Ouvi Minha Mãe e Tia Conversando Sobre Meu Pau, Então Dei uma Exibida - PARTE 8

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3308 palavras
Data: 08/02/2026 22:53:39
Assuntos: Heterossexual

## A Ordem Natural - Parte Final

Domingo em São Paulo. O sol de meio-dia batia forte no quintal da nossa casa, fazendo o cheiro de carvão, gordura de picanha e cerveja gelada subir em ondas de calor visíveis. Era um cenário de conforto absoluto: a piscina azul brilhando, o som ambiente tocando um pagode antigo num volume respeitoso, as garrafas de Heineken suando no balde de gelo.

Mas a dinâmica ali... a dinâmica era algo que nenhum vizinho conseguiria compreender, embora fosse a coisa mais antiga do mundo.

Eu, Rafael, estava sentado na espreguiçadeira principal, embaixo do ombrelone, usando óculos escuros e uma bermuda de banho. Minhas pernas estavam esticadas, relaxadas. Eu não movia um músculo. Eu era o centro de gravidade daquele quintal, o Sol em torno do qual tudo orbitava.

Na churrasqueira, a cinco metros de mim, estava o tio Marcos.

Ele usava um avental que dizia "O Rei da Brasa" em letras garrafais coloridas. O suor escorria pela testa calva dele, pingando no chão enquanto ele lutava com o braseiro, virando peças de carne com uma dedicação quase religiosa. Ele estava vermelho, focado, correndo de um lado para o outro para garantir que tudo estivesse perfeito.

"Tio," chamei, sem levantar a voz, sem nem olhar na direção dele. Apenas estendi o copo vazio.

Foi instantâneo.

"Já vai, campeão! Já vai!" Marcos largou o pegador de carne, limpou as mãos no avental e correu até o freezer. Pegou uma cerveja "estupidamente gelada", abriu com destreza e veio até mim quase trotando.

Ele serviu meu copo com cuidado, inclinando para não fazer muita espuma, como um garçom treinado servindo a realeza.

"Tá no ponto, Rafael? Quer mais gelada? Eu posso buscar gelo filtrado se você quiser," ele ofereceu, com um sorriso ansioso, aquele sorriso de quem encontrou seu propósito na vida.

Tirei os óculos escuros e olhei pra ele. Marcos, 50 anos, barriga de chopp, braços que carregavam o peso das responsabilidades, conta bancária gorda. O marido da minha tia. O homem que sustentava o estilo de vida dela. E, naquele momento, percebi que ele não era patético. Ele era fundamental.

"Tá bom assim, Marcos," respondi, seco. Não agradeci. Alfas não agradecem por obrigações cumpridas, e Provedores se sentem validados apenas pela aceitação do serviço. "Como tá a picanha?"

"Saindo agora! A peça *Wagyu* que você pediu. Paguei uma nota, mas pro meu sobrinho preferido nada é caro demais," ele riu, satisfeito. "Vou cortar o melhor pedaço pra você. A pontinha com a gordura derretendo. Do jeito que macho gosta."

"Faz isso."

Ele voltou correndo pra churrasqueira, feliz. Feliz por ser útil. Feliz por me servir.

Ao meu lado, sentada na beira da piscina com as pernas na água, estava a Júlia. Ela observava a cena com uma ruga de confusão na testa. O biquíni branco dela realçava o bronzeado, mas ela parecia tensa. Ela ainda não entendia as regras do jogo.

Minha mãe e minha tia Lúcia estavam sentadas nas cadeiras ao meu lado. Minha mãe passava protetor solar no meu ombro, massageando o músculo com propriedade. Minha tia estava com a mão apoiada na minha coxa, acariciando os pelos da minha perna distraidamente enquanto bebia seu gin.

"O Marcos é um amor, né?" minha tia comentou, vendo o marido suar na fumaça. "Olha como ele se esforça pra agradar o macho da casa."

Júlia virou a cabeça, incomodada. "Tia Lúcia... não é meio chato? O Tio Marcos tá fazendo tudo sozinho. O Rafael nem levantou pra ajudar a acender o fogo."

Minha mãe parou de passar o protetor. O silêncio no grupo das mulheres foi imediato. Minha tia soltou uma risada rouca, balançando o gelo no copo.

"Júlia, querida," minha mãe começou, com aquele tom de professora que ensina o alfabeto. "Você precisa entender de biologia. E de economia."

"Como assim?" Júlia perguntou.

Minha mãe apontou para o Marcos. "Olha pra ele. O que você vê?"

"Vejo o tio Marcos trabalhando."

"Não," minha mãe corrigiu. "Você vê um Provedor. A função do Marcos na natureza é sagrada. Ele garante a segurança da tribo. Ele caça – no caso, ele ganha dinheiro no escritório. Ele prepara o alimento. Ele constrói o abrigo. Ele faz isso porque é a forma dele contribuir para o bando. Ele não tem a genética do caçador sexual, ele tem a genética do guardião."

Ela então virou a mão e apontou para mim. Eu continuei bebendo minha cerveja, impassível.

"Agora olha pro Rafael. O que você vê?"

Júlia olhou pra mim. Meus olhos encontraram os dela. Senti o rubor subir pelo pescoço dela.

"Meu namorado..."

"Você vê um Reprodutor," minha tia Lúcia cortou, a voz carregada de malícia. "Você vê um Alfa. A função dele não é ficar suando na frente de uma churrasqueira ou preenchendo planilha. A função dele é preservar a qualidade da espécie. É fornecer vigor. É foder."

Júlia arregalou os olhos, chocada com a palavra crua.

"Tia!"

"Ah, para de frescura, menina!" Lúcia se irritou, acendendo um cigarro. "Vamos falar a verdade aqui? A gente tá entre mulheres e o Rafael. Você acha que o Marcos, com aquele jeito manso e protetor, consegue fazer o que o Rafael faz? Você acha que ele consegue me deixar tremendo na cama, com as pernas bambas, implorando por água? Não. E tá tudo bem. Cada um tem seu papel."

Marcos chegou nesse momento, trazendo uma tábua de madeira com a picanha fatiada. O cheiro era divino. A gordura brilhava.

"Aqui está!" ele anunciou, orgulhoso. "Primeiro pedaço pra mesa da diretoria."

Ele estendeu a tábua para a Lúcia primeiro, por hábito.

Minha tia nem olhou pra carne. Ela olhou pro marido com um carinho genuíno, mas hierárquico.

"Não, Marcos. O primeiro pedaço é do Rafael. Você sabe disso."

"Ah, claro, claro!" Marcos recuou a tábua e a ofereceu pra mim, curvando-se levemente. "Desculpa a gafe. O garanhão precisa de proteína, né? Gasta muita energia."

Peguei o pedaço mais grosso, com a capa de gordura dourada, usando a mão mesmo. Mordi. O suco da carne escorreu pelo meu queixo. Marcos assistia, hipnotizado, engolindo em seco.

"Tá boa?" ele perguntou, a voz falhando um pouco.

"Tá excelente, Marcos," respondi, limpando a boca nas costas da mão. "Você é o melhor churrasqueiro que essa família poderia ter. Pode servir as mulheres agora. E depois você come o que sobrar. Mas traz mais cerveja antes."

"Pra já! Obrigado, Rafael!"

Ele serviu minha mãe e a Júlia, e voltou correndo pra buscar a cerveja.

Júlia estava paralisada, o garfo no meio do caminho.

"Ele... ele gosta?" ela sussurrou. "Vocês tratam ele assim e ele... sorri?"

"Ele não só gosta, Júlia," minha mãe disse, colocando um pedaço de carne na minha boca. "Ele se sente realizado. O Marcos sabe que a função dele é prover para que o Alfa possa reinar. Isso tira um peso das costas dele. Ele não precisa tentar ser o que não é."

"Exatamente," minha tia completou. "Pode ser a feminista mais radical. Quando a porta do quarto fecha, minha filha, a gente quer um macho raiz. A gente quer sentir que pertence a alguém mais forte. É biológico. É hormonal."

Eu olhei pra Júlia. Ela estava ouvindo aquilo como se fosse uma heresia, mas eu via a respiração dela acelerada. O mamilo dela estava duro no biquíni. A teoria da minha mãe estava entrando na cabeça dela – e na calcinha.

"O Marcos sabe que o papel dele é vital," Lúcia continuou, olhando pro marido lá longe. "Ele sustenta o templo onde o Rafael oficia o culto do prazer. Ele pensa: 'Eu sou o cara que paga a comida pro Leão comer minha leoa'. Isso dá um propósito nobre pra vida dele."

Marcos voltou com o balde de gelo renovado.

"Aqui, pessoal. Tudo certo? A carne tá do agrado?"

"Tá ótima, Marcos," minha tia disse, dando um tapinha na bunda do marido. "Mas sabe o que é? Comer carne dá uma fome de... outra coisa."

Ela lambeu os lábios, olhando pra mim. Marcos viu. Ele viu a esposa dele flertando abertamente com o sobrinho. E, em vez de ficar com raiva, vi o pau dele marcar levemente no short bege. Ele ficou vermelho, excitado com a ideia.

"É... bom... aproveitem," Marcos gaguejou. "Eu vou... vou limpar a grelha. Depois eu como um pão de alho."

"Isso, amor," Lúcia dispensou ele. "Fica lá. A gente vai conversar sobre assuntos de adulto."

Ele saiu de cabeça baixa, mas com um sorriso torto no rosto. O sorriso do Provedor que cumpriu sua missão.

Terminamos de comer. O clima na mesa era de pura tensão sexual.

Eu terminei minha cerveja e bati o copo na mesa com força. O som fez todas olharem pra mim.

"Cansei desse sol," anunciei. "Vou pro quarto de hóspedes. O ar condicionado lá é melhor."

Levantei. Minha mãe e minha tia levantaram no mesmo segundo.

"A gente vai com você, filho," minha mãe disse. "Precisamos... fazer a digestão."

Olhei pra Júlia. Ela estava sentada, incerta.

"E você, Júlia?" perguntei, a voz de comando. "Vai ficar aí vendo o tio Marcos limpar gordura ou vai vir aprender como uma mulher de verdade cuida do seu homem?"

Ela olhou pro Marcos, esfregando a grelha, cumprindo seu destino. E olhou pra mim, o Alfa.

A escolha biológica bateu nela.

"Eu vou com você," ela disse, decidida.

"Ótima escolha," minha tia sorriu. "Vem. A titia vai te ensinar uns truques."

Caminhamos em direção à casa. Ao passarmos pela churrasqueira, parei.

"Marcos," chamei.

Ele parou de esfregar. "Oi, Rafael! Precisa de algo?"

"A gente vai descansar no quarto de hóspedes. Não queremos ser incomodados. Você cuida da limpeza aqui fora?"

Ele olhou pra mim, pra esposa, pra cunhada e pra namorada do sobrinho. Ele sabia.

"Claro! Claro, podem ir!" ele disse, a voz embargada de excitação e gratidão. "Vou deixar tudo brilhando. Fiquem à vontade. Usem... usem o que precisarem."

"Obrigado, tio," disse, sincero. "Você é fundamental pra essa família."

Entramos na casa. O quarto de hóspedes estava gelado e escuro. Assim que a porta fechou, a civilização acabou.

Minha mãe veio até mim e tirou minha sunga. Meu pau, liberado, saltou pra fora, uma barra de ferro latejante, a cabeça roxa e inchada de desejo acumulado.

"Olha isso, Júlia," minha mãe disse, segurando meu pau com as duas mãos, pesando as bolas. "Olha a diferença. O pau do Marcos é funcional. O pau do Rafael é divino."

Júlia estava parada, ofegante.

"Tira a roupa, menina," minha tia ordenou, já nua, se jogando na cama king size. "Vem servir."

Júlia tirou o biquíni. O corpo dela tremia.

Eu me sentei na beira da cama, pernas abertas.

"As três," ordenei. "No chão. Agora."

Elas obedeceram. Minha mãe, minha tia e minha namorada, ajoelhadas no tapete felpudo aos meus pés. Três gerações, três papéis sociais diferentes, unidas pela mesma fome ancestral.

"Lúcia, as bolas," comandei. "Mãe, a cabeça. Júlia... observa e aprende."

Minha tia mergulhou entre minhas pernas. Ela não tinha nojo, não tinha hesitação. Ela abocanhou meu saco escrotal, sugando a pele enrugada, passando a língua no períneo, fazendo barulhos obscenos de sucção (*slurp, shhhlluupp*). Ela tratava minhas bolas como se fossem o cálice sagrado.

Minha mãe focou na glande. Ela usava muita saliva, a boca quente e experiente girando na cabeça do meu pau, a língua explorando a uretra.

Júlia olhava aquilo com os olhos arregalados, a respiração curta.

"O que você tá esperando, Júlia?" rosnei, segurando a nuca dela. "Beija elas. Sente o gosto do meu pau na boca delas."

Júlia se inclinou e beijou minha mãe enquanto ela me chupava. As línguas se encontraram, misturadas com a minha pré-ejaculação. Depois ela beijou a tia. Era uma mistura de saliva, suor e masculinidade.

"Sobe na cama," ordenei.

Joguei as três no colchão. Era um emaranhado de carne nua.

Peguei minha tia primeiro. Virei ela de quatro, a cara enterrada no travesseiro, a bunda branca e larga empinada pra mim.

"Abre," mandei.

Ela afastou as nádegas com as mãos, expondo o cu rosado e a buceta molhada, pingando.

"Tudo seu, meu rei... usa tudo..." ela gemia.

Cuspi na mão, passei no pau e enterrei nela. Sem aviso.

*PLAFT!*

O som da carne batendo contra carne ecoou no quarto.

"Ahhhhh! Isso! Me rasga, Rafael! Me mostra pra que eu sirvo!"

Enquanto eu socava a esposa do tio Marcos, minha mãe se arrastou até nós. Ela pegou meu pé e começou a chupar meus dedos, depois subiu lambendo minha canela, meu joelho, até chegar na junção onde meu pau entrava e saía da irmã dela.

"Olha, Júlia!" minha mãe gritava, em êxtase. "Olha como ela recebe! Olha como ela gosta!"

Júlia estava se masturbando freneticamente ao lado, vendo a cena. Eu estendi a mão e puxei ela pelo cabelo.

"Não fica só olhando. Senta na minha cara."

Júlia montou no meu rosto enquanto eu continuava destruindo a tia Lúcia. A buceta da Júlia estava encharcada, quente, cheirando a excitação pura. Minha língua trabalhava no clitóris dela, meu pau trabalhava no útero da tia, e minha mãe lambia minhas bolas que balançavam com o impacto.

O cheiro no quarto era denso. Feromônios. Sexo. Suor.

Foi no auge dessa selvageria que a maçaneta girou.

Júlia travou por um segundo. "A porta..."

"Continua!" gritei, dando um tapa na bunda da Júlia que estava na minha cara. "Não para!"

A porta se abriu uma fresta.

Era o Marcos.

Ele estava lá fora. Vermelho, suado, a mão dentro da bermuda, o movimento frenético do braço denunciando o que ele fazia.

Minha tia, sentindo meu pau bater no fundo do útero dela, levantou a cabeça e viu o marido.

"Olha, Marcos!" ela gritou, a voz distorcida de prazer. "Olha o que o Rafael tá fazendo comigo! Olha como ele me preenche! Você nunca conseguiu fazer isso! Nunca!"

"Isso..." a voz do Marcos veio do corredor, um gemido estrangulado. "Isso... ele é o Alfa... ele sabe..."

"Tio Marcos!" gritei, a voz abafada pelas coxas da Júlia, mas alta o suficiente. "A gente tá com sede! Traz água gelada! A Lúcia tá perdendo muito líquido!"

"J-já vou... já vou servir..."

Ouvi os passos dele correndo. A obediência dele era o tempero final.

Saí de dentro da tia Lúcia e empurrei a Júlia pro lado. Sentei na beira da cama, com o pau ereto, brilhando de fluidos, latejando. Minha tia e minha mãe se ajeitaram aos meus pés. Júlia ficou na cama, observando.

A porta se abriu de novo. Marcos entrou. Ele segurava uma bandeja de prata com quatro copos de água gelada, as mãos tremendo tanto que o gelo batia no vidro.

Ele entrou no quarto, o cheiro de sexo batendo na cara dele como uma parede física. Ele viu a esposa nua, suada, com a buceta vermelha de tanto ser usada. Viu a cunhada e a namorada do sobrinho em posições de entrega. E viu o sobrinho, o Alfa, sentado no trono.

Marcos caminhou até nós, humilde.

"A... a água, Rafael. Como você pediu."

Ele estendeu a bandeja na minha direção.

Eu ia pegar o copo, mas senti a mão da minha tia Lúcia na minha coxa.

Ela nem olhou para o marido. Ela não olhou para a bandeja. Ela nem piscou na direção do homem com quem era casada há vinte anos e que estava ali, a meio metro de distância, servindo ela.

Lúcia olhou fixamente para o meu pau.

"Eu não quero água," ela disse, a voz rouca, ignorando completamente a presença do Marcos. "Eu tô com sede de outra coisa."

E ali, na frente do marido que segurava a bandeja como um mordomo, minha tia abriu a boca e engoliu meu pau.

Marcos congelou. Ele ficou parado, segurando a bandeja no ar, assistindo à própria esposa boquetear o sobrinho com uma voracidade animal.

Lúcia fazia barulhos altos. *Gawk, gawk, shhhlluup*. A saliva escorria pelo queixo dela. Ela usava as duas mãos para bombear meu pau, ignorando solenemente o fato de que o provedor da casa estava em pé ao lado dela. Para ela, naquele momento, Marcos era mobília. Ele era invisível. Só existia o Rafael.

Eu olhei pro Marcos enquanto a esposa dele me mamava. Ele estava chorando silenciosamente, lágrimas escorrendo pelo rosto vermelho, mas o pau dele estava duro, marcando a bermuda bege.

"Olha isso, Marcos," eu disse, calmo, enquanto acariciava a cabeça da Lúcia. "Ela nem sabe que você tá aqui. Ela esqueceu de você. Porque quando a fêmea encontra o Alfa, o resto do mundo desaparece."

Marcos balançou a cabeça, concordando, hipnotizado pelo movimento da cabeça da esposa no meu pau.

"É verdade, Rafael... é verdade..." ele sussurrou. "Ela tá... ela tá feliz. Obrigado."

Lúcia tirou a boca do meu pau com um estalo alto (*POP!*), olhou pra mim com olhos vidrados e disse:

"Me enche, Rafael. Esquece a água. Me enche de porra."

Ela nem percebeu que o marido ainda estava ali.

"Sai, Marcos," ordenei, sem tirar os olhos da minha tia. "Deixa a bandeja aí e vaza. A gente tem trabalho a fazer."

Marcos colocou a bandeja na cômoda com reverência, deu uma última olhada na esposa implorando por sêmen, e saiu de ré, fechando a porta.

Assim que a porta fechou, joguei a tia Lúcia na cama.

"Agora você vai pagar por essa ousadia," rosnei.

Peguei a Júlia e a coloquei de quatro ao lado da tia.

"Júlia, eu vou entrar em você. E você, mãe..." apontei pra minha mãe. "Você vai garantir que a Lúcia não perca nenhum detalhe."

Entrei na Júlia. Ela era apertada, quente, perfeita.

"Ahhhh! Rafael! É muito grande!"

"Aguenta! Mulher minha aguenta!"

Minha mãe segurava o rosto da tia Lúcia, forçando-a a assistir eu fodendo a Júlia.

"Olha, irmã! Olha o macho que a gente criou! Olha como ele fode!"

A energia no quarto era de destruição e criação. Eu era uma máquina. Eu fodia a Júlia, mas minha mão estava na buceta da tia, e minha boca beijava a minha mãe.

"Eu vou gozar!" avisei, sentindo a pressão incontrolável.

"Goza! Goza nela! Marca ela!" minha mãe gritou.

Tirei de dentro da Júlia no último segundo. Mirei no rosto dela, no peito, e na tia Lúcia que se arrastou para perto, com a boca aberta, esperando o maná.

Os jatos de porra voaram. Grossos, brancos, quentes. Cobrindo o rosto da Júlia, os peitos da minha mãe, e enchendo a boca da minha tia que engoliu tudo sofregamente, como se fosse a água que ela tinha recusado.

Foi uma explosão. A confirmação visual e biológica de quem mandava ali.

Ficamos ofegantes. O cheiro de sêmen e água sanitária natural inundou o quarto.

Marcos não estava mais lá, mas a presença dele – ou a ausência necessária dele – era sentida. Ele estava lá fora, garantindo que o mundo continuasse girando para que nós pudéssemos gozar.

***

Meia hora depois, na sala.

O cenário era de paz. Marcos tinha limpado tudo. A mesa estava posta com café e bolo.

Nós quatro entramos. Eu de bermuda, peito nu, exalando poder. As mulheres de roupão, cabelos molhados, andando devagar, com aquela aura de satisfação profunda que só uma foda bem dada traz. Lúcia tinha um restinho de porra seca no canto da boca que ela fez questão de não limpar.

Júlia estava radiante. Ela segurava minha mão com força. Ela tinha entendido.

Marcos serviu o bolo. Ele estava radiante também. Ele tinha sido útil. Ele tinha proporcionado aquilo.

Ele colocou o maior pedaço no meu prato.

"Come, campeão. Repõe as energias."

Olhei pra ele. Não com desprezo, mas com o reconhecimento de um rei para seu vassalo mais leal.

"Obrigado, Marcos. Você é essencial."

Ele sorriu, o peito estufado de orgulho.

"Domingo que vem tem mais, Rafael?"

Olhei para o meu harém. Minha mãe, minha tia com a boca suja, minha namorada iniciada. Todas sorrindo, saciadas, mas já ansiando pela próxima vez.

"Domingo que vem tem mais," decretei. "E capricha na picanha, Marcos. Porque a gente vai estar com muita fome."

Fim.

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