Carnaval em Família Dia 1

Um conto erótico de Paula
Categoria: Heterossexual
Contém 2972 palavras
Data: 07/02/2026 17:23:06

Paula pisou no asfalto quente da Rodoviária Novo Rio, o sol de fevereiro batendo forte nas costas dela, fazendo o suor escorrer entre os seios firmes e médios que balançavam livres sob a regata fina. 19 anos, loira, alta, com curvas que chamavam atenção: bunda avantajada que rebolava a cada passo, coxas grossas moldadas por anos de academia esporádica.

Paula mora em uma cidadezinha no interior de Minas Gerais com o namorado, um cara lindo, alto, moreno, com sorriso perfeito. Ele passou num concurso público, e eles se mudaram pra lá fazia uns seis meses, pra uma vida estável, previsível. Casa alugada, rotina de trabalho, sexo duas vezes por semana, sempre no mesmo ritmo: missionário, gozada rápida, beijo de boa noite. E agora, com o feriado de Carnaval se aproximando, ela decidiu voltar pro Rio pra ver a mãe.

Já no Rio no ônibus, durante a viagem em direção a casa da sua mãe, Paula checou o celular mil vezes. Mensagem do namorado: "Boa viagem, amor. Aproveita o feriado com a família. Saudade do teu cheiro." Ela respondeu: "Tô chegando, te amo. Beijo na boca."

Chegando na casa da mãe em Botafogo, o condomínio antigo com cheiro de maresia e barulho de ondas distantes, Paula abriu a porta com a chave reserva. A mãe, uma mulher de uns 45 anos, veio correndo da cozinha, braços abertos, cheirando a perfume floral e um resto de cigarro.

— Minha filha! Que saudade, caralho! Vem cá, me abraça direito. — A mãe apertou Paula contra o peito, mãos nas costas dela, sentindo o corpo curvilíneo. — Como foi a viagem? E o namorado, aquele bonitão? Tá te tratando bem?

Paula riu, devolvendo o abraço, sentindo o calor familiar.

— Foi tranquila, mãe. Ele tá bem, mandou beijo. Ele ficou trabalhando. Mas feriado é feriado, né? Quis vir pra cá, matar saudade de vocês. Onde ta o Juan?

— Aquele safado tá no futebol, falei pra ele que você chegaria hoje a tarde, mas mesmo assim ele foi. Menino problemático.

Elas conversaram mais um pouco na cozinha, a mãe servindo um suco gelado, contando fofocas do bairro. Paula contou sobre a vida em MG: o namorado cuidadoso, o sexo bom mas previsível, as amigas que ela via pouco agora. A mãe que sempre foi aberta sobre sexo como se fosse conversa de supermercado ouvia, acendendo um cigarro.

— Sexo previsível é foda, filha. Tem que apimentar. Eu, no teu lugar, já teria experimentado algo novo. Mas você sabe, né?

Depois de conversar por horas, Paula subiu pro antigo quarto dela que a mãe tinha preparado porque sabia que ela viria. Tomou um banho rápido, água morna escorrendo pelo corpo nu, sabonete deslizando pelos seios firmes, bicos endurecendo com o toque.

À noite, Paula saiu com as amigas antigas do Rio. Festa em uma boate em Copacabana, música alta, drinks coloridos. Elas dançaram, riram, depois de algumas horas, Paula voltou pra casa por volta das duas da manhã.

Entrando em casa, a mãe já dormia. A sala estava iluminada pela TV, som baixo de um documentário sobre animais selvagens. Juan ali, esparramado no colchão que ocupava o centro da sala, pernas compridas esticadas, short de tactel cinza folgado na cintura, barriga definida aparecendo onde a camiseta subiu. Ele comia miojo frio de uma tigela, garfo na mão, óculos tortos no rosto bonito, cabelo bagunçado.

Mas algo chamou a atenção dela. O volume no short. Ela tinha ouvido a mãe comentar casualmente em conversas com umas amigas: "Esse menino é dotado, puxou o pai, mas exagerou. deve ter uns vinte e três pra vinte e quatro centímetros." Todo mundo ria, inclusive Paula, mas na época ela não dava muita bola.

— Ei, mana! — Juan sorriu ao vê-la, sentando um pouco, tigela no colo. — Minha mãe disse que você tinha ido pra uma festa Voltou cedo?

Paula riu, chutando os tênis pra longe, sentando na ponta do sofá ao lado do colchão.

— Cedo? São duas da manhã. comendo miojo? Que vida, hein?

Juan deu de ombros, rindo carinhoso, aquele riso que derretia ela por dentro.

— Melhor que nada. A mãe fez janta, mas eu tava malhando até tarde, sabe? — Ele esticou os braços, músculos flexionando. — E aí, como foi a festa? Pegou alguém?

— Peguei? Tenho namorado, seu idiota. — Paula piscou, inclinando o corpo pra frente, olhando o short dele de canto. O pau parecia se mexer um pouco, ou era ilusão? — Foi legal. Dancei com as amigas, bebi caipirinha. Elas contaram umas histórias...

Juan ergueu uma sobrancelha, curioso, mas passivo como sempre.

— Histórias? Conta aí, mana. Eu sou todo ouvidos.

— Não é nada demais disse ela;

Paula sentiu a boca seca de repente, o gosto residual da caipirinha da festa. O documentário na TV já tinha mudado pra um sobre serpentes venenosas, mas ninguém prestava atenção de verdade.

— Tô com fome também — murmurou ela, voz um pouco rouca. — Vou pegar algo na cozinha. Quer algo?

Juan balançou a cabeça, sorrindo preguiçoso.

— Não, tô cheio. Tem uma pizza na geladeira.

Ela se levantou devagar, sentindo o short jeans apertado roçar na buceta. Passou por cima das pernas compridas dele, o pé roçando de leve na coxa grossa, e foi até a cozinha. Abriu a geladeira, pegou duas fatias de pizza fria, um copo d’água gelada. Enquanto mordia a primeira fatia, encostada na pia, olhou de volta pra sala: Juan continuava lá, deitado de lado agora, cotovelo apoiando a cabeça, óculos refletindo a luz azulada. O short de tactel cinza marcava tudo. Mesmo de lado, o volume era impossível de ignorar. Paula engoliu a pizza quase sem mastigar, o coração batendo forte no peito.

Voltou pro colchão, dessa vez se sentando bem do lado dele, coxa colada na coxa dele. O calor do corpo dele atravessava o tecido fino. Ela esticou as pernas ao lado das dele, tão compridas que os pés dela mal chegavam na metade das canelas dele.

— Pizza fria é o melhor remédio pra ressaca — disse ela, oferecendo um pedaço.

Juan pegou, mordeu, mastigou devagar.

— Verdade. Melhor que miojo. — Ele riu baixo. — As tuas amigas ainda são loucas?

E aí começou. Conversa leve, risadas fáceis, como sempre foi entre eles. Paula contou sobre a amiga que quase transou no banheiro da boate com um cara que ela mal conhecia, sobre o DJ que tocou funk pesado e todo mundo rebolando, sobre como ela dançou até suar a regata grudar nos peitos. Juan ria, comentava, fazia piada sobre ser “o irmão careta que fica em casa”. Ele contou da academia, de como a personal aumentou a carga no supino, de como uma menina nova na sala de musculação ficou olhando pra ele o tempo todo. Paula sentiu uma pontada de ciúme que não deveria sentir.

— Aposto que ela queria ver de perto esse teu “equipamento” famoso — brincou ela, cutucando o braço dele.

Juan corou, riu desconfortável.

— Para com isso, Paula. Tá parecendo minha mãe.

— Bom, ela não mente. — Ela deu de ombros, mordendo o lábio. — E eu já ouvi ela falando com as tias. “O Juan é abençoado, menina. Vai fazer muita felicidade por aí.”

Ele balançou a cabeça, mas não negou. Continuaram conversando. Uma hora passou voando: histórias da infância, zoação sobre a mãe fumando escondido.

Então Juan caiu no sono.

Não de repente. Foi gradual. As respostas dele foram ficando mais curtas, o riso mais baixo. Ele se ajeitou no colchão, deitando de costas de novo, braços atrás da cabeça, olhos na TV. Mas Paula viu. Caralho, ela viu.

O short de tactel cinza, que antes só marcava um volume grosso e pesado, começou a mudar. Primeiro foi só uma contração sutil, como se o pau tivesse acordado. Depois veio o inchaço rápido. O tecido fino esticou devagar, revelando o contorno exato da cabeça grossa, arredondada, empurrando o pano pra cima. Veias grossas começaram a se marcar sob o tecido, linhas tortas e salientes que subiam pelo comprimento inteiro. O pau não estava totalmente duro ainda, mas já crescia, engrossava, alongava.

A cabeça agora pressionava forte contra o elástico da cintura, quase escapando pela abertura lateral. Paula calculou mentalmente: já devia estar com uns 18 centímetros mole, e crescendo. Vinte e três, vinte e quatro, como a mãe dizia. Maior que o do namorado dela, que mal chegava nos 14 ereto e gozava rápido.

Ela tentou ignorar. Virou o rosto pra TV, fingiu prestar atenção na serpente que engolia um rato inteiro na tela. Mas não conseguia. Os olhos voltavam sozinhos. O pau pulsava agora, visivelmente, o tecido se movendo a cada batida do coração dele.

Pensamentos aceleraram na cabeça dela como um filme quebrado.

"O namorado... bonito, carinhoso, mas o pau dele parece um dedo comparado com isso. Ele entra e sai, goza em dois minutos, me deixa com aquela sensação de “foi só isso?”. Esse aqui... esse pau ia me abrir toda, esticar as paredes da buceta até doer, depois virar prazer puro. Ia encher meu útero de porra quente, grossa, transbordando pelas coxas."

Paula apertou as coxas uma contra a outra, tentando aliviar a pressão na buceta latejante. A calcinha estava ensopada agora, o tecido fino grudado nos lábios inchados. Ela respirou fundo, devagar, tentando se controlar.

Mas o pau de Juan deu mais um pulso forte, a cabeça inchando visivelmente contra o short, e ela soube que não ia conseguir ignorar por muito mais tempo.

Paula não aguentava mais ver o pau dele através do tecido. A buceta dela latejava tanto que doía, os lábios inchados roçando na calcinha ensopada a cada respiração. Ela olhou pro rosto de Juan adormecido.

Ela estendeu a mão devagar, dedos trêmulos pairando acima do volume. Parou um segundo, coração martelando nas costelas. Depois tocou.

Por cima do tecido primeiro. A palma aberta cobriu a extensão grossa. Caralho. Pulsava quente contra a pele dela, como se tivesse vida própria. Grossura absurda, o contorno da cabeça empurrando o tactel fino, veias salientes marcando linhas duras sob os dedos. O calor atravessava o short direto pra mão dela, um calor vivo, quase febril. Paula apertou de leve, só pra sentir melhor. O pau deu um pulso forte em resposta, endurecendo mais, subindo uns centímetros extras. Ela sentiu o sangue correndo ali dentro, grosso e rápido.

— Porra… — sussurrou ela pra si mesma, voz rouca.

Juan não se mexeu. Só respirou um pouco mais fundo, como se sonhasse.

Paula ousou mais. Dedos no elástico da cintura do short. Puxou devagar, centímetro por centímetro, o tecido descendo pela coxa grossa dele. Quando a cabeça escapou pela abertura, livre, Paula prendeu o fôlego.

Era maior do que qualquer foto mental que ela tinha construído. Curvatura suave pra cima, grossa na base, afinando só um pouco antes da cabeça inchada, vermelha Veias grossas como dedos serpenteavam pelo comprimento inteiro, pulsando visivelmente.

A cabeça era enorme, cogumelo largo, a fenda já aberta. O saco pendia pesado entre as coxas, dois ovos grandes, cobertos de pelos curtos e escuros, cheios, tensos. O pau inteiro balançava levemente com a respiração dele, apontando pro teto agora, livre do short.

Paula sentiu a buceta contrair forte, um jorro quente molhando mais a calcinha. Era real. Tudo que a mãe falava Maior que o do namorado, mais grosso, mais pesado.

Ela se levantou rápido, pés descalços no chão frio. Foi até o quarto, abriu a gaveta da escrivaninha bagunçada. Achou a régua de 30 cm que ele usava pra desenhar. Desceu de volta, coração na boca.

Juan continuava deitado, olhos fechados, respiração ritmada.. Paula se ajoelhou ao lado do colchão, régua na mão direita. Com a esquerda, segurou a base do pau, mal conseguia fechar os dedos em volta da grossura. Posicionou a régua ao lado, da raiz até a ponta da cabeça.

23,6 cm. Exatos

Ela largou a régua. Mão direita envolveu a base, apertando devagar. Começou a masturbar lento, subindo e descendo, pele quente e sedosa deslizando sobre veias duras. O pau pulsava na palma, endurecendo mais a cada passada. Juan gemeu baixo no sono — um “hmmmm” rouco, longo. O quadril dele subiu levemente, instintivo, empurrando pra dentro da mão dela. Reação "inconsciente", mas clara. Ele queria.

Paula baixou o rosto. Cheiro forte invadiu as narinas: suor de macho, almíscar pesado, um toque de sabonete residual e pré-gozo salgado. Ela lambeu a cabeça devagar, língua plana coletando o fio grosso que escorria. Gosto salgado-doce, viscoso, quente na língua. Ela gemeu baixinho contra a pele, vibrando o pau inteiro.

Abocanhou.

A cabeça entrou com esforço, esticando os cantos da boca. Grossa demais. Paula chupou com vontade crescente, língua rodando na fenda, sugando o pré-gozo que não parava de vazar. Mão direita punhetava a base, apertando e girando, enquanto a esquerda descia pro próprio short, dedos enfiando por baixo da calcinha. Dois dedos na buceta encharcada, fodendo devagar, sincronizado com a chupada.

— Mmmph… — gemeu ela com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo, pingando no saco pesado.

Juan gemeu de novo, mais alto. “Aaaah…” rouco, sonolento. Quadril subiu outro pouco, empurrando mais pau pra dentro da boca dela. Ainda dormindo, ou quase. O pau inchou mais na garganta, veias pulsando contra a língua. Paula engasgou levemente, olhos lacrimejando, mas não parou. Chupava mais fundo, punhetando rápido na base, dedos na própria buceta acelerando.

Paula não suportava mais a espera. A buceta dela estava aberta, escorrendo, latejando em volta dos próprios dedos que ainda fodiam devagar. O pau de Juan, duro como pedra, brilhava de saliva e pré-gozo, apontando pro teto como se pedisse pra ser montado. Ela se levantou de joelhos, tirou o short jeans e a calcinha encharcada num movimento rápido, jogando tudo no chão. Nua da cintura pra baixo, subiu no colchão, uma perna de cada lado das coxas grossas dele.

Juan continuava de olhos fechados, respiração pesada, gemendo baixinho no sono a cada pulsar do pau. Parecia sonhar com ela, ou com qualquer coisa que fizesse o quadril dele subir de leve.

Paula posicionou a buceta bem em cima da cabeça inchada. A fenda quente roçou a glande vermelha, melando-a com o gozo dela. Ela segurou a base grossa com uma mão, guiando. Pressionou devagar.

A cabeça enorme encontrou resistência imediata. Os lábios da buceta se abriram ao máximo, esticando em volta da coroa larga. Paula sentiu o alongamento extremo, quase dor, uma queimação deliciosa que fazia os olhos lacrimejarem. “Caralho… tá me abrindo toda…”, pensou, mordendo o lábio inferior até sentir o gosto de sangue. Desceu mais um centímetro, gemendo baixinho: “Aaaah… devagar… devagar…”

A sensação era de ser partida ao meio. A cabeça passou o anel apertado da entrada, inchando as paredes internas, pressionando cada nervo. Paula apertou os próprios seios com força, unhas cravando na carne firme, beliscando os bicos duros enquanto descia mais. O pau escorregava devagar, centímetro por centímetro, veias grossas roçando as paredes molhadas, abrindo caminho onde nunca ninguém tinha chegado tão fundo.

Chegou a uns 2/3 — uns 16 centímetros enterrados. Já sentia o colo do útero sendo pressionado, uma bola dura batendo lá no fundo. Estava cheia pra caralho, a buceta dilatada ao limite, latejando em volta da grossura que pulsava dentro dela. “Tô cheia… tô tão cheia… nunca senti isso…”, murmurou ela, voz tremendo.

Começou a cavalgar devagar. Subia até quase a cabeça escapar, descia de novo com um gemido rouco: “Ohhhh… porra… que pauzão…” O movimento era lento, sensual, cada descida fazendo a buceta engolir mais um pouco, o som molhado de carne contra carne enchendo a sala. Ela apertava os seios com mais força, rolando os bicos entre os dedos, o corpo arqueando pra trás.

Acelerou. Os quadris subiam e desciam mais rápido, o pau agora batendo fundo a cada estocada. A dor inicial tinha virado prazer puro, uma onda quente que subia pela espinha. O primeiro orgasmo veio rápido: buceta contraindo forte em volta do pau, corpo tremendo inteiro. “Aaaaaah… tô gozando… tô gozando no teu pau, Juan… Siiiiim…”. Mordia o lábio com força pra não gritar alto e acordar ninguém.

Não parou. Outro orgasmo veio em seguida, mais forte. Pernas tremendo, buceta esguichando um jorro quente que melava o pau e o saco pesado dele. “Kkkkkk… de novo… caralho… tô gozando de novo…” Desabou lentamente cima dele por alguns segundos, peitos esmagados contra o peito dele, respiração ofegante na orelha dele. O pau ainda duro dentro dela, pulsando, sem gozar.

Ela desceu devagar, o pau saindo com um “plop” molhado, coberto de creme branco do gozo dela, veias brilhando de fluidos misturados. Paula se ajoelhou entre as pernas dele, boca aberta. Chupou o pau melado inteiro, gosto dela misturado com o salgado-doce dele. Língua rodando na cabeça, sugando o creme grosso que escorria. Punhetava a base com as duas mãos, boca descendo o máximo que conseguia, engasgando levemente na grossura.

Juan gemeu alto no sono: “Aaaah… Quadril subiu instintivo, empurrando mais fundo na garganta dela.

Paula acelerou a punheta, chupando com fome, língua pressionando a veia principal. Sentiu o pau inchar mais, as bolas se contraindo. Ele ia gozar.

O primeiro jato veio forte, direto na garganta. Porra quente, grossa, salgada, enchendo a boca dela. Paula engoliu rápido, mas veio mais, jatos potentes, um atrás do outro, transbordando pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo. “Mmmph… porra… tanta porra…” Tosceu um pouco, engasgando com o volume, mas não parou. Continuou chupando e punhetando, ordenhando cada gota. O resto escorreu pelos seios dela, pingando nos mamilos duros.

Quando o pau finalmente amoleceu um pouco na boca dela, Paula limpou tudo com a língua, lambendo o saco pesado, a base, a cabeça sensível. Engoliu o que restava, limpando o queixo com o dorso da mão.

Olhou pra ele: Juan ainda dormia, ou fingia, respiração lenta, um sorrisinho sonolento no rosto bonito. O pau repousava na coxa, melado, vermelho, ainda impressionante mesmo semiereto.

Paula deitou ao lado dele no colchão, corpo suado, buceta dolorida e satisfeita, coração batendo forte. O feriado estava longe de acabar. E ela sabia que queria mais. Muito mais.

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