Oieee... Rebeca aqui. Tudo bem com vocês?
Se leram os outros contos, sabem que tenho 21 anos, sou loira... um belo par de coxas e seios durinhos. Sou bem safadinha, amo um coroa macho, ainda mais se souber me tratar com a puta que sou.hahaha Tenho 1,68m e 75 kg. Moramos no interior de SP, somos solteiras e...é isso..rsrsr
Neste conto, irei mostrar como nós, novinhas, somos capazes de deixar até o homem mais fiel caído aos nossos pés...srsrrs.. até mesmo nossos vizinhos. Vamos ao conto!
Nasci em uma cidade próxima da que moro hoje. Quando eu tinha meu 1.7 anos, meus pais resolveram se mudar para a “cidade grande”, assim que eles falam.HAHAHA... Enfim, conseguiram alugar uma casa em um bairro afastado da cidade. Era fim de ano e chegamos na casa nova. Obviamente, naquela manhã de sábado, meus pais ajeitavam as coisas dentro de casa e fiquei sentada na calçada encostada na parede, dei uma olhada nos rapazes que soltavam pipa e nenhum me atraiu. Até que o portão da casa ao lado foi aberto.
— Vamos soltar pipa, vovô? — perguntou um garotinho.
— Sim, mas temos que deixar a pipa bem baixinha, tá?
O homem me olhou e deu um sorrisinho.
— Oi?!? — falou sem jeito olhando para meu decote.
Minha camisetinha preta tinha um decote de coração e meu shortinho rosa de algodão deixavam minhas pernas de fora.
— Olá. — Sorri para o garotinho. — Qual seu nome?
— Lucas e esse é meu vovô, Gustavo.
Achei ele uma fofura e o coroa também. Seu Gustavo usava um short preto de jogar bola curtinho, suas coxas brancas eram peludas. Sua barriga era lisinha e morena e seus braços redondinhos. Era o estilo de coroa que me deixava com vontade de sentar. Rosto lisinho e cabelos pretos.
— Ah, sim. Eu sou Rebeca.
O coroa puxou o netinho pelo braço após uma rajada de vento passar por nós.
— Vamos... é agora!
Eles foram para o meio da rua. O dia estava nublado mas ainda assim, muito quente. Fiquei de olho no coroa e logo, uma mulher com uma certa idade saiu da casa com uma cadeira de varanda.
— Bom dia, mocinha. Estão se mudando hoje, né?
Ela era simpática. Começamos a conversar enquanto o garotinho ria chamando sua atenção.
— Esse garoto deu um trabalho por causa dessa pipa. — Disse dona Cleide. — Gustavo também parece um jovenzinho. Nem parece que tem 50 anos.
Olhei para o coroa, porém não tirava o olho do short apertado. Um volume enorme preenchia o short, senti minha buceta pingar. Ergui as pernas, coloquei as mãos nos joelhos e afastei levemente. Seu Gustavo olhou em nossa direção e arregalou os olhos. De onde estava, podia ver perfeitamente o contorno da minha bucetinha.
Dona Cleide mexeu no celular e nem percebeu.
Dei um sorrisinho de biscate para ele. O coroa veio perto da calçada com o neto.
— Melhor ficarmos aqui. A rua é um perigo. — disse olhando para minha buceta.
Seu Gustavo estava de lado para mim, seu short pareceu ficar mais apertado. Nitidamente, ficou ainda mais de pau duro quando abri mais as pernas. Ele me encarava e balançava a cabeça negativamente. O vento aumentou, a chuva estava chegando e os garotos que estavam na rua saíram correndo.
— Querido, vamos entrar. Vai chover já, já! — afirmou dona Cleide indo até o netinho.
Ela entrou com o netinho no colo, abaixei as pernas e estendi sob o chão. Seu Gustavo olhou para os lados, foi até o portão da casa e fechou.
— Rebeca, né?
Balancei a cabeça enquanto as primeiras gotas caiam.
— Não fica por ai se exibindo assim. Uma garota tão nova é tão linda. Não precisa disso.
— Disso o que? — me fiz de desentendida.
— O que quer se mostrando assim?!?
Era minha chance. Nem me importei se alguém ouvisse ou se tinha câmeras nas casas.
— Quero rola!
Seu Gustavo manteve a mão na maçaneta do portão. Deu um passo para o lado abrindo as pernas, parou na minha frente e puxou a cordinha do short. Olhei para cima e sorri.
Só com uma mão, ele tirou a pica pra fora e bateu na minha cara.
— Chupa!
— Nossa, Seu Gustavo que cacetão!
Era uma rola de uns 17cm, cheio de veias e um sacão peludo.
— Anda logo! — Ele botou a mão na minha cabeça.
GLUB, GLUB, GLUB
Segurei em seus pés enquanto os pingos aumentavam. O coroa meteu por alguns segundos, senti um gosto azedo.
— Ainda vamos nos divertir muito, Rebequinha!
Ele tirou o pau da minha boca e um fio de saliva caiu sobre minha camisetinha.
— Amo uma mulher que sabe mamar!
O coroa guardou a rola, saiu de cima de mim e levou um susto quando tentaram abrir o portão.
— Já vou, Cleide!
Ele entrou, me levantei e também fui para casa totalmente surpresa com o que aconteceu e com o gostinho de pica salgadinha na boca. A chuva caiu, um verdadeiro temporal. Meus pais estavam no quarto, tomei um banho, fui para a sala, assisti televisão e mexendo no celular. Foi quando entrei no Insta e recebi uma notificação de mensagem. Era Seu Gustavo me dando um oi.
“O que o coroa quer?” — pensei já imaginando mil coisas.
— Oi, tudo bem? Que chuva, hein!
Logo, ele me respondeu:
— Sim, nunca vi nada igual. O que está fazendo de bom?
Sempre achei interessante a forma que certos tipos de homens querem abordar uma novinha. Oi gata, tudo bem?... Troca fotos?... solteira, vc? Impossível.
— Deitada.
Tirei uma foto mostrando meu rosto e sorrindo.
— Rebeca, meu pau ainda tá todo babado.
O coroa mandou uma foto, deitado no sofá e com o short um pouco aberto e com a rola dura.
— Cuidado para não te pegarem assim. HAHAHA. Como encontrou meu perfil?
— Minha mulher falou muito bem de você. Consegui te achar aqui já que você disse seu nome e sobrenome pra ela..rsrsrs
Uma ideia maluca passou pela minha cabeça. As casas do bairro ficam no centro do terreno, por isso, há uma garagem, dois corredores e os fundos. Na que eu estava, apenas o fundo era descoberto.
— O senhor tem escada?
— Escada?!? Bem...tenho sim!
— Estou indo para o corredor. Dá uma subidinha no muro...rsrsrs
Sai do Insta, passei pela porta da sala e parei no corredor. Em pouco tempo, Seu Gustavo apareceu.
— Oi, Rebeca. O que quer?
A chuva caia forte, peguei a escada do meu pai, escorei no muro e subi. Ficamos um de frente para o outro.
— O que está pensando em...
Antes que ele terminasse a frase, coloquei a mão direita na nuca dele e o beijei. Foram alguns segundos que me deixaram com vontade de dar.
— Que isso, Rebeca? — perguntou olhando para o corredor.
— Gosto de conversar pessoalmente.
O coroa meteu as mãos nos meus seios por cima da camisetinha.
— São enormes. Que delícia!
Massageou lentamente fazendo meus bicos ficarem rígidos. Foi quando escutamos a porta da casa dele se abrir. Eu desci rapidinho prestando atenção ao que acontecia no vizinho.
— Amor, escutei vozes. Estava falando com quem?
— Ninguém... estava falando sozinho!
— O Lucas acordou. Acredita que ele quer sorvete?... Vou pegar minha bolsa e ver se tem alguma aberta por ai.
Fiquei esperando na garagem, escutei o portão da casa ao lado se abrir. Voltei para o corredor e lá estava Seu Gustavo me esperando.
— Quer vir aqui?!? Eles vão demorar pra voltar. Cleide levou o Lucas na sorveteria e depois vai passar na minha cunhada.
Eu tinha trocado de roupa, um shortinho jeans, uma camisetinha rosa, bucetinha raspada, cheirosinha e doida pra dar. Claro que aceitei.
Na casa de Seu Gustavo, o coroa parecia outra pessoa. Percebi que estava doido pra me comer, mas não sabia o que fazer. Ficamos no sofá da sala.
— Então... quer dizer que é filha única e se mudou hoje?
— Sim, Seu Gustavo.
Batemos um papo por alguns minutos e minha paciência se esgotou. Fiquei de pé, me virei para ele e tirei minha camisetinha.
— Eitaaaa!
Tirei meu sutiã, empinei a bunda tirando meu shortinho.
— O que acha?
— Minha filha, assim você mata o véio.
Tirei a calcinha e rodopiei com ela na ponta do dedo, me virei e sorri.
— Aposto que sua esposa não faz isso!
Fui até ele, sentei de frente em seu colo e botei ele pra chupar meus seios.
— ISSOOO! ASSIMMM! Chupaaa..safadooo!
O coroa segurava meus seios enquanto eu rebolava fazendo o pau crescer entre minhas coxas.
— Que loirinha fogosa! Gostosaaaa! Piranhaaa!
Sai de cima do coroa, comecei a caminhar pela casa e ele me seguiu já tirando o short e ficando pelado.
— Vem cá, amorzinho! Quero dar pau pra você chupar!
Passei pela cozinha indo até o fundo da casa aonde havia uma varanda e uma parte descoberta. O coroa me puxou pelos braços e me virou. Nos beijamos e eu sentia os pingos da chuva caindo perto. Ele apalpava minha bunda e eu o punhetava levemente.
— Vai, gostosa. Ajoelha e mama, o vovô!
Fiz uma carinha de piranha pidona e sorri.
— Nunca mamei na chuva.
Ele me agarrou, me beijou novamente, deu alguns passos e entramos debaixo de chuva. A água gelada misturava ao fogo que crescia dentro de mim. Chupei o pescoço moreno do coroa e fui descendo. Lambi os mamilos, fui dando beijinhos na barriga até me ajoelhar e ficar de cara com a rola dura.
— Quer que eu vá devagarinho ou....
Seu Gustavo passou a mão em meus cabelos e entrelaçou nos dedos. Bateu com a rola na minha cara e riu.
— Você gosta de chuva?
— UHUMM!
— Vou te dar uma chuva dourada.
O safado começou a mijar no meu rosto. Fiquei enojada, mas ao mesmo tempo quis agradá-lo. Afinal, era meu primeiro dia no bairro e tinha que ser uma boa vizinha.
— Eita! Quer na boquinha, é?
Eu tinha aberto a boca, ele mirou a ponta da pica e encheu. Quando parou, enfiou a rola de uma vez quase me fazendo engasgar.
— Sua puta ordinária!
O mijo escorria pelo meu queixo a cada investida da rola branquinha.
— Boca de poço. Sua quenga maldita... quer acabar com a minha família?!? Então TOMAAAA!
PLAU, PLAU, POC,POC
Seu Gustavo parecia possuído e eu amei. Passei a mão por baixo das pernas dele e agarrei a bunda do coroa.
— Este é o lugar de ninfeta. Debaixo de um coroa pirocudo. Cadela!
A barriga dele batia na minha testa e as bolas se chocavam com meu queixo. Uma tentação!
GLUB, GLUB, GLUB
O coroa parou, segurou minha cabeça com as duas mãos e moveu freneticamente para frente e para trás.
— Adoro uma boca de buceta.
Pensei que meu pescoço fosse quebrar. Quando ele me soltou, estava tonta. Nem sei como fui erguida do chão. Seu Gustavo me virou, colocou minhas mãos na parede, puxou minha cintura para trás e abriu minhas pernas.
— Uma bonequinha dessas, vou comer com gosto!
— CALMMMAAA! AINNNN! AI NÃÃÃOOO! UINNN!
PLAFT, PLAFT, PLAFT
Levei vários tapas na bunda.
— Vou te marcar igual gado para saberem que a nova puta do bairro pertence a mim.
PLAFT, PLAFT, PLAFT
O cacete já tinha se alojado no fundo da minha buceta. Minha bunda ardia com os tapas e comecei a rebolar.
— ISSO! Agora está entendendo. Fala pro vovô... quem é seu macho?
— O senhorrr! OHNNN! AINNN
PLAFT, PLAFT, PLAFT
— Pára de bater..AINNN!
PLAFT, PLAFT
— Pensa que esqueci. Na hora de provocar você é boazuda, não é?...não respeita a mulher dos outros e arreganha as pernas mostrando a pomba. Você chegou aonde queria... agora...
PLAU, PLAU, PLAU
Ele apertava minha bunda com as mãos e socava sem dó. Cada vez mais fui me encurvando já que o coroa se apoiou nas minhas costas. Até que ele segurou meus seios e se virou grudado em mim.
— Cadê aquela puta amostrada que mamou meu pau lá na rua?!?
PLAU, PLAU, PLAU
Ele subiu a mão no meu queixo me fazendo olhar para o céu. Fechei os olhos.
— Novinha danada. Queria levar piroca na chuva?!? O coroa te dá pirocada...
— AINNN! SEU GUSTAVUUUU! HUUUUU! AINNN! EU VOU GOZAAARRR! OHNNN!
O pau dele era como uma ferramenta que atiçava minha bucetinha. Estava toda mole na pica do coroa.
Ele deu uma metida forte me soltando. Quase fui de cara no chão.
— Você vai gozar quando eu quiser. — falou o coroa indo até a varanda e sentando em uma cadeira.
Fui até ele bambeando as pernas.
— Pára de graça. Uma loirona dessas já deve ter dado pra muito negão por ai. HAHAHA.. Senta no colinho do vovô!
Sentei de frente, Seu Gustavo me puxou e me beijou novamente. Comecei a rebolar sentindo cada centímetro da rola deliciosa brincando em minha xota. Antes que ele me desse mais tapas, coloquei as mãos sobre seu peitoral e sorri.
— Vou mostrar como a puta mete, seu desgraçado!
Eu subia e descia rapidamente. Como fazia muito agachamento na academia aquilo era fácil.
— OHHH! PORRAAAA! Tesudaaaa!
Ali, era minha buceta que estava fudendo a pica dele.
— TOMAAA! TOMAAA! UINNN! TOMAAAA! SEU PUTOOO!
O coroa ofegava sem fazer esforço apenas se concentrando em manter a rola dura pra mim. Quando cansei, me levantei e me virei. Seu Gustavo ficou extasiado. Sentei de costas com as mãos em suas coxas e rebolei devagarinho.
— Que putinha gostosa! Tá usando meu pau de vibrador.
Eu vibrava minha cintura descendo e subindo.
— UI, ui, caralhooo! Tá ficando mais grosso!
— Rebeca...OHNNN! CARALHOOO!
— AINN VOVOZINHOOO! OINNN ASSIMMM! ASSIMMM! — Quicava forte com o coroa segurando minhas coxas.
— Putoooo! Vouu oooo oooo...
Apertei meus seios e gozei. Nossaaaaa! Como gozei! HAHAHA... Ainda rebolando dava os últimos espasmos!!
Quando parei, sai do coroa, fiquei de frente e me virei.
— O que vai fazer, Rebeca?
Coloquei as duas mãos nas coxas deles e, encurvada, mamei como uma gatinha sedente por leite.
— CARALHO! PORRAAA! UINNN! OHNNNN!
Até que me ajoelhei, segurei na base da pica com uma mão e massageei o saco com a outra.
GLUB, GLUB, GLUB
— Vou gozar, loirinhaAAAA!
Quando senti o cacete inchar, tirei a boca e o primeiro jato veio direto na minha testa.
— DELICIIAAA! OHNNNN! — O coroa se contorcia de olhos fechados. — Putaaaa!
O leite branco saia enquanto eu punhetava e apertava o saco do coroa. Quando ele me olhou, sorriu.
— Você é demais, loirinha. Ficou a carinha branquinha de gala..hummmm!
Chupei a cabecinha.
— Pronto. Deixei limpinho, Seu Gustavo.
Depois disso, nos vestimos após usar algumas toalhas para nos enxugarmos com algumas toalhas e o coroa era só elogios.
— Você é uma delicia, Rebeca. Desculpa pelos tapas.
— Vou ficar toda marcada. Mas... é bom que os garotos aqui vão saber que o único vizinho que vai se divertir com a minha bunda é o senhor!
Ele riu e me levou até o portão.
— Quando quiser dar uma metida é só me chamar. — Deu uma apalpada na minha bunda. — Hoje, quando eu comer a Cleide no escurinho, vou pensar em você!
Fui para a casa toda feliz. Dali em diante, transamos mais algumas vezes, porém precisei mudar de casa de novo porque o dono tinha vendido a casa.
Então é isso, pessoal! Se gostaram. Já sabem...comentem e nos sigam..hahaha... Quem ai gosta de uma chuvinha?
Bjos da sua loira biscatinha.
