Eu Sempre Quis Fuder A Minha Mãe Gostosa, Finalmente Consegui - PARTE 1

Um conto erótico de FilhoProdigo
Categoria: Heterossexual
Contém 3087 palavras
Data: 07/02/2026 08:00:36
Última revisão: 07/02/2026 08:01:12

1.

Eu queria foder a minha mãe gostosa desde o momento em que entendi o que era trepar de verdade. Então, numa noite quente de verão, durante o meu ensino médio, eu finalmente consegui o que queria.

Desde muito moleque, eu já tinha sacado que a mamãe era um avião—pelo menos, eu percebia que ela não se parecia em nada com as outras mulheres. Ela era mais alta, com aquele quadril largo típico de brasileira, pernas torneadas e peitos... ah, os peitos eram muito maiores. Além disso, a pele dela era lisinha, macia, e os braços não tinham aquela pelanca do "tchauzinho" que eu via nas amigas dela. O rosto também, uma pintura. Durante meus anos de pré-escola, eu adorava lembrar isso a ela enquanto a acompanhava nas voltas pelo bairro ou no supermercado.

— Ah, obrigada, meu anjinho — ela dizia, abrindo aquele sorriso largo e estalando um beijo na minha bochecha.

Não demorou muito para eu perceber que outras pessoas—homens, principalmente—também notavam a mamãe. Onde quer que a gente fosse sem o papai, os assobios e gritos do tipo "Ô lá em casa!" ou "Gostosa!" seguiam a gente como o uivo de cachorros no cio. Eu me acostumei tanto com aquilo, do mesmo jeito que quem mora em São Paulo nem ouve mais barulho de sirene, que virou parte da paisagem. Até hoje, nem percebo quando algum babaca mexe com uma mulher que está comigo. Inconscientemente, acho que devem estar assobiando para a mamãe.

Naquela época, na minha inocência, eu achava que todas as mulheres causavam essa reação nos homens, até o dia em que criei coragem para perguntar. Ela estava me trazendo a pé da escolinha, atravessando nosso bairro de casas grandes e gramados impecáveis, e o caminho passava por uma obra num terreno a duas quadras da nossa casa. Quando passamos pela calçada, um cara suado, com um bigode grosso, gritou lá da laje:

— Eita, potência! Sobe aqui e traz esse material todo pra mim, delícia!

Mamãe fingiu que nem ouviu. Continuou andando no salto, rebolando naturalmente. Quando viramos a esquina, eu perguntei:

— Mãe, de que "material" aquele moço tava falando?

— Não tenho certeza, filho — disse ela, com a maior casualidade. — Como ele foi preguiçoso e não usou um adjetivo, tipo "grande" ou "comprido", ele podia estar falando dos meus seios ou das minhas pernas.

— Por que os pedreiros sempre falam essas coisas pra você?

— Eles fazem isso de farra. E acho que eles pensam que eu sou muito quente.

— Quente tipo um forno?

— Bem... não exatamente. Um dia você vai entender.

— Você é linda, mãe.

— Obrigada, meu amor.

— E eles *são* bem grandes mesmo — eu soltei.

Ela seguiu meu olhar direto para os peitos dela, que estavam pulando livres e esticando uma regatinha verde decotada, bem à frente do corpo. Eram facilmente do tamanho de melões maduros. Cada um parecia maior que a minha cabeça.

— Ah, até você, Beto? — disse ela, revirando os olhos, mas com um sorrisinho no canto da boca.

— Não, eu quero dizer que eles são grandes e bonitos — insisti.

— Obrigada, querido. Vindo de você, eu não me importo nem um pouco. Eles são bem grandões mesmo, né? Esse sutiã deixa eles bem soltinhos pra balançar.

Ela colocou as mãos por baixo deles, deu uma levantada e fez eles quicarem para cima e para baixo algumas vezes, sorrindo e mexendo as sobrancelhas para mim em tom de brincadeira. Eu dei uma risadinha, mas era moleque demais para processar a visão alucinante que aquilo era. O imbecil lá na laje teria gozado nas calças na hora se visse aquilo de perto.

— Você gosta deles? Eu pareço bem mais nova do que sou, não pareço?

— Acho que sim. Quantos anos você tem mesmo?

— Deixa pra lá.

— O papai gosta deles? — perguntei, apontando para as tetas dela.

— Ele nunca presta muita atenção neles — ela respondeu, com um suspiro leve.

Fiquei pensando qual era o problema dele. "Eu prestaria se fosse o papai". Mamãe ficou quieta por um minuto. Meus pais se davam bem, mas o papai vivia viajando a trabalho. Ele era diretor de uma multinacional de petróleo. E mesmo quando estava em casa, eu mal via a cara dele, exceto no café da manhã e no jantar.

Mas ele tinha lá seu senso de humor. Antes de eu dormir, sempre que a mamãe lia *O Menino Maluquinho* ou alguma história pra mim, o papai botava a cabeça na porta e dizia:

— Gisele, esse trem aí funciona a diesel, né? Dá lucro?

Ela dava uma risadinha abafada e dizia:

— Ah, Carlos, deixa disso.

Na calçada, já estávamos chegando perto do portão de casa. O sol estava baixando, mas o calor ainda era forte.

— Beto, a partir de amanhã, vamos fazer um caminho diferente pra escola.

— Tá bom.

— E me lembra de não vestir mais essa blusinha.

***

— II —

Então, os homens desejavam a mamãe. E numa tarde, quando eu tinha nove anos, eu comecei a desejá-la também. Eu estava deitado na minha cama e a vi pela janela enquanto ela tomava sol no deck de pedra mineira na beira da piscina. Ela se levantou para virar a espreguiçadeira e eu fiquei boquiaberto com aquele corpo violão escultural: pernas lisas e torneadas que pareciam subir infinitamente até finalmente se abrirem num quadril largo, bem brasileiro, que por sua vez fazia uma curva dramática para dentro, formando uma cintura fina e uma barriga chapada com um umbigo fundinho e sexy. Acima de tudo isso, os peitos dela se projetavam para frente como uma varanda enorme, cada um deles maior que aquela bola de futebol de salão que ela tinha me dado no aniversário. Eram firmes e empinados, inchando como balões para fora de um biquíni de cortininha e se apertando um contra o outro, criando um vale profundo de uns quinze centímetros entre eles. O rosto dela também era lindo, com maçãs do rosto desenhadas, um nariz fino e elegante, queixo forte e uma testa alta, tudo dando a ela um ar de realeza, de madame de novela das oito. O cabelo castanho-claro caía até os ombros, liso e grosso, brilhando como seda no sol de verão.

Quando ela começou a caminhar em direção à casa, vi aquele quadril balançando de um lado para o outro e os peitos imensos quicando, fazendo o biquíni subir e descer num ritmo hipnótico. Senti uma coisa nova e assustadora, e quando olhei para baixo, vi um líquido escorrendo do meu pinto. Eu tinha acabado de ter o meu primeiro orgasmo.

Depois daquilo, bater uma punheta pensando na minha mãe virou evento diário. Ela costumava usar roupas que marcavam o corpo, tipo aquelas blusinhas "baby look" de malha que ficavam esticadas sobre as tetas, ou calças jeans desbotadas que abraçavam as curvas daquela bunda grande e redonda. Só de ver ela colocando louça na máquina ou dobrando as toalhas já me deixava de pau duro. Ela tinha um jeito suave e sensual de se mexer que fazia minha nuca arrepiar.

Eu ficava excitado até com as mãos dela, que eram eróticas de um jeito elegante, ágil, com os dedos longos. Eu sentava na mesa da cozinha, fingindo fazer meu dever de casa, e quando ela envolvia a mão num copo de suco gelado para secá-lo com um pano, eu imaginava ela envolvendo aquela mão no meu pau duro. Aí eu corria pro andar de cima, baixava a calça e descabelava o palhaço freneticamente. Às vezes eu até arriscava deixar a porta do quarto encostada, desafiando ela secretamente a entrar e me pegar no flagra. Coisa de criança, eu esperava que ela se sentisse lisonjeada—ou melhor ainda, excitada—com o meu desejo por ela.

Mas ela nunca me pegou. Às vezes eu pedia ajuda com o dever de casa mesmo sem precisar. Enquanto ela escrevia contas de matemática ou listas de palavras no meu caderno, aquele busto enorme balançava suavemente. Meu pau ficava pedra enquanto eu encarava ela. Eu tinha quase certeza que ela não percebia.

Uma vez, durante um fim de semana em que eu estava na seca total, já no ginásio, a mamãe estava tomando sol com as irmãs mais novas dela, a Tia Linda e a Tia Cris, que são gêmeas e gatas, mas não tão curvilíneas quanto a mamãe. Eu estava no meu quarto espionando elas e batendo uma com vontade. Estavam trocando elogios sobre os corpos e admirando os peitos umas das outras quando, de repente, uma prece minha de longa data foi atendida.

Depois de dar uma olhada nervosa em direção à casa, a mamãe levou as mãos ao fecho da frente do biquíni vermelho e destravou. Os peitos imensos dela saltaram para fora das copinhas e bateram um contra o outro, acomodando-se em formato de gota perfeita, empinados e com só um toquinho natural de caída, enquanto ela tirava o biquíni completamente. As auréolas eram pequenas e vermelho-escuras, e os mamilos apontavam para cima tipo os de uma adolescente.

A Cris e a Linda arregalaram os olhos e soltaram gemidos de inveja.

— Caralho, Gisele! — a Linda gritou. — Você não vai envelhecer nunca, porra?

Minha reação foi ainda mais forte. Assim que botei os olhos naqueles peitões—absolutamente colossais, mas com um formato mais perfeito do que eu jamais sonhei—minhas bolas contraíram e meu pau começou a jorrar porra. Jatos longos e brancos espirraram sem parar, queimando enquanto subiam pelo meu pau rígido e sujando tudo: a cama, a janela. Um bonequinho do Cascão que ficava no criado-mudo tomou um banho de porra bem na carinha dele.

E ali estava a mamãe, inocentemente batendo papo com as irmãs sobre exercícios de bumbum e dieta da proteína, enquanto eu, mentalmente, metia meu pau pra dentro e pra fora da buceta dela, gemendo obscenamente e esvaziando as bolas até secar. Desabei de costas na cama ofegante, bermuda nos tornozelos, e vi a mamãe lutando para encaixar os melões de volta no biquíni. Levei dez minutos para limpar toda a porra.

Outros moleques da minha idade se masturbavam fantasiando com a Xuxa, a Vera Fischer ou a Angélica (ou a Maitê Proença, se tivessem TV a cabo). Eu me masturbava pensando na minha mãe. Comecei a me perguntar se eu era doente.

Mas parei de me preocupar depois da noite da festa junina da sétima série, quando a mamãe foi pros bastidores fazer a maquiagem de todo mundo, o quadril bamboleando, os peitões desafiando as alças de um vestidinho azul decotado e os feromônios dela deixando um rastro no ar. Os garotos ficaram tão hipnotizados com a rachadura da Falha de San Andreas entre aquelas massas tectônicas balançantes e agitadas que nem os mais machões reclamaram da maquiagem bichinha que ela estava passando no rosto deles. Quando ela se inclinou sobre eles com um pincel de rímel, envolvendo-os com aquele ar quente e perfumado, com as tetas quase escapando do vestido, as calças dos caras ficaram levantadas e os pelos da nuca se arrepiaram. Eles lutaram para esconder os paus duros enquanto tropeçavam subindo no palco.

— Que meninos educados — a mamãe disse para a Dona Marta, a professora de história.

Esperando minha deixa, olhei para cima e vi a mamãe. Um sorrisinho malicioso tinha se formado naqueles lábios gostosos.

— Ah... é, são sim — Dona Marta respondeu, avaliando a figura escultural da mamãe com uma mistura de admiração e desaprovação.

Depois daquilo, eu soube que não tinha porra nenhuma de errado comigo por querer foder minha mãe. Todo outro macho humano que botasse os olhos nela queria foder ela também. Nunca na vida eu tinha sentido tanto orgulho.

Perdi a virgindade no primeiro ano do ensino médio. O nome da menina era Larissa e a gente transou no banco de trás do Monza do pai dela. Ela estava no segundo ano e já tinha feito com outro cara antes.

— Ah, Beto, ah, Beto — ela gritava enquanto eu metia nela e o carro balançava pra cima e pra baixo.

Mas eu não gritei o nome dela. Eu estava fingindo que ela era a mamãe.

***

— III —

Eu era filho único e a mamãe me mimava sem parar. Ela era uma daquelas mães corujas, superprotetoras, que entravam em pânico se eu não chegasse em casa na hora certa ou esquecesse de ligar. Ela vivia cismada com os meus amigos.

— Os pais dele são gente boa? — ela perguntava, tentando se garantir antes de eu ir para alguma festa ou dormir na casa de alguém.

— São, mãe, são tranquilos — eu respondia.

Minha vida social agitada agradava a ela, mas ela morria de ciúmes das minhas namoradinhas, até daquelas que eram só rolo.

— Ela é bonitinha? — ela perguntava com um tom de voz provocativo sempre que eu mencionava um nome novo. Aí vinha o bico de manha ensaiado. — Mais bonita que eu? — ela choramingava.

— Não, mãe, ela não é tão bonita quanto você. — Pelo meu tom obediente, a bobinha da mamãe achava que eu estava só sendo gentil. Mal sabia ela.

— Bom mesmo! — ela dizia, com os olhos castanhos brilhando de triunfo. — Você está proibido de sair com qualquer uma que seja mais gostosa que eu.

Aí ela me dava um estalinho na bochecha que quase fazia meu pau rasgar o zíper da calça toda vez. Depois, ela saía rebolando para resolver coisas na rua ou tomar banho, com as peitolas balançando soltas por baixo de uma camisa social de algodão ou de um moletom velho da faculdade, e a bunda preenchendo deliciosamente um shortinho cáqui.

A verdade é que as garotas morriam de inveja da mamãe. E não era aquele biquinho de deboche, não; era inveja real, de trincar os dentes, puro recalque. Depois de conhecerem ela, elas nunca mais queriam ir lá em casa, e quando iam, a aparência inacreditável da mamãe fazia elas baterem o pé e inventarem qualquer plano de fuga, tipo: "Vamos pro shopping. Agora."

A gente morava num condomínio fechado, daqueles onde todo mundo se conhece, e o corpo e o rosto da mamãe deviam ser assunto frequente nas rodinhas de fofoca. Uma noite, uma menina com quem eu ficava de vez em quando me ligou, mas não foi pra jogar conversa fora.

— Minha mãe quer saber quem é o cirurgião da sua mãe, onde é que ela comprou aqueles peitos — ela disse.

Minha única meta para o segundo ano do ensino médio era ser titular no time de futebol do colégio, então passei o verão malhando duas vezes por dia e comendo igual a um pedreiro na hora do almoço depois de uma semana de jejum. Quando eu não estava na "Academia do Betão" fazendo agachamento, eu estava na cozinha ou na sala com um prato fundo de arroz, feijão e bifão acebolado.

Mamãe adorava bancar minha chef pessoal e estudou uma prateleira inteira de livros de nutrição esportiva. Ela entrava no meu quarto toda manhã às cinco com um shake de Whey Protein e me acordava com um carinho leve no braço. Eu bebia o shake enquanto ela sentava na cama e bocejava feliz. Uma vez, quando ela se espreguiçou bem devagar, com os braços acima da cabeça e aqueles melões sem sutiã praticamente explodindo para fora da camisola de cetim, eu tive que me ajeitar debaixo das cobertas para esconder o volume da minha barraca armada.

Os shakes e os bifes, junto com as horas puxando ferro, deram resultado. No final do verão, meu corpo de 1,78m tinha ganhado massa e eu estava pesando uns 75kg bem definidos. Virei reserva no time principal naquele ano e continuei no foco. No verão seguinte, eu já tinha batido 1,83m e estava com 82kg de puro músculo e nervo. E a mamãe estava reparando *muito*.

Ela já vinha me elogiando desde o começo do treino, mas conforme meus ombros ficaram largos e ela percebeu que tinha que olhar para cima para encarar meus olhos (ela tem 1,78m), o carinho dela ganhou um tom novo, um desejo que parecia levemente carnal.

— Tá ficando forte, hein? Muito bem, querido — ela dizia sempre que me via tomando sol na beira da piscina.

Depois de me trazer o shake numa manhã e me beijar na bochecha, os lábios dela desceram para o meu ouvido, demoraram um segundo longo ali e sussurraram:

— Acorda, meu tigrão.

A coisa foi ficando mais na cara dura. Quando eu estava ajudando ela a arrumar a despensa num dia quente de julho, eu estava segurando uma caixa pesada e mantendo a porta aberta para ela passar, quando ela parou atrás de mim e apertou meu bíceps tensionado.

— Mmm, que delícia — ela ronronou, com o hálito no meu pescoço, e esfregou os peitos nas minhas costas.

Meus joelhos quase cederam. Eu estava ficando com a nítida impressão de que minha mãe me queria.

Era compreensível. O papai não era uma presença muito forte na família ultimamente e nunca mostrou muito interesse nela. Eu não fazia ideia de quando tinha sido a última vez que eles treparam, e nem queria saber. Eu queria ela só para mim. Papai era um cara decente e inteligente, mas um bicho do mato socialmente, e eu me recusava a acreditar que ele conseguisse satisfazer qualquer mulher—muito menos a mamãe. Além disso, ele tinha 1,65m, aquele penteado ridículo para disfarçar a careca e uma pança cheia de coxinha e cerveja. Mamãe não sentia atração por ele. Isso me fazia sorrir.

Os comentários safados da mamãe continuaram, e eu tinha quase certeza que ela tinha notado que, junto com meus bíceps, meu pau estava ficando muito, muito grande. Eu tinha quase certeza que tinha flagrado ela roubando uns olhares para o meu pacote através da calça jeans, e numa tarde na piscina, peguei ela encarando direto meu volume quando saltei do trampolim.

Ninguém podia culpar ela. Um dia, enquanto eu estava deitado na cama batendo uma para o meu pau enorme com as duas mãos e fantasiando em comer ela de quatro, com a bunda tremendo e os peitos balançando para frente e para trás, reparei numa lata de lustra-móveis em spray que a empregada tinha esquecido no meu quarto. Coloquei a lata ao lado do meu pau. Eles tinham exatamente o mesmo comprimento e grossura. Cruzei as mãos atrás da cabeça com orgulho e fiquei só olhando para o meu pau, apontado direto para cima como um obelisco de carne engorgitado, a lata de spray dos pênis, com a cabeça roxa e escura, grande como uma bola de frescobol. Eu tinha uma jeba de 21 centímetros com o nome da minha mãe escrito nela. Parecia que ela e eu tínhamos sido feitos para uma única coisa.

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Continua!

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Comentários

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Conto maravilhoso e super erótico.

3 estrelas fácil

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Adorei o seu conto e gostaria de saber mais sobre sua mãe e as transas dela. E queria receber fotos dela se possível. Meu email é adriano_sp_pv8@hotmail.com

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