Minha esposa se transformou. (7)

Um conto erótico de Mirno (por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 4328 palavras
Data: 08/02/2026 19:00:04
Última revisão: 08/02/2026 20:39:20

Parte 7.

Conversando, nos dias seguintes, nós definimos algumas condições. Eu achava isso importante para que a Liz não se confundisse e cometesse algum erro.

Definimos só fazer sexo com camisinha, não tirar fotos com ele, não ter fotos de rosto, e não saírem em público, evitando serem vistos. Não ficarem amigos em redes sociais, e outros detalhes semelhantes. Tudo para preservar nossa intimidade e segurança.

Ao logo da conversa, eu perguntei também o que eles pensaram sobre a minha presença nos encontros deles, já que eu sempre estive junto até então.

A Lizlene me olhou, séria, e disse:

— O Sigmund quer só nós dois. Poderemos, assim, ter mais intimidade e privacidade.

Eu questionei o que ela queria, e ela me disse que falou a ele que provavelmente eu iria querer estar junto alguma das vezes. Eles pensaram em propor de, eventualmente, eu ir junto, um dos encontros, a cada três encontros. Eles teriam dois encontros primeiro, e no terceiro eu poderia ir. Isso já revelava que pretendiam continuar se encontrando. Relutei e tentei convencer do contrário, mas sem sucesso, pois percebi que ela já tinha decidido que queria estar apenas com o amante, sem a minha presença. Negociei que ela iria sozinha naquele próximo, e no seguinte, eu também iria. Ela disse que nós veríamos isso depois, mas, nesse primeiro encontro seriam só os dois. Entendi que estava sem poder algum naquela situação, era o que desejavam, então, fiquei quieto, consentindo com a vontade deles.

A partir desse dia, a Lizlene continuou cada vez mais atenciosa comigo, e passamos a fazer sexo, até três vezes por semana. Percebi que ela realmente estava tentando mostrar que o nosso casamento iria até melhorar. E ela passou a me procurar também, em vez de esperar a minha demanda, e me provocava com conversas que ela sabia que me excitavam. Notei até que se vestia ainda mais ousada, deixou de usar sutiã na maior parte das vezes, e tinha uma postura bem sensual, deixando de lado aquela mulher mais recatada de antes. Eu gostava disso, embora ela mantivesse a compostura em público.

Com relação ao Sigmund, a Lizlene não me escondia nada, embora nunca tivesse iniciativa de me contar, sendo que eu que tinha que perguntar. Se eu perguntava, ela mostrava e respondia sem titubear. Questionei se ela andava trocando conversas com ele por telefone, e ela me respondeu que sim, e até mostrou as conversas. Diante dos comentários dela e pelo que eu vi, ambos estavam ansiosos para o encontro, combinando detalhes e criando expectativas, como verdadeiros namorados. Não havia nada comprometedor. Mas, eles se provocavam e confessavam seu desejo enorme por estrem juntos.

Faltando alguns dias para o tal encontro, no domingo, nossos filhos foram ficar com os avós, e convidei a Lizlene para ficarmos na cama, para um sexo demorado. Ela aceitou, mas com certo receio, perguntou se eu queria muito sexo, pois queria se poupar para a quinta-feira, dia da chegada do Sigmund.

Eu disse que queria muito, estava louco de desejo, e não ia abrir mão. Ela se aproximou, me beijou, e disse baixinho:

— Se você quer muito amor, eu faço, claro, com prazer. Não nego a você pois eu também gosto muito. Mas, entenda uma coisa, depois de hoje, só voltamos a ficar juntos na sexta-feira, depois do encontro com o meu namorado. Quero estar muito inteira para ele. Está bem assim querido?

Eu concordei, achando que depois negociava de novo, e naquela tarde e noite nós tivemos um sexo muito gostoso. Demorado e bem empolgante. A Liz já me chupou o pau, dedicadamente, demonstrando ter aprendido muito. Fizemos sexo em várias posições, e ela gozou em todas. Ela até elogiou muito a minha capacidade e eu não contei que estava tentando marcar minha presença em comparação ao comedor. Sabendo que teria que me segurar, fiz de tudo para não gozar logo. E no final, para não deixar nada a desejar, eu comi o cuzinho dela, por uns dez minutos, o que sempre me deixava alucinado de tesão, ao ver como ela havia gostado de dar o rabinho, e aprendido aquilo com o amante.

Ela disse:

— Viu, o Sig nos ajudou e ensinou muito. Agora você aproveita mais do que ele.

Eu não podia negar, era verdade. Tinha a esposa todo o tempo.

A cada dia que passava, percebi que ela estava mais ansiosa. E se cuidava muito.

Na terça-feira à noite, eu já estava deitado na nossa cama, e a Lizlene saiu do banho só de calcinha e sutiã e disse:

— Olha amor, me depilei inteira hoje. Estou toda lisinha.

Ela abaixou a calcinha para mostrar a bocetinha. Estava muito tentadora. Nessa hora, eu fiquei tarado, puxei-a para a cama e comecei a beijá-la, tentando tirar a calcinha. Mas ela relutou e disse:

— Não, nada disso, amor, sua vez já foi, quero me poupar para o meu comedor.

Continuei insistindo, dizendo que era bobagem, ela não podia negar ao marido, mas ela resistiu:

— Eu prometi para o Sigmund que iria me poupar para ele. Não quero chegar com marcas ou com sinais de ter dado antes. Já estou me preservando. Eu sei que ele vai acabar comigo.

Eu fiquei mais louco de tesão, e pedi para chupá-la, só para sentir a sua bocetinha lisinha. Ela acabou cedendo:

— Está bem. Deixo chupar, mas não me deixe marcada.

Ela despiu a calcinha, se deitou na cama, de pernas abertas e erguidas, oferecida, igual eu a vi fazendo na pousada. A pose era muito provocante. Eu vi aquela bocetinha linda, perfeita, toda lisinha. Fiquei tarado. Passei a lamber, chupar, enfiando a língua, sugando o grelinho, e ela começou a gemer baixinho, me provocando:

— Chupa meu macho, eu reservei minha bocetinha para você, e nem deixei o meu corninho usar.

Eu disse que era louco naquela boceta. E perguntei:

— De quem é esta bocetinha?

— É do meu namorado. Ele deixa meu corno usar, mas é dele.

— Que maldade com seu marido! – Exclamei.

Ela falou:

— Você pode usar, chupar, corninho, mas minha bocetinha já é do meu namoradinho comedor. Até eu voltar na sexta-feira, será somente dele.

Aquilo me excitou ainda mais e chupei o grelinho, ensandecido de volúpia, até que ela não aguentou mais e gozou muito gostoso. Ela gemia:

— Ahhh, que chupada gostosa! Adorei… Meu corninho precisa aprender a chupar assim.

Logo a seguir eu fui até o seu rosto, segurei com as duas mãos, beijei sua boca. A Liz disse:

— Estou gostando de ver, corninho, você está chupando muito gostoso já faz quase igual o meu namorado.

Na hora, cheio de desejo, implorei para foder com ela. Estava louco para vencer aquela disputa com o amante. Mas, ela continuou irredutível, e sugeriu:

— Vem cá, corninho, eu vou lhe dar um prêmio pela chupada deliciosa. Deixa eu chupar e masturbar você, pensando que é o meu amante. Vamos fantasiar bem gostoso.

Eu me deitei na cama e ela passou a me lamber, o saco, as bolas, a me chupar, me chamando de Sig, me dizendo que eu era um tesão de amante, o pau mais tesudo que ela adorava, e agora eu era o dono dela.

Não imaginei que aquilo nos deixasse tão tarados. Fiquei alucinado com aquele jogo. Depois de me chupar muito, vendo que eu estava ficando a ponto de orgasmo, ela passou a me masturbar, só lambendo a cabeça da minha rola. Ela vinha me beijar na boca, me chamava de tesudo, depois voltava a lamber minha rola, me masturbando, até eu gozar na sua boca. Ela engoliu meu gozo e disse:

— Só faço isso, com você, meu macho tesudo. Com o meu corninho eu não faço.

Eu urrava de tão tarado e com alguma revolta também:

— Caralho, Liz, que safada! Filha da mãe…

— Pronto amorzinho, agora você se acalme. O corninho já teve a sua dose.

Ela me beijou de novo, com a boca toda melada da minha porra. E teve a ousadia de dizer:

— Sente o gosto da porra do meu namorado, corninho.

Foi incrível, eu ainda tinha tremores e arrepios de tesão. E assim, dormimos, bem saciados.

Na quarta-feira à noite, Lizlene e o Sigmund se falaram por muito tempo pelo telefone, se provocando e se excitando. Ela ficou até melada, gemendo, quase se masturbando. Aquilo me deixava num tesão louco. Depois disso, ela foi separar as lingeries e roupinhas que ira levar para o encontro no outro dia. Nem me deixou chegar perto dela, apenas nos beijávamos carinhosamente. Eu disse:

— Estou num ciúme assustador.

A Liz sorriu, e disse:

— Aproveita, corninho, faz isso virar tesão de corno, e quando eu voltar você me dá tudo isso de prazer.

— Você está me saindo uma boa safada, Liz. Nunca imaginei. – Eu disse.

— Foi você o meu primeiro professor, e me entregou para o meu macho que acabou de me ensinar.

Na quinta, já nos levantamos ansiosos, mas fomos trabalhar na mesma. A Lizlene iria trabalhar só até perto do meio-dia, daria apenas duas aulas, pois às 14h o Sigmund estaria a espera dela no hotel, numa cidade bem próxima. Ao meio-dia, cheguei em casa e a Lizlene já tinha tomado o seu banho e estava colocando uma lingerie de renda preta, uma calcinha fio dental linda.

Depois, ela se cobriu elegantemente, com um vestido de seda estampada em tons de café, bege e preto, curto mas sem muito decote, se maquiou, passou perfume e se olhou no espelho. Estava fascinante. Nessa hora, foi inevitável ficar abatido, pois minha esposa estava linda, toda cuidada e produzida, e não foi para ficar comigo. Era para se entregar a outro homem. Essa certeza me incomodava.

Tentei inutilmente convencer a Lizlene que achava uma loucura, era um risco para nós, dando vários motivos, mas vi nas suas atitudes que estava irredutível. Ela falou que nada mudaria entre nós, e que não corríamos perigo algum.

Ela estava também muito nervosa e ansiosa, mas muito linda. Se despediu de mim com um beijo, dizendo:

— Amo você corninho. Fica bem e confia na sua esposa putinha. Eu só vou ali dar bem safada para o meu namorado, mas volto para os seus braços.

— Que sacana! – Exclamei.

Nessa hora, fiquei ali, vendo a partida dela toda animada. Pegou o carro e foi para a outra cidade próxima, se encontrar com Sigmund no hotel combinado.

Fiquei em casa por um tempo ainda, me senti muito abalado, deprimido, até tive vontade de chorar. Ficava lembrando que fui eu quem começou e provoquei aquilo tudo, que a estimulei a se soltar, e agora estava pagando o preço. Embora eu sentisse um certo tesão de ver a minha esposa assumindo seu lado mais liberal, libertado graças à minha cumplicidade, naquele instante o ciúme era maior, e me incomodava. Não tinha o que fazer.

Voltei ao trabalho, e tentei me concentrar, mas não consegui, pois o tempo não passava. Às 14h imaginei que eles deviam já estar se encontrando, e não parei de pensar naquilo, Lizlene com Sigmund no hotel, e imaginar o que estariam fazendo. Meu pau ficava duro o tempo todo, e eu tenso como uma corda de guitarra esticada. Fiquei com vontade de ligar, mas não tive coragem. Quando foi às 16h, não consegui resistir e mandei uma mensagem para ela.

“Oi, amor, tudo bem?”

Só 10 minutos depois vi que ela havia visualizado. Ela respondeu:

“Oi, sim, tudo bem.”

Eu estava ansioso:

“Já começaram?”

Ela:

“He he he he, sim. Claro. Já estava no banho com ele.”

Arrisquei:

“Me manda uma foto.”

Ela:

“Ta, logo eu mando. Amo você...tchau. Beijos.”

Passam-se 20 minutos, e chegou uma foto. Ao descarregar a imagem, vejo apenas os seios e a barriga da Lizlene, aparentemente deitada, sem mostrar o rosto. Tinha porra nos seios e na barriga.

Nessa hora, eu senti muito ciúme, enquanto meu pau continuava vibrando de tesão. Eu quase fui pegar meu carro para ir até onde eles estavam. Sentia um impulso de acabar com aquilo ou ir lá ficar vendo. Mas, como dera a minha palavra, reconsiderei, me controlei e me limitei a responder:

“Amo você, amor. Beijos.”

Ela:

“Eu também amo. Chego depois das 20h. Vou deixar o Sig no aeroporto. Beijos.”

Depois disso, tentei esquecer, e me foquei no trabalho, até no horário de ir para casa e esperar a Lizlene. Tinha ficado de receber as crianças que voltam da escola no transporte escolar.

A Lizlene chegou às 20:15. Nossos filhos já haviam chegado 19h, tomado banho e eu estava dando jantar para eles. Ela entrou em casa feliz, empolgada, e me beijou, beijou as crianças, se sentou ao meu lado dizendo:

— Amor, muito obrigada. Foi tudo ótimo.

Senti o cheiro de sabonete após o banho tomado. As crianças ainda novas não entendiam nada, para chegar a desconfiar de algo, e não deram importância. Felizes de a mãe ter chegado. Eu a observava e a Liz estava linda, radiante, um pouco só afogueada.

Ela ajudou as crianças durante o jantar, depois foi levá-las para o quarto. As colocou para ver um desenho na TV antes de dormir. Fiquei na sala vendo noticiário da TV.

A Liz voltou pouco tempo depois, se sentou ao meu lado no sofá e falou:

— Foi muito bom, amo muito você por me entender e me liberar. Prometo que farei você ser muito feliz.

Eu disse:

— Por favor, quero que me conte como foi.

Ela desconversou:

— Tenho que colocar as crianças para dormir e deixar algumas coisas adiantadas para amanhã. Depois venho.

— Eu espero. Vai lá, mas volte. – Respondi. Eu não ia deixar passar.

Quando ela retornou, meia hora depois, tentou puxar outros assuntos, mas eu retomei, e pedi:

— Vai, me conta… Como foi?

Ela perguntou:

— Será amor? Por que você quer saber? Isso não vai fazer mal? Saber o que acontece com o Sigmund, para que? É coisa minha e dele. Deixa para lá.

Eu não desisti.

— Puxa, eu tenho o direito de saber, já que não estava junto.

Percebi que a Liz estava um pouco contrariada. Ela perguntou:

— Você sentiu ciúme, e ficou chateado de não poder ir?

Eu concordei:

— Sim, quando você quer ficar com o Sig sozinha, eu sinto muito ciúme. A nossa parceria se quebra. Você entra na submissão dele, se entrega a ele, que a domina e me tira da relação. Fica só a sua fantasia de safada com ele. É meio egoísta. E eu fico triste de perceber que você, ao aceitar esse jogo, em vez de nos unir nos separa.

Ela suspirou e disse:

— Penso diferente. Completamente diferente. Acho que é uma insegurança muito boba sua. Sabe que eu o amo e não troco você por ninguém. Estou com ele por puro prazer temporário e dando espaço para meu lado devasso e safado aproveitar. Sentir ciúme, pode até ser legítimo, natural, pois eu sentiria também um certo ciúme, se você fosse se encontrar com outra mulher. Mas eu ia aceitar, achando que é direito seu de fazer isso. Não sou sua dona, nem você meu dono. Estamos juntos porque somos parceiros que se amam. Temos muitas conquistas juntos. E vamos continuar unidos. Você não querer que eu me encontre com ele sem você presente, é me obrigar a fazer tudo junto com você, e não é saudável isso, não somos grudados, acaba sendo uma forma de dependência, e de cortar um pouco a minha liberdade. Acho que eu tenho o direito de ter uma certa independência para ter meu momento com ele. Não vou largar você. É apenas um momento meu, livre, com o meu amante.

Lizlene fez um carinho no meu rosto. E continuou:

— Eu também gosto de desfrutar desse momento com outro, sem você, e isso não quer dizer que não goste de você. Eu pensei que o meu corninho ia ficar cheio de fantasias, imaginando o que eu poderia estar fazendo, e com isso ficar muito excitado. Eu voltando a gente aproveitaria para desfrutar as lembranças do que eu trouxe de bom. Mas, do jeito que você está, contar como foi pode ser até prejudicial, e não ser bom para você, e nem para nós.

Fiquei olhando para ela, e tentei entender. Precisávamos ser verdadeiros e não nos enganarmos. Ela tinha sido muito transparente e clara nas suas colocações.

Procurei uma explicação para o que eu gostava e desejava:

— Eu tenho muito prazer em ver o seu prazer. Meu fetiche de corno é ver como você se satisfaz no sexo com outro macho, mais potente e mais experiente do que eu. Entendo que nós fazemos amor, e você com ele faz sexo. Ver isso, e ser cúmplice, me excita demais, me dá muito prazer, pelo seu prazer. Por isso eu gosto de estar junto. Eu sou esse corno que se excita de ver a minha mulher se enfeitar para dar para o amante e que goza vendo a minha esposa gozando com outro. Mas quando vejo seu envolvimento emocional e afetivo com ele, o carinho e a ligação afetiva dele que você alimenta, e o encanto dele com você, sinto que começa uma relação que pode no futuro, nos separar.

Lizlene me ouviu, e disse;

— Está bem, deixa eu ver se as crianças dormiram e venho contar.

Ela saiu e dois minutos depois estava sentada ao meu lado no sofá. Falou:

— Vou contar, embora eu ache desnecessário você ouvir tudo.

Ela começou a narrativa;

— Eu cheguei no hotel, bem em cima da hora marcada, e o Sig estava me esperando. Logo que entrei no quarto, ele me abraçou, me escorou na parede e começou a me beijar loucamente. Ficamos nos beijando por uns três minutos. Nossa, amor, estávamos com muita saudade. Ali mesmo ele começou a levantar meu vestido, eu o ajudei a retirar as roupas, e ficamos os dois somente de lingerie e cueca. O Sigmund, já começou exercendo sua habitual autoridade de comando, exibiu aquele pau enorme e me mandou chupá-lo. Eu obedeci, fazendo como ele mandava, tentando colocar todo o pau dele dentro da boca e chupando muito. Engasguei algumas vezes e ele me dava tapinhas na cara, batia com o pau dizendo que se eu queria ser a putinha dele, eu tinha que me acostumar a chupar. Eu não sei, mas gosto desse jeito dominador dele. Fico muito tarada. Desde o começo eu sempre senti isso com ele, um tesão enorme de me deixar dominar por ele.

Eu ouvia sem querer interromper. Ela prosseguiu:

— Depois, ele me levou no colo para a cama, e passou a dizer várias sacanagens, e pedir respostas sobre seu poder sobre mim. “Você é a minha putinha?” “Vai me obedecer sempre?” Eu sempre concordando. Enquanto isso, ele beijava e acariciava todo meu corpo. Depois, totalmente nus, começamos a fazer sexo, em várias posições.

— Não esqueceu da camisinha, né? – Perguntei.

A Liz fez que sim. Depois falou:

— No começo ele meteu um pouco sem nada, só para eu sentir o pau dele dentro da bocetinha, eu adorei a sensação, mas depois colocou a camisinha.

— Você é louca Liz? – Perguntei.

— Amor, foi somente um pouquinho, eu queria sentira a rola dele em mim. O Sig tem todos os exames de sangue em dia, e me garantiu.

Fiquei calado. Já estava feito.

Ela continuou:

— Ele estava mesmo insaciável, começamos no papai-e-mamãe, depois de quatro, e no fim eu montada, cavalgando. Nossa, perdi mesmo a conta de quantos orgasmos eu tive. Ficamos quase uma hora só metendo, nessas fodas alucinantes, e o danado sem gozar.

— Ele toma algum comprimido? – Perguntei.

— Não sei amor, eu não vi. Mas ele é mesmo muito experiente e fode como um deus. Depois de descansarmos um pouco, fomos tomar banho juntos, onde namoramos novamente, pois debaixo do chuveiro fica muito bom. Ele me fodeu por trás. Após o banho, nós pedimos um lanche no quarto, e ficamos conversando e trocando carinhos. Depois, voltou o nosso tesão e novamente ele me pegou de jeito. Foi tão bom como a primeira, mas demorou ainda mais, e quando vimos já era perto das 18h. Tínhamos que tomar banho e nos vestirmos para eu levá-lo ao aeroporto.

— Nossa, pau dentro o tempo todo. – Exclamei, já com meu pau latejando.

Ela concordou:

— Tivemos uma tarde de muito sexo, nas mais variadas posições possíveis. Eu adorei, estava precisando muito de matar a saudade desse meu macho tesudo.

Não aguentei e falei:

— Você fala como se o sexo comigo não valesse nada.

— Nada disso, corninho. É um sexo muito diferente. Com você estamos juntos, nos dando prazer, com amor, com carinho, é muito melhor.

Ela deu uma pausa, e enfatizou:

— Mas, com ele é sexo selvagem, violento, ele me trata mesmo como a vadia que foi lá só para dar para ele, louca para ser devorada, abusada e possuída. A relação é outra, muito diferente. Além do que, ele é insaciável. Isso me deixa mais tesuda.

Ouvindo ela contar, e não vendo referência eu questionei a Lizlene sobre sexo anal.

Ela me disse ter uma submissão ao Sigmund que não consegue explicar, e acaba fazendo tudo que ele demanda. Eu perguntei:

— Ele quis?

— Sim, amor. Quis sim.

Eu exclamei:

— Sacanagem isso, você raramente faz comigo.

Ela falou:

— Eu até fiz com você, amor, no outro dia. E foi ótimo. Ele me deixa totalmente envolvida pelo tesão do momento, me bate, pressiona, ameaça, xinga, me provocou com os dedos, e foi bem cuidadoso, pois eu pedi que estava com medo dele me machucar.

Lizlene ao contar, suspirou. Os peitinhos durinhos de mamilos salientes. Estava excitada ao lembrar. Ela falou:

— Da primeira vez, na pousada, eu fiquei dois dias depois sem poder me sentar direito. Mas hoje ele foi muito mais calmo, controlado, me preparou com cuidado, chupou e lambeu meu cuzinho, e me deixou cheia de tesão. No final eu que estava pedindo para ele meter e foi muito gostoso. Aquele pau grosso me fez gemer durante dez minutos.

Eu fiquei completamente arrepiado ouvindo aquilo. Meu pau se endureceu sem que eu pudesse fazer algo. Exclamei:

— Nossa, Liz… fez tudo mesmo! Até no cuzinho!

— Sim, amor, e foram duas vezes. Na hora de tomar banho antes de sair ele comeu meu rabo de novo, debaixo do chuveiro.

Eu estava arrepiado, ofegante e de pau duro. Ela sentiu que eu estava excitado, me acariciou na coxa, e falou sedutora:

— Meu corninho é muito tesudo, já ficou tarado, só de ouvir a putinha contar que deu o cuzinho para o amante.

Soltei um gemido bufado:

— Caralho Liz, você faz tudo que ele manda.

A Lizlene, contou:

— Só neguei ele gozar na minha boca. Senão, ele se acostuma a receber tudo o que ele pedir. Só deixei gozar na barriga e na bunda.

Eu estava em febre naquele momento. Tremia de pau duro e com o fôlego curto.

Depois de descrever tudo aquilo, ela me disse que tinha uma surpresa. Ficou de pé na minha frente e suspendeu o vestido, mostrando que estava usando a cueca do Sigmund. Fiquei olhando, sem entender e ela falou:

— Nós trocamos, e ele ficou com a minha calcinha, de recordação.

Eu me levantei, peguei em sua mão e a levei para nosso quarto. Começamos a nos beijar, tomados por um calor e uma cumplicidade incrível. Ela de fato estava muito feliz e agradecida por eu ter lhe dado aquela tarde com o amante. Nos despimos.

Com a Lizlene ali junto comigo, senti um alívio, percebendo que ela continuava minha esposa, amorosa, verdadeira, cheia de tesão, e carinhosa comigo. E sabia me deixar tarado. Sentia um pouco de ciúmes ao saber que ela estava satisfeita sexualmente com outro homem, justamente pelo dominador do Sig, mas reconheci que tinha minha esposa ali comigo de novo, e ele só tinha às vezes.

Comecei a beijar, ela retribuiu, falando palavras de carinho. Tentei passar a mão na xoxotinha mas ela gemeu e com delicadeza disse:

— Amor, estou muito ardida, cansada, por favor, vamos deixar para outro dia.

Eu perguntei:

— Foi? Ele cansou você amor?

— Ahammm... O safado acabou comigo, corninho.

— Ficou inchada?

— Nossa, muito inchada. Ele não me deu folga… Me arregaçou.

— Nossa! Ele então machucou a minha bocetinha? – Questionei.

— Mirno, você me tem toda, inteira, o tempo todo, tem meu amor, mas agora é o Sigmund o dono da minha bocetinha. Mas, ele disse que empresta para você. Está bom?

Fiquei meio invocado com aquilo, mas ainda estava tarado e não queria brigar:

— Amor, olha só… não sei se consigo ser corninho assim.

Ela me beijou, me puxou e disse no ouvido, segurando no meu pau:

— Relaxa, amor, você é meu corninho sim e somente eu, o Sig e você sabemos disso. É uma intimidade nossa. Ele é meu macho, dominador, me fode gostoso quando vem me visitar, e você é meu corninho amado. Não faltará nada para você, pelo contrário. Estarei sempre aqui.

Ela me encarou:

— E o seu pau já está duro e tarado aqui por quê? Fica com tesão de viver essa aventura comigo?

Tentando disfarçar, eu pedi:

— Me deixe ver como está sua bocetinha.

A Liz me deixou colocar a mão sobre a cueca que ela estava vestindo. Toquei na boceta por cima do tecido e percebi que estava mesmo bem estufada e quente.

Ela falou:

— Ah, corninho, estou arregaçada… Bem ardida. Aquele pau é forte e grande. Ele me fodeu até enjoar.

Eu ouvia e ficava mais excitado.

A Lizlene continuou a me masturbar e eu fiquei mais ofegante.

Ela provocou:

— Corninho, uma hora você vai junto, ver o meu namorado acabar comigo. Assim você aprende um pouco de safadeza dele também.

— Vou acabar com você também, vadia!

Ela foi me masturbando, falando mais safadezas no meu ouvido. Eu fiquei recostado na cama e deixei ela me punhetar até eu gozar em suas mãos, trocando muitos beijos e caricias.

Depois, ela foi ao banheiro da nossa suíte lavar as mãos. Eu estava tão esgotado de passar aquele dia tão tenso, que ao relaxar, depois da gozada, peguei no sono pesado.

Continua na parte 8.

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 414Seguidores: 934Seguindo: 216Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

Foto de perfil genérica

Ela está, deixando o marido de fora da fantasia, não está vendo que está fazendo mal a ele com essa atitude.

Ela está deixando o comedor mandar na relação, isso é muito perigoso para o relacionamento.

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Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

Casais liberais liberados formando um trisal mesmo com cumplicidade envolvida achamos perigoso.

Comedor experiente dominador e um perigo para o equilíbrio do casal.

Adoramos a narrativa viuuuu

3 0
Foto de perfil de Henrique e namorada

Tesão. Ele tem que parece estar um pouco arrependido. Mas acaba se perdendo no tesão. Não vejo a hora de ver para onde está história está caminhando

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Foto de perfil de Hugostoso

Tesão passando a razão, e o amante sabendo controlar o casal, esposa apaixonada pelo amante, VMS ver aonde vai.

Parabéns meu irmão! 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

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Foto de perfil de admlis

No mundo real isso pode muito bem acabar mal, Uma coisa é sair e divertir, outra é ela sendo dominada pelo amante. Daqui apouco estará deixando o lar por uma aventura. Aparecendo gravida ou até uma doença. O marido nessa história vai acabar ficando de fora. Por mais que ela negue, rebaixou o marido de anos de vivência por um cara que conheceu ontem.

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Foto de perfil de Hugostoso

O marido já foi excluído!

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Foto de perfil genérica

ele já está em segundo plano tanto na cama como nos planos deles, pois o casal agora é ela e o Sig, ele dançou e ainda não percebeu.

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