Tudo começou quando Sierra Cabot, aos 21 anos, decidiu passar uma temporada mais longa na casa do pai em Ontario, depois de um ano agitado entre Miami e cosplays sensuais para suas redes sociais. Seu corpo era uma obra de arte viva: curvas voluptuosas, pele clara e macia como seda, quadris que balançavam com graça natural, e aqueles peitões naturais 36F — pesados, redondos, com uma firmeza que os fazia transbordar sutilmente em qualquer roupa. Os mamilos rosados endureciam fácil com o frio ou o atrito, e ela sabia disso, mas usava como se fosse parte da rotina diária. Mark, o pai dela de 45 anos, divorciado e solitário, tentava ignorar o quanto a filha tinha se tornado uma mulher irresistível, mas a proximidade em casa tornava tudo inevitável.
As provocações de Sierra começaram de forma sutil, como se fossem gestos carinhosos de filha, sem palavras explícitas, só toques "acidentais" e proximidade que construíam uma tensão elétrica no ar. Ela não forçava; deixava acontecer naturalmente, sentindo o corpo dele reagir e alimentando o desejo mútuo sem admitir.
Uma manhã preguiçosa de sábado. Sierra desceu para a cozinha ainda de pijama — uma camiseta larga e folgada que caía solta sobre os shorts curtos, mas que, sem sutiã, deixava os peitões balançarem livres a cada passo. Ela viu o pai sentado à mesa, lendo o jornal, e em vez de pegar uma cadeira, aproximou-se por trás e deu um abraço apertado, pressionando os seios macios contra as costas dele. O calor do corpo dela se infiltrou pela camiseta fina, os mamilos endurecidos roçando levemente na nuca dele enquanto ela se inclinava para pegar uma fatia de pão da mesa.
"Bom dia, papai... dormi tão bem", murmurou ela, voz suave e sonolenta, como se fosse só carinho filial. Mas ficou ali uns segundos a mais, o peso dos peitões descansando contra os ombros dele, sentindo o corpo dele tensionar. Mark engoliu em seco, o jornal tremendo nas mãos, o pau começando a inchar na cueca ao sentir a maciez quente. Ele murmurou um "bom dia" rouco e se mexeu desconfortável, mas Sierra só sorriu inocentemente e se afastou devagar, deixando o cheiro doce do shampoo dela no ar.
À tarde, enquanto assistiam a um filme antigo na TV, Sierra se aninhou ao lado dele como nos velhos tempos. Vestia um suéter folgado, daqueles que escorregavam pelo ombro "sem querer", revelando a alça fina da regata por baixo. Ela se inclinou para pegar o controle remoto da mesinha, e o braço roçou "acidentalmente" na lateral de um seio, mas em vez de se afastar, ela se acomodou mais perto, jogando as pernas sobre as dele como uma filha mimada.
"Papai, me deixa ficar assim? Tá frio aqui", disse ela, voz baixa e aconchegante, inclinando o corpo para se encostar no peito dele. Os peitões pressionaram levemente contra o braço dele, quentes e pesados, balançando com a respiração dela. Mark sentiu o pau pulsar, endurecendo devagar contra a perna dela, mas tentou disfarçar cruzando as pernas. Sierra notou — sentiu o volume crescer sob o tecido da calça dele —, e um sorrisinho sutil surgiu nos lábios dela, mas ela não disse nada, só se mexeu um pouco mais, roçando "sem querer" enquanto ria de uma cena no filme. A tensão no ar era palpável: o coração dele acelerado, o cheiro dela preenchendo o espaço, o calor subindo entre os dois.
Numa noite de semana, depois do jantar, Sierra viu o pai no sofá com o laptop no colo, checando e-mails. Ela aproximou-se devagar, ainda de vestido solto pós-banho — tecido fino grudando na pele úmida, sem sutiã, os peitões delineados suavemente. Em vez de sentar ao lado, ela se posicionou na frente dele, como se quisesse mostrar algo no celular.
"Papai, olha isso aqui... um vídeo engraçado que eu gravei hoje" disse ela, voz casual, e sem esperar, sentou-se no colo dele de lado, como uma filha carinhosa buscando atenção. O vestido subiu levemente pelas coxas, e os peitões balançaram perto do rosto dele, o decote abrindo "acidentalmente" ao se inclinar para mostrar a tela. Mark congelou: sentiu o peso quente dela no colo, a bunda redonda pressionando contra o pau, que começou a endurecer na hora, inchando devagar sob ela. Sierra se mexeu "para se ajeitar melhor", rebolando sutilmente, sentindo o volume crescer e pulsar contra sua virilha. O ar ficou pesado — o suor começando a brotar na nuca dele, o cheiro de loção dela misturado com o almíscar natural do corpo. Ela riu do vídeo, mas os olhos dela brilharam ao notar a respiração acelerada dele, a tensão sexual crescendo como uma onda lenta.
Mark tentou se mexer, murmurando algo sobre "espaço", mas Sierra só se encostou mais, os peitões roçando o peito dele "sem querer" enquanto segurava o celular. O pau dele agora estava completamente duro, latejando contra ela, e ela sentiu o calor irradiar, o tesão mútuo se acumulando sem palavras — só olhares furtivos, respirações sincronizadas, o corpo dela respondendo com umidade crescente entre as pernas.
A tensão explodiu numa noite chuvosa, depois de um dia cheio de toques "acidentais". Sierra disse que tinha torcido o tornozelo levemente ao sair do boxe do banheiro e pediu ao pai para massagear o pé no sofá. Vestia um robe de banho solto, recém-saída do chuveiro, cabelo molhado caindo pelas costas. Sentou-se de frente para ele, estendendo a perna sobre o colo dele — o robe abrindo ligeiramente no peito, revelando a curva interna dos peitões sem ser explícito.
"Papai, massageia aqui? Dói um pouco ", pediu ela, voz dengosa e manhosa, como uma filhinha pequena pedindo carinho. Mark começou a massagear o tornozelo, mãos grandes e quentes subindo devagar pela panturrilha, sentindo a pele macia e úmida. Sierra gemeu baixinho "de dor", mas o som era rouco, sensual, e ela se inclinou para frente "para ajudar", os peitões balançando perto do rosto dele, o robe escorregando mais um centímetro, expondo os mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco.
O pau dele endureceu na hora, pressionando contra a perna dela, e Sierra sentiu — em vez de se afastar, ela se mexeu "para se posicionar melhor", encaixando o corpo mais no colo dele, agora de frente, as coxas grossas dos lados das dele. O robe se abriu mais "acidentalmente", os peitões quase livres, roçando o peito dele. Mark respirou fundo, as mãos subindo pelas coxas dela instintivamente, sentindo o calor úmido entre as pernas. A tensão estalou: ele puxou o robe devagar, expondo os seios enormes, e Sierra não resistiu — inclinou-se e beijou o pescoço dele, sussurrando "papai..." como se fosse natural.
Tudo fluiu sem palavras explícitas. Mark abriu a boca e chupou um mamilo devagar, língua rodando o bico inchado, sentindo o sabor salgado da pele úmida, o peso do seio transbordando na mão. Sierra gemeu baixo, enfiando os dedos no cabelo dele, rebolando devagar no colo, sentindo o pau pulsar contra a buceta agora exposta sob o robe. O cheiro dela — mistura de sabonete floral e excitação natural — encheu o ar, o som da chuva lá fora misturando-se aos suspiros deles.
Ela abriu a calça dele com mãos trêmulas, o pau saltando livre — grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sem pressa, Sierra se ergueu um pouco e desceu devagar sobre ele, sentindo cada centímetro esticar a buceta molhada e quente, as paredes apertando ao redor. "Papai... ah, papai...", murmurou ela, voz trêmula, começando a subir e descer devagar, o ritmo prolongado, sensorial — o som molhado da penetração, o atrito da pele suada, o calor irradiando dos corpos colados.
Mark grunhiu, mãos apertando a bunda dela, ajudando no movimento, enquanto chupava os peitões alternadamente: língua lambendo em círculos largos, dentes roçando os mamilos sensíveis, sentindo-os pulsar na boca. Sierra acelerou aos poucos, rebolando o quadril em círculos, os seios balançando pesados na cara dele, batendo um no outro com um som macio. "Mais forte, papai... me segura assim...", gemia ela, unhas cravadas nos ombros dele, o suor escorrendo pelo vale entre os peitões, misturando-se ao cuspe dele.
Eles mudaram de posição devagar: Mark a deitou no sofá, abrindo as pernas dela bem, e meteu fundo de novo, estocadas longas e ritmadas, sentindo a buceta dela apertar como um torno quente e escorregadio. O cheiro de sexo preenchia a sala — almíscar forte, suor salgado —, os gemidos dela ecoando: "Papai... me fode devagar... sente como eu tô molhada pra você...". Ele acelerou, os testículos batendo na bunda dela, mãos apertando os peitões com força, puxando os mamilos até ela arquear as costas de prazer.
A cena se prolongou: minutos de estocadas profundas, pausas para beijos suados e cheios de língua, toques exploratórios — dedos dele roçando o clitóris inchado dela, fazendo-a tremer; ela apertando a buceta em volta do pau para ordenhá-lo. "Papai... goza dentro... me enche todinha...", implorou ela baixinho, olhos nos dele, o corpo inteiro vibrando. Mark enterrou até o talo, grunhindo alto, e gozou forte — jatos quentes e grossos pulsando no fundo dela, escorrendo pelas coxas enquanto ela gozava junto, tremendo inteira, buceta contraindo em ondas.
Ofegantes, suados, corpos colados no sofá, Sierra sorriu devagar, beijando o peito dele. "Papai... isso foi tão bom...", sussurrou, ainda sentindo os últimos pulsos dentro dela. A chuva continuava lá fora, mas dentro, a tensão tinha se transformado em algo novo — e inevitável.
Após aquela noite intensa no sofá, Sierra e Mark subiram as escadas em silêncio cúmplice, mãos dadas como um casal recém-formado. O quarto dele virou deles — a cama king size os recebeu com lençóis frescos, o cheiro de sexo ainda impregnado na pele dos dois. Sierra tirou o robe devagar, deixando os peitões balançarem livres, e se aninhou nua contra o peito dele, pernas entrelaçadas, os seios pressionados quentes e macios contra o torso peludo. "Boa noite, papai...", sussurrou ela, beijando o pescoço dele antes de adormecer. Mark a abraçou forte, o pau ainda semiduro encostando na coxa dela, o coração batendo acelerado. Eles dormiram assim, colados, como amantes secretos, o som da chuva lá fora embalando o sono exausto.
Na manhã seguinte, o sol filtrava pelas cortinas quando Mark acordou devagar, sentindo um calor úmido e apertado envolver seu pau — já duro como pedra, latejando de tesão matinal. Ele abriu os olhos e viu Sierra montada nele, de frente, os peitões pesados balançando levemente enquanto ela descia devagar, engolindo cada centímetro com a buceta molhada e quente. Ela tinha acordado antes, notado a ereção dele roçando na bunda dela durante o sono, e decidido "cuidar" disso. "Bom dia, papai...", murmurou ela com voz rouca, mordendo o lábio inferior, os mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco da manhã. Mark gemeu baixo, mãos subindo instintivamente para apertar aqueles seios enormes, sentindo o peso transbordar entre os dedos, a pele macia e quente suando levemente.
Sierra começou a cavalgar devagar, subindo até quase a cabeça e descendo com força, o som molhado ecoando no quarto quieto. "Ah, papai... você acordou tão duro pra mim...", gemia ela, rebolando o quadril em círculos, sentindo as veias do pau pulsar dentro dela. Mark metia para cima, estocadas ritmadas, chupando um mamilo enquanto apertava o outro, a língua rodando o bico inchado, provando o salgado do suor. O cheiro dela — mistura de sono, excitação e o perfume residual da noite anterior — enchia as narinas dele. Eles gozaram juntos depois de minutos prolongados: ele pulsando jatos quentes no fundo dela, ela tremendo inteira, buceta apertando como um torno, gemendo "Papai... me enche...".
Ofegantes, ainda conectados, Sierra sorriu safada e sugeriu um banho para "limpar a bagunça". Eles foram juntos para o banheiro amplo, a água quente caindo como uma cascata no box. Mark ensaboou as costas dela primeiro, mãos grandes deslizando pela pele clara, descendo até a bunda redonda. Mas quando ela virou de frente, os olhos dele fixaram nos peitões — enormes, reluzindo com a água, gotas escorrendo pelo vale profundo, os mamilos endurecidos como pedras rosadas. Ele pegou o sabonete e começou a ensaboar os seios devagar, mãos cheias de espuma circulando em movimentos lentos, apertando levemente, sentindo o peso e a maciez transbordar.
"Caralho, Sierra... esses peitos são impressionantes... tão grandes, tão pesados... como eles cabem em você?", comentou ele, voz rouca de admiração e tesão, os dedos roçando os mamilos sensíveis, fazendo-os pulsar sob a espuma. Sierra riu baixinho, arqueando as costas para empurrar os seios mais contra as mãos dele. "Ah, papai... eles deixam todos os homens loucos, sabe? No OnlyFans, nos cosplays, na rua... os caras babam, oferecem tudo, dinheiro, muito dinheiro.. só pra tocar, pra chupar um pouquinho. Eu amo isso... amo saber que com esses peitões eu controlo eles, faço o que quiser. Eu literalmente posso ter o homem que quiser, mas agora eu só quero você dentro de mim, papai. Eu sempre quis", disse ela, sentindo o caralho do pai latejar em sua mão pequena para depois conduzi-lo para dentro dela mais uma vez.
Mais tarde, no fim da tarde, com a casa trancada e as cortinas fechadas, a tensão explodiu de novo no quarto. Mark estava deitado na cama, nu, o pau semi-duro latejando ao ver Sierra se aproximar só de calcinha fio dental, os peitões balançando hipnoticamente a cada passo. Ele estava tarado por aqueles seios — impressionado de novo com o tamanho, a forma perfeita, a forma como eles dominavam o corpo dela. "Vem cá, filhinha... deixa eu ver esses peitos de perto", murmurou ele, voz grossa de desejo. Sierra sorriu, ajoelhou-se entre as pernas dele e envolveu o pau com os peitões — quentes, macios, o vale profundo apertando em volta como uma buceta natural.
Ela cuspiu no pau para lubrificar, depois começou a bater uma espanhola devagar, subindo e descendo os seios com as mãos, o pau deslizando escorregadio entre eles, a cabeça vermelha aparecendo e sumindo no decote. "Olha como fica apertadinho aqui, papai... esses peitões foram feitos pra isso...", sussurrou ela, acelerando o ritmo, os seios batendo um no outro com um som macio e molhado. Mark grunhiu, metendo entre eles, sentindo o calor envolvente, o cheiro de excitação dela misturado ao suor. "Porra... tão macios... goza neles, papai... me cobre todinha...", incentivou ela, língua esticada para lamber a cabeça do pau a cada aparição. Ele gozou forte, jatos grossos espirrando no pescoço dela, nos seios, escorrendo pelo vale — quente, pegajoso, o cheiro forte de sêmen preenchendo o quarto. Sierra lambeu tudo devagar, passando a língua nos mamilos sujos, olhando nos olhos dele com um sorriso safado.
Mas não pararam aí. Minutos depois, ainda ofegantes, Sierra subiu no colo dele de novo, guiando o pau endurecido de volta para a buceta molhada e inchada. Começaram outra rodada intensa: ela cavalgando forte, peitões balançando loucamente na cara dele, que chupava e mordia sem parar. "Papai... me fode profundo... sente como eu tô apertadinha pra você...", gemia ela, unhas cravadas nas costas dele, o suor escorrendo pelos corpos colados. Mark metia para cima com força, estocadas brutas, os testículos batendo na bunda dela, o som molhado e carnudo ecoando. No auge, Sierra inclinou-se para o ouvido dele, voz trêmula de tesão: "Goza dentro, papai... goza um irmãozinho bem fundo na sua filhinha... me enche de porra quente... me engravida se quiser...". As palavras foram o gatilho — Mark enterrou até o talo, grunhindo alto, e gozou jorros grossos no fundo dela, pulsando sem parar, enquanto ela gozava junto, tremendo inteira, buceta ordenhando cada gota, gemendo "Papai... sim... me dá tudo...".
Ficaram assim, colados e suados, porra escorrendo pelas coxas dela, respirando juntos. Sierra beijou a boca dele devagar, língua dançando. "Isso é só o começo, papai... a gente tem a casa toda pra nós... e esses peitões são seus pra sempre." Mark sorriu, mãos ainda apertando os seios dela, sabendo que a vida tinha mudado para sempre.