A Jô me drenou até a última gota

Da série Jô Patty
Um conto erótico de Cheira Solinhas
Categoria: Heterossexual
Contém 2182 palavras
Data: 08/02/2026 13:21:06

O encontro no ParkShopping começou com aquela aura de "casal de classe alta" de Brasília, mas com a Jô, a elegância era apenas a fachada para o exibicionismo mais sujo. Ela chegou usando um vestido de seda curto e um óculos escuro gigante, com aquele ar de superioridade que só uma patty do Sudoeste tem.

Entramos na Schutz e o ar-condicionado gelado parecia apenas destacar o cheiro do perfume doce dela. As vendedoras logo vieram bajular. A Jô, com uma audácia que me fazia suar frio, sentou-se no puff de veludo central.

— "Quero algo prático, sabe? Aquele tamanquinho de 'ir à padaria', mas que não perca o estilo," — ela disse, cruzando as pernas e deixando o pé descalço balançando no ar.

A vendedora trouxe um tamanco de dedo em couro nobuck bege, com um saltinho baixo, mas um design que deixava a solona 37 dela completamente exposta. A Jô calçou o modelo e começou a desfilar na frente do espelho. De repente, ela parou na minha frente, ignorando as vendedoras que observavam de longe.

— "Achei o couro meio... seco. O que você acha, novinho?" — Ela se inclinou, apoiando a mão no meu ombro, e levantou o pé, colocando-o quase no meu rosto enquanto eu estava sentado.

Meu pau de 19cm deu um solavanco na calça, ficando babado e pulsando contra o tecido. Eu não aguentei. Sob o olhar confuso das vendedoras, eu me abaixei, fingindo "ajustar a tira" do sapato, e beijei a sola do pé dela ali mesmo, no meio da loja. Minha língua percorreu o arco suado da Jô, sentindo o gosto da pele quente sob o couro novo. A Jô soltou um suspiro audível, cravando as unhas no meu ombro. — "É... agora o ajuste ficou perfeito," — ela disse, com um sorriso diabólico para a vendedora estática.

Ela comprou o tamanco (com o meu cartão, claro) e saiu da loja já calçada neles. Fomos direto para a área dos banheiros de luxo, perto da praça de alimentação. Entramos na cabine para deficientes, a mais espaçosa, e ela trancou a porta com um clique metálico.

O cheiro de chulé novo do nobuck misturado ao suor da caminhada pelo shopping era afrodisíaco. Ela me prensou contra a parede de mármore e abriu meu zíper. — "Olha o estado dessa rola... você tá babando por causa de um sapatinho de dedo, novinho?" — Ela começou a rir, já abocanhando meu pau com uma força que quase me fez perder os sentidos.

O boquete no banheiro do shopping era perigoso; ouvíamos as pessoas entrando e saindo, o barulho dos secadores de mão, e a Jô continuava sugando com uma voracidade insana. Ela parou, limpou a boca com o dorso da mão e se virou de costas, levantando o vestido e apoiando-se no vaso sanitário.

Entrei nela sem cerimônia. O contato pele a pele na bucetinha da Jô era como entrar em um vulcão. Eu a fod*a com estocadas longas e profundas, vendo os tamancos de dedo da Schutz baterem no piso de granito: clokt, clokt, clokt. O som ecoava no cubículo, e eu tive que tampar a boca dela para que os gemidos não fossem ouvidos do lado de fora.

— "Vai... me enche aqui no shopping mesmo... quero sair daqui com a sua marca escorrendo..." — ela sussurrou entre meus dedos.

A pressão na minha "torneirinha" chegou ao ápice. Eu sentia cada centímetro da rola de 19cm ser espremido pelas paredes da Jô. — "VOU JORRAR, JÔ! TÁ VINDO TUDO!" — "TUDO DENTRO! NÃO TIRA POR NADA!"

Eu descarreguei. Foi uma gozada monumental. Jatos intermináveis de porra quente inundaram o interior da Jô. Eu sentia as rajadas rítmicas de sêmen farto preenchendo cada espaço, um calor que subia pela espinha dela. Eu continuei bombando até a última gota, sentindo o meu leite transbordar e começar a escorrer pelas coxas dela.

Quando retirei, a cachoeira de porra foi direto para o tamanco de dedo novo. O couro nobuck, por ser poroso, absorveu o sêmen instantaneamente, criando manchas escuras e úmidas na palmilha. A Jô olhou para o estrago e deu risada. — "Meu sapatinho de 'ir à padaria' agora tá batizado. Vou andar o shopping todo sentindo o seu 'grudentinho' secar no meu pé."

Ela ajeitou o vestido, retocou o gloss e saiu da cabine com aquela postura de princesa, deixando o rastro do nosso pecado no ar do banheiro de luxo. Saímos do ParkShopping como se nada tivesse acontecido, mas a cada passo, o som de sucção entre o pé dela e o tamanco gozado me lembrava de quem era a dona da minha torneirinha.

A Jô estava em um estado de euforia psicótica após a cena no shopping. O "grudentinho" do sêmen secando no nobuck da Schutz parecia ter despertado nela um apetite por algo ainda mais degradante. Enquanto dirigíamos pelo Eixo Rodoviário, ela olhava para as luzes da cidade com um brilho predatório.

— "Novinho, a sua ex é tão previsível... a gente precisa de algo sujo, algo que ela nunca sonharia em fazer," — ela disse, passando a mão na minha nuca. — "Para ali no Posto da Torre. Vamos escolher uma 'convidada' para o nosso grand finale."

Encostamos no setor hoteleiro e a Jô logo avistou o que queria. O nome dela era Sthefany, uma morena de traços marcados, usando um vestido de paetês barato que mal cobria as coxas. Mas o que selou o destino foi o calçado: ela usava um tamanco de acrílico cristal da Kwiui, com uma plataforma de 5cm e salto agulha. O pé dela, calejado da rua, estava suado e exalava um chulé potente, misturado com o cheiro de asfalto e perfume barato.

A Jô pagou o programa e mandou a Sthefany entrar no banco de trás do carro, enquanto eu dirigia para um ponto escuro no estacionamento do Parque da Cidade. Assim que estacionei sob a sombra de uma mangueira, a Jô pulou para o banco de trás, ficando entre mim e a puta.

O interior do carro ficou saturado pelo cheiro de sexo e o odor ácido dos tamancos de acrílico da Sthefany. A Jô, com uma autoridade de diretora de cinema pornô, arrancou a minha calça. Meu pau de 19cm saltou, já babado de pré-gozada.

— "Olha o tamanho dessa ferramenta, Sthefany. Ele gosta de patricinha, mas hoje ele vai entrar no seu lixo," — a Jô zombou, enquanto pegava o meu pau e o guiava diretamente para a entrada da buceta da prostituta.

A Sthefany abriu as pernas, apoiando os tamancos de acrílico no encosto dos bancos dianteiros. Eu via o reflexo das luzes da cidade no cristal dos saltos, enquanto a Jô me empurrava para dentro. Entrei na Sthefany sem nenhuma barreira, um pele a pele cru e arriscado. A buceta dela era quente e muito úmida, um contraste com a pressão da Jô.

A Jô não ficou apenas olhando. Ela começou a lamber o pescoço da Sthefany e, ao mesmo tempo, pegou o pé calçado da puta e o enfiou na minha boca. Eu fod*a a prostituta enquanto chupava o salto de acrílico suado dela, sentindo o gosto da rua e do suor.

A Jô queria o ápice da sujeira. Ela puxou meu pau da Sthefany e ordenou: — "Sthefany, limpa tudo. Quero ver você bebendo cada gota desse leite de luxo que ele tem."

A prostituta começou um boquete técnico, profundo, enquanto a Jô masturbava o próprio clitóris assistindo à cena. A pressão na minha "torneirinha" era insuportável. Eu sentia os jatos vindo com uma fúria monumental. — "VOU GOZAR! TÁ VINDO TUDO!" — "ENGOLA TUDO, PUTA! NÃO DEIXA CAIR NO COURO!" — a Jô gritava.

Foi uma gozada monumental. Disparei rajadas grossas, fartas e intermináveis de porra quente diretamente na boca da Sthefany. O primeiro jato foi tão forte que ela teve que fechar os olhos. O sêmen cobriu a língua, os dentes e escorreu pelo queixo dela. Eu continuei bombando jatos e mais jatos de leite, sentindo a torneirinha esvaziar completamente no fundo da garganta daquela mulher.

Assim que a Sthefany engoliu o último resto de porra ruidosa, a Jô fez algo que me arrepiou a espinha. Ela afastou a puta e, sem hesitar, abocanhou meu pau ainda melado de saliva da prostituta e restos do meu próprio sêmen. Ela mamou com uma volúpia doentia, misturando o "suco" da Sthefany com o meu leite na sua própria boca.

— "O gosto da rua deixa o seu leite mais saboroso, novinho," — a Jô disse, limpando os lábios de gloss agora borrados de baba.

Expulsamos a Sthefany do carro ali mesmo. Ela saiu calçando seus tamancos de acrílico, deixando para trás um rastro de cheiro de sexo barato. A Jô se ajeitou no banco, calçou sua Schutz de nobuck batizada no shopping e disse: — "Agora sim. Vamos ver sua namorada. Quero que você dê um beijo nela com o gosto daquela puta que ainda tá na minha boca."

Chegamos ao prédio em Águas Claras. Minha ex estava na portaria, preocupada com a demora, com o rosto colado no vidro do carro assim que estacionamos.

O SUV estacionou na frente do prédio em Águas Claras sob a luz amarelada dos postes. Minha ex-namorada caminhou em direção ao carro com uma expressão de preocupação que rapidamente se transformou em desconfiança ao ver a Jô no banco da frente, com o cabelo levemente bagunçado e aquele brilho de satisfação psicótica nos olhos.

A Jô não perdeu tempo. Ela abriu a porta do carro e desceu com uma elegância insultante. Ao pisar no asfalto, o clokt-clokt do tamanco Schutz de nobuck — ainda saturado pelo sêmen do shopping e pelo suor da adrenalina — era acompanhado por aquele som úmido de sucção. A porra do banheiro do ParkShopping já tinha virado uma pasta viscosa entre os dedos dela.

Minha ex se aproximou, olhando para nós dois. — "Onde vocês estavam? Eu liguei mil vezes!" A Jô, com a audácia de uma rainha, segurou o meu rosto e, antes que minha ex pudesse reagir, ela me deu um selinho demorado, transferindo para a minha boca o resto da saliva da Sthefany e os vestígios do meu próprio leite que ela tinha acabado de mamar no estacionamento. — "Relaxa, amiga! O carro deu um problema e o seu namorado teve que 'trabalhar pesado' pra resolver," — ela disse, dando uma piscadinha para mim. — "Dá um beijo nele, ele tá precisando de carinho."

Eu, ainda com o gosto da sujeira da rua na boca, segurei minha ex e a beijei com força. Eu sentia a língua dela explorando a minha, limpando involuntariamente os resquícios da prostituta e da Jô. A Jô assistia a tudo encostada no capô do carro, levantando o pé e deixando o tamanco de nobuck balançar, exalando aquele chulé de milf misturado ao cheiro de sêmen seco.

Subimos os três para o apartamento. Minha ex, querendo "compensar" a ausência, me puxou para o quarto, mas a Jô foi atrás, alegando que "precisava de um banho". Enquanto minha ex tirava a roupa, a Jô entrou no closet, que tinha uma fresta estratégica para a cama.

— "Amor, você tá tão tenso... deixa eu cuidar de você," — disse minha ex, ajoelhando-se para um boquete. O que ela não sabia era que a Jô estava no closet, totalmente nua, exceto pelos tamancos de acrílico da Playboy que ela tinha pegado da bolsa. Ela se masturbava olhando para nós, esfregando o salto de cristal no próprio clitóris.

A Jô fez um sinal: ela queria a última gota. Ela saiu do closet silenciosamente e parou atrás da minha ex. Ela esticou a perna e colocou a solona 37 suada diretamente no meu rosto enquanto minha ex me chupava. O cheiro de chulé ácido da Jô inundou meus sentidos, me levando ao delírio.

A pressão foi a maior de todas as noites. Eu sentia meu pau de 19cm pulsar como se fosse explodir. A Jô agarrou meu pescoço por trás e sussurrou: — "Drena tudo nela... mas olha pro meu pé. Quero ver você esvaziar esse estoque de tarado agora."

Eu perdi o controle. Puxei a cabeça da minha ex para trás e a torneirinha abriu com uma fúria monumental. Foi uma leitada farta e interminável. Jatos grossos, brancos e quentes dispararam contra o rosto, os olhos e o cabelo da minha ex. O primeiro jato foi tão forte que ela teve que fechar os olhos com força. Eu continuava bombando, rajada atrás de rajada, sentindo cada gota de sêmen acumulado desde a "Tia Ellen", a Thaíssa e a Sthefany sair de uma vez.

O leite escorreu pelo decote dela e pingou no lençol. Quando finalmente parou, eu estava trêmulo, completamente drenado. Minha ex, toda lambuzada, limpava os olhos sem entender por que eu tinha tido uma reação tão violenta.

A Jô, no escuro do quarto, calçou os tamancos de acrílico e deu um passo final. O clokt seco no piso de madeira foi o sinal. Ela tinha conseguido. Eu estava vazio, e ela era a dona de cada mililitro de pecado que tinha saído de mim naquela noite em Brasília.

— "Boa noite, casal," — a Jô disse da porta, com o brilho do meu sêmen refletido nos seus olhos e o cheiro do seu chulé ainda pairando no ar.

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