Se tinha algo que a Vitória era, é linda, porra minha irmã sempre foi linda, os cabelos loiros sempre bem cuidados e cheirosos, boca sempre de gloss roseo, minha irmã era jogadora de vôlei e mantinha um estilo paty, antes de morar em uma casa quando ela e a mae dela se mudaram pra casa do meu pai, a vih era moradora de um condomínio bonito da serra gaúcha, a mae dela era vendedora de imóveis entao tinha trabalho fácil, a cidade que a gente mora é grande até e moramos na zona rural, fica a uma hora da capital Porto Alegre, eu adorava ir no centro, dava pra fumar escondido e as vezes beber com os amigos, até a Vitória descobrir uma vez o maço de L&M(marca do cigarro se você não conhece) na minha mochila, eu praticamente virei escravo dela, se nao ela ia me entregar, a maldita tinha um cavalo, Pitiço era o apelido dele, e eu que tava cuidando dele, tinha que levar ele pro pastor antes da escola, na volta da escola tinha que levar ele pro cocho pra escovar e dar ração, na verdade eu até que gostava dessa função, mas um dia a boca grande contou pro meu pai e nao foi nada do que eu imaginei, ele so disse que desde que eu sustentasse meu próprio vício não teria problemas, sinceramente até perdeu a graça de fumar, por que a graça era ser proibido, e foi nessa de proibido que as coisas ficaram perigosas, eu juro por tudo de mais sagrado que eu peguei o celular da vitória pra ver a hora, e quando desbloquei vi uma propaganda pornografica, mas nao era vídeo, e tinha um texto, foi assim que descobri o site, ela tava lendo uma história de uma mulher que era dominada e uns papo estranhos de apanhar, gravei o site pra pesquisar depois, e mano, até que tinha umas histórias bem legais e por algum motivo eu gostava mais da histórias entre irmãos, mas nunca pensei na Vitória com segundas intenções.
Passei a curtir cada vez mais esse tipo de conteúdo e aos poucos a imagem da Vitória foi se formando na minha mente quando eu me masturbava até que toda vez que eu sentia tesao, ela que vinha na minha cabeça, inevitavelmente comecei a olhar a Vitória de forma mais maldosa, por assim dizer, quando ela vinha pra casa com o short de vôlei, suadinha e a roupa colada no corpo, meu Deus, eram os dias mais difíceis de resistir, mas o ápice mesmo foi o dia que peguei ela se tocando, ela tava sozinha em casa, eu voltei mais cedo pra casa aquele dia por que o professor tinha faltado, eu entrei pelos fundos por que era a porta que eu tinha as chaves, não chamei ninguém por que geralmente esse horário a dondoca tava dormindo, quando passei na frente do quarto dela, ouvi uns gemidinhos, olhei pelo buraco da chave, se fosse um namoradinho talvez eu entrasse no quarto e brigasse, mas era so ela, pele suada, perns abertas, e a mão frenética esfregando o clitoris, a bucetinha, ou melhor a bucetona dela era linda, rosada com as bordinhas um pouco mais escuras, uns poucos pelinhos e bem gordinha, meu pau ficou duro na hora, tive que bater mais de uma aquele dia, depois daquele dia, nao dava mais pra ver ela da mesma forma, so de ver ela ja me atiçava, o que fez nós nos afastarmos bastante a ponto de não conversarmos por que eu tinha medo de não me segurar e agarrar ela, ela por sua vez não me ajudava muito, os pijamas dela pareciam prestes a rasgar, as roupas de inverno dela ficavam lindas no corpo dela, a fala mansa dela(que dificilmente estava mansa), tudo nela gritava erotismo e eu, eu tinha que resistir, era obrigado a resistir