Leitada farta na Jô

Da série Jô Patty
Um conto erótico de Cheira Solinhas
Categoria: Heterossexual
Contém 1604 palavras
Data: 08/02/2026 13:11:15

A Jô é uma Patricinha moreninha gostosa e safada. Sempre batia muita punheta pensando nas solinhas ou naquele rostinho de patty safada.

O cenário era um "esquenta" no apartamento de um amigo comum no Sudoeste. O clima estava carregado de fumaça de narguilé, batidas de funk e muita bebida.

Minha ex estava sentada no meu colo em um daqueles sofás grandes em "L", conversando animadamente com o grupo. A Jô estava sentada logo ao lado, no braço do sofá, usando um macaquinho jeans curtíssimo e o seu item de poder: um tamanco da Playboy, preto com o salto de acrílico transparente e o coelhinho gravado no cristal. O pé 37 dela estava um escândalo, as unhas com francesinha brilhando sob a luz negra da sala.

Enquanto minha ex gesticulava e ria, a Jô começou o jogo. Ela aproveitou que a sala estava na penumbra e que todos estavam focados em uma história que um dos amigos contava. Ela deslizou do braço do sofá para o assento, ficando espremida entre mim e o canto do móvel.

Com uma agilidade de quem já fez isso mil vezes, ela chutou o tamanco esquerdo. Por baixo da perna da minha ex, que cobria meu quadril, a Jô deslizou o pé descalço para dentro da minha bermuda tactel. A sola dela estava quente e suada, com aquele cheiro característico de chulé de balada que me deixava louco.

— "Nossa, tá calor aqui, né gente?" — a Jô disse alto, bebendo um gole de gim, enquanto os dedos do pé dela já tinham encontrado o meu pau de 19cm e começavam uma punheta rítmica e habilidosa.

Eu gelei. Minha ex estava encostada no meu peito, sentindo cada respiração minha. Eu tive que morder o lábio para não gemer quando a Jô usou o arco do pé para apertar a minha cabeçona contra o osso da minha bacia. A Jô olhava para o grupo, comentava a fofoca e ria, enquanto o pé dela trabalhava freneticamente, me levando ao limite da "torneirinha" em público.

— "Amiga, vou ali na cozinha ver se tem gelo," — a Jô disse, levantando-se e me dando um chute discreto no tornozelo. Era o comando.

Três minutos depois, eu inventei que ia buscar um cigarro na mochila e fui para a área de serviço. A Jô estava lá, sentada em cima da máquina de lavar, com as pernas abertas e o tamanco de acrílico balançando no pé direito. O cheiro de sabão em pó se misturava ao perfume doce dela e ao odor de chulé ácido que exalava dos sapatos.

— "Quase gozou na frente da sua namorada, né, novinho?" — Ela riu, puxando meu pau para fora. — "Agora termina o serviço aqui. Sem capa, do jeito que você gosta."

Ela me puxou e eu entrei na buceta dela de uma vez. O contato pele a pele foi um soco no estômago. A Jô era apertada de um jeito diferente, uma pressão que parecia querer sugar todo o meu sêmen de uma vez. Eu a fod*a ali mesmo, ouvindo a música da sala e as vozes dos nossos amigos a poucos metros de distância.

A cada estocada, o tamanco de acrílico batia na lataria da máquina de lavar: clokt, clokt, clokt. Eu agarrei as solas dos pés dela, sentindo a textura da pele suada, e comecei a lamber os dedos dela enquanto a estocava com força.

A pressão explodiu. Eu sentia os jatos vindo do fundo das bolas. — "VOU GOZAR, JÔ! VAI SAIR TUDO!" — "TIRA E MIRA NO COELHINHO! QUERO VER MEU SALTO BRANCO!"

Puxei meu pau no último segundo e a torneirinha abriu com uma pressão brutal. Foi uma gozada farta e monumental. O primeiro jato atravessou a lavanderia e atingiu em cheio o salto de acrílico transparente da Playboy. O segundo e o terceiro foram rajadas grossas de porra quente que cobriram o coelhinho gravado no cristal e inundaram a palmilha preta.

Eu continuei bombando, jatos de porra farta sujando as unhas dela, o calcanhar e escorrendo pelo chão. Era tanto leite que o tamanco parecia ter sido mergulhado em resina branca. A Jô, em êxtase, pegou o sapato ensopado e o calçou de volta, sentindo o "grudentinho" quente se espalhar entre os dedos.

Limpamos o básico com um pano de prato, mas a Jô fez questão de deixar o excesso no pé. Voltamos para a sala. Ela sentou-se na minha frente, cruzou as pernas e começou a balançar o tamanco gozado bem na direção do rosto da minha ex, que ainda conversava distraída.

A Jô me mandou uma mensagem no WhatsApp naquele momento, mesmo estando a dois metros de mim: "Olha a sua porra brilhando no meu cristal. O próximo round vai ser na sua boca, pra você sentir o gosto da minha buceta misturado com o seu leite."

Eu olhei para o tamanco, vi o reflexo da luz no sêmen secando no acrílico e soube que, para a Jô, o pecado só tinha graça se fosse compartilhado com o mundo todo.

O clima dentro do carro na volta para Águas Claras era de uma tensão elétrica. Um dos amigos do grupo, já meio alto de cerveja, assumiu o volante do SUV, enquanto minha ex-namorada desmaiou de sono no banco do carona, com a cabeça encostada na janela. No banco de trás, o cenário era de pura depravação: eu estava espremido no canto esquerdo e a Jôestava no meio, colada em mim.

O trajeto pela EPTG estava escuro, iluminado apenas pelos postes que passavam como vultos. A Jô, com aquela audácia de "patty baladeira", não esperou nem cinco minutos. Ela aproveitou o barulho do motor e o ronco leve da minha ex na frente para começar o show.

Ela tirou os tamancos da Playboy e os colocou no assoalho do carro. O cheiro de chulé ácido de balada, misturado ao sêmen que já estava secando na palmilha de acrílico desde a lavanderia, tomou conta da parte traseira do SUV. Ela pegou a minha mão e a guiou diretamente para as suas solonas 37. A pele estava quente, úmida e macia.

— "Sente isso, novinho... tá tudo grudando ainda," — ela sussurrou no meu ouvido, enquanto sua língua explorava o lóbulo da minha orelha.

Com a outra mão, ela abriu meu zíper com uma habilidade cirúrgica. Meu pau de 19cm saltou para fora, já latejando de tesão acumulado. A Jô não teve dúvidas: ela se inclinou, fingindo que estava procurando algo na bolsa, e desapareceu entre as minhas pernas.

O boquete da Jô era barulhento e faminto. Ela usava a mão para apertar minhas bolas contra o banco de couro, enquanto a boca dela — úmida e quente — envolvia minha cabeçona até o fundo da garganta. O contraste era surreal: a poucos centímetros, minha ex dormia o sono dos justos, enquanto a Jô limpava cada vestígio de suor e desejo do meu pau.

Ela parava de vez em quando para olhar para a frente, verificando se o motorista ou minha ex tinham se mexido, e voltava a sugar com mais força. — "Vou deixar ela sem nada hoje... todo o estoque é meu," — ela murmurou, com o rosto colado na minha coxa.

A pressão nas minhas bolas chegou ao ponto de não retorno. Eu sentia que a torneirinha ia explodir com uma força monumental. Eu agarrei o cabelo moreno da Jô, puxando-a para cima para que ela visse o estrago. Ela abriu a boca, fazendo aquele biquinho de "patty" que eu tanto amava, os olhos brilhando na penumbra do carro.

— "VOU JORRAR, JÔ! TUDO NA SUA BOCA!" — "DÁ LEITINHO! NÃO DEIXA CAIR UMA GOTA NO BANCO!"

Eu não tive controle. Foi uma gozada monumental. Jatos potentes e fartos de porra quente dispararam diretamente na boca da Jô. O primeiro jato foi tão forte que atingiu o fundo da garganta dela, fazendo-a ter um espasmo de prazer. O segundo, o terceiro e o quarto foram rajadas grossas de sêmen farto que cobriram a língua dela e escorreram pelos cantos da boca, sujando o gloss rosa.

A Jô não parou; ela continuou segurando meu pau enquanto a porra continuava saindo em jatos rítmicos. Ela fechou os olhos e deu uma engolida profunda, ruidosa, mostrando que estava devorando cada mililitro. Ela abriu a boca de novo, mostrando a língua toda branca, e limpou o resto que escorria no meu pau com uma lambida lenta e provocante.

Ela se ajeitou no banco bem na hora que o carro entrou em Águas Claras. Ela calçou os tamancos de acrílico de volta, sentindo o resto do "grudentinho" se acomodar entre os dedos, e deu um beijo de "boa noite" na bochecha da minha ex, que acordou grogue quando o carro estacionou.

— "Tchau, amiga! O boy de vocês tá bem entregue, viu? Ele até deu uma cochilada aqui atrás," — disse a Jô, rindo com o olhar fixo em mim.

Minha ex subiu comigo para o apartamento, tentando me provocar para transarmos, mas eu estava vazio. A Jô tinha levado tudo. Cada gota de leite, cada grama de tesão, estava agora no estômago e nos pés daquela morena safada. Minha ex tentou me chupar, mas eu estava "morto", o que a deixou frustrada.

— "Poxa, amor... você nunca fica assim sem leite," — ela reclamou. Eu apenas fechei os olhos, lembrando do som da Jô engolindo minha porra no banco de trás do SUV, e respondi: — "Acho que a festa me esgotou hoje, amor..."

No dia seguinte, recebi um vídeo da Jô no banheiro da casa dela, usando apenas os tamancos de acrílico e fazendo um footjob em si mesma com um vibrador. A legenda dizia: "O café da manhã foi ótimo, mas já estou com fome de novo. Traga a torneirinha cheia amanhã."

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