Fernanda e Beatriz se odeiam mas tranzam no banheiro masculino da empresa

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Lésbicas
Contém 1452 palavras
Data: 01/02/2026 02:03:33

O caderno permanecia aberto sobre a mesa de Bruno, suas páginas grossas e amareladas como se guardassem segredos há décadas. Os dedos dele deslizaram sobre a capa de couro gasto, sentindo a textura áspera sob as pontas, enquanto um sorriso lento se espalhava em seus lábios. Ainda tem mais, ele havia murmurado, e agora, com o sangue quente da excitação latejando em suas veias, estava pronto para descobrir até onde aquele poder podia levá-lo.

Seus olhos percorreram o escritório quase vazio—era quase hora do almoço, e a maioria dos funcionários já havia saído. Só restavam os murmúrios distantes da copa e o zumbido do ar-condicionado. Bruno folheou o caderno até uma página em branco, pegou a caneta esferográfica que estava ao lado e hesitou por apenas um segundo antes de começar a escrever.

"Beatriz e Fernanda. Banheiro masculino do terceiro andar. Agora."

Ele parou, a caneta pairando sobre o papel. As duas mulheres se detestavam—todo mundo no escritório sabia disso. Beatriz, a gerente de marketing de voz cortante e olhares fulminantes, e Fernanda, a analista de TI sarcástica, que vivia trocando indiretas ácidas em reuniões. A tensão entre elas era tão espessa que até o ar parecia carregado sempre que estavam no mesmo cômodo.

Bruno sorriu. Isso vai ser interessante.

Ele continuou escrevendo, traçando as letras com precisão cirúrgica: "Elas vão entrar juntas, trancar a porta e descontar toda a raiva uma na outra. Sexo brutal, sem carinho, só ódio transformado em luxúria. Uma vai gozar na boca da outra. E elas não vão perceber a câmera."

Satisfeito, ele fechou o caderno com um estalo seco e guardou-o no bolso interno do paletó. Depois, pegou o celular, abriu o aplicativo da câmera escondida que havia instalado no banheiro masculino naquela mesma manhã—previdência era tudo—e ajustou o ângulo. A lente, disfarçada como um detector de fumaça, captava perfeitamente o espaço entre a pia e o boxe.

Não demorou nem cinco minutos.

Primeiro, Beatriz entrou, seus saltos altos ecoando no corredor vazio. Seu cabelo castanho-escuro estava preso em um coque impecável, a saia lápis justa realçando as curvas enquanto ela olhava ao redor, desconfiada. Poucos segundos depois, Fernanda apareceu, a porta batendo atrás dela com um baque. Seu corpo magro, sempre coberto por blusas largas e calças de tecido, contrastava com a postura rígida de Beatriz.

— O que você está fazendo aqui? — Beatriz cruzou os braços, o tom ácido. — Esse é o banheiro dos homens, ou você não sabe ler?

Fernanda revirou os olhos, mas em vez de responder com outra provocação, como de costume, seus lábios se entreabriram em um suspiro trêmulo. Bruno, observando pela tela do celular, viu o momento exato em que algo mudou. Os olhos de Fernanda se fixaram nos de Beatriz, e um rubor subiu pelo pescoço dela, manchando as bochechas claras.

— Feche a porta — Beatriz ordenou, a voz rouca, quase um rosnado.

Fernanda obedeceu sem questionar.

O que aconteceu a seguir foi tão rápido que, se Bruno não estivesse prestando atenção, teria perdido. Beatriz avançou, empurrando Fernanda contra a parede de azulejos frios, seus corpos colidindo com um baque surdo. As mãos de Beatriz agarraram os cabelos curtos e escuros de Fernanda, puxando sua cabeça para trás enquanto suas bocas se chocavam em um beijo violento, dentes batendo, línguas lutando por domínio. Fernanda gemeu contra os lábios da outra, as unhas cravando-se nos ombros de Beatriz através do tecido da blusa.

Bruno ajustou o volume do celular. Os sons que vieram a seguir eram molhados, desesperados—respirações ofegantes, tecidos rasgando, pele batendo contra pele.

— Puta — Beatriz sibilou, mordendo o lábio inferior de Fernanda até fazer sangue. — Você acha que pode me desafiar, sua vadia?

Fernanda não respondeu com palavras. Em vez disso, suas mãos desceram com fúria, arrancando o cinto de Beatriz e abindo a saia com um puxão brusco. A calcinha de renda preta foi rasgada com um único movimento, e Beatriz arquejou quando os dedos de Fernanda afundaram nela sem aviso, dois, depois três, esticando-a sem piedade.

— Ahhh— Beatriz jogou a cabeça para trás, os quadris empurrando contra a mão da outra, traindo seu ódio com cada gemido rouco que escapava. — Isso mesmo, sua safada. Me faz gozar só pra você ver como é bom.

Fernanda não precisou de mais incentivo. Ela ajoelhou-se no chão sujo do banheiro, as mãos tremendo enquanto puxava Beatriz para perto de seu rosto. A língua dela saiu, larga e quente, lambendo do períneo até o clitóris inchado em um único movimento longo e devasso. Beatriz estremeceu, as coxas tremendo, e segurou a cabeça de Fernanda com força, empurrando-a contra si.

— Chupa, sua vagabunda. Chupa como se fosse a última vez.

Bruno sentiu o próprio pau latejar dentro da calça ao ver a cena. A câmera capturava tudo em ângulo perfeito—os lábios de Fernanda brilhando com a umidade de Beatriz, os dedos dela afundados nas nádegas da outra, marcando a pele com unhas vermelhas. Os sons eram ainda mais obscenos: o som molhado da boca de Fernanda trabalhando, os gemidos abafados de Beatriz, o ocasional tap de pele contra azulejo quando Beatriz batia a cabeça de Fernanda contra a parede, exigindo mais.

— Vai gozar, sua puta? — Fernanda rosnou, puxando-se para trás apenas o suficiente para cuspir as palavras antes de mergulhar de volta, sugando o clitóris de Beatriz entre os dentes.

— Sim, sim, eu vou— Beatriz não terminou a frase. Seu corpo inteiro se contraiu, as costas arqueando, e um jorro quente de fluidos escorreu pela boca de Fernanda, que engoliu tudo com um gemido gutural, os olhos arregalados, as lágrimas escorrendo pelo rosto. Ela não parou, não mesmo—continuou lambendo, chupando, como se quisesse sugar a alma de Beatriz através daquele orgasmo.

Quando Beatriz finalmente a empurrou para longe, ofegante, Fernanda estava com o queixo e a boca brilhantes, os lábios inchados. Ela se levantou devagar, os olhos ardendo com uma mistura de ódio e algo mais escuro, mais faminto.

— Sua vez — Beatriz murmurou, a voz áspera. Ela girou Fernanda com violência, empurrando-a contra a pia. O espelho acima delas refletiu o momento em que Beatriz ajoelhou-se, arrancando a calça de Fernanda com um puxão tão brusco que o tecido rasgou. Não houve preliminares. Não houve carinho. A língua de Beatriz invadiu Fernanda sem aviso, grossa e implacável, enquanto os dedos dela se enterravam nas coxas da outra, deixando marcas que durariam dias.

Fernanda gritou, as mãos se fechando em punhos contra o espelho, os quadris sacudindo sem controle. — Porra, porra, porra—

Bruno não conseguia tirar os olhos da tela. A câmera capturava cada detalhe—o modo como os músculos das coxas de Fernanda tremiam, como os dedos de Beatriz afundavam nela enquanto a língua trabalhava sem piedade, como os seios de Fernanda balançavam soltos dentro da blusa aberta. Era sexo puro, cru, alimentado por anos de raiva reprimida.

Quando Fernanda gozou, foi com um grito abafado, as pernas cedendo, o corpo inteiro sacudindo enquanto jorros claros escorriam pela boca de Beatriz, que os engoliu com um prazer doentio, lambendo os lábios depois como se saboreasse o último pedaço de um banquete.

Silêncio.

As duas ficaram paradas por um longo momento, respirando com dificuldade, os corpos ainda colados, a pele pegajosa de suor e fluidos. Beatriz foi a primeira a se afastar, ajustando a saia rasgada com mãos trêmulas. Fernanda se virou, as costas encostando na pia, os olhos arregalados, como se acabasse de acordar de um sonho febril.

— O que… o que foi isso? — Fernanda passou a mão pela boca, ainda úmida, o gosto de Beatriz lingerando em sua língua.

Beatriz não olhou para ela. Seu rosto estava uma máscara de confusão e algo que parecia vergonha. — Não sei. — Sua voz estava rouca. — Mas… porra, isso foi bom.

Fernanda riu, um som amargo, sem humor. — Você está louca. Nós nos odeiamos.

— Eu sei. — Beatriz finalmente encontrou os olhos de Fernanda no espelho. Havia algo ali—algo que não era ódio. Algo queimando, lento e perigoso. — Mas isso… isso foi melhor do que ódio.

Fernanda não respondeu. Em vez disso, ela se endireitou, passando os dedos pelos cabelos bagunçados, tentando se recompor. — Isso não pode acontecer de novo.

— Não — Beatriz concordou, mas suas mãos tremiam enquanto ela arrumava a blusa. — Não pode.

Elas saíram do banheiro uma após a outra, sem se tocar, sem se olhar. A porta se fechou atrás delas com um clique suave.

Bruno desligou a câmera, guardou o celular e recostou-se na cadeira, o caderno ainda quente em suas mãos. Seu pau doía, latejando contra o zíper, mas ele não se mexeu para aliviá-lo. Não ainda.

Ele abriu o caderno novamente, folheando até uma página fresca. A caneta pairou sobre o papel, pronta para a próxima ordem.

Ainda tem muito mais.

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