parte 5.
Naquele momento a Lizlene retirou a camiseta dele, e abriu o zíper da calça. Logo depois ela abaixou a calça, e colocou a mão dentro da cueca dele. Estava tomando as iniciativas.
Eles se beijavam, a calcinha dela já estava nos pés. O Sigmund se abaixou, pegou a tanguinha e disse:
— Vai até o seu corninho, dá um beijo nele, e entrega sua calcinha.
Ela obedeceu sem titubear. Veio até na minha frente, e disse:
— Aqui, amor. A calcinha da sua putinha. Agora eu sou só do meu novo macho...E não tem volta...
Ela curvou o corpo e me beijou com um beijo demorado. Senti que ela estava trêmula de tanto tesão. Ela disse, quase no meu ouvido:
— Meu corno, tesudo, safado. Adora me ver bem putinha, na rola do meu macho. Hoje você vai me ver completamente vadia...
Eu muito excitado, me masturbando, retribuí o beijo.
Ela se ergueu, e falou:
— Se prepare corninho, que eu vou assumir todos os pecados hoje, serei a maior safada e devassa que você um dia já fantasiou. Estou decidida.
Ela voltou nua e rebolando até ao Sigmund, que a abraçou e a conduziu para a parte mais do fundo da cabana do chalé, onde ficava a cama. Lizlene se sentou perto dos pés da cama, enquanto o Sigmund, se abaixou, ficando de joelhos na frente dela, e começou a beijar as pernas dela, as coxas, e foi subindo, até chegar na bocetinha. Lizlene se abria toda, se oferecendo.
— Isso, vem, me chupa gostoso! Meu macho tesudo!
Ouvir a voz dela pedindo aquilo me arrepiou totalmente.
Ele ficou ali apenas beijando ao redor, e ela não resistindo, deitou-se com as costas na cama, deixando os pés para baixo. As coxas abertas. Ele começou beijar a bocetinha, e Lizlene suspirava, e gemia baixinho. O Sigmund disse:
— Está gostoso?
Lizlene, suspirando:
— Simm... lambe… Chupa… Safado!
Sigmund:
— E quem manda na sua bocetinha hoje?
Lizlene ofegante:
— Para com isso, Sigmund, não gosto de falar.
Sigmund:
— O seu corno, gosta de ouvir, não é, Mirno?
Eu respondi:
— Sim amor, pode falar. Eu gosto muito.
Lizlene:
— Gosta né, safado. Então ouve… A minha bocetinha já é do Sig. A sua esposa putinha agora é a putinha só dele.
Nesse momento, ele colocou a língua na bocetinha, a Lizlene abriu bem as pernas, ergueu os pés no alto, suspirando. A pose era maravilhosa. E eu consegui ver minha esposa linda, exposta, oferecida a outro homem, com sua bocetinha molhada, querendo se entregar a ele, e me provocando. Aquilo me incendiou como se tivesse febre.
Sigmund começou fazer um belo oral cheio de tesão, e a Lizlene gemendo alto, enquanto com as duas mãos agarrava o lençol e puxava para tentar controlar o tesão.
Ela exclamou:
— Aiiiii que delícia… que tesão… Humm, saudade dessa boca! Chupa, meu macho, que gostoso é ser chupada assim!
O Sigmund disse:
— Fala que você é minha, só minha.
Ela:
— Eu sou sua Sig, você é meu macho safado e gostoso.
Nessa hora, o Sigmund tomado pelo desejo, se levantou, pegou a camisinha, e colocou na caceta.
A Lizlene, esperando ser fodida, levantou um pouco o tronco apoiada nos cotovelos e me olhou. Ela perguntou:
— Tudo bem amor? Está feliz, assistindo sua putinha dar para outro, corninho?
Eu, louco para me masturbar, mas me segurando, disse:
— Sim, amor, você está deliciosa! Muito tesuda! Estou com muito tesão também.
Sigmund subiu de joelhos sobre a cama, e com um toque firme com as mãos virou o corpo dela e colocou a Lizlene de quatro sobre o colchão. Ele me chamou:
— Vem ver, corninho, a putinha toda melada, louca para dar essa boceta, igual uma cadelinha no cio.
Eu me levantei um pouco da poltrona, estava tremendo de tão tarado. Me aproximei da cama e vi que ela estava mesmo bem molhada, empinando o rabo e babando de tesão.
— Olha corninho, a bocetinha que eu vou deixar o meu macho foder quanto quiser. – Ela gemeu.
Eu voltei para a minha poltrona, e a Lizlene ainda de quatro, se virou na cama e ficou de frente.
Olhei para o rosto da minha esposa, e vi como ela estava transfigurada. A volúpia havia tomado conta. Já sem conseguir me conter, fui me masturbando. Ela, louca de tesão, falou:
— Vem Sigmund, veem, meu macho tesudo! Enfia esse pau gostoso! Fode a sua putinha na frente do corno!
Eu reparei que ele havia estimulado para que ela me provocasse. Ele perguntou:
— Você quer meu pau na boceta?
A Lizlene gemeu:
— Isso, vem logo, para de falar, mete, que eu estou tarada…
O Sigmund, começou esfregar a pica na bocetinha dela e mandou:
— Então, chama o Mirno de corninho.
Lizlene reclamou:— Ai, não, deixa isso, vem, mete logo…
Sigmund:
— Chama vai, chama de corno, que ele gosta.
Entendi que ele queria criar um clima provocador envolvendo nós três, explorando a minha presença, o meu tesão de corno, e o da minha esposa em ser devassa. Ele também havia descoberto que ela se reprimia para adorava uma putaria.
Lizlene, olhando para mim com muito tesão, falou:
— Amor, olha só, meu corninho... agora sou a putinha do Sigmund. É ele quem manda. Eu obedeço…
Nisso, o Sigmund enfiou a pica na boceta com uma estocada apenas, ela gemeu, e ele passou a foder minha esposa, os dois gemendo muito. Ele ficou a incentivar para que ela falasse mais safadeza. E passou a falar mais, no ouvido dela, sugerindo provocações.
De repente a Lizlene, completamente excitada, levando pirocada forte na boceta, começou falar:
— Humm, tá bom, mete meu macho! Você gostou, meu corninho mansinho?
Eu soltei um gemido:
— Tesuda!
O Sigmund disse:
— Viu, como ele gosta de ouvir você falando sacanagens?
A partir dessa hora, a Lizlene entendeu de uma vez a dinâmica daquele jogo, e começou a falar várias sacanagens, que eu jamais pensei ouvir dela, sempre orientada pelo Sigmund, o que me deixou louco de tesão.
Enquanto ele fodia, firme, socando com força, a Lizlene, louca de prazer, gozando seguidas vezes, dizia:
— Amor, a minha bocetinha está babando na pica do meu macho. Ele me atolou com esse caralho enorme. Vou ficar toda arrombada. Agora minha boceta é dele. Já sou a putinha dele.
Eu ouvia, via e me masturbava, cada vez mais tarado. Ela provocava:
— Olha, corninho, sua esposa que era certinha, sendo a putinha de outro. Isso que é macho, amor, ele fode muito a minha boceta, como ninguém nunca fodeu.
Eu continuei me masturbando, ouvindo aquelas provocações, vendo a foda deles ficar cada vez melhor. Acabei perdendo o controle, e gozando. Tive uma gozada forte, assistindo a foda deles, e fiquei meio fora de sintonia. Quando consegui recuperar o fôlego, me levantei e fui me limpar.
Estava no banheiro e escutei quando a Lizlene e Sigmund gozaram, gemendo muito. Os dois urravam e gemiam bem alto, sem ligar se estavam sendo ouvidos até lá fora. Quando eu voltei ao quarto, vi os dois caídos sobre a cama.
Sigmund se levantou, saiu e foi ao banheiro se lavar e eu fui até na Lizlene, e perguntei:
— Tudo bem amor? Você gostou?
A Lizlene falava mole:
— Ahhh... Sim, amor, …muito… muito obrigada.
— Vai querer mais? – Perguntei.
Ela falava com prazer:
— Ahhh, sim, amor, está muito bom. Agora fiquei tarada... eu quero muito.
Enquanto eu tentava beijar e acariciar a bundinha e a bocetinha dela, a Lizlene disse:
— Não, corninho. Hoje não. É só com ele hoje, ok?
Eu me afastei e fui me sentar novamente na poltrona, sem dizer nada. O pior é que aquela atitude dela, me provocava, comprovava que ela estava totalmente imersa na fantasia e na libertinagem. Quando o Sigmund voltou do banheiro, ficou evidente o tesão de ambos, e voltaram a se beijar. Os dois estavam nus, se deitaram na cama, e ficaram uns minutos assim, trocando beijos e carícias. Um namoro assumido e cheio de entrega de ambos. Naquele momento o Sigmund se virou e fez uma proposta:
— Mirno, o que você acha de ficarmos até amanhã eu sendo o namoradinho da Lizlene?
Lizlene questionou:
— Como assim?
O Sigmund disse:
— Eu e você ficaremos o tempo todo juntos, como namorados, direto, até quando nós formos jantar, tomar banho, o tempo todo sempre assim.
Eu concordei, não vi nenhum problema:
— Por mim, tudo bem.
A Lizlene não respondeu, pois o Sigmund já estava beijando, e assim voltaram a namorar. O Sigmund pediu para ela chupar seu pau, e a Lizlene disse:
— Lembra que eu não gosto muito de fazer oral, né?
Sigmund contestou:
— Mas, vai fazer. Estou mandando. Obedece e faz para seu macho. Vai, mama na rola...
A Lizlene estava com tesão, e parece que gostou daquele jeito dominador dele. Ela ficou de joelhos e começou chupar, caprichando, e fazendo ele suspirar. Ela às vezes, olhava para mim, enquanto chupava a cabeça da pica, sua expressão era de safada muito tarada, e depois engolia o pau todo dele. O Sigmund falou:
— Caralho, como chupa gostoso! Imagine as gostasse de oral!
A Liz tirou o pau da boca e respondeu:
— Para o meu macho tesudo, hoje eu serei a puta mais safada e tesuda.
Ela conseguiu deixar o safado do Sig tarado e ele logo já pegou a camisinha.
A Lizlene pegou da mão dele e colocou a camisinha na pica grande do Sigmund. Fazia aquilo com gosto. Louca para dar novamente. Em seguida, já montou em cima dele e fez a pica entrar na sua bocetinha de uma só sentada. Ela começou a cavalgar, tomada de desejo. O Sigmund, a puxou para beijar, enquanto ela rebolava, subia e descia na pica.
Eu nunca tinha visto a Liz tão excitada e solta. Eu fiquei vendo o pau grande do Sigmund entrar e sair de dentro da boceta da minha mulher, repetidas vezes, e aquilo me deu um tesão incrível, pensando como ela estava delirando na rola, e por ver como ela gemia quicando naquela pica grande. A cena dela rebolando a bunda e se encaixando até na base da pica, era alucinante. Quando eu vi já estava me masturbando de novo.
Reparei que eles começaram trocar palavras de intimidade, baixinho, ele dava ideias e a Lizlene voltou se soltar, virou para trás e me falou:
— Ahhh, corninho, que delícia esse pau grande dele. Estava com muita saudade. Isso que é uma rola de verdade. Vou viciar nesta piroca.
Melhor do que o meu? – Perguntei muito tarado.
— Haham! Muito melhor. – Ela respondeu.
Ela viu que eu estava batendo a minha punheta, e disse:
— Olha só, meu corno, que delícia este macho tesudo de pica grande me comendo! Você adora isso né? Adora ver um macho tesudo foder a sua esposa safada. Agora eu já sou mesmo a putinha dele.
Ouvindo aquilo e vendo como ela dava a boceta, tomada pela volúpia, não demorou muito eu senti meu desejo ferver novamente, e que o meu orgasmo foi chegando, meu corpo todo arrepiado, e já fui gozando de novo. Jatos fortes voavam do meu pau.
Na mesma onda, o Sigmund também não aguentou e gozou, gemendo e dando tapas na bunda da Lizlene:
— Putinha tesuda, safada, goza na pica do macho! Goza comigo, cadela!
Minha esposa ficou subindo pelas paredes de tanto tesão e estremecia de prazer. Até que também teve um orgasmo indescritível. Rebolava e gemia, desesperada de prazer.
Depois, ficaram inertes por uns dois minutos. Bocas coladas, se beijando.
Enquanto o Sigmund conseguiu se recuperar, se levantou, retirou a camisinha cheia e foi ao banheiro. A Lizlene se levantou também e veio até onde eu estava. Vi a bocetinha dela inchada e vermelha. Ela disse:
— Ah, amor, estou louca de tesão, quanto mais eu dou para ele, mais ainda eu quero dar. Ele fode muito gostoso. O pau dele é de alucinar e ele sabe foder. Estou alucinada. Ele disse que eu tenho que ser muito putinha, que você adora isso. Você está gostando mesmo?
Eu concordei, e falei:
— Você adora ser putinha, mas estava com vergonha de assumir. Estou alucinado de tesão.
Ela sorriu, e foi para o banheiro atrás dele. O Sigmund estava enchendo a banheira.
Fiquei ali no quarto meio exaurido, sentia as pernas até meio moles, e resolvi deixar os dois no banheiro sozinhos.
Depois de algum tempo, talvez uns quinze minutos, a Lizlene me chamou:
— Corninho, vem aqui, e traz uma camisinha!
Confesso que me incomodou um pouco, ser tratado como ajudante de foda, mas, ao mesmo tempo, me sentia excitado com a disposição e postura dela de me incluir, pois minha esposa parecia ser outra pessoa, totalmente envolvida, liberada, safada, e demonstrando gostar de me provocar.
Fui até ao banheiro e encontrei os dois dentro da banheira, com ela montada sobre as pernas dele. Entreguei a camisinha a ela falou:
— Corninho, você quer ver meu namoradinho tesudo me comer de novo?
Eu, sem questionar, concordei:
— Sim, eu quero.
— Você está gostando muito de ser corninho da putinha, não está? – Ela perguntou.
— Sim, meu amor. – eu disse e me encostei na porta.
Ela pegou a camisinha e foi vestindo no pau do Sigmund que estava duro novamente. Imaginei que ela devia ter mamado na rola até endurecer. Ela disse:
— Eu já decidi, corninho, vou ser a putinha completa dele hoje. E fazer o que ele mandar. Tudo bem para você?
— Tudo bem, amor. – Eu disse, bem calmo. Não seria eu que ia cortar aquele embalo todo.
A Lizlene pediu ao Sig:
— Vem, meu macho, me come gostoso de novo, bem forte, na frente do meu corninho. Para ele ver a esposa putinha dele como ficou safada, adorando ser fodida de todo jeito. Eu virei uma vadia. Quero muita rola, quero gozar muito. Quero ficar ardida de tanto levar esta piroca grossa na minha bocetinha. Já que ele gosta, vai me ver sendo a maior safada.
Eu entendi que ele estava combinando com ela essas provocações, mas já era a Lizlene que tomava a iniciativa. Percebi que a danada havia incorporado a loucura devassa de ser muito vadia e me provocar. Nessa hora, a Lizlene já tinha colocado a camisinha no pau dele, e novamente se sentou na piroca, dentro da banheira, começando mais um sexo muito intenso, cavalgando e gemendo. O Sigmund apertava o bico dos seios dele, e minha esposa gemia deliciada. Foderam sem parar com ela cavalgando.
Essa foda durou uns 10 minutos. Eu fiquei admirado com a capacidade deles de foder. Eu já estava esgotado, mas ao mesmo tempo, excitado de ver a safadeza dos dois. Finalmente, eles gozam gemendo muito e Lizlene beijava muito o amante, demonstrando que estava realmente encantada com ele. Aquilo a agradava de verdade, não era teatro.
Ao se recuperarem, ambos tomaram o banho, e eu saí do banheiro. Depois, eles se vestiram, para irmos jantar. Eu também tomei um banho em seguida, e me arrumei.
A Liz colocou um vestido curto, estampado, de alcinhas, sem usar nada por baixo. Eu e o Sigmund de bermudas e camisetas. O restaurante da pousada, era o único lugar para jantarmos, e nos preparamos para ir lá. O Sigmund lembrou que combinamos dele ser o namorado de Lizlene até no outro dia e se fôssemos lá, ele queria ir de mãos dadas com ela, trocando beijos.
Eu fiquei meio inseguro, com receio disso, explicando que todos que estavam na pousada já viram eu e a Lizlene juntos. Ficaria constrangedor eles agora juntinhos namorando em público junto comigo.
A Lizlene me surpreendeu, ao dizer:
— Vamos sim, corninho, aqui ninguém nos conhece. Assume que você é meu corno e eu vou ficar ainda com mais tesão. Imagina, ser a putinha de dois, é muito bom.
Nossa, ao ouvir aquilo, senti um frio na barriga. Mas, ao mesmo tempo, havia o desafio excitante de fazer algo inédito e arrojado. Eu disse:
— Vão me matar do coração.
Lizlene respondeu:
— Experimenta, corninho. Acho que você vai sentir muito tesão! Estou louca para testar isso.
Diante disso, combinamos que iríamos mas se eu não me sentisse bem, eu os deixava e voltaria para a cabana.
Entramos no restaurante da pousada, era uma sala com umas doze mesas apenas, e havia umas oito delas ocupadas com casais que estavam na pousada. Liz e o Sigmund entraram de mãos dadas e eu andando ao lado. Nos acomodamos em volta de uma mesa e pedimos nossos pratos ao atendente. Liz e o Sigmund namoravam trocando beijinhos e carícias. Reparei que algumas pessoas olhavam, mas não tiveram reação alguma. Se desconfiaram de algo, não deram a entender. Eu estava com o coração batendo na garganta.
Durante o jantar, voltamos a beber vinho, sendo que a Lizlene e o Sigmund ficaram sempre juntos, namorando e ela me chamava de corninho, discretamente, mas sem disfarçar.
Conversamos sobre vários assuntos, durante o jantar, parecia que tudo voltara ao normal, eu até havia me adaptado bem à situação de ver os dois tão românticos diante de todos.
A Liz comentou:
— Viu corninho, não disse que você ia gostar?
— Eu gostei, me deu um certo nervosismo, confesso. Mas foi excitante. – Eu disse.
— Você a cada dia vai ficar mais corajoso e ousado, corninho. – Disse o Sigmund.
Terminado o jantar, ainda ficamos um pouco mais, bebendo o resto do vinho. O restaurante foi se esvaziando aos poucos.
Até que perto da 22h, depois de mais uma garrafa de vinho, o Sigmund começou beijar Lizlene, a acariciá-la, e dizer que queria namorar de novo, passando disfarçadamente a mão nas coxas e nos seios dela. A Lizlene, mais solta, sem mais nenhuma timidez, retribuía com carinhos nele, pegava no pau sob a calça disfarçadamente, e ficavam trocando confidencias, falando baixinho. Nessa hora eu achei que eles estavam abusando um pouco e disse que estava na hora de voltar para a cabana. Ele disseram que iam dar uma voltinha pelo ambiente do bosque, que era suavemente iluminado por luzes de LED com energia solar.
Eles me deixaram ir para a cabana e foram dar uma volta. Devem ter namorado no bosque, e conversado. Eu fiquei esperando.
Quando voltaram, uns vinte minutos depois, me deixaram de lado, e só agiam entre eles. Comecei a me sentir isolado, diante da situação. Eu disse a eles que já estava tarde, sentia sono, e a Lizlene disse:
— Amor, combinamos de o Sigmund ser meu namorado até amanhã, por isso, eu quero dormir com ele hoje.
Eu já estava meio cansado, e irritado, me sentindo cada vez mais deixado de lado. Falei:
— Não Lizlene, isso não, quero dormir, estou cansado já. Já chega, nem fazer amor com você eu pude fazer hoje. Agora é hora de dormir.
Lizlene com voz melosa pediu:
— Ah, amor, que é isso! Por favor, deixa vai, quero dormir com ele, você prometeu.
Eu queria encerrar:
— Não, Lizlene, dormir não, e eu, onde que vou dormir?
Lizlene respondeu:
— Ué… na cabana dele.
Eu fiquei olhando, meio confuso, tentando entender a questão, e falei:
— Não. Que isso! Eu disse que você podia tudo, eu só queria estar presente, e ver tudo. Já namorou em público, deu volta no parque. Agora você quer dormir só com ele? E me descartar, me mandar embora?
Lizlene não desistiu:
— Não, vamos analisar. Hoje você já viu tudo o que queria ver, até chamei no banheiro, e até jantamos juntos, para você estar participando de tudo. Agora, chega. Deixa nós ficarmos sozinhos um pouco. Queremos namorar e dormir juntinhos uma noite.
— Está falando sério Lizlene? – Eu perguntei meio frustrado.
— Sim amor, é isso, eu quero. Só uma noite. – Ela foi categórica.
Eu fiquei alguns segundos, pensando. Ponderei que se eu insistisse, e negasse, certamente estragaria o clima do encontro, e tudo poderia se deteriorar. Frustraria a Lizlene e sua fantasia com o amante. Não me custava nada deixar os dois juntos na cabana aquela noite. Falei:
— OK… vou aceitar, isso. Só para não estragar o clima.
Lizlene sorriu, ficou bem feliz, e veio me beijar, agradecendo:
— Obrigada, amor. Sabia que o meu corninho não ia me desapontar. Amanhã eu volto a ser a sua esposa dedicada e amorosa que eu sempre fui. Hoje eu ainda quero ser putinha bem safada e sem vergonha, com o meu macho. Ele que manda, eu obedeço.
Fui pegar algumas coisas pessoais no armário do banheiro, um pouco frustrado, e a Lizlene ao meu lado, me agradecendo, acariciando e dando beijos.
— Amor, você vai ficar lembrando, batendo punheta lá na cabana, sozinho?
— Nem sei. Já bati muito hoje. – Falei seco. Eu estava enfadado de ter que sair.
Ela me perguntou:
— E eu posso dar para ele quantas vezes eu aguentar, corninho?
Eu já estava bem cansado daquela situação, e para desencargo, despachei:
— Pode. Faz o que quiser. – Imaginei que o Sigmund havia tomado algum Viagra. Ele estava insaciável.
Ela insistiu:
— Vou dormir abraçadinha nele sabia? E vamos foder mais vezes e muito gostoso. Posso fazer tudo que eu quiser, corninho? É que o pau dele me deixa louca sabia?
Eu intrigado com aquele jeito dela, me provocando, perguntei:
— Por que está me fazendo isso agora? Quer me provocar? Incomodar? Irritar? Qual é seu objetivo?
Lizlene respondeu:
— Eu combinei que ia fazer o que ele pedir. Sou a putinha dele hoje. Ele manda, e você é o meu corno, e obedece. Ele quer ter domínio sobre a putinha sem interferência do corno. E me disse para deixar você sozinho, para saber o que é ficar longe e deixar sua esposa só com o comedor. É para explorar o seu tesão de ser corno.
Eu parei observando o que ela dizia, e ela prosseguiu:
— Eu estou totalmente a fim de viver essa experiência, de entrega e submissão, completamente. Sempre tive uma curiosidade por esse lado de dominação. Desde que eu soube da minha colega com o professor. E li aquele livro dos Tons de Cinza. E o meu macho gosta de ser dominador. Serei a namorada, a escrava, a putinha dele, e o que ele mandar eu farei. Estou com muito tesão de provar isso. Ele pediu para ficarmos sozinhos e eu quero isso.
Ela deu uma pausa, e completou:
— Você deve gostar disso, pois como corno, deve ficar com tesão de me ver submissa ao meu novo macho. Estamos num clima de submissão e dominação. Por isso, não estou pedindo nada que não seja também o seu fetiche. Hoje é assim, e vou até amanhã.
Ela deu um beijinho no meu rosto:
— Agora, vai corninho, e deixa sua putinha aproveitar o macho tesudo, de pau gostoso e fodedor, a noite inteira. Ele vai me alucinar de tanto foder. É isso que você sente tesão não é? Tesão de saber que a sua esposa vira uma safada sem vergonha com o macho comedor. Então, eu vou assumir tudo. Serei a cadela no cio, e vou dar o que ele quiser.
Eu não tinha mais o que falar. Estava admirado com a mudança dela, drenado e meio cabreiro. Nesse momento, me despedi deles. Não estava reconhecendo minha esposa, e não podia acreditar no que ouvia dela. Lizlene estava completamente irreconhecível, mudada. Parecia outra pessoa.
Fui para a outra cabana, me lembrei das cenas de sexo intenso com a Liz gozando alucinada com o Sigmund. Era real, ela delirava de prazer. Adorou o pau dele e a pegada safada que ele tinha, tratando-a como uma vadia safada. Ela gostava daquilo. Me masturbei mais uma vez, mas demorei muito a gozar, tentando imaginar o que acontecia na nossa cabana. Repentinamente, exausto, apaguei, e dormi muito pesado.
No outro dia, acordei pelas 10h, e fui até nossa cabana. Abri a porta devagar, entrei, e encontrei os dois dormindo, arriados sobre os lençóis. Sendo que a Lizlene estava apenas de calcinha e o Sigmund de cueca. As roupas da véspera estavam espalhadas.
Fui até no banheiro e vi no cesto de lixo, seis camisinhas usadas. Eu tinha visto eles usarem três. Voltei ao quarto e andando desviando das roupas, sem querer chutei num sapato no chão. A Lizlene acordou, se levantou com cuidado, deixando o Sigmund dormindo, e foi até a sala comigo, somente de calcinha. Me sentei no sofá e ela se sentou ao eu lado. Perguntei como foi a noite, e o que fizeram.
Ela me disse:
— Fodemos gostoso, mais uma vez. Mais de uma vez.
Eu disse:
— Eu me lembro que vi três camisinhas usadas, a mais, no cestinho de lixo.
Ela disse:
— Foi tudo muito gostoso, namorar somente os dois.
Sem rodeios eu perguntei:
— Você fizeram sexo anal?
Ela ficou me olhando, pensando na resposta. Eu disse:
— Seja sincera:
— Nós tentamos, ele queria muito. Você sabe que eu sempre tive medo. Mas tentamos, ele foi com jeitinho, deu bastante no começo, mas acabamos fazendo… um pouquinho.
Ouvir aquilo mexeu comigo, ao mesmo tempo que senti ciúme, me deu um tesão louco. Meu pau se endureceu na hora, dentro da bermuda. Mas eu disfarcei e ela não disse nada.
Pedi que ela me contasse e ela foi relatando o que fizeram depois que eu saí. Ela falou:
— Primeiro fizemos sexo na cama, papai-e-mamãe, beijando muito, como dois namorados mesmo. Foi delicioso. Acho que fodemos por uns vinte minutos ou mais, o Sig demora bastante, se controla, e eu gozei várias vezes. Depois ele me fez chupar novamente, eu estou aprendendo a ser uma boa putinha no sexo oral. Fiz como vi nos vídeos pornô. Quando ele estava tarado de novo, me pegou de frango assado, de quatro e eu fiz o que mais gosto que é cavalgar naquele pau gostoso e grosso, que me atola até no útero. Foi quando fiquei muito tarada, louca, e ele quis me ensinar a dar meu cuzinho.
Conforme ela contava, reparei que seus peitinhos ficaram durinhos de mamilos empinados, indicando que também sentiu tesão. Eu estava ofegante e queria saber mais. Ansioso, pedi:
— Vai… Conta mais.
— Você gosta, né, corno safado? Saber que eu dei a noite toda para o meu macho?
— Eu fico louco com a sua safadeza, amor. – Respondi. Ela contou:
Não foi fácil. Demorou, ele foi com jeito, primeiro me chupou o cu que quase me fez gozar. Depois provocou com os dedos, um, dois, e por fim três dedos. Foi uma loucura, fiquei tarada. Meu cuzinho ficou todo relaxado e eu numa tara absurda.
Eu estava quase gozando ao ouvir aquela história. Mal conseguia respirar. Gemi:
— Nossa! Que coisa mais tesuda!
— Mesmo assim, corninho, na hora que ele meteu o cacete, doeu muito, ardia como se estivesse rasgando a pele, até que senti o pau dele inteiro aqui dentro. Aí, aos poucos fui me acostumando, e ficou gostoso. Ele fodeu com calma, me provocando, me chamando de safada, tesuda, cadelinha devassa, por uns dez minutos, e nós dois gozamos juntos.
Meu pau doía de tão duro, ouvindo a Liz contar. Eu disse:
— Cacete! Então, ele inaugurou seu cuzinho, amor. Fizeram até anal.
A Liz ficou um pouco calada, vendo que eu estava emocionado, respondeu:
— Ele queria muito e eu fiquei com muita vontade. Obedeci ao meu macho dominador. Mas, foi só para experimentar, e aprender, amor. Aproveitei que ele sabe fazer. Assim, poderei depois, ensinar você.
Aquilo foi a gota que faltava, eu já nem conseguia respirar de tão excitado Ela percebeu meu estado, mas não disse nada. Falei:
— Você agora é uma putinha completa.
— Sou mesmo, né amor? Obrigada, meu corno mais querido. Você foi maravilhoso em tudo.
Nesse momento o Sigmund acordou, se levantou e deu bom dia. A seguir ele convidou a Lizlene para tomarem banho.
Ela foi, e fui atras deles. Entrei no banheiro, e vi os dois, abraçados como namorados, trocando beijos.
Ele pediu:
— Quero fazer a despedida, aqui no banheiro, no chuveiro, mas a Lizlene diz que não consegue mais, pois está completamente dolorida e inchada.
Minha esposa já sem a calcinha mostrou a bocetinha inchada e vermelha:
— Olha para isto! Estou toda ardida.
O Sigmund falou:
— Então, me faz um boquete e bate uma punheta, para eu viajar aliviado.
Eles se beijaram, a Liz falou:
— O que você pedir, meu macho gostoso! Você manda na sua putinha.
Ela se ajoelhou e chupou o pau dele por algum tempo. Vi que ela já estava habituada a chupar uma rola, e fazia com grande habilidade. Ele exclamou:
— Isso, putinha, você já é uma putinha bem experiente. Aprendeu tudo. Assim que eu gosto. Da próxima vez vamos passar mais dias juntos.
Ouvir aquilo me deixou arrepiado. Quando ela percebeu que ele estava para gozar, a Lizlene tirou a boca, ficou masturbando o pau por mais um tempo até que ele gozou jorrando no rosto dela. Liz abriu a boca e recebeu alguns jatos. Engoliu, e depois lambeu o pau do amante limpando tudo.
Eu assistia aquilo novamente muito tarado. Impressionado com a mudança da minha esposa.
Eles se levantaram, ele se banhou, se vestiu, se arrumou, se preparou para partir.
Ao sair, se despediu da Lizlene com beijo demorado. Ele me agradeceu a oportunidade, dizendo:
— Valeu, Mirno, você foi realmente um corno de palavra, e muito parceiro. Nunca vou esquecer. Espero voltar a ter novo encontro.
Se despediu e foi embora, para fechar sua diária e pegar sua mochila, e pegar um carro de aplicativo que o levaria ao aeroporto.
Eu e a Lizlene, ficamos na cabana, vimos de longe ele partir. A seguir, nos beijamos. Fomos para a cama e nos deitamos, juntinhos. Estávamos ambos muito cansados. Dormimos até perto da hora do almoço. Pedimos a comida e almoçamos lá na cabana mesmo. Ficamos aquele dia apenas descansando, conversamos, ela me contou mais alguns detalhes das relações que eu não vi. Eu confessei que vivi uma experiência alucinante, ela também, e assumimos que foi maravilhoso. Mas, naquele dia, eu pedi que tudo acabaria ali. E esperei que as nossas vidas voltariam ao normal. Mas, nada mais seria normal.
Continua na parte 6.
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