Leitando o biquinho da Thaíssa

Um conto erótico de Tarado em Patricinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3605 palavras
Data: 08/02/2026 12:58:25

O reencontro com a Thaíssa aconteceu em um churrasco de aniversário no Park Way. O clima estava pesado de calor e de uma tensão sexual que vinha sendo cozinhada desde os tempos de colégio. A Tha sempre foi a "amiga gata" da minha ex, aquela morena de traços fortes, pele cor de jambo e uma boca que parecia ter sido desenhada para o pecado, sempre brilhando com camadas generosas de gloss de cereja.

Naquela tarde, a Tha estava o puro suco da patricinha brasiliense: um conjunto de laise branco que destacava o bronzeado de quem vive no Clube de Golf, e nos pés, a minha perdição: um tamanco da Taíza Francischini, com salto agulha de 12cm e uma tira única de vinil transparente que apertava as suas solonas 38, deixando os dedos com as unhas em francesinha perfeitamente arqueados.

Lá pelas 18h, o álcool já tinha soltado a língua de todo mundo. Minha ex estava distraída na piscina, e vi a Thaíssa se sentar em uma rede, reclamando do cansaço. Ela tirou os tamancos e os deixou "esquecidos" embaixo da rede enquanto ia para a cozinha pegar um drink.

Não pensei duas vezes. Catei o par pelo salto e me enfiei no banheiro da suíte de hóspedes. O cheiro que subiu da palmilha de acrílico quando encostei no meu nariz foi um nocaute. Era o chulé de patricinha definitivo: o odor salgado do suor de quem passou o dia de salto, misturado ao hidratante de baunilha da Victoria's Secret.

Meu pau de 19cm já estava latejando, quase rasgando o elástico da cueca. Tirei ele para fora, a cabeçona roxa e já vertendo lubrificante. Comecei a me masturbar freneticamente enquanto enfiava o dedão do pé direito do tamanco na boca, sentindo o gosto do plástico e do suor seco. Com a outra mão, eu esfregava a palmilha áspera e quente do uso na extensão da minha rola. — "Puta que pariu, Thaíssa... que chulé gostoso, sua morena safada..." — eu gemia baixo.

A primeira gozada veio com uma pressão absurda. Foi uma leitada farta que cobriu toda a tira transparente do tamanco esquerdo. O sêmen estava tão denso que escorria pela curva da palmilha, criando uma camada branca e opaca no acrílico. Eu mal recuperei o fôlego e já estava duro de novo, limpando o excesso com a minha própria língua para não deixar rastros tão óbvios, mas deixando o "grudentinho" lá.

Quando abri a porta para sair, dei de cara com ela. A Thaíssa estava encostada na parede, de braços cruzados, descalça, exibindo as solonas 38 suadas diretamente no piso frio. Ela olhou para o tamanco na minha mão, depois para o volume ainda pulsante na minha calça. — "Eu sabia. Desde o colégio eu via você olhando para os meus pés enquanto eu desfilava nos corredores," — ela disse, com um sorriso de canto, os lábios de gloss brilhando. — "Você sempre foi louco para gozar na minha cara, né? Mas prefere se satisfazer com um pedaço de plástico."

Ela entrou no banheiro, me empurrou para dentro e trancou a porta. — "A sua ex é uma sem sal. Ela não sabe o que fazer com esse seu pau de tarado. Mas eu sei."

Ela se sentou no balcão da pia e me ordenou a ajoelhar. A Thaíssa pegou o tamanco que eu tinha acabado de "batizar" e o calçou. O pé dela deslizou na porra que ainda estava úmida, fazendo um som de sucção que me deixou em transe. Ela começou um footjob agressivo, usando as duas solas dos tamancos para esmagar meu pau, enquanto me olhava nos olhos.

— "Gosta da pressão do meu salto, novinho? Gosta do cheiro do meu pé?" — Ela aproximou o rosto e começou um boquete devastador. O gloss dela agia como um lubrificante extra, fazendo a cabeça do meu pau deslizar entre os lábios carnudos com um barulho úmido e excitante.

Eu não aguentei. A segunda gozada foi um descontrole. Disparei jatos potentes diretamente na boca dela. A Thaíssa abriu bem a boca, recebendo a torneirinha de leite com os olhos arregalados, deixando a porra escorrer pelo queixo e pingar diretamente nos seus pés calçados. Ela engoliu tudo, fez um biquinho sujo de sêmen e limpou o resto na palmilha do tamanco.

— "Agora chega de brincar de biquinho. Eu quero sentir esse leite onde ele deve estar," — ela sussurrou, virando-se de costas no balcão da pia. Ela levantou a saia, revelando que não estava usando calcinha. O contraste da pele bronzeada com o branco do móvel era covardia. Entrei no sexo anal dela sem nenhuma barreira. O cuzinho da Thaíssa era apertado, quente e úmido. A cada estocada de 19cm, os tamancos dela batiam contra o armário: clokt, clokt, clokt.

Eu a possuía com uma raiva sexual acumulada de anos. Eu via as dobrinhas dos calcanhares dela tensionadas pelo salto agulha e o cheiro de chulé e sexo tomava conta do banheiro pequeno. — "Foda a amiga da sua namorada! Me enche de leite! Eu quero que você goze tanto que eu sinta sair pelo meu nariz!" — ela gritava, totalmente entregue.

Eu senti a pressão subir. Foi a gozada mais monumental da tarde. Puxei ela para o chão, deitei-a de costas e, em um movimento rápido, penetrei a buceta dela. O contato pele a pele foi explosivo. Eu descarreguei tudo lá dentro. Foram rajadas intermináveis de porra quente. Eu sentia meu pau pulsar dentro dela, inundando o útero da Thaíssa com o leite que ela tanto invejava da minha ex.

Ela se levantou, a porra escorrendo pelas pernas bronzeadas e indo direto para dentro dos tamancos da Taíza Francischini. — "Agora vou voltar para a festa," — ela disse, ajeitando o cabelo e retocando o gloss. — "Vou sentar do lado da sua ex sentindo o seu leite quente borbulhar entre os meus dedos a cada passo que eu der."

Ela saiu do banheiro com aquele caminhar de modelo, o som dos saltos agora abafado pela viscosidade do sêmen. Eu fiquei ali, vazio, olhando para a porta, sabendo que a partir daquele dia, a morena de gloss e solas 38 seria a minha única e absoluta dona em Brasília.

O estúdio da Thaíssa em Taguatinga era o refúgio perfeito para a depravação. Escondido em um prédio comercial moderno, o ambiente era cercado de espelhos com luzes de camarim, cheiro de maquiagem cara e um frigobar sempre abastecido com espumante. Naquela tarde, o calor de Brasília fazia o asfalto da Comercial Sul fumegar, e dentro do estúdio, o ar-condicionado no 18°C mal dava conta do fogo que subia entre nós.

A Tha estava deslumbrante. Ela usava um microvestido de malha canelada marrom que parecia uma segunda pele, mas o que me deixou de joelhos foram os pés. Ela calçava um tamanco Schutz de nobuck marrom, com duas tiras grossas que prendiam as suas solonas 38 com uma força que deixava os dedos arqueados e as veias do peito do pé saltadas. O nobuck, por ser um material que absorve o calor, estava agindo como uma esponja para o suor da Tha. Dava para ver a marca escura das solas dela impressa na palmilha do sapato.

— "Novinho, fecha a porta. Minha agenda está 'lotada' para a próxima hora," — ela disse, retocando o gloss de cereja enquanto me olhava pelo espelho. Eu não disse nada. Só caminhei até ela, me ajoelhei e agarrei os calcanhares dela. O cheiro de chulé de patty que exalava do nobuck marrom era inebriante — um odor denso, abafado e terroso que misturava o suor da pele morena com o perfume do estúdio.

Enfiei o nariz entre as tiras da Schutz e aspirei até meus pulmões queimarem. Meu pau de 19cm saltou para fora, latejando, a cabeça já transbordando lubrificante. Comecei a esfregar a rola diretamente na tira de cima do tamanco, sentindo a textura aveludada do nobuck contra a minha pele sensível. — "Puta que pariu, Tha... esse seu pé é a minha religião," — eu balbuciei, enquanto ela soltava um riso de escárnio e começava a massagear minha cabeça com a ponta dos dedos do pé livre.

De repente, o celular dela vibra sobre a bancada. É uma chamada de vídeo da minha ex. — "É ela," — a Tha sussurrou, com um brilho diabólico nos olhos. — "Não faz um barulho." Ela atendeu. — "Oi, amiga! Tô aqui no estúdio, uma correria... tá, te ligo depois." Enquanto a minha ex falava do outro lado da tela, a Thaíssa, com uma atitude surreal, manteve o celular na altura do rosto enquanto guiava meu pau para baixo da saia. Ela não parou. Pelo contrário. Ela se sentou na cadeira de maquiagem alta, abriu as pernas e me puxou para cima dela.

Ouvir a voz da minha ex pelo alto-falante enquanto eu sentia a bucetinha da Thaíssa — quente, depilada e já encharcada — contra a minha rola foi o ápice do perigo. A Tha olhava para a câmera, sorrindo e dando dicas de rímel, enquanto eu enterrava meu pau nela sem nenhuma proteção. O contato pele a pele foi um choque elétrico.

A cada estocada, o tamanco Schutz batia no descanso de metal da cadeira: clokt, clokt, clokt. O som era abafado pelo nobuck, mas o ritmo era frenético. A Thaíssa cravava as unhas nos meus ombros, mas não emitia um som audível para o celular, apenas gemidos mudos contra o meu pescoço. — "Me enche... agora... ela não vai ter nem as sobras," — ela sussurrou no meu ouvido assim que desligou a chamada com um movimento rápido.

Livre do segredo, ela soltou um grito de prazer que ecoou pelo estúdio. Eu a possuía com uma selvageria animal. Eu via as solonas 38 dela se contraindo, os dedos agarrando o ar, enquanto o cheiro de chulé do nobuck se misturava ao odor do nosso sexo. A pressão na base do meu pau chegou ao limite. A "torneirinha" estava pronta para abrir.

— "VOU JORRAR DENTRO, THAÍSSA! VOU TE INUNDAR!" — "TUDO DENTRO! NÃO TIRA! QUERO SENTIR O PESO DO SEU LEITE!"

Eu dei uma estocada profunda, encostando no colo do útero dela, e explodi. Foi uma gozada monumental. Jatos intermináveis de porra quente e farta foram disparados diretamente dentro da buceta da Thaíssa. Eu sentia meu pau pulsar lá dentro, descarregando rajadas e mais rajadas de sêmen. Era tanto leite que eu sentia o transbordamento.

Quando retirei, uma cachoeira de porra escorreu pelas coxas bronzeadas da Thaíssa, indo direto para os tamancos Schutz. O sêmen branco se misturou ao nobuck marrom, manchando o material de forma definitiva. Ela olhou para o estrago com um sorriso de vitória. — "Olha o que você fez com o meu Schutz favorito... ele está ensopado."

Ela se levantou, a porra ainda escorrendo e criando aquele som de "squish" entre os dedos dela e a palmilha. Ela pegou um dos tamancos, agora pesado de leite e suor, e me entregou. — "Leva esse. Deixa ele na sua cabeceira. Amanhã, quando você estiver com ela, quero que você cheire o meu chulé seco com a sua porra e lembre de quem é que realmente manda na sua torneirinha."

Ela me deu um beijo longo, com gosto de gloss de cereja e vitória, e me empurrou para fora. Saí pelas ruas de Taguatinga com a perna bamba e um troféu de nobuck nas mãos, completamente escravizado pela musa patty de Brasília.

O plano da Thaíssa era de uma perversidade genial. Ela não queria apenas o meu leite; ela queria a humilhação completa da minha ex, transformando cada momento de intimidade "oficial" em um tributo secreto a ela.

Naquela noite, após o episódio no estúdio em Taguatinga, minha ex-namorada decidiu fazer uma social no nosso apartamento em Águas Claras. A Thaíssa, claro, era a convidada de honra. Ela chegou usando um vestido tubinho preto e, para meu delírio, um tamanco Carmen Steffens de salto agulha dourado, com tiras de couro legítimo que deixavam as solonas 38 totalmente à mostra.

Enquanto minha ex estava na cozinha preparando drinks com as outras amigas, a Thaíssa me deu um sinal com os olhos. Eu a segui até o corredor dos quartos. Assim que entramos no meu escritório, ela trancou a porta. — "Sente o cheiro, novinho," — ela sussurrou, tirando um dos tamancos e esfregando a palmilha suada no meu nariz. O odor de chulé ácido e couro me deixou tonto.

Ela abriu minha calça e meu pau de 19cm saltou, latejando. A Thaíssa então fez algo que sempre me levava ao limite: ela pegou meu pau babado e começou a esfregar no próprio rosto, fazendo uma punheta rápida enquanto comparava a espessura da rola com a sua bochecha. — "Olha o tamanho disso... imagina o quanto de leite cabe aqui dentro," — ela dizia, batendo com a cabeça do meu pau nos seus lábios cheios de gloss, deixando rastro de pré-gozada na sua pele bronzeada.

De repente, ouvimos os passos da minha ex no corredor. — "Amor? Tha? Onde vocês estão?" O pânico e o tesão se misturaram. A Thaíssa não se abalou. Ela se virou de costas, apoiou as mãos na mesa do computador e empinou o rabo. — "Agora. No meu cu. Se você fizer um barulho, a culpa é sua."

Entrei no sexo anal dela com uma estocada profunda, no seco, sentindo a pressão absurda do anel dela abraçando meu pau de 19cm. O prazer foi tão violento que eu ia gritar, mas a Thaíssa virou o rosto e tampou minha boca com a mão dela, que cheirava ao perfume dela e ao meu próprio sêmen.

Nesse exato momento, a porta do escritório (que estava apenas encostada, não trancada por completo no trinco) foi empurrada pela minha ex. Ela colocou apenas a cabeça para dentro, mas a Thaíssa estava estrategicamente posicionada atrás da porta aberta, me mantendo prensado entre ela e a parede. — "Ah, vocês estão aí! Tha, me ajuda com o gelo?" — disse minha ex, sem ver que a poucos centímetros dali, o meu pau estava enterrado até a base no rabo da melhor amiga dela.

A Thaíssa, sem tirar a mão da minha boca, respondeu com uma voz perfeitamente calma: — "Já vou, amiga! Só estou ajudando o seu namorado a achar um cabo aqui embaixo da mesa." Naquele segundo, com o risco de ser pego, eu tive a gozada mais monumental da minha vida. A "torneirinha" abriu com uma pressão que fez meu corpo inteiro tremer. Foram jatos e mais jatos de porra quente disparados diretamente dentro do cuzinho da Thaíssa. Eu sentia o leite inundando as entranhas dela enquanto ela apertava minha boca com força para abafar meus gemidos de êxtase.

Minha ex fechou a porta e voltou para a sala, sem suspeitar de nada.

Dez minutos depois, a Thaíssa saiu do quarto, sentindo o meu leite escorrer por dentro dela e se acomodar na palmilha do tamanco Carmen Steffens. Ela passou por mim e sussurrou: — "Vou mandar ela te chupar agora. Quero que ela beba o meu suco que ficou na sua rola. E não esquece: grava tudo e fala meu nome."

Como previsto, minha ex entrou no quarto logo depois, querendo "atenção". Ela se ajoelhou e começou um boquete. O que ela não sabia é que meu pau ainda estava melecado com os fluidos vaginais e anais da Thaíssa do round anterior. Ela mamava com vontade, limpando com a língua os vestígios da melhor amiga.

Eu peguei o celular, fingindo que ia colocar uma música, e comecei a gravar o rosto dela me chupando. Conforme o tesão subia, eu segui a instrução da Tha. No momento em que a torneirinha abriu de novo — uma leitada farta na boca da minha ex — eu deixei escapar um gemido alto: — "T-Thaíssa... ah, Thaíssa..."

Minha ex parou, com a boca cheia de porra, me olhando confusa. — "Por que você falou o nome dela, amor?" Eu, com o raciocínio rápido de um tarado experiente, respondi enquanto limpava o rosto dela: — "É que eu estava pensando no que ela disse na sala... que a gente precisava viajar com ela pro Rio... eu gozei e a ideia dela veio na cabeça, de tanto que você tá me deixando louco, amor. Você é muito melhor que ela, me deixa confuso..."

Ela, extremamente convencida e vaidosa, sorriu com a boca toda suja de branco. — "Eu sei que sou, amor. Ela tem inveja de mim."

Assim que ela foi ao banheiro se limpar, mandei o vídeo para a Thaíssa com a legenda: "Ela bebeu tudo, mas o nome na minha boca era o seu."

Em segundos, a Tha respondeu com uma foto das suas solonas 38 suadas saindo do tamanco: "Vem aqui na sala agora. Quero ver você beijar ela sentindo o gosto da minha porra na boca dela."

A atmosfera na sala do apartamento em Águas Claras estava eletrizante. O som do lounge tocava baixo, mas para mim, o único som que importava era o clokt-clokt metálico dos saltos agulha da Carmen Steffens da Thaíssa. Ela estava sentada no sofá de couro, com as pernas cruzadas de um jeito que o tamanco dourado ficava pendurado na ponta dos dedos, fazendo um dangling que deixava o arco do seu pé 38 em uma curvatura pornográfica.

Minha ex-namorada sentou-se ao lado dela, abraçando o meu braço, sem ter a mínima ideia de que sua boca ainda carregava o rastro do meu sêmen misturado aos fluidos da sua "melhor amiga".

A Thaíssa me olhou com aqueles olhos de cigana oblíqua e, com um sorriso de gloss de cereja, desafiou: — "Nossa, amiga, o seu namorado parece tão... cansado. Você devia dar um beijo nele para animar, não acha?"

Minha ex, querendo mostrar serviço e reafirmar o território diante da Tha, segurou meu rosto e me deu um beijo profundo, de língua. Eu sentia o gosto da minha própria porra — aquela que eu tinha acabado de descarregar na boca dela — voltando para a minha língua. A Thaíssa assistia a tudo de camarote, inclinando o corpo para frente, com as mãos nos joelhos, vendo a amiga "limpar" o resto do sêmen que ela mesma tinha me provocado a jorrar.

A Thaíssa deu uma piscadinha discreta para mim e, por baixo da mesa de centro, ela esticou a perna. O pé dela, descalço do tamanco, encontrou o meu tornozelo e subiu pela minha calça, encontrando o volume do meu pau de 19cm que já estava pulsando de novo.

— "Amiga, pega mais um pouco daquela rabanada na cozinha?" — pediu a Thaíssa, com uma voz de anjo. Assim que minha ex se levantou e sumiu no corredor, a Thaíssa escorregou do sofá para o tapete, ficando de joelhos entre as minhas pernas, mas escondida pela mesa de centro de madeira escura.

— "Você foi um bom cachorrinho gravando aquele vídeo," — ela sussurrou, já puxando meu pau para fora. — "Agora eu quero o meu prêmio. E quero que você sinta o cheiro do que é seu."

Ela pegou o tamanco dourado, que estava com a palmilha ensopada de suor e chulé de horas de festa, e o pressionou contra o meu rosto. Enquanto eu aspirava aquele odor ácido e excitante de couro e pé de patricinha, a Thaíssa começou uma punheta frenética. Ela não usava as mãos; ela usava os próprios pés. Ela fez um "sanduíche" com as solonas 38 em volta da minha rola babada, apertando com força, enquanto usava os dedos dos pés para massagear a minha cabeçona.

Ouvimos o barulho dos pratos na cozinha. Minha ex estava voltando. A Thaíssa, com a atitude de quem ama o perigo, não parou. Pelo contrário: ela abriu as pernas, levantou o vestido preto e se sentou no meu colo de uma vez, de costas para a porta.

Entrei na buceta dela no exato momento em que minha ex entrou na sala com a bandeja. — "Prontinho, gente! Rabanada quentinha!" — disse minha ex.

A Thaíssa estava sentada em cima de mim, fingindo que estávamos apenas conversando perto um do outro no sofá. O meu pau de 19cm estava enterrado nela até o osso, e a cada vez que ela se mexia milimetricamente para pegar um pedaço de rabanada, ela apertava os músculos da buceta em volta da minha rola. — "Nossa, tá uma delícia, amiga," — disse a Tha, gemendo de forma ambígua enquanto mastigava, o que minha ex interpretou apenas como prazer pela comida.

A pressão lá dentro era insuportável. A "torneirinha" estava pedindo passagem. Eu segurei a cintura da Thaíssa por baixo da mesa, cravando os dedos na pele bronzeada dela. — "Eu... eu acho que vou no banheiro de novo," — eu disse, com a voz embargada. — "Eu te acompanho, novinho," — disse a Tha, levantando-se com uma agilidade incrível.

Trancamos a porta do banheiro social. A Thaíssa nem esperou. Ela se agachou, tirou os tamancos dourados e os colocou lado a lado no chão. — "Agora me dá tudo. Eu quero que você cubra esses saltos da Carmen Steffens com o seu leite. Quero que eles fiquem brancos."

Eu comecei a bombear. Foi uma gozada monumental. Jatos potentes e fartos de porra quente voaram direto nos tamancos. O primeiro jato cobriu a fivela dourada; o segundo inundou a palmilha; o terceiro e o quarto foram rajadas grossas que escorreram pelo salto agulha, criando uma poça de sêmen farto no piso do banheiro.

Eu não parei. Mirei no rosto da Thaíssa, que estava com a língua para fora, esperando. Cobri as bochechas dela, o nariz e os lábios de gloss. Ela pegou o tamanco ensopado, calçou-o com aquele som de "squelch" e olhou-se no espelho, toda lambuzada.

— "Sua ex vai dormir achando que você é dela. Mas quem vai passar a noite sentindo o seu rastro secando entre os dedos sou eu."

Ela saiu do banheiro, limpou o rosto com uma toalha e voltou para a sala, deixando-me ali, vazio, sabendo que eu era o escravo daquela morena de Taguatinga.

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