Casamento da Dessa

Da série Jô Patty
Um conto erótico de Cheira Solinhas
Categoria: Heterossexual
Contém 2558 palavras
Data: 06/02/2026 21:57:43

Goiânia sempre teve um ar de que tudo pode acontecer, mas nada me preparou para aquele final de semana. O cenário era uma mansão de festas luxuosa, mas o verdadeiro espetáculo acontecia nos bastidores. O alvo? A Dessa, uma loira de traços angelicais, "crente" de fachada perante a família, mas que entre quatro paredes revelava uma sede de pecado que faria o diabo corar.

A Véspera: O Batismo da Noiva

Na noite da despedida de solteira, o clima no hotel era de deboche. Estávamos apenas eu, a Dessa e suas duas madrinhas mais diabólicas: a Jô (aquela morena espetacular da marquinha de biquíni) e a Bruna, uma ruivinha de pele pálida, magrinha e extremamente sarada, com o quadril estreito e uma bunda empinada que parecia um convite ao crime.

A Bruna era o meu novo vício. Ela usava um vestidinho de couro fake preto e, nos pés, um tamanco de acrílico com salto agulha altíssimo. As unhas das mãos eram francesinhas compridas, afiadas e sexys, que ela usava para arranhar a própria coxa enquanto me olhava.

— A noiva está nervosa... — Bruna sussurrou, passando aquelas unhas compridas pela nuca da Dessa. — Ela precisa de uma "bênção" especial antes do altar, não acha?

Dessa não esperou. Ela se ajoelhou na minha frente, ainda de baby-doll branco, e abocanhou meu pau com uma fúria que contrastava com o terço de pérolas na cabeceira da cama. O boquete era profundo, sentindo a garganta dela apertar cada centímetro. Enquanto ela me chupava, a Bruna e a Jô se posicionaram. A Bruna tirou um dos tamancos e começou a passar a solinha suada do pé ruivo na minha cara, esfregando os dedos com francesinha na minha boca.

— Chupa os dedos da madrinha enquanto a noiva trabalha, vai — a Bruna ordenou.

Eu estava no céu. O gosto do pé da Bruna, o calor da boca da Dessa e as mãos da Jô apertando minhas bolas. Puxei a Dessa pelos cabelos, virei ela de costas e, sem qualquer cerimônia ou camisinha, mirei no cuzinho dela. Estava virgem de mim, mas tão relaxado pelo tesão que entrei rasgando. Ela deu um grito abafado que foi silenciado pelo tamanco de cristal da Bruna, que ela enfiou na boca da noiva como um mordaça improvisada.

Eu fodi a Dessa com ódio, sentindo o aperto seco e quente do anal, enquanto a Jô massageava meu saco com os pés e a Bruna me dava tapas na cara com a palmilha do tamanco dela. Gozei tão fundo dentro do cu da noiva que ela chegou a tremer.

— Isso é o seu óleo ungido, Dessa — a Bruna riu, limpando o resto de porra que escorreu com a ponta do salto.

O Casamento: O Imposto das Madrinhas

No dia seguinte, durante a festa, o calor de Goiânia pedia pecado. O salão estava lotado, mas a Jô e a Bruna me arrastaram para o depósito de bebidas atrás do buffet. O som da música de casamento lá fora era apenas um abafado distante.

A Bruna estava um espetáculo de madrinha: vestido verde-esmeralda com uma fenda que ia até o osso do quadril. Nos pés, o clássico que me destrói: tamanco de cortiça com tiras transparentes. O pé dela estava úmido, o plástico embaçado pelo suor da dança.

— A noiva já teve a parte dela — a Jô disse, encostando a bunda na parede de caixas de espumante. — Agora é a nossa vez de cobrar o imposto.

Ela se sentou em uma caixa alta e a Bruna na outra, me deixando no meio. As duas tiraram os tamancos simultaneamente. O cheiro de pé feminino confinado em plástico e cortiça subiu como um incenso.

— Ajoelha — a Bruna comandou, usando aquelas unhas francesinhas compridas para abrir meu zíper.

Meu pau saltou, já latejando. Elas não usaram as mãos. As duas uniram as solinhas dos pés em volta do meu pau. Era um footjob duplo, pele com pele, suor com suor. A Jô usava o arco do pé para apertar a cabeça, enquanto a Bruna usava os calcanhares enrugadinhos para esmagar a base.

— Olha como ele fica louco com as nossas solinhas, Jô — a Bruna debochou, aumentando a velocidade, espremendo meu pau entre os pés delas.

Eu estava hipnotizado pelas unhas francesinhas dos pés delas, que brilhavam na penumbra. Eu segurava os tornozelos de cada uma, sentindo a vibração do esforço. A agressividade aumentou; elas começaram a chutar meu saco levemente com os calcanhares enquanto os pés subiam e desciam no meu pau.

— Eu vou gozar! — eu urrei.

— Nos pés não! — Jô gritou. — Abre a boca, Bruna!

A ruivinha se inclinou para frente, fazendo um biquinho com o batom vermelho, enquanto a Jô segurava meu pau com os dedos dos pés, direcionando o jato. Eu explodi. Jatos de leite grosso voaram, cobrindo o rosto da Bruna, entrando na boca dela e escorrendo pelo pescoço até o decote do vestido de madrinha.

A Bruna não limpou. Ela pegou o tamanco de cristal, passou na própria cara para colher o gozo e calçou o pé de novo, sentindo o "grude" da minha porra se misturar ao suor dentro do sapato.

— Vou dançar o resto da festa com o seu leite fritando no meu pé — ela sussurrou, me dando um tapa com a mão de unhas compridas. — Agora sai daqui antes que a noiva sinta falta do "pastor" dela.

Saí do depósito cambaleando, ouvindo o clokt clokt grudento das duas madrinhas voltando para a festa, prontas para abençoar a pista de dança com o rastro do meu prazer.

A energia em Goiânia não esfriou depois do casamento. Pelo contrário, o "pós-festa" na suíte presidencial do hotel foi onde o protocolo caiu de vez. A Dessa já tinha subido com o marido (o coitado que mal sabia da "unção" anal da noite anterior), mas a Jô e a Bruna tinham outros planos. Elas me queriam como o troféu de caça delas, e a agressividade só aumentou.

O Ritual do Suor e do Leite

O quarto estava na penumbra, apenas com a luz da sacada iluminando as silhuetas. A Jô estava sentada em uma poltrona de veludo, já sem o vestido, apenas com uma lingerie preta minúscula que mal escondia a marquinha de biquíni de fita. Mas o que me hipnotizou foi que ela manteve os tamancos de acrílico. A Bruna, a ruivinha magra e perversa, estava de pé ao lado dela, com aquelas unhas francesinhas compridas segurando uma taça de champanhe.

— O cheiro de porra seca no meu pé está me deixando louca, Jô — a Bruna disse, com aquela voz fininha e cortante. — Acho que ele ainda tem muito mais para entregar.

A Bruna veio até mim. Ela não pediu, ela mandou. Me empurrou na cama e montou no meu rosto, mas não com a buceta, e sim com os pés. Ela enfiou o calcanhar do tamanco de cortiça na minha boca, me fazendo sentir o gosto do couro, do suor e do rastro de gozo que ainda estava ali.

— Lamba tudo. Quero essa palmilha brilhando de novo — ela ordenou, enquanto a Jô se aproximava, ajoelhando-se entre minhas pernas e puxando meu pau para fora com uma força agressiva.

A Jô começou a me mamar com um ódio delicioso. Ela não fazia carinho; ela usava a língua como uma lixa e os lábios com o gloss rosa-chiclete para criar um vácuo que fazia minha espinha vibrar. Enquanto isso, a Bruna, lá em cima, tirava o outro tamanco e esfregava a solinha suada e branca nos meus olhos, me cegando com o prazer carnal daquele pé 35 magrinho e perfeito.

— Chega de brincadeira, Bruna. Eu quero sentir ele pulsando dentro de mim agora — a Jô disse, largando meu pau todo babado.

Ela se posicionou por cima. Sem camisinha, sem frescura. Ela guiou minha cabeça direto naquela buceta que estava pegando fogo. Quando eu entrei, a sensação de "pele na pele" foi tão intensa que quase gozei no primeiro segundo. A Jô cavalgava como uma profissional, batendo a bunda com força na minha bacia, o som da carne estalando se misturando ao barulho dos tamancos da Bruna, que agora estava deitada ao nosso lado, usando os pés para massagear meu saco e as minhas coxas enquanto eu fodia a amiga dela.

— Vai, fode essa morena com vontade! — a Bruna gritava, enterrando as unhas francesinhas no meu peito. — Enche ela! Eu quero ver transbordar!

A Jô começou a gemer alto, o corpo todo suado, a marquinha de biquíni brilhando. Eu segurei as coxas dela, levantei o quadril e dei as últimas estocadas com toda a minha força. Eu gozei tudo dentro dela. Senti os jatos quentes preenchendo cada espaço daquela buceta apertada. Ela deu um grito, contraindo tudo, sugando até a última gota do meu leite.

Mas a Bruna não ia me deixar descansar.

— Minha vez. E eu não quero no bueiro, quero no rosto — a ruivinha disse, me puxando pela nuca enquanto eu ainda estava dentro da Jô.

Ela me obrigou a levantar. A Jô, ainda escorrendo meu leite pelas coxas, se sentou na beira da cama e agarrou meus pés, me imobilizando. A Bruna ajoelhou na minha frente. Ela pegou meu pau, que ainda estava meio mole mas acordando rápido com o toque das mãos dela, e começou uma punheta agressiva, usando as unhas compridas para roçar na cabeça da rola.

— Eu quero o meu banho, agora! — a Bruna exigiu, fazendo aquele biquinho de safada, a língua passando entre os dentes.

Ela batia meu pau no próprio rosto, me provocando. A Jô, atrás de mim, começou a lamber minhas costas e morder meus ombros. O tesão subiu como uma porrada. Meu pau ficou de aço em segundos. A Bruna acelerou a mão, me olhando nos olhos com um desafio perverso.

Eu não aguentei. O segundo round veio com mais força que o primeiro. Eu explodi no rosto da Bruna. Foram jatos fartos que atingiram os olhos, o nariz e aquela boca cheia de deboche. Ela fechou os olhos, deliciada, enquanto a porra escorria pelo queixo e pingava nos peitos pequenos e firmes dela.

A Jô se aproximou, pegou o tamanco de acrílico que estava no chão e colheu um pouco do gozo que caiu no colo da Bruna.

— Prontinho... — a Jô sussurrou, passando o tamanco melado no meu próprio rosto. — Agora você está batizado pelas duas.

As duas se olharam, rindo da minha cara de exaustão, e começaram a se lamber, dividindo o meu leite entre elas, enquanto eu ficava ali, largado, sentindo o cheiro de sexo, suor e plástico de tamanco que agora impregnava o quarto todo.

A manhã em Goiânia nasceu com aquele mormaço pesado, mas dentro da suíte, o ar estava carregado com o cheiro metálico de sexo e o perfume doce do gloss rosa da Jô. Eu mal tinha conseguido pregar o olho quando senti o peso de dois corpos se movendo na cama.

A Bruna, com aquele cabelo ruivo todo bagunçado e o rosto ainda com vestígios da porra seca da noite anterior, estava sentada na beira da cama, calçando seu tamanco de cristal. O barulho do acrílico batendo no chão foi o meu despertador. A Jô já estava de pé, vestindo apenas a parte de cima do vestido de madrinha, deixando a bunda bronzeada e a marquinha de fita à mostra.

— Acorda, garanhão — a Jô disse, me dando um tapa estalado na cara com a solinha do pé. — A noiva mandou mensagem. O marido saiu para resolver o check-out e ela está "em oração" no quarto. Vamos lá terminar o serviço.

O Café da Manhã Profano

Caminhamos pelo corredor do hotel em silêncio, apenas com o clokt clokt agressivo dos tamancos das duas ecoando. Quando a Dessa abriu a porta, ela ainda usava o robe de cetim branco com "Bride" bordado em dourado. O rosto dela estava limpo, mas os olhos entregavam a luxúria.

— Vocês demoraram... — ela sussurrou, puxando a gente para dentro.

A Bruna não perdeu tempo. Ela empurrou a Dessa no sofá da sala de estar da suíte e se sentou em uma poltrona na frente dela, abrindo as pernas para exibir o tamanco de cortiça que ela tinha trocado.

— Ajoelha, Dessa. O seu pastor chegou com o dízimo — a Bruna debochou, apontando para o meu pau que já estava saltando para fora da calça, latejando só de ver a noiva naquela situação.

A Dessa, a "crente" mais safada de Goiânia, deslizou para o chão. Ela olhou para o meu pau com uma adoração quase religiosa. Antes de começar, ela olhou para a Jô e para a Bruna.

— Eu quero sentir o gosto de vocês também — a Dessa disse, com aquela voz de anjo perverso.

A Jô se aproximou e colocou o pé direito, calçado no acrílico cristal, em cima do ombro da Dessa. A Bruna fez o mesmo do outro lado. A noiva estava cercada por solinhas suadas, tiras transparentes e o cheiro de plástico.

O Boquete de Despedida

Dessa abocanhou meu pau de uma vez. Ela era profissional. Começou a fazer uma sucção profunda, levando minha rola até o limite da garganta, enquanto as mãos dela não paravam quietas: uma apertava meu saco com força e a outra segurava o calcanhar do tamanco da Jô, trazendo o pé da morena para mais perto do rosto.

O cenário era um sacrilégio: a noiva, de branco, me mamando com uma vontade animal, enquanto a Jô e a Bruna usavam as unhas francesinhas dos pés para me arranhar e estimular as minhas bolas. A Dessa tirava o pau da boca apenas para lamber as solinhas das amigas, misturando a minha baba com o suor dos pés delas, e depois voltava para a minha rola, me deixando louco.

— Vai, Dessa! Suga tudo! Eu quero ver ele se contorcer! — a Bruna gritava, enterrando os dedos do pé na minha boca para eu morder.

A agressividade da Dessa aumentou. Ela começou a fazer um "biquinho" apertado na cabeça do meu pau, usando o gloss transparente dela para deslizar com uma pressão absurda. Eu sentia os lábios dela vibrando. A Jô começou a masturbar meu pau junto com a boca da Dessa usando apenas os pés, um sanduíche de carne e boquete que me levou ao limite.

— Vou gozar! Vou encher sua boca, Dessa! — eu avisei, sentindo a pressão subir.

A Dessa não recuou. Ela abriu bem os olhos, segurou minha bunda com as duas mãos e me puxou para dentro. Eu explodi. Foram jatos longos, quentes e abundantes, disparados direto no fundo da garganta da noiva. Ela não parou de chupar; ela engolia cada jato em tempo real, fazendo um som de sucção que ecoava na sala.

Quando eu terminei, ela continuou ali por alguns segundos, limpando cada gota, até que tirou a boca devagar. Um fio de baba e porra escorreu do lábio dela até o cetim branco do robe. Ela abriu a boca, mostrou a língua limpa e sorriu.

— Amém — a Bruna riu, levantando-se e pisando com o tamanco bem em cima da mancha de porra no robe da Dessa. — Agora vai lá pro altar, santinha. O seu segredo está bem guardado... e bem alimentado.

Deixamos a Dessa lá, com o robe manchado e o rosto corado, enquanto a Jô e a Bruna me arrastavam de volta, já planejando como iriam usar o que sobrou do meu tesão no carro, durante a viagem de volta, com os pés no painel e o som do cristal batendo no vidro.

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