês não deveriam estar, tipo, gastando dinheiro a rodo por aí? Quer dizer, vocês têm, tipo, uma TV velha, um carro velho. Vocês precisam, tipo, viver um pouco — a Brenda sugeriu.

— Ah, eu acho que a gente vive muito bem, obrigado — eu disse com bom humor, fazendo a Brenda abrir um sorrisão.

— Valeu pela lição de vida, Brenda — a Fernanda alfinetou. Dei uma olhada pra ela, pedindo pra ela relevar. A Brenda só deu de ombros.

— Esse filme é um saco. *Sem condições* — a Brenda anunciou, quatro minutos de filme depois. Ela levantou e saiu quicando da sala. Assim que ela saiu do alcance dos ouvidos, falei com a Fernanda.[3]

— Você não precisa dar patada nela — falei.

— Bom, a gente mal começou o filme e ela já começa a falar. Ela chama a gente de pão-duro, e depois insinua que a gente devia estar tendo uma crise de meia-idade — a Fernanda disse.[4][5]

— Foi um comentário inocente — falei. Cheguei mais perto e coloquei o braço em volta do ombro dela. Ela ainda não tinha ido muito com a cara da Brenda.

Apesar de nós dois termos 40 anos, a gente ainda não se sentia velho. Não tínhamos chegado naquele ponto que muitos chegam de encarar a mortalidade. Nós dois ainda nos sentíamos jovens de espírito. Não estávamos gastando dinheiro feito loucos. Não precisávamos de uma TV de última geração. Um carro importado. Uma mansão. A gente tinha um ao outro. E além do mais, as coisas estavam boas entre a gente. Estávamos satisfeitos. Não precisávamos de mais nada.

Eu ainda amava ela. Ela ainda me amava. Nenhum de nós ia surtar e trair o outro. Nenhum de nós era tão movido por sexo que precisava achar alguém mais novo, e melhor. Nossa vida sexual era boa. Tão boa quanto sempre foi. Nunca tive vontade de pular a cerca. Achar uma novinha gostosa pra trair minha mulher. Uma garota jovem, sexy e fértil, doida pra ter meus filhos... pera, o quê? Balancei a cabeça espantando isso. Por que minha mente foi pra lá? Pra fertilidade? Bizarro.

Não é como se eu tivesse algum desejo profundo e não correspondido de procriar com alguém. Eu já tinha feito isso, mesmo sem saber até anos depois. Eu não tive a experiência completa do nascimento de um filho, do começo ao fim. Estar ao lado de uma mulher enquanto a barriga dela cresce com seu filho. Sentir a barriga inchando. Acariciar a barriga nua, grávida e sexy dela enquanto faz amor. Estar lá quando seu filho nasce. Estar lá pra segurar seu filho assim que ele ou ela nasce. As noites em claro, o choro, a alegria de segurar uma vida que você criou. Isso foi algo que eu perdi. Só experimentei a primeiríssima parte, a concepção, e eu mal me lembrava dela. Sempre sonhei em fazer amor com minha alma gêmea e conceber um filho juntos. Mas nem sempre se tem o que quer. Mas eu já tive um sonho realizado. Milagrosamente, eu tinha uma filha. O que eu sempre quis. Claro que não aconteceu do jeito que eu queria, com quem eu queria, mas aconteceu. E eu não podia estar mais feliz. Mas a Fernanda não estava.

Olhei pra minha esposa e ela sorriu. E de repente, eu entendi. Entendi o ressentimento dela com a Brenda. A Brenda era um lembrete do que ela não podia me dar. Um filho. Um lembrete constante do que ela via como seu fracasso como mulher e esposa. E a Brenda sendo meio pirralha não ajudava. Puxei ela pra perto e levei meus lábios ao pescoço dela.

— Para — ela suspirou, me empurrando de leve. Dei uma mordidinha no pescoço dela. Eu sabia onde apertar os botões dela. Sabia como liberar o lado sexy da minha esposa. Sabia como virar a chave dela do jeito certo.

— Para, ela vai ouvir — a Fernanda disse, arranhando meu couro cabeludo.

— E daí? — sussurrei. — Ela fez a gente escutar ela. — falei, me sentindo safado. — Quer fazer ela se arrepender? Quer punir ela? Vamos fazer ela escutar *a gente*.

Com esse pensamento, a Fernanda sorriu.

**

(Brenda)

Eu *sabia* que o pau do Papai era grosso. Eu simplesmente sabia. Ele parecia o tipo que carregava uma tora enorme. Era só nisso que eu conseguia pensar. Sempre que eu tava perto dele, só conseguia pensar no pau grosso e carnudo que ele tinha guardado, no coldre, pronto pra ação, desesperado pra ser bem cuidado. Eu praticamente babava sempre que pensava nisso. E vai por mim, eu pensava muito nisso. Tenho certeza que o Papai tava se perguntando por que eu tinha que me enfiar no meu quarto toda hora. Se ele soubesse que a princesinha dele tava com o pauzão dele na cabeça, ele não ia ficar feliz. Ele provavelmente teria que me dar umas palmadas. Bater esses pensamentos safados pra fora da minha cabeça. Me fazer gemer. O pensamento me fez tremer.

Deitei na minha cama e abri o zíper da minha blusa, expondo meu peito quase nu, respirando pesado, meus peitos cobertos num sutiã minúsculo e elástico, doidos pra se libertar. Tirei a calça, deslizei meus dedos por baixo do meu fio-dental preto minúsculo, deixei meus dedos circularem meu clitóris, e pensei no meu papai por um tempinho. Pensei no pau sem dúvida gigante dele. Pensei nele expondo o pau pra mim. Me forçando a ficar de joelhos pra apreciar. E eu ficaria, porque eu amava chupar pau mais do que qualquer outra coisa. Só a sensação de um pedaço de carne enorme e pulsante na sua boca. Ter controle total de um homem usando sua boca nele. Fazer ele perder o controle, fazer você engolir a porra dele, criando um vínculo. Um vínculo que só podia ser compartilhado por um homem e uma garota que engoliu a porra dele. Um vínculo que duraria pra vida toda. Porque um homem sempre lembraria da garota com quem foi tão íntimo, a garota que engoliu a porra dele com gosto.

***

Então lá estaria eu, de joelhos na frente do Papai. Minha boca abriria no reflexo, sabendo que uma rola daquela mereceria o melhor: a boca apertada, molhada e ansiosa de uma adolescente. Olharia pra baixo pro pau monstruoso do Papai, apreciando a perfeição dele. O jeito que a rola dele era curvada, como a maioria dos paus grandes são. O jeito que o pau dele ficava melando, escorrendo. O jeito que aquela piroca faria você engasgar do jeitinho certo quando tivesse enfiada fundo na sua garganta. Olharia pra cima pro Papai, notando a luxúria no rosto dele, notando o quanto ele queria apertar meus peitões de adolescente, mas sem conseguir ir até o fim. Ele estaria implorando com os olhos pra eu tomar a iniciativa. Pra começar nossa união incestuosa. E eu sorriria pra ele, abriria minha boca até minha mandíbula estalar, e começaria a baixar minha boca em volta da cabeça da rola dele, minha respiração quente batendo no pau. E justo quando eu estava prestes a fechar meus lábios em volta do pauzão do papai...

THUMP!

Meus olhos se abriram de repente, me arrancando da fantasia com raiva. Olhei ao redor, procurando a origem do barulho.

THUMP!

O barulho veio da parede, a parede entre meu quarto e o do Papai. Encostei meu ouvido na parede.

THUMP-THUMP!

Que porra era essa? Ouvi risinhos baixinhos do outro lado.

THUMP-THUMP!

Era o que eu tava pensando? Será que era?

— Ohhhh! — ouvi um gemido abafado através da parede. Puta merda! Eles estavam metendo! O Papai estava comendo a esposa dele. Massa demais! Essa era uma notícia foda. Seria a chance perfeita de ver o pau do Papai em modo ativo. Poderia ver como o Papai metia. Como o Papai gostava de transar. Se ele e eu seríamos compatíveis na cama. Espera, deixa eu reformular. Checaria pra confirmar o que eu já sabia, que ele e eu éramos muito compatíveis sexualmente.

Escutei por uns minutos, garantindo que eles estavam no auge, garantindo que o Papai estava dando o melhor dele pra Fernanda. Levantei, vestida só de sutiã e fio-dental, abri minha porta silenciosamente e fui na ponta dos pés pelo corredor. Como esperado, a porta tava fechada. Mas uma coisa que eu sabia, nenhuma das portas dentro da casa tinha tranca. Por que teriam? Nunca tiveram crianças xeretas na casa causando problema... até agora.

Cheguei perto da porta, encostando meu ouvido nela. Eles ainda estavam indo com tudo, quente e pesado. A cama ainda tava rangendo, a cabeceira batendo na parede, na minha parede. Era como se a Fernanda tivesse tentando provar que ela ainda conseguia ser comida também. Tentando provar pra mim que ela ainda era atraente. Tentando provar que o Papai ainda gostava mais dela do que de mim. Tentando provar que ela não tinha percebido o olhar dele devorando meus peitões gigantes e durinhos. Tentando provar que ela era quem ele deveria estar comendo, mesmo que todo mundo soubesse que não era o caso. Mesmo que, lá no fundo, todo mundo soubesse que, no final, eu seria a única levando o pauzão dele.

Deixei minha mão descansar na maçaneta, e ouvindo eles ainda perdidos no prazer, abri a porta de leve, o suficiente pra espreitar minha cabecinha fofa pra dentro. E o que vi quase me derrubou no chão.

O Papai tava em cima da Fernanda. Pelado! A bunda dele era de morrer. Sarada e firme, o suficiente pra me dar vontade de apertar nas minhas palmas. E o jeito que ela flexionava enquanto ele metia nela quase me fez cair de joelhos. Mas minha atenção foi pro outro lado, pela rola enorme e pulsante pendurada entre as pernas dele.

CARALHOOOOOOOOO! Era muito maior do que eu pensava. Grossa como uma lata de refrigerante, comprida como meu antebraço, simplesmente um exemplo perfeito de pauzão carnudo e suculento! Ele enfiava nela, da cabeça até a raiz, usando o comprimento inteiro como um verdadeiro mestre da foda faria. Meus olhos estavam hipnotizados pelas bolas dele. As bolas grandes e gordas, batendo na bunda da Fernanda enquanto ele metia nela. Cada bola encheria minha palma. Imaginei apertando o saco dele, a carne dele escorrendo pelas minhas mãos, a pele texturizada contra meus dedos lisos, sentindo as bolas que me criaram, sentindo a porra nadando no saco dele, inchando as bolas até o ponto de explodir, desesperadas por liberação, desesperadas pra jorrar cargas e cargas de porra gostosa, grudenta e masculina em todo o meu rosto angelical. Mal podia esperar pra tornar esse sonho realidade.

A fachada profissional e paterna tinha ido embora. Ele era um animal! Uma fera no cio! Meu pai de verdade era esse homem bem aqui. Não o cara que assistia comédia romântica bosta pra agradar a esposa. Não o cara que se contentou com uma mulher que não podia dar filhos pra ele. Não, esse era o homem que me fez. Era assim que fui criada. Era assim que ele me fez com a minha mãe. É esse tipo de metida que cria uma vadia como eu. É uma pena que a esposa dele não tava acompanhando.

Ela tava só... deitada ali. Tinha simplesmente enrolado os braços nas costas dele, aberto as pernas e deixado ele fazer o dele. Como se fosse um reconhecimento silencioso de que ele era superior na cama, e ela sabia disso. Qualquer vadia burra podia só ficar ali e aguentar. Só uma puta realmente especial podia domar uma rola daquela. E aquele pau, aquele pauzão, tava sendo desperdiçado nela. Merecia muito melhor. Merecia ter uma bucetinha jovem e apertada se esticando em volta dele, sufocando ele de prazer, extraindo aquela porra gostosa das bolas grandes dele. Ele não queria uma buceta velha e usada de coroa. Se o Papai conseguia ficar tão pilhado por ela, só podia imaginar o que ele conseguiria fazer com uma mulher no nível sexual dele. Não alguém como a Fernanda, alguém tão abaixo dele. Uma mulher de verdade, ou no caso dele, uma garota jovem e apertada como eu.

Observei meu Papai com orgulho, orgulhosa de que eu podia foder com a mesma ferocidade do meu pai. Senti orgulho de ser verdadeiramente filha do meu pai, orgulhosa de ter herdado os genes dele, orgulhosa de ter herdado o desejo dele por metidas brutais. E combine isso com os genes da minha mãe, admitidamente super atraente vadia-piranha, e você tem eu, a putinha jovem perfeita.

Vi a mão da Fernanda descer pelas costas do Papai, apertando a bunda dele. Fui tomada pelo ciúmes, sabendo que deveria ser eu lá dentro, sabendo que eram minhas mãos que deveriam estar na bunda musculosa do Papai. Minhas mãos que deveriam estar ajudando ele a meter em mim.

As estocadas do Papai aceleraram. Ouvi ele grunhir: — Lá vem — enquanto ele rolava pra fora da esposa dele. Vi a rola pulsante do meu pai na carne, completamente exposta, a cabeça gorda e grossa, perfeita pra cavar fundo numa garota. Ela balançava conforme ele se acomodava de costas, ficando de pé com orgulho. A Fernanda rolou pros joelhos, me permitindo ver ela nua. E ela não era nada de especial. Não tinha peito pra falar, uma pele velha e caída, e uma bunda gorda e nojenta. Só uma Maria ninguém, uma cara de foda feia. Ela era só... nojenta. Tinham tantas mulheres com corpos melhores que mereciam um cara como o Papai mais que ela. Como eu. Especialmente eu.

— Você gosta do meu corpo? — a Fernanda perguntou. Rá! Vadia feia e burra buscando confirmação de que o marido ainda achava ela atraente. Atenção vadia... você não é!

— Gosto — o Papai grunhiu, sempre o bom marido, não deixando ela saber que ele preferia o corpo gostoso da filha dele. Que fofo.

Observei ela abaixar e começar a bater uma vigorosa na rola do Papai como se essa fosse a rotina deles. Sorri ao perceber por quê. Por que desperdiçar uma carga perfeitamente boa de porra na buceta empoeirada e inútil da Fernanda quando poderia ser melhor gasto jorrando nela? As duas opções tinham a mesma chance de engravidar ela, pensei rindo. Mas esses pensamentos desapareceram rápido.

Fiquei hipnotizada pela piroca pulsante do Papai. Tava inchada, pronta pra explodir. Observei a Fernanda batendo punheta, e observei o Papai se contorcer de prazer. Encarei a ponta do pau do Papai, pronta pra ver a porra explodir dele. E explodiu mesmo.

— CARALHO! — o Papai gemeu, um jato de porra jorrando da cabeça grossa da rola dele. Atirou no ar feito chafariz, jorrando porra em jatos perfeitos e artísticos. Vi o pau do Papai flexionar enquanto porra continuava saindo de novo e de novo. Esses jatos de porra pousando na barriga dele, no peito da Fernanda, no pescoço dela. Um pouquinho atirou no rosto dela, mas ela desviou, a porra voando por cima do ombro dela, pousando no carpete. Vi as bolas do Papai se contraírem conforme a porra jorrava dele, jato após jato. E tudo que eu conseguia pensar era que 18 anos atrás, essas bolas se contraíram do mesmo jeito quando fui concebida.

Foquei na cena inteira de novo. A Fernanda tava focada nos jatos de porra ainda jorrando nela, começando a diminuir. Olhei pra cabeça jorrando de novo, até meus olhos serem arrastados pra outro lugar por uma força invisível, e olhei além da cabeça do pau do Papai pro rosto dele. Pros olhos dele. Os olhos que agora estavam olhando diretamente pra mim.

Puta merda! O Papai e eu tavam, tipo, compartilhando um momento sério aqui. Eu, olhando pro corpo nu do meu pai, a rola dele dura feito pedra jorrando montanhas de porra quente e grudenta. Ele, olhando pra mim, eu na minha calcinha que mal existia, meu sutiã preto apertado e elástico lutando pra conter meus peitões gigantes e durinhos, e meu fio-dental minúsculo, mal cobrindo minha bucetinha. O Papai, olhando pra filha xereta dele, exposta como a vadia que realmente era, nas roupas de baixo de vadia, do tipo que uma filha boazinha nunca deveria deixar o papai ver. Só uma filha safada deixaria o papai ver ela assim. Tão exposta, tão crua. Tão sexy. Só uma filha safada usaria um sutiã na frente do Papai que realmente destacasse os peitões dela, realmente fazendo eles transbordarem pelas bordas. Que mal conseguia conter os peitos enquanto o peito dela subia e descia de excitação. Só uma filha safada usaria um fio-dental que mal cobria suas partes mais íntimas. Tão baixo era esse fio-dental que o Papai conseguiria facilmente ver o pelo da minha buceta, se eu tivesse algum. Eu estava apresentando uma cena que nenhum pai decente deveria ser forçado a ver. Nenhum papai deveria ver a filha toda putificada. Porque honestamente, como qualquer homem, quanto mais um pai, poderia resistir?

Mas era culpa dele, na real. Nenhum pai bom deveria exibir tão descaradamente a tora enorme dele na frente da filha. Não deveria tentar a princessinha metendo tão obviamente no quarto do lado. Deveria ter sabido que isso ia me atrair. Era culpa dele eu ter que dar uma olhadinha. Ele sabia que tipo de garota eu era. Ele sabia que eu não conseguiria resistir. Não deveria ter jatado porra por todo lado. Essa merda era tipo catnip pra uma vadia como eu. Não tinha chance de eu perder isso, e lá no fundo ele sabia. Ele queria isso. Lá no fundo, ele era um papai safado. Eu sabia disso com certeza agora. E como eu sabia?

Meus olhos estavam nele. Os olhos dele estavam em mim. Meus olhos admiravam o corpo dele. Os olhos dele admiravam o meu. Nossos olhares se encontraram. A única coisa entre a gente era o pau dele ainda de pé. E a única coisa que podia arrancar nossos olhos um do outro era o jato de porra que explodiu do pau dele.

Antes dos nossos olhos se encontrarem, o orgasmo dele estava diminuindo, a porra dele jorrando em jatos cada vez menores. Mas o jato de porra que interrompeu nosso momento foi o maior ainda. Atirou no peito da Fernanda. Mas aquela porra não pertencia a ela. Mesmo que o orgasmo dele tivesse continuado do sexo que ele tava tendo, eu sabia que esse era outro orgasmo. Ele estava gozando duas vezes, seguidinho. A primeira vez foi por causa da Fernanda. Mas esse orgasmo, essa porra... era toda minha. Essa porra era por minha causa. A porra jorrando da rola dele na Fernanda não era por causa da punheta dela. Não, era por minha causa. Por me ver em ação. Por mim, a filha safada e vadia dele, vendo ele gozar por todo lado. Por mim, de pé aqui sem quase nada. Tudo isso fez ele gozar. Não a Fernanda, a esposa dele. Eu. Brenda. A filha dele. Eu acabei de fazer ele gozar. Tinha feito meu pai gozar. O Papai acabou de gozar por minha causa, a filha dele. Tive que resistir ao impulso de entrar, plantar minha boca no pau dele e engolir a porra que era minha por direito.

Papais bonzinhos não deixam as filhas fazerem eles gozar. Papais bonzinhos não jatam porra por todo lado por causa das princesinhas deles.

Só papais safados fazem isso.

O Papai continuou gozando e gozando, todo aquele néctar branco grudento cobrindo a Fernanda. Depois do que pareceu uma eternidade, a porra parou de jorrar, agora só escorrendo da ponta. A Fernanda largou a rola dele.

— Caraca, essa foi grande! — ela disse com admiração olhando pra baixo pra si mesma, o peito e o pescoço cobertos de porra. Por isso ela não percebeu que o Papai ainda tava olhando pra mim. A filha dele, cujos mamilos estavam duros feito pedra, quase saindo por cima do sutiã, cujas coxas estavam molhadas com os sucos dela. O Papai tava olhando pra mim, nos meus olhos, reconhecendo que tínhamos acabado de compartilhar algo... íntimo. Ele olhou pra mim... assustado... nervoso. Meus lábios se curvaram num sorriso, talvez um sorrisinho debochado, sabendo que tinha ele nas minhas garras. Girei, mostrando pra ele a visão da minha bunda de fio-dental, antes de voltar pro meu quarto.

Mal tinha fechado a porta quando esfreguei meu clitóris até um orgasmo enorme, tremendo, de cair de joelhos, a palavra "Papai" escapando dos meus lábios. Mas não tinha terminado. Tirei meu sutiã, deslizei meu fio-dental pra fora e rastejei pra cama. Fiquei acordada pela próxima hora, me dedando, mantendo o fogo aceso pro meu papai, esperando que ele viesse se esgueirar pra terminar o que começou. Mas ele não veio. Eu sabia que lá no fundo ele queria, mas estava assustado demais. Além disso, as bolas dele deviam estar totalmente vazias, graças a mim. Levaria tempo pra recarregar, pra ele reabastecer os tanques até estarem cheios até a borda, prontos pra filha dele drenar. Mas eu aceleraria esse processo. Ele veria tanta carne de filha que as bolas dele iam estar inchadas de porra rapidinho. Desacelerei minha dedada e caí num sono tranquilo. Tinha feito grandes avanços hoje. Adormeci sabendo que ele logo seria meu pra tomar.

Finalmente, nosso relacionamento de pai e filha tinha evoluído. Não era mais completamente e entediadamente platônico. Ver a rola jorrando do Papai tinha mudado isso. Ele testemunhar meu corpo gostoso tinha mudado isso. Compartilhamos um momento que a maioria dos pais e filhas não compartilham. Um momento papai-filha que era definitivamente... sexual. Nosso relacionamento nunca seria o mesmo. Como poderia? Nós dois tínhamos visto algo transformador. Eu vi o pauzão dele gozar. Ele devorou meu corpo sarado com os olhos. As coisas tinham mudado. Como poderíamos estar perto um do outro e não pensar naquele momento?

Nosso relacionamento de papai e filha acabou de ser injetado com uma dose profunda e generosa de tensão sexual!

**

Continua!!

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Comentários

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conto muito interessante, mas essa menina é verdadeiramente doente, pobre Fernanda e Marcelo, não mereciam isso.

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