Sobrinha filha; Na maca de massagem e na vara.

Um conto erótico de Touro
Categoria: Heterossexual
Contém 1118 palavras
Data: 08/02/2026 21:01:06

Após ter comido a sobrinha Raiza, depois de uma masssgem, Lucas foi a casa do cunhado.

Ana Lúcia, sua sobrinha caçula, saiu da piscina e veio correndo lhe abraçar na área da casa.

Lauro entrou na sala e viu a filha de costas para o tio, os braços de Lucas em volta da cintura dela, a mão espalmada em sua barriguinha, os dedos bem no coz do biquini, a dois dedos da testa da bucetinha.

Lembrou de Raiza na massagem, imaginou sua caculinha na maca, como a irmã mais velha; gemendo de tesão... As mãos do tio lhe arrancando arrepios na massagem... ela de quatro, a buceta exposta...o pau a penetrando... ela de olhos fechados... Lucas no vai vem... castigando a bucetinha infanto juvenil de Aninha...

Voltou a si de pau duro, na frente da filha, disfarçou e foi pegar uma bebida .

As amigas de Ana gritaram, Aninha deu um beijo no rosto do tio e voltou à piscina.

Lauro sentado no sofá ofereceu cerveja ao cunhado e foram conversando, Raiza tinha melhorado muito seu humor. Estava saindo com amigas, arrumou um namorado, agora Ana, a caçula, era mais timida. Lauro não escondia o desejo, a tara de ver sua filha gemendo na masssgem, na lingua, na pica do tio. Era sua tara maior: assistir as duas filhinha sendo descabaçadas. Uma já estava comida, faltava Aninha

Durante a conversa, Lauro disse a Lucas: acho que Raiza comentou alguma coisa com Ana Lúcia. Você pode fazer uma masssgem nela também, talvez ela se solte como a irmã.

Lucas assentiu que sim, que podia ser já no próximo sábado, quando ficava de folga, disse também que o ideal seria a noite.

No sábado a noite Lauro chamou Ana pra ir a casa do tio dela, percebeu os olhinhos da filha brilharem, de interesse ou de curiosidade. Falou que o tio tinha uma sala de masssgem muito boa. Ana Lúcia ficou entusiasmada, contando as horas de irem a visita.

A noite chegaram a casa de Lucas, ele foi super atencioso levou os dois pra sala de massagem, pediu pra Ana se trocar num biombo, em vez da toalha que usou com Raiza, colocou um roupão todo branco.

Enquanto ela se trocava, Lucas colocou a maca bem próximo de onde Lauro estava sentado. Lauro já tinha comentado o desejo, vontade, de ficar mais perto de Aninha na massagem.

Quando Ana saiu do biombo, leve, linda, sorrindo timidamente, Lauro já imaginava: ela sem nada, como veio ao mundo, nuazinha, com sua boquinha carnuda, sua buceta jovem, ou seu cuzinho empalhando a pica de Lucas.

Aninha foi conduzida pelo tio até a maca, deitou-se de costas, a boca em um pequeno travesseiro branco, que o tio ajeitou cuidadosamente pra ela ficar bem confortável.

Lucas colocou uma toalha sobre a cabeça dela, tirando a claridade da sala, começou a massagear os ombros, gentilmente puxou o Roupão, abaixando até a cintura, pegou um óleo próprio para massagens e foi deslizando as mãos do pescoço até a cintura .

Lauro observava atento, aguardando ansioso, com tesao. Lucas descobriu a bunda de Aninha. O pai da garota visualizou a minúscula peça de roupa, só um cordão separava as nádegas, as mãos de Lucas trabalhavam habilmente, arrancado os primeiros suspiros de Aninha.

Puxou todo o Roupão e deixou do lado, foi percorrendo as coxas da sobrinha, massageando do joelho até o V, onde encontrava o fundo da calcinha já completamente molhada...

Lauro atento, ansioso, esperava a filhinha ser tocada, xupada. Comida...

Lucas avançou, massageando as coxas e a bunda de Aninha, o pai atento, observando tudo, alisando o pau por cima da bermuda.

Lucas Abriu bem as coxas da sobrinha, a deixando bem arregaçada, foi massageando por dentro até encostar no V próximo a região do prazer. O cuzinho e a bucetinha de Aninha já desejando o toque. Lauro assistia inquieto; esperava a hora de Aninha se soltar mais.

Lucas a virou de frente, foi massageando as coxas até encontrar o fundindo da calcinha. A rendinha mostrava a testa da buceta, um pequeno pedaço de pano cobria a fendinha da jovem buceta de Aninha.

Com pedacinhos de gelo que tirou de um baldinho, Lucas ia tocando no corpo da sobrinha, provocando arrepios e suspiros.chegou ao seios dela, o gelo nos biquinhos quentes dos mamilos causavam choque térmico. Aninha arrulhava como uma pombinha, prazerosa de olhos fechados, exposta, aberta, entregue ao prazer causado pelas mãos hábeis de seu tio.

Lucas fechou bem as pernas da menina, ajoelhou com as duas pernas abertas ao lado das coxas dela e colocou sentada na maca, curvou-se sobre ela e foi massageando as costas.

Com o mover das mãos, o movimento de suas coxas o seu roupão se abriu, liberando sua pica. Lauro atento, meio hipnotizado, viu a vara dura do cunhado tocando no rosto de sua filhinha, desejou ardentemente que ela segurasse.

Aninha ficou encantada, primeira pica que via, não resistiu; segurou a pica do tio, para alegria de seu pai e colocou na boca, entre os lábios, meio desajeitada, enquanto Lucas proseguia na massagem ela foi se acostumando, engolindo.

Lauro já com o pau na mão, ia se masturbando.quando Aninha já colocava mais da metade na boca, Lucas começou a fuder, buscando a garganta, foi sincronizando o movimento das mãos nas costas da menina, com as estocadas do pau na bocavdela, até não conseguir mais segurar. Despejou o gozo em três jatos, o último já nos lábios de Aninha, a porra escorreu nos cantos da boca, sobre o olhar do pai que só respirava cheio de tesão.

Lucas deitou ela sobre a maca, Mordeu seus peitinhos, arrancando gritinhos soluçados dela, foi descendo sobre o corpo quente e suado, Aninha delirava, a buceta parecia ter vida própria, pulsando, aguardando ser tocada, Lucas mordeu forte a testa, Ana gritou: ahhhhhhhhh. Lauro reagiu, isso putinha do papai! Dá, dá pro tio, dá minha filhinha. DÁ, deixa ele te COMER.

A boca de Lucas chegou na fenda, tocou no grelinho, mais um gemido cheio de tessao da sobrinha. O pai ficou em pé, já tinha gozado uma vez.

Lucas parou de chupar, virou ela rápido na maca , deixando-o de costa, deu dois tapas fortes na bunda da sobrinha e bradou: EMPINA Aninha. O pai reforçou: de QUATRO filhinha.

Ana foi empinando, recolhendo os joelhos, a cabeca do pau do tio foi tocando na rachinha, abrindo caminho, um gemido o longo e uivado anunciava o romper do cabacinho: ahhhhhhhhhh annnnnm, tioooo.

Lauro em pé quase gritava:

FODE, fode ela.

Lucas curvou-se sobre Aninha, enfiou as duas mãos por baixo, segurou forte os seios da sobrinha e entrou numa estocada só. Lauro segurava o pau nas mãos, vendo a filhinha se comida com força pelo tio ...

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