Vou contar a história da Jô, Uma patty deliciosa muito gostosa amiga da minha namorada .
Sempre tive muito tesão na Jô, ela é uma verdadeira Cinderela, com solinhas carnudas n. 37. Meu ponto fraco são as Patricinhas, sou tarado em Patty.
Já falei da Jô e do nosso primeiro caso, quando esporrei no rostinho de princesa dela. Hoje vou falar de quando enchi a bucetinha dela de Leite.
Esse caso já faz alguns anos, fomos à Pires do Rio com alguns amigos.
Pires do Rio, no interior de Goiás, fervia sob um calor seco de rachar, mas o clima dentro daquela chácara alugada pelos amigos da sua ex era mil vezes mais quente. O grupo todo estava na beira da piscina, o som do sertanejo abafando as conversas, mas a Jô — aquela morena espetacular, de pele bronzeada e olhos de quem planeja o crime perfeito — já tinha me dado o sinal. Ela estava usando um biquíni de fita minúsculo e, nos pés, uma sandália anabela de cortiça com tiras de vinil transparente, que deixava o pé 37 dela com aquele arqueado irresistível.
— "Vou lá dentro pegar um gelo e retocar o gloss," — ela disse, passando por mim e cravando as unhas na minha nuca por um segundo.
Eu esperei dois minutos e inventei que ia buscar o carregador do celular. Entrei na casa com o coração na boca, ouvindo a voz da minha ex na varanda, a poucos metros de distância. A Jô me puxou para dentro de um quarto de despensa apertado, entre sacos de carvão e fardos de cerveja.
— "Você acha que eu vou deixar você viajar com essa gente e ter uma gota de leite sobrando para aquela sem graça?" — ela sussurrou, a voz carregada de uma possessividade doentia. — "Eu vou te drenar todos os dias dessa viagem. Eu sou a dona dessa rola, entendeu?"
Ela se ajoelhou ali mesmo, no chão de cimento batido, sem se importar com a poeira. O cheiro de chulé de patricinha que subia das tiras de plástico da anabela dela se misturava ao perfume de baunilha. Ela pegou um batom vermelho vibrante da bolsa e, com um sorriso diabólico, começou a escrever o nome dela ao longo do meu pau de 19cm, que já estava latejando e babando de tesão.
— "Pronto. Agora está carimbado," — ela disse, admirando o nome "JÔ" escrito em letras garrafais no meu tronco, antes de beijar a cabeçona e deixar a marca dos lábios perfeitamente desenhada ali.
Ela começou o boquete de forma agressiva. A Jô não estava ali para brincar; ela queria me esvaziar. Ela usava as mãos para apertar a base do meu pau com tanta força que as veias saltavam, enquanto a boca trabalhava freneticamente. O som era úmido, um barulho de sucção profundo que parecia ecoar pelas paredes finas da despensa.
— "Jô? Você viu onde tá o abridor?" — a voz de um dos amigos da sua ex ressoou no corredor, a poucos metros da porta.
Eu travei, o suor escorrendo pela testa, mas a Jô? Ela deu uma risadinha silenciosa, olhou nos meus olhos e abocanhou tudo de uma vez, fazendo um vácuo tão forte que eu tive que morder o lábio para não berrar. Ela passava a língua no batom, borrando o próprio nome com a baba, transformando meu pau em uma pintura de guerra vermelha e brilhante.
O prazer era insuportável. A combinação do risco de ser pego, do cheiro ácido do pé dela preso naquele plástico quente e da pressão daquela boca experiente me levou ao limite.
— "Eu vou gozar, Jô... vou sujar tudo," — eu ofeguei.
— "Gozar não... você vai me dar tudo o que tem aí dentro. Drena pra mim, sua torneirinha!"
Eu puxei o cabelo dela e a torneirinha abriu com uma fúria monumental. Foi uma gozada farta, grossa e melequenta. O primeiro jato explodiu direto no fundo da garganta dela, fazendo-a dar um solavanco. Eu continuava bombando, jatos e mais jatos de leite quente que ela insistia em não deixar cair, engolindo cada gota com um prazer animalesco.
Quando ela finalmente tirou a boca, o espetáculo era degradante: o batom vermelho estava todo misturado com a minha porra branca, escorrendo pelos cantos da boca dela e sujando o decote do biquíni. Meu pau estava um caos de cores e fluidos, marcado pela dona.
— "Pronto," — ela disse, limpando o rastro de leite e batom do queixo. — "Agora você pode voltar lá pra fora. Mas se ela encostar em você, vai sentir o meu cheiro saindo pelos seus poros."
Ela calçou a anabela, sentindo o suor dos pés deslizar no vinil, e saiu da despensa com a maior naturalidade do mundo, deixando-me ali, trêmulo e completamente drenado sob o sol de Goiás.
A noite em Pires do Rio não trouxe alívio para o calor; pelo contrário, o ar dentro da chácara parecia saturado de eletricidade e pecado. Os namorados da Dessa e da Bruna já estavam roncando, apagados pela combinação de cerveja e sol, enquanto minha ex dormia pesado no quarto ao lado. Mas eu e a Jô sabíamos que a "drenagem" da tarde na despensa tinha sido apenas o aperitivo.
Eu estava na cozinha, buscando um copo d'água, quando senti o toque gelado e macio de uma mão nas minhas costas. Era ela. A Jô usava apenas uma camisola de cetim curtíssima, mas o que me fez perder o fôlego foram os pés: ela calçava um tamanco de salto acrílico da Playboy, aquele com o coelhinho no salto, que fazia um clokt abafado no piso de cerâmica. As tiras transparentes apertavam os dedos dela, exibindo a francesinha impecável e aquele brilho de suor que só o vinil consegue provocar.
— "Eu te disse que não ia sobrar nada," — ela sussurrou, já puxando meu pau para fora. O nome dela, ainda levemente manchado de batom vermelho da tarde, parecia brilhar sob a luz fraca da geladeira.
Ela me empurrou contra a mesa da sala de jantar. O risco era absurdo. A Bruna e o namorado dela dormiam em um sofá-cama na sala de TV, a poucos metros de onde estávamos.
— "Aqui não, Jô... a Bruna pode acordar," — eu tentei avisar, mas ela já estava montada em cima de mim.
— "Deixa ela ouvir. Quero que ela saiba que esse pau de tarado tem dona," — a Jô respondeu, levantando a camisola.
Ela não usava calcinha. A bucetinha dela estava ensopada, um mel quente que escorria pelas coxas bronzeadas. Sem pensar em consequências, sem camisinha e ignorando qualquer contraceptivo pela pura sede de safadeza, eu a penetrei. O pele a pele foi um choque térmico. O calor interno da Jô era algo de outro mundo, uma pressão úmida que parecia sugar minha rola de 19cm para dentro das entranhas dela.
Estávamos no auge das estocadas, o som do impacto dos corpos e o rangido leve da mesa ecoando na sala silenciosa. A Jô mantinha os tamancos de acrílico firmes no chão, usando o salto para alavancar o quadril e descer com tudo no meu pau. De repente, ouvimos um barulho de passos e o som de uma porta se abrindo.
Era a Bruna. Ela apareceu no arco da sala, esfregando os olhos, cambaleante de sono. Eu congelei, meu coração batendo na garganta. A Jô, em vez de se esconder, enterrou o rosto no meu pescoço e continuou a rebolar devagar, sentindo meu pau pulsar dentro dela. Ficamos imóveis nas sombras. A Bruna passou a dois metros de nós, foi até a cozinha, bebeu água direto da jarra e voltou para o sofá-cama, sem notar o par de pernas da Jô e os saltos transparentes brilhando perto da mesa.
Assim que a Bruna deitou, a Jô soltou um suspiro de triunfo e acelerou o ritmo. Ela queria que eu despejasse tudo.
— "Agora! Goza tudo dentro de mim! Quero seu leite escorrendo pelas minhas pernas até amanhã!" — ela comandou, cravando as unhas no meu peito.
Eu não aguentei. A adrenalina do flagrante e a sensação da buceta dela me espremendo abriram a torneirinha com uma força descomunal. Foi uma gozada farta, quente e profunda. Eu sentia os jatos de porra explodindo dentro dela, um volume absurdo de leite que parecia não ter fim. Eu bombava o pau até o fundo, querendo que cada gota de sêmen ficasse guardada ali.
Quando finalmente nos separamos, o espetáculo era de pura luxúria. Como ela não usava nada para segurar, o meu leite começou a transbordar imediatamente. Uma cachoeira de porra melequenta escorreu pela entrada da buceta dela, descendo pelas coxas e indo direto para os pés. O líquido viscoso caiu em cima das tiras de vinil do tamanco da Playboy, misturando-se ao suor do acrílico.
A Jô olhou para o estrago com um sorriso vitorioso. Ela pegou um pouco da mistura de porra e suco vaginal que escorria e passou no próprio pescoço como se fosse um troféu.
— "Viu? Agora você é meu por dentro e por fora," — ela disse, calçando os tamancos que agora faziam um barulho de sucção grudento a cada passo.
Ela caminhou de volta para o quarto, deixando um rastro de pegadas de porra no chão da chácara em Pires do Rio, pronta para me drenar novamente ao amanhecer.
O sol de Goiás já entrava pelas janelas da chácara com uma força brutal, mas o calor lá fora não chegava nem perto da tensão que fervia na mesa de café da manhã. Estavam todos lá: sua ex-namorada, a Dessa com o namorado dela, e a Bruna, que ainda bocejava, sem ter a menor ideia do que tinha acontecido a poucos metros de onde dormia.
No centro de tudo, a Jô.
Ela apareceu na cozinha radiante, usando apenas um camisetão branco de algodão que mal cobria a polpa da bunda. Mas o que paralisou seus sentidos foi o som: o clokt-clokt grudentinho e viscoso dos tamancos de acrílico da Playboy. Ela não tinha limpado os sapatos. O seu leite da noite anterior tinha secado nas tiras de vinil, criando uma película fosca e esbranquiçada que, ao entrar em contato com o calor da pele dela novamente, exalava um cheiro inconfundível de sexo e chulé de patricinha.
Jô sentou-se exatamente na sua frente. Sua ex-namorada servia o café, comentando sobre como a noite tinha sido "silenciosa e tranquila".
— "Dormi como um anjo," — mentiu a Jô, olhando fixamente nos seus olhos enquanto levava uma xícara de café aos lábios, deixando o brilho do gloss rosa destacar o sorriso diabólico.
Por baixo da mesa, o jogo começou. A Jô chutou os tamancos para o lado e esticou as pernas. Você sentiu as solonas 37dela, ainda úmidas e carregadas com o resto daquela mistura melequenta de porra e suor, subirem pelas suas panturrilhas. Ela usava os dedos dos pés para explorar o volume do seu pau por baixo do short, apertando a cabeçona com uma precisão que te fazia morder o lábio para não soltar um gemido na frente de todos.
— "Você tá bem? Tá vermelho..." — perguntou sua ex, estranhando sua reação.
— "É o calor de Pires do Rio, amiga. O sol daqui deixa a gente... aceso," — respondeu a Jô, aumentando a pressão do calcanhar direto no seu saco, enquanto as tiras do tamanco dela, jogadas ali perto, exalavam aquele odor de luxúria que parecia preencher a cozinha.
A Bruna, que estava sentada ao lado da Jô, deixou o garfo cair de propósito. Ao se abaixar para pegar, ela paralisou. A visão por baixo da mesa era degradante: os seus pés massageando freneticamente o pau do "ex da amiga", e os tamancos da Playboy ali do lado, visivelmente sujos de algo que não era suco.
Bruna levantou devagar, o rosto mudando de cor. Ela olhou para a Jô, depois para você, e depois para a sua ex, que continuava falando sobre o passeio no rio. O silêncio da Bruna era cúmplice e aterrorizado ao mesmo tempo. A Jô, percebendo que tinha sido vista, não parou; pelo contrário, ela começou a se masturbar discretamente com uma das mãos por baixo do camisetão, enquanto a outra mão segurava a xícara de café com a maior elegância do mundo.
Quando todos terminaram e foram para a varanda, a Jô te deu um puxão pela gola da camisa, arrastando-o para a despensa novamente, mas desta vez com a porta entreaberta.
— "A Bruna viu. E ela vai querer participar depois. Mas agora... eu quero o resto do que sobrou aí dentro," — ela sussurrou, já de joelhos.
Ela abocanhou seu pau de 19cm com uma voracidade selvagem. A boca dela estava quente, o gloss rosa misturando-se à baba e ao rastro do seu sêmen que ela ainda tinha na pele. Ela usava as mãos para trazer os tamancos de acrílico para perto da sua rola, obrigando você a ver o rastro da porra seca no plástico enquanto ela te drenava.
A torneirinha não aguentou dois minutos. O prazer acumulado da provocação na mesa explodiu em uma gozada farta e extremamente melequenta. Jatos grossos e potentes dispararam contra a garganta da Jô, mas desta vez, ela fez questão de tirar a boca e deixar o leite voar. A porra cobriu o rosto dela, o camisetão branco e, principalmente, os tamancos da Playboy. O sêmen fresco escorria pelo coelhinho no salto de acrílico, criando uma cena de adoração e depravação total.
— "Dono. De. Tudo," — ela disse, ofegante, lambendo a porra que escorria pelo braço.
Ela calçou os tamancos, sentindo a nova camada de leite quente e viscoso se acomodar entre os dedos, e saiu da cozinha com aquele barulho de sucção grudento que marcaria cada passo dela naquela chácara.
O clima na chácara em Pires do Rio tinha passado do ponto de fervura. A Bruna, aquela ruiva magrinha de unhas impecáveis, estava sentada na beira da piscina com um olhar perdido, processando o que tinha visto por baixo da mesa. A Jô, sentindo o cheiro do medo e do tesão da amiga, não perdeu tempo. Ela caminhou até a Bruna com aquele clokt-cloktgrudento dos tamancos da Playboy, deixando um rastro de sêmen seco e fresco no piso térmico.
— "Você viu, não viu, Bruna? Viu como esse tarado esvazia a torneirinha pra mim?" — a Jô sussurrou, sentando ao lado dela e passando a solinha do tamanco sujo na canela da ruiva.
A Bruna tremeu, mas não recuou. O fetiche era contagioso. — "Eu nunca vi tanto leite na minha vida, Jô... O cheiro que tá saindo desse seu salto tá me deixando louca."
A Jô deu o xeque-mate. Ela arrastou a Bruna para o quarto de ferramentas nos fundos da chácara e me chamou com um assobio baixo. Trancamos a porta. O calor ali dentro era sufocante, cheirando a óleo de motor, poeira e o chulé ácido que exalava dos pés das duas.
A Jô me empurrou para cima de uma bancada de madeira e abriu meu short. Meu pau de 19cm saltou, já pulsando e babando, pronto para ser sacrificado de novo.
— "Olha o tamanho dessa cabeçona, Bruna. Toca. Sente como ele tá querendo explodir," — ordenou a Jô.
A Bruna, com as mãos trêmulas e as unhas longas de francesinha, agarrou meu pau e começou uma punheta rápida e agressiva. Ao mesmo tempo, a Jô se ajoelhou e tirou os tamancos da Playboy. Ela colocou uma das solinhas — toda lambuzada de porra e suor — direto na boca da Bruna, obrigando a ruiva a sentir o gosto do meu sêmen misturado ao plástico antes de me mamar.
Foi uma cena de pura depravação. A Jô abocanhava a base do meu pau, enquanto a Bruna focava na cabeça, as duas revezando línguas e lábios. O som era uma sinfonia úmida de sucção profunda. A ruiva usava as unhas para arranhar meu saco, enquanto a Jô usava os pés para massagear meu peito, forçando os saltos de acrílico contra a minha pele.
— "Jô? Bruna? Cadê vocês? A carne tá pronta!" — a voz do namorado corno da Bruna ecoou do lado de fora, a poucos metros da porta de madeira fina.
O susto me fez dar um solavanco, mas a Jô apertou meu pau com mais força. — "Não para, Bruna! Drena ele agora! Quero que ele goze na sua cara enquanto o seu namorado grita lá fora!"
A adrenalina do flagrante iminente foi o combustível final. Eu via os pés das duas se entrelaçando, o vinil dos tamancos brilhando com o suor, e as duas bocas trabalhando freneticamente no meu pau de tarado.
A torneirinha não aguentou. Eu senti a pressão subir do fundo das bolas, uma dorzinha gostosa de tanto leite acumulado. Puxei o cabelo das duas e a explosão veio.
Foi uma gozada monumental e interminável. O primeiro jato, com uma pressão absurda, atingiu em cheio o rosto da Bruna, pegando no olho e escorrendo pela boca. O segundo e o terceiro foram rajadas grossas que cobriram o rosto da Jô e o decote do biquíni dela. Eu continuava bombando, o leite saindo em jatos fartos que agora eu mirava nos pés das duas.
— "Isso! Enche tudo! Olha o tanto de porra!" — a Bruna gemia, tentando lamber o leite que escorria pelo seu nariz.
Eu descarreguei tudo. O sêmen inundou as unhas francesinhas da Bruna e escorreu para dentro dos tamancos da Playboy da Jô, criando uma poça branca e viscosa no chão de cimento. Era tanto leite que o quarto de ferramentas parecia ter sido batizado.
As duas se levantaram, ofegantes, todas lambuzadas de porra. A Jô pegou o tamanco ensopado e entregou para a Bruna. — "Calça. Quero que você sinta o leite dele grudar nos seus dedos enquanto você volta pro seu namorado."
A Bruna obedeceu, sentindo o "grudentinho" quente e farto entre os dedos dos pés. Elas saíram do quarto rindo, deixando-me ali, completamente drenado, vazio e escravizado. Elas voltaram para a churrasqueira, impecáveis por fora, mas carregando o meu rastro grudento em cada passo, em cada salto de acrílico.
A noite de despedida em Pires do Rio não teria descanso. O ar estava pesado, carregado com o cheiro de mato e o rastro de luxúria que a Jô e a Bruna espalharam pela chácara. Todos já tinham se recolhido, mas a Jô não permitiria que você dormisse com uma gota de leite sequer.
Por volta das duas da manhã, ela entrou no seu quarto como uma sombra. Estava apenas de calcinha de renda e aqueles tamancos de acrílico da Playboy que já se tornaram sua marca registrada. O som do salto no chão de taco era um cloktseco, mas que denunciava a viscosidade da porra seca nas tiras.
— "Achei que a torneirinha estivesse fechada, mas eu sinto o cheiro do seu tesão daqui," — ela sussurrou, sentando-se na beirada da cama e puxando o seu lençol.
Sem aviso, ela abocanhou seu pau de 19cm. Foi um boquete de drenagem total. A Jô usava a técnica de vácuo, sugando a cabeçona com tanta força que você sentia a pressão subir das bolas. Ela não tinha pressa. Alternava entre lambidas longas, que borravam o batom vermelho (escrevendo novamente o nome dela com a língua na sua pele), e garganta profunda.
Ela pegou um dos tamancos e forçou o salto agulha de acrílico contra o seu períneo, enquanto a solinha suada e com cheiro de chulé de patricinha ficava colada no seu nariz. A combinação do cheiro ácido do pé dela com a sucção voraz te fez explodir. Foi uma gozada farta e silenciosa, jatos grossos que ela engoliu sem deixar cair uma gota, limpando o resto da rola com a palmilha do sapato antes de sair do quarto com um "até logo".
O domingo de volta foi uma tortura deliciosa. O carro estava lotado: sua ex-sogra dirigindo, sua ex no carona, e atrás, espremidos no banco de couro, estavam você no meio, a Jô na esquerda e a Bruna na direita. O calor da estrada de Goiás fazia o ar-condicionado sofrer, e o cheiro dentro do carro mudou assim que as duas, em sintonia, tiraram os sapatos.
A Jô estava com seus tamancos de acrílico e a Bruna com uma sandália de tiras finas da Schutz. O chulé das duas, misturado ao cheiro de porra seca da noite anterior, preencheu o SUV.
— "Nossa, que cansaço nas pernas, né Bruna?" — disse a Jô, já deslizando a mão por baixo do pano que cobria o colo de vocês três.
Enquanto sua ex-sogra comentava sobre o trânsito na BR-060, a Bruna abriu o seu zíper com a maestria de quem não teme o perigo. A Jô guiava a operação. Elas revezavam: enquanto uma massageava seu pau com as mãos, a outra usava os pés descalços por baixo do banco para esmagar seu saco e lamber os dedos imaginando sua rola.
A Bruna, a ruiva safada, inclinou-se para fingir que via algo na paisagem, mas na verdade ela estava aproximando a solinha 36 dela da sua boca. Você sentia o gosto salgado do suor da estrada enquanto a mão da Jô trabalhava freneticamente no seu pau.
— "Ele tá ficando muito duro, Jô... a torneirinha vai estourar aqui no couro do carro," — sussurrou a Bruna, rindo baixinho.
A proximidade do risco — sua ex a poucos centímetros, olhando para a estrada — fez seu pau de tarado pulsar como nunca. A Jô pegou o seu tamanco da Playboy e o posicionou estrategicamente por baixo da sua rola, escondido pelo pano.
— "Agora, novinho. Descarrega tudo na dona," — ordenou a Jô.
A pressão foi insana. Você teve que morder o lábio e segurar o ar. Foi uma gozada monumental e melequenta, jatos de porra quente que ensoparam a mão da Bruna e inundaram a palmilha de acrílico da Jô. O leite escorria pelos dedos delas, sujando o banco de couro discretamente. A quantidade era tanta que a Jô teve que usar o lenço de seda dela para conter o transbordamento.
— "Chegamos em Brasília, pessoal!" — anunciou a sogra, entrando no Eixo Sul.
As duas se ajeitaram rapidamente. A Jô calçou o tamanco, sentindo a porra fresca e farta fazer aquele som de squelchentre os dedos. A Bruna limpou as mãos nas próprias coxas, deixando o brilho do seu sêmen secar na pele bronzeada.
Ao descerem do carro na frente do seu prédio, a Jô te deu uma piscadinha, o cheiro de chulé e porra exalando dela sob o sol do meio-dia: — "Amanhã tem mais, torneirinha. O reservatório nunca pode ficar cheio."
Elas se afastaram, o som dos saltos gozados ecoando no asfalto quente, selando o fim da viagem mais depravada da sua vida.