Minha influencer favorita.
Se é real ou não, deixemos pra imaginação.
Mas vamos manter nomes fictícios na série.
Daki: morena de cabelo lindo e preto, tatuagens espalhadas pelo corpo e um corpo esculturalmente perfeito. Seios lindos e durinhos, bunda grande e perfeita, 1,70 m, 25 anos, mora no ABC Paulista, solteira.
Tem muitos amigos, mas um grupo seleto — ela sabe escolher as amizades e é amada por todo mundo. É streamer, foca em games e papo com os subs, faz reacts, mas o principal é LoL e Valorant.
E como dizem por aí: ela movimenta o fandom, alimenta os sonhos dos inscritos com aquele papo gostoso, leve e cheio de segundas intenções.
Willian: típico esquisitão da internet que assiste lives principalmente de streamers. Num determinado momento da vida dele, o algoritmo joga na live da Daki e… pronto. Amor à primeira vista. Se apaixona por tudo: o jeito dela, e obviamente pelo combo completo que ela entrega.
A vida segue normal. Daki, depois de uma noite de live, ainda tá dormindo. Willian sai pro trampo com ela na cabeça o tempo todo. O jeito dela, o corpo, a forma como vira na cadeira e levanta… aquelas curvas perfeitas que fizeram ele se masturbar pensando nela várias vezes. A ansiedade pra chegar a noite e ter mais uma live. O plano já tá traçado: virar sub e ouvir o nome dele saindo da boquinha dela. Já segue no Insta, começa a stalkear tudo sobre ela e descobre que tem perfil numa plataforma de conteúdos — fotos, vídeos e chat privado com assinantes.
O coração dispara, o desejo ataca forte. Ele assina na hora. O perfil abre…
Fotos de biquíni, lingerie, pijaminhas, roupa de academia e conteúdos exclusivos. Mais o chat privado com os subs.
Ele manda o primeiro “oi” e fica na espera. A resposta demora até a live da noite. Ele avisa que virou sub. Depois que ela fala o nome dele na live, toda feliz, diz:
— Vou te chamar no privado, amor, como faço com todo mundo.
A live termina lá pelas meia-noite. A expectativa pela resposta cresce… e logo chega a mensagem:
“Oi amor, que bom você por aqui ♡”
Ele, todo bobo:
“Aaa que felicidade, que maravilha saber disso aqui!”
Como estreia, ela manda um pack pra resgatar: lingerie branca, fio dental todo enfiado na bunda, delicioso. Ele resgata na hora e a conversa fica mais íntima.
Ali ele conta a história dele, ela sempre carinhosa, chamando de “amor”, e vai criando um laço. Na cabeça dele, claro, ele acha que é o único… mas será que é só mais um sub? Não sei, é o começo.
Vários resgates de conteúdo: fotos e vídeos que ele nunca imaginou ter. Poses sexy pra caralho, um tesão absurdo. Toda aquela delícia em calcinhas minúsculas e transparentes, mostrando os mamilos marcados, a bucetinha marcada no tecido, o fio dental sumindo…
O primeiro roleplay (RP) rola.
Até que ela solta: conheceu um assinante. Ela tá encontrando um professor que assina a plataforma dela. Sempre teve fetiche em transar com professor, um desejo antigo.
A noite segue e Willian tá louco de tesão. Ela manda um set de 3 fotos, ele resgata: lingerie rosa linda, numa posição que deixa a bunda bem pertinho da câmera. O fio dental corta o cuzinho no meio, deixando um pouquinho das preguinhas aparecendo.
Willian, na terceira punheta da noite, fica doido e pergunta:
— Conta mais sobre o professor?
Ela responde quase 1 da manhã:
“Você realmente quer saber? Vai ficar enciumado e com inveja.”
E some. Só volta na outra noite, deixando Willian de pau duro a madrugada inteira.
Logo que ele abre a plataforma no dia seguinte, já tem mensagem dela… e o primeiro vídeo que ela manda pra ele.
Excitado pra caralho, ele diz “sim”.
Ela começa a contar: um dos primeiros assinantes começou a conversar, contou da vida dele e revelou que era professor.
Logo atiçou ela. A conversa foi ficando cheia de tesão. Ela acabou fazendo algo que normalmente não faz: tirou uma foto do momento, sentada na cadeira só de calcinha, com a calcinha abaixada o suficiente pra mostrar o comecinho da bucetinha lisinha. Legenda:
“Olha professor, gostou do que viu? Vai me dar 10 na prova? 😏”
Ela diz que ele ficou louco com a foto e respondeu:
“Daria sim, mas você ia ficar depois da aula pra reforço.”
Ela comenta que escreveu a mensagem já com a buceta encharcada, a calcinha toda melada de tesão.
O professor completa: andaria do lado dela enquanto ela tá sentada na cadeira, deixando o pau duro marcando na calça pra ela ver, e diria:
“Se você quer 10, sabe o que fazer.”
De saia, toda envergonhada, ela se posiciona com as mãos na mesa, empinando a bunda.
O professor chega perto, a respiração dele já ofegante.
“Relaxa, amorzinho.”
Passa a mão nas pernas dela, vai subindo até a buceta que tá completamente lambuzada e começa uma siririca intensa. Encoxa nela, ela sente a ereção dele na bunda. A siririca fica mais forte, ela goza na mão dele, o mel escorrendo pelas pernas.
Ela treme, fica bamba. Enquanto isso, ele tira o pau pra fora. Sem camisinha, começa a encaixar tudo na buceta melada. Ela rebola enquanto ele mete até o talo, ergue a saia e já começa a socar com força. O barulho das coxas batendo na bunda dela é alto pra caralho. Puxões de cabelo, tapas… ele fode a aluna safada como se fosse a última vez.
Daki não aguenta, as pernas fraquejam de tanto tesão.
O professor urra enquanto enche a buceta dela de porra até o útero. Ao tirar o pau, sai tudo lambuzado. Daki, toda arrombada e melada, deixa a calcinha de lembrança e sai da sala.
Pobre Willian bateu várias punhetas enquanto ela descrevia a foda perfeita.
Mas o que deixou ele maluco de verdade foi a frase final dela:
“Eu vou encontrar o professor num evento aqui em São Paulo. Não faço ideia se rola algo… mas ele me mandou fotos e vídeo e acho que pode rolar, hein 😈😈😈…”