O assaltante que roubou minha virgindade

Um conto erótico de Lux
Categoria: Gay
Contém 1053 palavras
Data: 08/02/2026 22:46:48

A região onde eu morava vivia aparecendo nos noticiários. Diziam que era uma das mais perigosas da cidade, mas, sinceramente, eu nunca tinha visto nada demais. No Brasil, onde é que existe lugar totalmente seguro?

Meu nome é Eduardo. Tenho 19 anos, cabelo escuro, olhos castanhos, corpo comum — nada que chamasse atenção. Naquele fim de semana, meus pais viajaram para a casa da minha avó. Eu fiquei. Gostava da solidão da casa, do silêncio quebrado apenas pelo som do celular e da minha própria respiração.

Era noite, eu estava deitado na cama, só de cueca, resolvi entrar no Chat Uol, encontrei um cara com o apelido, Dominador.

Puxei papo e falamos sobre o apelido dele na sala, me contou que era adepto de BSDM eu me interessei e comentei que estava sozinho, que o bairro era inseguro e como seria legal ter um segurança em casa.

Ele riu e disse que poderia fazer a segurança.

Quando ele disse que poderia ‘proteger’ a casa, senti um frio na barriga. Era arriscado, mas era exatamente isso que eu queria testar — até onde poderia me entregar a alguém que eu apenas conhecia online.

Eu dei meu endereço e ele saiu do chat, fiquei chateado que ele tivesse saído, mas ao mesmo tempo, uma parte de mim sabia que queria vê-lo cumprir a promessa…Já estava distraído, quando ouvi um barulho no quintal.

Não foi alto. Foi sutil demais para ser ignorado.

Meu coração acelerou.

Levantei devagar, tentando convencer a mim mesmo de que era paranoia. Quando cheguei à cozinha, vi a porta dos fundos entreaberta… e um homem ali parado, como se já soubesse que eu viria.

Ele era alto devia ter 1.85 careca com barba, com cara de safado porte forte, tinha uma presença que preenchia o ambiente. Não parecia nervoso. Pelo contrário — parecia curioso.

— Calma — ele disse, com a voz baixa. — Não vim te machucar, vim te proteger.

Eu devia ter corrido. Mas fiquei.

Havia algo estranho naquela situação: o perigo misturado com uma sensação que eu não queria admitir. Ele me observava como se estivesse tentando me decifrar, aquele homem desconhecido me encarando, como alguém que enxergava além do óbvio.

— Tá sozinho? — perguntou.

Assenti.

Ele sorriu de leve, um sorriso que não era exatamente gentil, nem cruel. Era… provocador.

— Então você não grita. E eu não faço besteira. Combinado?

Meu corpo concordou antes da minha cabeça.

O silêncio entre nós ficou pesado. Cada passo que ele dava parecia ecoar dentro de mim. Quando chegou perto, não me tocou de imediato. Passou os dedos pelo ar, a poucos centímetros da minha pele, como se testasse meus limites.

— Se eu encostar, você me diz pra parar — ele disse. — Eu paro.

Eu engoli em seco… e não disse nada.

O toque veio devagar. Primeiro nas costas, depois na cintura. Meu corpo reagiu contra a minha vontade, e isso me apavorou mais do que a presença dele. O suspense não estava no que ele faria — estava no que eu permitiria.

— Você tá tremendo — ele murmurou. — De medo… ou de curiosidade?

Não respondi. Ele interpretou o silêncio como resposta suficiente.

Ele me levou pra sala, lá chegando me olhou calado, e eu sem reação seguia suas ordens... Aquilo me era estranho causava desejo, internamente queria saber o que aquele homem queria

_ Que pele branquinha, o cuzinho deve ser rosado... Eu fiquei vermelho, e com um leve sorriso, me esforçando para ele não perceber...

Ele tirou a calça lentamente, rasgou minha cueca e disse com uma calma que até hoje ao me lembrar me faz ter um frio na barriga...

_ Vou tentar ser o mais gentil possível... Ele abaixou senti sua língua áspera na minha bunda, uma sensação nova e estranha... O que estava acontecendo? Eu estava gostando daquilo! Eu estava sendo dominado por um desconhecido e estava feliz

Aquele homem tinha me dominado, senti uma leve mordida na bunda.

_Carinha sua bundinha é uma delicia, agora tá lubrificada, vamos para o que interessa de verdade...

Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ele me diz tranquilamente para eu colocar algo na boca, agarrei o pano que ele me estendia era uma meia, coloquei na boca e senti ele cravando em mim, seu pau que hoje acredito tinha por volta dos 22 cm e grosso como uma lata de desodorante... Vi estrelas. Já era tarde: eu estava completamente entregue à luxúria daquele homem.

_Porra nunca tirei um lacre tão gostoso, vou viciar nesse rabo carinha.

Eu estava amando enquanto ele se fartando em mim, puxava meus cabelos, lambia meu rosto e dizia que eu era lindo e que estava gostando de me comer.

Por cerca de 20 minutos como uma maquina o cara metia sem parar até que por fim gozou... Eu estava com um misto de dor e prazer, cansado, achando que tinha acabado ele me pega pelo braço e me leva pro banheiro, no banho ele diz:

_Calma viadinho eu ainda tenho leite pra vc; Ligou o chuveiro e lá me fez ajoelhar ele começou a rir e derrepente mijou na minha cara, fiz uma cara de desejo com um leve sorriso sacana, ele satisfeito com minha reação me disse para chupar o pau dizendo que eu era muito obediente, que ele queria roubar a casa mas conseguiu algo melhor um puto virgem...

Depois de usar minha boca como uma buceta gozou muito me fazendo engolir e limpar toda a porra, me deu um tapa no rosto e disse satisfeito, bom garoto.

Quando tudo terminou, ele se afastou, se vestiu com calma e me encarou uma última vez.

— Às vezes, a gente só descobre quem é quando atravessa o próprio limite — disse.

Depois foi embora, levando uma cueca minha e deixando a casa em silêncio outra vez.

Fiquei ali, deitado no box, tentando entender o que tinha acontecido. Não sabia o que tinha acabado de acontecer. Não me senti no controle. O que sentia era algo mais perturbador: a sensação de que uma porta dentro de mim tinha sido aberta e que ela guardava algo que eu reprimia… e agora não havia como fechá-la.

Dias depois, saindo da faculdade tentando não pensar no que havia acontecido, um número desconhecido apareceu no meu celular.

O numero sem nome só havia uma pergunta “Tá sozinho?”

Olhei para os lados e respondi quer me Dominar outra vez?

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