OS DESEJOS DA ESCRAVA ISAURA - Parte 1

Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Grupal
Contém 1614 palavras
Data: 07/02/2026 13:52:08

Era primeiros anos do reinado do Sr. D. Pedro II. No fértil e opulento município de Campos de Goitacases...

Uma linda jovem tocava o piano no meio da sala. Com sua voz angelical cantarolava uma cantiga doce. Vestia um vestido de chita ordinária azul-claro. Uma cintura delicada, amplas ondulações parecia uma nuvem, do seio da qual se erguia a cantora como vênus nascendo da espuma do mar... Suas mãos delicada parecia der vida própria, dançava pelos enormes e duros teclados do piano. Com sua postura ereta dando uma certa elegância de uma dama, uma condessa. Mas ela não era nenhum das duas, ela é...

— Escrava Isaura, o que faz aqui parada? Não era para estar fazendo alguma coisa? Varrendo a casa, lavando as roupas, preparando o almoço.

— Senhora Malvina, me perdoe. Eu vi o piano e decidi...

— Não está sendo paga para se explicar; você está sendo paga para trabalhar.

Na verdade, Isaura não era paga por nada. Ela era uma escrava desde criança. No entanto, havia uma grande diferença entre ela e as outras escravas: Isaura tinha algo singular; era uma escrava branca.

Apesar de sua condição, Isaura possuía uma educação refinada e uma delicadeza incomum, algo que a distinguia das demais pessoas em situação semelhante. Seu destino fora selado desde cedo, entregue aos caprichos de sua senhora, Malvina.

Depois de arrumar a casa, Isaura preparava o almoço. Leôncio apareceu na cozinha e viu sua escrava diante do fogão. Aproximou-se dela com passos lentos.

— Isaura, sirva o café!

— Sim, senhorzinho Leôncio.

Ela serviu o café na xícara. Leôncio sentou-se à mesa e tomou seu café da manhã.

— Isaura, hoje está quente, não acha?

— Sim, senhorzinho, hoje está muito quente.

— Por favor, Isaura... pegue esse pano na mesa e limpe um pouco o meu pescoço. Estou começando a suar.

Isaura pegou o pano e se aproximou de Leôncio. Ao passar o tecido por seu pescoço, ele segurou a mão dela com firmeza inesperada. Levou os dedos de Isaura até a boca e os prendeu entre os lábios e começou a chupar os dedos dela, como se quisesse possuí-los, respirando fundo. Sentindo ainda cheiro e o gosto dos temperos da comida que ela preparara.

— Isaura, eu te amo... me dê um beijo, Isaura, só um beijo. — puxou os braços dela, tentando alcançar o rosto da escrava.

— Não, eu não quero... — Isaura se afastou com repulsa mal disfarçada.

Malvina entrou na cozinha e encontrou a escrava agitada junto ao fogão, enquanto seu marido tomava calmamente uma xícara de café, como se nada tivesse ocorrido.

— A essa hora tomando café da manhã, Leôncio? Achei que já estivesse na cidade. Você disse que tinha negócios...

— Sim, Malvina, eu sei. Apenas parei um pouco para tomar café e jogar conversa fora com a escrava.

Leôncio levantou-se com tranquilidade e saiu para resolver seus afazeres na cidade. Malvina lançou um olhar severo a Isaura e, em seguida, deixou a cozinha, abandonando-a novamente ao serviço

Perto do fim da tarde, Isaura foi até a senzala. Lá, acontecia uma pequena festa; podiam-se ouvir os tambores tocando. Todos dançavam e cantavam.

Isaura entrou no meio da roda e começou a dançar junto com os outros escravos. Em seguida, foi tirando peça por peça da roupa, até ficar completamente nua. Isaura dançava nua entre os escravos, livre, como um animal selvagem. Seus grandes seios balançavam para cima e para baixo; suas nádegas pareciam ter vida própria.

Um dos escravos entrou na dança e a agarrou, dando-lhe um beijo na boca. Depois veio outro, que também a beijou. De repente, Isaura ficou cercada por escravos que saciavam seus desejos.

Um dos escravos sentado ergueu um copo.

— Por favor Isaura, eu dou com muita sede...

— Então irei matar a tua sede! - disse ela abrindo as pernas e puxando a buceta a fazer xixi no copo.

Com copo cheio o escravo tomou como se fosse agua a matar a sede.

— Calma, rapazes, vou dar para todo mundo hoje. É só fazer a fila — disse Isaura, exibindo seu belo sorriso branco.

Os escravos formaram uma enorme fila, cada um respeitando a vez do outro. Entravam e saíam, saíam e entravam. Durante todo o tempo, Isaura permanecia ali, deitada no chão sujo da senzala, com as pernas abertas, expondo sua buceta branca. Esperava os membros famintos daqueles escravos entrarem na fonte de seus desejos.

— O que vai querer, escravo: cu ou buceta?

— Cu — respondeu um escravo alto e forte.

Isaura se colocou de quatro, empinando a bunda branca e redonda. O primeiro escravo montou nela sem demora, forçando o pau grosso direto no cu apertado. Ela gritou alto, era muito grande e grosso que parecia rasgar o cu, era a primeira vez que fazia o anal. Mas logo o sofrimento virou tesão , e ela começou a gemer rouca, rebolando contra ele.

Quando o homem gozou enchendo o cu dela de porra quente, outro já estava esperando. Aproveitou a mesma posição, meteu sem piedade e continuou o serviço. Um atrás do outro, eles passaram a tarde inteira usando o rabo de Isaura. Ela ficou ali, de quatro, até o sol sumir e a noite cair.

*

A escrava branca voltou para a casa dos patrões. Malvina a esperava na sala, junto ao piano.

— Isaura, onde estava?

— Senhora Malvina... eu estava no jardim, cuidando das flores — respondeu com a voz tímida e recatada, os olhos baixos.

— Mentira. O senhor Belchior disse que você não apareceu por lá. Onde estava, escrava?

— Eu estava conversando com outros escravos.

— Por que mentiu, Isaura? — questionou Malvina, de pé, aguardando a resposta.

— Eu me confundi... mas estou aqui, senhora Malvina. Precisa de alguma coisa?

— Sim. Quero que toque para mim.

— Sim, sinhá Malvina.

Isaura sentou-se ao piano e começou a tocar com seus dedos delicados. Malvina, acomodada no sofá, observava a escrava executar um adágio de Bach. Após alguns instantes, levantou-se e caminhou lentamente até ela. Pousou a mão no ombro de Isaura, acariciando a pele macia da escrava.

Isaura continuou a tocar. Virou levemente o rosto, sentindo o peso daquele toque silencioso.

— Continue, Isaura. Essa música é bonita.

Malvina começa a acariciar os ombros da escrava, massageando-a. Isaura continuava a tocar o piano suavemente com seus dedos delicados. De repente, Malvina começa a passar a mão por dentro da roupa da escrava, sentindo aquela pele branca e suada. Puxou um pouco a roupa, revelando a nudez dos belos ombros. Isaura observava discretamente, sem se manifestar e sem parar a música que continuava a tocar. Malvina desceu um pouco mais até alcançar os seios da escrava.

— Ah… sinhá Malvina…

— Continue a tocar, escrava! Não pare essa bela música… — disse a sinhá, apalpando e apertando com firmeza os seios da escrava, que soltou um leve suspiro.

Isaura começou a acelerar os dedos, e a música passou a soar mais rápida no piano. Logo, a melodia se misturou ao gemido da escrava. Quando Malvina apertou os mamilos, Isaura não aguentou, parou de tocar e se levantou ofegante, olhando para a sinhá, assustada, ainda com os seios à mostra.

— Sinhá…

— Não diga mais nada, Isaura. Me beije…

Ela agarrou a escrava e meteu a língua na boca dela em um beijo pesado e úmido.

— Aaaah... Sinhá Malvina, e se o seu marido chegar e pegar a gente assim? — perguntou Isaura, tentando recuperar o fôlego.

— Esquece o Leôncio, porra! Só me beija...

Malvina empurrou Isaura com força, fazendo a escrava bater com a bunda no teclado do piano, que soltou um som estridente. Sem cerimônia, a patroa abriu o corpete de Isaura e abocanhou seus seios, chupando os mamilos com uma fúria selvagem com tanta força que parecia querer tirar leite de uma vaca. Enquanto isso, Malvina enfiou a mão por baixo do vestido, esfregando a buceta molhada da escrava, que deu um solavanco ao sentir o toque.

Malvina enfiou a mão por baixo das saias pesadas, subindo pelas coxas até enterrar os dedos na buceta encharcada de Isaura. A escrava deu um grito abafado e arqueou as costas, sentindo os dedos da sinhá trabalharem rápido no seu grelo.

Malvina enterrou o rosto entre as coxas de Isaura com uma ferocidade animal, colando a boca aberta no clitóris latejante e sugando-o para dentro com uma pressão violenta que fazia um barulho de sucção constante e úmido. Ela chicoteava o grelo sensível com a ponta da língua e logo em seguida enfiava a face inteira na fenda escancarada, dando lambidas largas e pesadas que subiam do ânus até o topo da vulva, deixando o queixo e o nariz completamente brilhantes de tanto suco que jorrava da escrava. A sinhá trabalhava de forma frenética, alternando entre morder levemente a carne inchada e enfiar a língua lá no fundo do canal, provocando estalos úmidos e barulhentos que ecoavam na sala de música enquanto ela devorava Isaura com uma sede insaciável, focada apenas em sugar cada gota daquele mel até que a escrava, totalmente fora de si, começasse a descarregar o gozo diretamente na sua boca.

Aquilo durou pouco tempo até ouvirem os passos lá fora. Era Leôncio que tinha acabado de chegar. Malvina se levanta, saindo no meios das pernas da escrava.

- Nada melhor que chegar em casa ouvindo uma bela música. - disse Leôncio tirando o chapéu e vendo a escrava Isaura tocar piano e Malvina distraída no sofá lendo um romance.

Malvina se aproxima do marido e tenta matar a saudade com beijos.

- Amor, chegou cedo...

Ela beijar o marido.

- Que gosto estranho, comeu o que?

- Eu acabei de almoçar um bacalhau... meu marido deve está exausto da viagem. Deixa te fazer relaxar.

- Depois Malvina, o que preciso e de um bom banho. Isaura, vai preparar o meu banho.

- Sim, senhorzinho Leôncio. - disse a escrava indo fazer seu serviço.

...

continua na Parte 2.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive maxxxteels69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários