Eu Sempre Quis Fuder A Minha Mãe Gostosa, Finalmente Consegui - PARTE 2

Um conto erótico de FilhoProdigo
Categoria: Heterossexual
Contém 4779 palavras
Data: 07/02/2026 11:33:14

— IV —

Aquela única coisa, a coisa pela qual eu rezava desde os nove anos, aconteceu naquele mesmo mês. Tudo começou cerca de uma hora depois do jantar, numa quinta-feira à noite. Eu e a mamãe estávamos em casa e o voo do papai só chegava de madrugada. Eu estava no meu quarto, sentado na cama, tentando tirar a mamãe da cabeça. Ela tinha me deixado de pau duro o dia inteiro com uma blusinha de tricô colada e uma calça Levi's daquelas "levanta bumbum". Ela estava indo na academia comigo algumas vezes por semana e o resultado já estava aparecendo: o tríceps dela estava bem definidinho e aquela bunda redonda estava ainda mais empinada do que o normal dentro do jeans. Eu só conseguia pensar em levantar aquela blusa e chupar as tetas dela, depois abaixar aquela calça e enfiar meu pauzão na buceta dela. Mas esses pensamentos estavam começando a me deixar na bad. Era loucura. Ela era minha mãe e transar com ela era algo que simplesmente nunca ia acontecer.

Eu estava prestes a ligar para um chegado pra ir no cinema quando os dedos da mamãe bateram de leve na minha porta aberta.

— Oi, querido, olha só isso aqui — disse ela, entrando no quarto.

Nas mãos, ela segurava um sutiã meia-taça de veludo preto e uma calcinha combinando. Ela balançava as peças segurando pela pontinha do polegar e do indicador, uma em cada mão. A escala massiva das copas do sutiã mandou um arrepio de tesão pelas minhas pernas.

— Gostou? — ela perguntou.

— Uau — sussurrei.

— Comprei hoje. São pro seu pai.

— Acho que ficariam melhor em você — eu disse.

Mamãe deu uma risadinha. — Seu bobo.

Eu sempre tinha sido tão respeitoso com os meus elogios pra mamãe, mesmo quando as coisas mais sujas estavam na ponta da língua. Mas dessa vez eu toquei o foda-se. Decidi fingir que ela era uma namorada e falar o que viesse na cabeça.

— Puta que pariu, você deve ficar muito gostosa vestindo isso — eu disse.

Os olhos da mamãe se arregalaram pra mim e ela pareceu respirar fundo, pensativa.

— Nossa, obrigada, querido. Você acha que ele vai gostar?

— Aham. Só de imaginar você vestindo isso já tá me deixando excitado. Mas você fica gostosa em qualquer coisa, mãe.

— Ah, Beto — ela riu —, para com isso antes que eu fique me achando.

— Não tô puxando seu saco. Seu corpo é coisa de outro mundo.

— Uau. Ai, meu Deus. Obrigada, meu amor. Você também é um pedaço de mau caminho.

Ela estava sorrindo em êxtase, olhando pro nada. Ela estava acostumada com as cantadas grosseiras dos pedreiros na rua e a indiferença total do marido, sem nada no meio termo. Meu elogio sincero e na lata tinha acertado em cheio. Um silêncio quente tomou conta do quarto.

— E aí? — eu disse.

— Humm?

— Vai desfilar pra mim ou não?

Ela olhou para a lingerie na mão dela. — Ah, não sei, Beto, vou me sentir meio sem jeito.

— Ah, qual é. Fiquei aqui enchendo sua bola pra nada?

— Meu Deus, pensar que eu ainda consigo deixar um garoto de dezoito anos excitado... — Ela realmente não percebia a deusa que era. A beleza modesta é uma coisa maravilhosa. — Tá bom — disse ela, animada —, só pra você me dar o veredito final.

Ela foi para o quarto dela e eu me deitei de volta na cama, esfregando meu pau duro por cima do jeans. Ela nem tinha colocado o sutiã e a calcinha ainda, mas na minha cabeça ela já estava sem eles.

Um minuto depois, ela chamou lá do quarto:

— Pronto, querido, vem ver.

Levantei e fui até a porta do quarto dela lambendo os beiços e ligando a câmera de vídeo do meu cérebro. Era bem possível que eu fosse ver a coisa mais quente em roupa de baixo desde a Tiazinha na capa da Playboy.

Chegando na porta da mamãe, olhei pra dentro com a maior naturalidade. O quarto estava com um clima, cheio de sombras, iluminado só por um abajur de cabeceira. E lá, no meio do quarto, estava a mamãe, dando risadinha.

— Viu alguma coisa que você gostou? — ela disse.

Ah, sim. De repente, aquele sutiã não parecia mais tão grande, esticado sobre a metade de baixo daquele peitoral imenso como a represa de Itaipu segurando desesperadamente milhões de litros d'água. As tetas grandes e firmes da mamãe inchavam por cima dele juntas, como dois balões d'água bronzeados, a pele lisa dela pulando só um pouquinho pra fora das bordas do veludo. Quando ela ajeitou uma alça do sutiã, fazendo o peito esquerdo levantar e balançar de um jeito provocante, eu quase pude ouvir o conteúdo chacoalhando como leite numa jarra.

Meus olhos desceram. Abaixo da barriga chapada, a calcinha abraçava os quadris redondos em tiras finas que mergulhavam até a virilha num formato de V profundo. O tecido caía perfeitamente sobre as curvas bronzeadas e macias, e eu imaginei como o triângulo da xereca dela—que eu não via desde que paramos de tomar banho juntos, anos atrás—devia estar parecendo debaixo daquele veludo.

— E então? — a mamãe perguntou, sorrindo e abrindo os braços numa apresentação graciosa. — Espero que essa cara de bobo seja um bom sinal.

— Jesus Cristo — eu disse. Mamãe deu outra risadinha. — Nunca vi nada igual.

— Ei, isso pode significar que você nunca viu nada tão horrível — ela reclamou, manhosa.

— Tá bom, que tal isso? Você é a mulher mais gostosa da face da Terra, porra.

— Beto — ela ofegou.

— Vira de costas — eu disse.

Ela se virou e dei um passo na direção dela. A calcinha fazia uma curva sobre os globos daquela bunda grande em formato de coração, que era jovem e firme demais pra deixar o tecido marcar nas bordas. Abaixei a mão e esfreguei meu pau, que estava latejando duro pra caralho e estufava como um pepino na frente do meu jeans, a cabeça lá perto do quadril esquerdo. Deixei ele ali mesmo. A época de esconder minha ereção da minha mãe tinha acabado. Olhei pras costas finas e sexy dela e reparei que o sutiã tinha fecho na frente.

— E então? — a mamãe perguntou.

— Essa calcinha realça a sua bunda linda.

— Ai, Beto, você *tá* sendo atrevido mesmo, né? — Ainda de costas pra mim, ela se virou de leve pra se ver no espelho de corpo inteiro da porta do armário e passou os dedos numa das copas do sutiã. — Esse tecido é uma delícia. Eu amo veludo.

— Eu também — eu disse, chegando por trás dela.

O perfume Floratta dela flutuou nas minhas narinas. Levei as mãos pros ombros dela e acariciei o tecido das alças. Era macio e vivo sobre a pele dela e me fez pensar em como ela devia manter a barba da buceta aparada.

Pensar na buceta dela fez minhas mãos descerem no piloto automático. Coloquei as duas na bunda dela e apalpei com confiança. Ela puxou o ar rápido.

— Mmm, parece que aqueles exercícios de bumbum tão dando resultado — eu disse. — Sua bunda tem a mesma qualidade de quando eu olho.

— Beto, querido, obrigada, mas não sei se você devia... — a voz dela sumiu num suspiro sonhador e a cabeça caiu um pouco pra trás.

Minhas mãos migraram de volta pra cintura fina dela e apertaram por um momento. A cabeça da mamãe balançou. Levei as mãos mais pra cima, tremendo de antecipação. Depois de anos encarando os peitões da mamãe e gozando sabe-se lá quantos litros de porra em mim mesmo na ausência dela, era hora de ir pro ouro.

Deixei meus dedos deslizarem até as laterais do sutiã dela, admirando o veludo de novo. Aí, num movimento suave e sincronizado, deslizei eles pras copas e dei um aperto firme nos peitos dela—pelo menos nas partes que cabiam nas minhas mãos. Senti eles incharem pra fora do sutiã.

Mamãe puxou um ar longo e raspando.

— Ai, Beto, não — ela sussurrou, a cabeça caindo pra trás.

O corpo dela não tinha tensionado nem um pouco. Empurrei o quadril pra frente e esfreguei meu pau grande e duro na bunda dela. Ela arqueou as costas em resposta.

Tirei a mão direita do peito dela, deslizei pelo pescoço pra afastar o cabelo e plantei um beijo profundo e suculento na nuca dela. Com a outra mão, puxei a alça esquerda do sutiã do ombro dela.

Mamãe arqueou os braços pra trás e trancou as mãos na minha bunda, me puxando pra ela. Passei os lábios pelo pescoço dela algumas vezes e então fui pro ouvido direito dela.

— Você é tão linda — sussurrei antes de enfiar a ponta da língua lá dentro.

Ela estremeceu.

— Ai, meu Deus — disse enquanto virava a cabeça pra mim.

Trabalhei o ouvido dela, mordiscando o lóbulo e enfiando a língua nos canaizinhos tortuosos acima dele.

Com uma pirueta repentina, a mamãe ficou de frente pra mim, agarrou minha cabeça e enfiou a língua na minha garganta. Agora era minha vez de ofegar, puxando um pulmão cheio daquela névoa quente dela, que formigava com loucura elétrica tipo a umidade em nuvens de tempestade. Era pecado, era caos, era o tipo de coisa que fazia os poetas gregos terem medo do sol girar ao contrário. Uma mãe estava beijando apaixonadamente o filho. E eles estavam prestes a transar.

Mamãe ouviu meus pensamentos e recuou. Puxou a cabeça pra trás com uma cara de desânimo e plantou duas palmas firmes nos meus ombros.

— Ai, querido, a gente não pode fazer isso. É loucura. A gente vai se arrepender pro resto da vida. — Ela recolocou a alça do sutiã que tinha caído.

— Mas ia ser tão bom — eu disse.

— Ai, eu sei, amor, eu sei. Você é tão jovem e forte, e já dá pra ver que você sabe o que tá fazendo. — Ela olhou pro meu volume saltando. — Também já dá pra ver que você é dotado pra caralho, Beto.

— Eu quero te comer com ele — eu disse, me inclinando pra beijar o pescoço dela.

Ela não me parou. — Não, querido, você é meu filho. — Beijei ela nos lábios de novo e ela instintivamente enfiou a língua na minha boca antes de se afastar. Mas aí os olhos dela brilharam pros meus com luxúria pura, e os cílios piscaram alguma mensagem sedutora em código Morse de sexo proibido. — Cristo, seria fantástico, né? Mas não, a gente simplesmente não pode.

Naquela altura eu estava mais duro do que tinha estado na vida. Meu pau estava socando contra a calça como um touro enfurecido. Olhei pra baixo pros peitões redondos dela, que esticavam nas costuras do sutiã. Se eu desistisse agora, nunca mais ia chegar tão perto.

Antes que ela pudesse levantar a mão ou falar uma palavra, alcancei e destravei o sutiã dela. As tetas saltaram pra fora com tanta força que as copas voaram pros braços dela. Encaixei minhas mãos por baixo dos dois peitos e os apertei gananciosamente por um segundo: eram firmes e pesados mas a pele saltava sob meus dedos tipo os peitos 36B quase maduros de uma adolescente. Aí me inclinei e peguei o mamilo direito dela na boca.

— AH — a mamãe gritou.

Minha língua orbitou a auréola dela, e o mamilo ficou duro imediatamente e cresceu tipo uma borracha de lápis. Passei a língua na ponta dele. Mamãe ofegou.

— Ai, meu Deus — ela gemeu.

Senti as mãos dela na minha cabeça e temi que ela fosse me empurrar de novo.

Dessa vez não. Os dedos dela peneiraram carinhosamente pelo meu cabelo nas têmporas, os movimentos lentos e massageadores. As unhas arranharam a nuca. A pegada apertou depois de um momento e ela me guiou pro outro peito.

Enquanto isso, apalpei a bunda dela com as duas mãos e uma das mãos dela desceu pro meu pau. Apalpou o contorno do meu pau através do jeans, parando e apertando tipo vendedor de sapato procurando os dedos numa bota nova. Finalmente, os dedos alcançaram a cabeça e massagearam ela. Meu pau monstruoso aumentou e esticou e virou granito sólido. Já dava pra sentir ele pingando um fio constante de melzinho.

— Ai, meu Deus — ela disse. — Ai, Deus, é enorme. — Ela puxou meu rosto do peito dela e a gente se encarou. A respiração dela vinha em rajadas altas, o sutiã estava balançando inutilmente nas laterais e os peitões monumentais e nus, molhados com minha saliva, subiam e desciam a cada suspiro ofegante.

O nariz dela enrugou e os lábios curvaram pra baixo num trejeito de tesão tão intenso que senti meu esfíncter contrair.

— Ui, Beto — ela disse —, eu quero que você me foda com esse seu pauzão.

Ouvir aquelas palavras sujas da minha mãe pela primeira vez mandou uma onda tão desconcertante de tesão pela minha espinha que por um segundo fiquei com medo de perder a ereção. Meus joelhos eram gelatina. Mas esse segundo passou rápido.

Abri o zíper do jeans e puxei ele e a cueca pra baixo num movimento frenético. Meu pau grande saltou pra fora tipo um trampolim invertido, os 22 centímetros grossos se erguendo obscenamente entre mim e a mamãe e apontando direto pros peitos nus dela. Fiquei parado ali e deixei ela ver pela primeira vez.

Os olhos dela arregalaram e a boca caiu aberta.

— Jesus Cristo, Beto! Ai, Deus todo-poderoso, é gigante! Você tem o pau mais grande que eu já vi na vida! — Os olhos dela percorreram o comprimento. — Mmm, suas bolas também são bem grandes.

Acariciei ele com um punho.

— É isso que você quer, gata? — perguntei. — Você quer que eu soque na sua buceta com esse grandão?

Coloquei as mãos na cintura e deixei meu pau pulsar e contrair. Mamãe finalmente criou coragem pra enrolar a mão nele, tipo se estivesse se aproximando de um animal selvagem. Os dedos não se encontraram. Ela trouxe a outra mão e começou a punhetar com os dois punhos.

— Ai, sim, Beto, eu quero que você deslize esse pauzão pra dentro da minha buceta e me leve pro paraíso.

— Deita na cama — eu disse.

Ela rapidamente subiu no edredom, aquele rack monstruoso balançando safadamente, e se posicionou de costas. Enquanto eu tirava a camiseta, deixei o jeans e a cueca caírem no chão pra poder sair deles; ela levantou a bunda e deslizou a calcinha de veludo pelas coxas cheias, dobrou os joelhos e jogou a calcinha pros pés. Abriu as pernas bem abertas e massageou o clitóris.

— Mmm, querido, vem aqui — ela disse entre respirações profundas enquanto eu subia na cama, meu mastro enorme saliente na minha frente tipo o mastro de um veleiro.

Fiquei entre as pernas dela e me segurei sobre ela com os braços esticados. O peso de mim sobre ela no colchão com mola fez os peitões dela balançarem de um lado pro outro. Me inclinei e beijei um deles, chupando o mamilo duro por um segundo, aí subi e enfiei minha língua o mais fundo que consegui na boca dela.

Aí olhei pra baixo entre nós e me preparei pra comer ela. Meu quadril estava alto no ar e meu pau duro pairava sobre a xereca dela, que era só o triângulo castanho arrumadinho que eu lembrava. Pausei por um segundo em trava mental. Eu estava prestes a foder minha própria mãe. Abaixei a mão e segurei meu pau com uma mão e guiei ele em direção à buceta dela.

Mamãe levantou a cabeça pra olhar pra baixo também, e o que ela viu fez ela agarrar meus braços tensos pra se segurar.

— Ui, isso, amor, minha buceta tá molhada e eu tô pronta pra você — ela disse. — Enfia esse negócio grande em mim.

Ela levantou o rosto pro meu e me deu um beijo rápido que me disse que ela estava realmente pronta. Aí, só pra ter certeza que eu tinha entendido a mensagem, ela ordenou alto: *Fode eu, Beto*.

Segurei meu pau na buceta dela e deslizei a cabeça enorme pra dentro. Ela estava ainda mais apertada do que eu esperava. As mãos dela apertaram meus braços com mais força.

— Ahhhh — ela ofegou.

— Ponto sem volta, gata — eu disse. — Você vai ganhar aquela viagem pro paraíso.

Ela levantou a cabeça de novo pra olhar pra baixo.

— Ai, sim, querido, enfia tudo. Me fode com cada centímetro desse seu pauzão.

Eu não acreditava no palavreado que saía da boca dela, mas ouvir aquilo quase me fez gozar na hora. Ela flexionou o quadril um pouco pra ajustar o ângulo e eu finalmente deslizei meu pau latejante pra dentro da buceta dela. Ela apertou tipo uma morsa quente e molhada mas eu empurrei rápido mesmo assim. E continuava entrando. Gemendo, mamãe se levantou nos cotovelos pra assistir a ação.

— Ui, amor, me dá tudo. — Aí, depois de mais alguns centímetros, — Ungh! Deus, isso vai ser gostoso pra caralho!

— Gata, eu vou te dar a melhor foda da sua vida — eu disse com arrogância.

— Ai, Beto, eu sei que vai.

— Porra, mãe, sua buceta é apertada!

Achei que a cabeça do meu pau ia bater no colo do útero dela quando eu ainda tivesse uns cinco ou sete centímetros pra dar, como tinha acontecido com todas as novinhas que eu tinha comido. Mas dessa vez meu pau grande e comprido estava numa mulher de verdade. Enquanto a gente assistia e ela começava a gritar "Ai, Beto, querido... Ai... AI, BETO!" a buceta dela engoliu meu pau inteiro. Minhas bolas grandes bateram na bunda dela bem quando minha cabeça bateu no fundo do canal dela.

Olhei pra cima pra ela. Ela estava rangendo os dentes cerrados.

— Ui, gata — eu disse —, você tem todos os 25 centímetros de mim dentro da sua buceta.

— Jesus Cristo, parece um taco de beisebol. Começa a me foder, Beto. Não aguento mais esperar!

Ela balançou o quadril pra me fazer começar e eu comecei a deslizar meu pauzão pra dentro e pra fora da buceta dela com estocadas constantes e moderadas usando metade do comprimento.

Mamãe grunhiu e empurrou o quadril pra encontrar minhas estocadas. As mãos apertaram os músculos do meu peito.

— Tá bom? — perguntei.

— Ui, amor, tá ótimo, mas bomba mais rápido. Tô cheia de tesão pra caralho — ela disse.

Fiz o que a dama pediu. Meu pau pistonava pra dentro e pra fora dela, fazendo um barulho tipo água sendo sacudida do capô de um carro. Flexionei o quadril alto em cada subida e puxei pra fora até só a ponta.

Afinal, minha mãe linda tinha especificamente me pedido pra foder a buceta dela com cada centímetro do meu pauzão. Eu estava fazendo de bom grado.

As tetas enormes dela já estavam balançando sensualmente, mas quando eu acelerei, elas enlouqueceram. Levantaram do peito dela e começaram a balançar em direções opostas, desenhando dois círculos que se encontravam no centro com um tapa alto de pele. Os mamilos, ainda duros tipo borrachas de lápis, estavam apagando um oito imaginário no ar. Eu queria chupar eles, mas a visão deles voando enquanto eu metia na mamãe era espetacular demais.

— Ai, Beto, meus peitos tão enlouquecendo. Olha eles!

— Tô olhando. Só de ver eles já tá quase me fazendo gozar.

Os melões dela não eram as únicas coisas no quarto sofrendo um terremoto. Meu ritmo rápido e estocadas poderosas tinham criado um rangido metálico nas molas da cama que marcava nossa cadência. Muito mais alto, porém, era o barulho da cabeceira grande de cerejeira, que batia na parede com tanta força que flocos de tinta branca estavam caindo do rodapé acima dela.

— Ui, Beto, você tá me fodendo tão bem — a mamãe disse, as palavras tremulando como se algo estivesse tamborilando na caixa de voz dela.

Ela sorriu pra mim, e eu sorri de volta.

— Me beija, querido — ela disse suavemente.

Me inclinei e nossas línguas se amassaram num abraço rápido.

— Mmm, bom, meu anjinho — ela disse quando voltei com os braços esticados. — Você não parou o ritmo. Mas eu quero mais disso.

Ela se levantou nos cotovelos pra que nossos rostos se encontrassem. A língua dela disparou entre meus lábios de novo. Foi um beijo longo dessa vez—lento e investigativo com luxúria metódica e cozida em fogo baixo.

Aí a gente olhou pra baixo. Os lábios da buceta dela estavam esticados, grudados no meu pau largo e cheio de veias enquanto eu socava nela.

— Ui, amor — ela disse —, olha seus 25 centímetros agradando minha buceta. Você tá me fazendo sentir tão gostoso, Beto. Não acredito que a gente tá fazendo isso.

— Nem eu.

— Mas nem ouse parar. Você é fantástico.

— Eu tô querendo te comer faz anos, mãe — eu disse, desacelerando as estocadas um pouquinho pra durar mais. Mesmo assim, eu ia gozar cedo demais.

— E eu tô querendo que você me coma desde que você ficou todo musculoso e lindo e brotou esse pauzão entre as pernas. Eu reparei nele na sua sunga — ela disse, olhando de novo pro meu monstro bombeando o canal dela. Meu pau estava liso e brilhante com o mel dela, reluzindo na luz do abajur enquanto eu puxava pra fora pra uma estocada longa e forte.

— Mas eu não tinha ideia de quão caralhos você era enorme — ela terminou. — Tô feliz que a gente tá transando com a luz acesa pra eu ver seu mastro enchendo minha buceta.

Aí o tom dela ficou bem safado de novo.

— Ui, sim, Beto, me dá. Vem, garanhão, você não deveria fazer isso com sua mãe, então é melhor valer toda a culpa.

Acelerei as estocadas. Minhas bolas estavam batendo alto na bunda dela e as tetas dela estavam decolando de novo.

— Ui, sim — ela rosnou. — Me soca, amor. Arrebenta minha buceta com esse seu pau grande, comprido e duro!

Bati nela ainda mais forte.

— Ai, sim, Beto! Me fode! Ai, Deus, sim. Sim! Ai, Jesus Cristo, querido. Ai, Cristo, Beto, TÔ GOZANDO!

Foi um alívio pros meus ouvidos, já que meu próprio orgasmo era iminente. Eu já tinha virado a esquina e estava sentindo a carga se acumulando na parte de baixo do meu pau. Normalmente eu tinha resistência de Hércules, mas aquilo era demais pra mim. Francamente, era um milagre eu não ter gozado quando ela primeiro enrolou a mão na minha ferramenta.

Gritando meu nome, mamãe alcançou com as duas mãos e me puxou pra baixo enquanto o quadril dela começava a entrar em espasmo. Empurraram contra mim selvagemente, nos levantando da cama por três ou quatro das minhas estocadas de cada vez.

— Ai, Beto querido, não para. Ai, me fode, amor, continua bombeando seu pau... ai, agora, sim. Sim. Sim. SIM. SIM! SIM! SIM! AI, DEUS, SIM! FODE EU, BETO! OHHH! AI, DEUS! OHHHHHH! OHHHHHHHHHHHH!

Ela berrou no meu ouvido enquanto as unhas cravavam nos meus ombros. Finalmente, a pegada afrouxou; desacelerei as estocadas e recuperei o fôlego. Aí meu próprio orgasmo estava a caminho. Minhas bolas apertaram e a cabeça inteira do meu pau estava formigando.

— Gata, agora é minha vez — grunhi, arqueando as costas pra cima e fechando os olhos concentrado.

Ela ainda estava ofegante do orgasmo dela.

— Ai, amor, foi tão bom, mas é melhor você tirar seu pau de mim. Querido, tá me ouvindo? Tem chance de eu engravidar. — Aí aquele tom safado de novo. — Além disso, eu quero ver todo o leite que espirra dessas suas bolas grandes! Aposto que você goza em litros! Goza tudo nos meus peitos, amor! Tira seu pauzão da minha buceta e joga porra quente em mim toda!

Minhas bolas ouviram toda aquela depravação maravilhosa.

— Tá bom, gata — eu disse, engolindo em seco e dando uma última estocada na buceta dela. — AI, PORRA, LÁ VEM!

Flexionei a bunda bem pra cima pra tirar meu pau todo de dentro dela e abaixei a mão pra punhetar e mirar com a mão direita. Debaixo de mim, mamãe se levantou nos cotovelos. Aí eu dei o que ela tinha pedido. E mais um pouco.

Assim que meu pau saiu dela, grunhi selvagemente e o primeiro jato longo e branco de porra espiou, fazendo um arco e caindo no rosto da mamãe. Espalhou obscenamente no olho esquerdo e na orelha dela, escorrendo pela bochecha até a boca. Enquanto ela gemia e lambia da parte de cima do lábio, gemi de novo e mais três cordas enormes de sêmen jorraram do meu pauzão e na cara dela. Uma cobriu a testa e a linha do cabelo. Outra respingou no queixo e uma terceira espiou direto na boca aberta dela.

Eu não acreditava em quanta porra eu estava espirrando, e nem ela.

— Jesus Cristo, Beto — ela disse com admiração, encarando meu pau jorrando. — Você realmente goza em litros!

Meu pau continuava explodindo. Uma segunda carga no queixo, depois outra. Um jato direto no olho direito. Dois no nariz. O rosto e pescoço dela estavam cobertos, mas minhas bolas ainda não tinham terminado. Mamãe sabia o que eu estava pensando, e o timing dela foi perfeito.

— Mmm, sim, espirra o resto tudo nos meus peitões — ela disse, fios de sêmen pingando do rosto.

Ela segurou as mãos em concha debaixo dos melões. Mirei meu pau na teta direita e atirei três cordas longas nela, aí balancei meu canhão pra teta esquerda e esfregui as duas últimas salvas grandes direto no mamilo. Os últimos jorros da minha carga, que não parava de vir, choveram no estômago e nas mãos dela. Por fim, meu pau estava só pingando sêmen no umbigo dela enquanto me inclinava sobre ela.

Desabei num cotovelo. Ela segurou uma mão na boca e lambeu minha porra dela, sorrindo de canto pra mim e fazendo um barulhinho engraçado de ronronar. Olhou pra baixo pra ela mesma. Toda a porra que eu tinha espirado nos peitos dela estava escorrendo pela barriga côncava em riozinhos brancos.

— Jesus, Beto, nunca vi tanta porra na minha vida inteira. Tô coberta.

Levantei e corri pro banheiro e peguei uma toalha de banho do cabideiro. Voltei pra cama onde a mamãe estava deitada atordoada, as pernas compridas abertas e os peitões subindo do peito tipo duas cascatas enormas de sorvete de leite condensado de sêmen. Subi ao lado dela e comecei a limpar ela.

— Ai, meu Deus, Beto, isso foi de tirar o fôlego. Não sei como diabos você aprendeu a comer uma mulher desse jeito com só dezoito anos, mas a gente definitivamente vai conversar sobre onde você tem passado as noites. Meu Deus do céu, pensar em quantas novinhas você já deve ter arrebentado com esse pauzão.

Finalmente tirei toda a porra dela e coloquei a toalha de lado. A euforia pós-gozo estava correndo nas minhas veias tipo endorfina. O que tinha acontecido era precisamente aquele momento de insanidade que eu vinha fantasiando desde que senti meu primeiro orgasmo. E agora eu tinha acabado de foder até a alma da minha mãe, jorrando litros de porra no rosto lindo dela e naqueles peitões enormes e maravilhosos. Ia demorar um pouquinho pra eu acreditar em tudo aquilo.

Puxei ela pros meus braços e a gente se aconchegou bem juntinho, a cabeça dela no meu peito. Minha mente vagava preguiçosamente, mas a mamãe já estava se agarrando à realidade.

— Ai, Beto, querido, ainda não acredito nisso. Acabei de transar com meu próprio filho — ela gemeu. — Provavelmente estraguei seu desenvolvimento de vez.

— Ah, para. Eu tô no topo do mundo. Nunca me senti tão realizado na vida.

— Então por que esse pauzão seu não tá descansando?

Olhei pra baixo pro meu pau, que estava deitado grande e pesado na minha barriga. Ainda estava quase tão comprido quanto quando estava totalmente ereto.

— Demora um pouquinho pra murchar — expliquei.

— Mmm, dá pra ver — a mamãe disse. — Querido, quando a gente se levantar e sair dessa cama, a gente *tem* que deixar isso pra trás. Foi maravilhoso, mas não pode acontecer de novo.

Concordei com o pacto na maior naturalidade porque eu sabia que ela não estava falando sério de verdade. Mesmo se estivesse, ela mudaria de ideia eventualmente. Ela ia voltar querendo mais.

A surpresa foi o quão rápido ela ia querer mais. Fiquei de joelhos na cama e disse:

— Vou tomar um banho.

Me inclinei e dei um beijo lento e tranquilo na boca dela.

— Espera, meu anjinho — ela disse quando eu ameacei botar o pé no chão. — Eu disse que assim que a gente saísse da cama, a gente tinha que deixar isso pra trás.

— Eu sei, eu ouvi.

— Não, você não entendeu. A gente ainda não saiu da cama.

Agora a ficha caiu. Olhei pra ela com um sorriso malicioso.

— E... — ela continuou, encarando meu mastro a meio mastro — eu simplesmente não vou deixar você sair dessa cama antes de eu chupar esse seu pauzão.

Sem dizer mais nada, ela veio engatinhando até mim, envolveu a mão esquerda no meu pau e guiou ele direto pra dentro da boca escancarada dela.

***

Continua…

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Hunter69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Erotismo a 350 por hora

3 estralas é obrigação

0 0

Listas em que este conto está presente