Escutei Por Acaso Minha Mãe E Tia Conversando Sobre O Vício Delas Em Chupar Pica - PARTE 5

Um conto erótico de aliciador
Categoria: Heterossexual
Contém 1977 palavras
Data: 06/02/2026 20:06:01

Não tem muito mais pra contar sobre aquele fim de semana. Mais três visitas ao armário antes de eu ir embora. A mãe ainda estava feliz pra caralho, embora de vez em quando eu a pegasse me olhando estranhamente.

Disse pra ela não se preocupar com isso, mas não tenho certeza se convenceu.

Fiz uma visita na terça mas tive provas o resto da semana. Precisava do alívio do estresse quando chegou aquele fim de semana. No sábado de manhã a mãe já tinha arrancado mais cinco cargas de mim. Ela estava ficando ainda melhor, se é que isso é possível.

Tinha perdido mais dois quilos e estava radiante. Além disso era dia do lixo de novo. Saímos pra almoçar, e quando chegamos em casa, tentei fazer ela ir pro quarto.

"Daqui a pouco, se puder ser," ela disse, me arrastando pro sofá, que rapidamente tinha se tornado meu segundo lugar favorito na casa, depois do armário.

Segurei ela e roçei o pescoço dela. "Deus, não achava que a vida pudesse ser tão boa," sussurrei.

"Quero que você conte pra ela."

"O quê?"

"Quero que você conte pra ela. Odeio saber que ela ainda está cavando. Quero acabar com isso. Não é tão grande coisa, não mesmo. Especialmente se ela planeja comer seu cérebro fora por um dia inteiro. Então vamos só contar pra ela."

"Não sei, mãe."

"Por favor? Só conta pra ela que você sabia do meu problema, e cuidou disso. Você pode mostrar seu armário. Vai ficar tudo bem."

"E se não ficar? E se ela ficar estranha com isso?"

"Então foda-se ela!" a mãe disparou. "Não vou deixar ela estragar a melhor coisa que já aconteceu comigo. De jeito nenhum. Ela está planejando vir aqui essa tarde. Vou pra academia antes dela chegar. Quando ela começar a cavar de novo, você conta. Garante que ela aumente a aposta. Você deveria conseguir pelo menos um fim de semana inteiro. Talvez uma semana inteira se jogar suas cartas direito."

"Tem certeza?"

A mãe suspirou. "Sim, tenho pensado muito nisso. Uma vez que a Carla estiver resolvida, estamos livres. Não quero isso pairando sobre a gente, bebê."

Suspirei. "Tá bom, mãe. Se é isso que você quer."

"É."

Antes da mãe ter que ir, fomos pros nossos armários uma última vez, caso tudo explodisse. Foi bom, mas ao mesmo tempo, difícil. Odiava a ideia de nunca fazer aquilo de novo. Então estava beijando a mãe na despedida na porta.

Vinte minutos depois a tia Carla estava olhando em volta. "Cadê a Vera?"

"Ela foi pra academia há uns vinte minutos," disse.

Estava claro como a tia Carla estava pensando. Eu estava sentado no sofá, e antes dela estar sentada ao meu lado, estava nua exceto pela calcinha e tênis. "Vai me contar?" ela provocou.

Balancei a cabeça.

Ela subiu em cima de mim e logo estava me beijando como se a vida dela dependesse disso. "Um fim de semana sozinhos. Você e eu. Tudo."

Gemi quando ela começou a esfregar meu pau.

"Você não acreditaria em mim se eu contasse," disse.

A expressão de esperança e alegria no rosto dela era incrível. "Se você for honesto comigo, se me contar a verdade, vou acreditar. Juro, Rodrigo. Não estou de enrolação. Melhor sexo da sua vida por um fim de semana inteiro. Tudo que você tem que fazer é compartilhar. Só preciso saber. Não vou fazer drama."

Então ela estava me beijando de novo. Cara, aquela mulher sabia beijar. A mão dela estava dentro dos meus shorts apertando meu pau duro. "Dois fins de semana e um boquete pra selar o acordo agora antes da sua mãe voltar pra casa. Essa é minha oferta final. Sei que estou chegando perto, posso ver nos olhos dela. Não estraga isso, bebê."

"Três fins de semana, sem limites, e o boquete?" perguntei.

Ela encarou meus olhos. "Você vai me contar, não vai? A verdade toda."

"Três fins de semana," disse. "Sexta à tarde até segunda de manhã."

Ela sorriu, e foi lindo. "É grande, não é? Sei que tem que ser."

Só assenti.

"Porra, sabe de uma coisa. Se for tão bom quanto estou pensando, te dou dez dias e noites. Você junta como quiser. Sem limites e vou te dar o melhor boquete que você já teve."

Aquela era uma puta oferta. "Se não for o melhor boquete, posso continuar pedindo até ser."

Ela riu. "Isso não é problema desde que você seja honesto. Sem trapaça."

"Sem trapaça, juro."

"Então é um acordo. Desembucha, gatinho."

Tirei ela de cima de mim e peguei pela mão. Ela estava surpreendentemente quieta enquanto a levava pro quarto da mãe. "Você está transando com ela!"

"Shh, tia Carla. E não estou. Tenha paciência."

Abri a porta do armário e a levei pra dentro. Ela pareceu confusa por um momento. "Espera aqui."

Menos de um minuto depois tinha a eletrônica ligada e meu pau na mão. Abri a portinha que era quase invisível do lado dela, especialmente no escuro. Então enfiei meu pau pelo buraco. Modulador de voz ligado, falei. "De joelhos e chupa, linda. Acordo é acordo. Não pensa, não fala. Ajoelha e chupa. A gente conversa depois."

"Caralho!" a tia Carla gritou.

"Não fala! Não pensa! Chupa, minha linda putinha."

"Rodrigo..." Ela pode ter hesitado, mas caiu de joelhos.

"Sem nomes! Não. Fala. Chupa!"

Quando senti os lábios dela no meu pau, respirei aliviado. Ela não ia voltar atrás na promessa. "O melhor de todos. Você prometeu."

Ela tentou. A tia Carla realmente tentou, e o fato de ser a primeira vez chupando meu pau, e quem era, ajudou muito. Não o suficiente, porém. Quinze minutos de oral incrível depois, avisei antes de gozar. Ela topou e me finalizou bem. Então fechei o portal e desliguei a eletrônica.

Encontrei ela do lado de fora da porta da mãe.

"Ela é melhor que eu, não é?"

Assenti. "Não por muito. Mas sim."

Ela pegou meu braço, e a levei de volta pra sala. "Imaginei. Quer dizer, é tudo que ela faz, né? Se fosse um concurso de foder, eu arrasaria ela."

"Não tenho dúvida."

"Quando começou?"

"No mesmo dia que vocês duas foram na Delícias da Noite. Estava em casa e ouvi vocês conversando. Não quis espionar; estava jogando meu XBox quando vocês chegaram. Uma vez que ouvi sobre o que estavam falando, não pude interromper."

A tia Carla ainda estava parecendo atordoada enquanto a guiava pro sofá. Sentei e a puxei pro meu colo. "Aquele foi um boquete incrível. Realmente incrível. Até melhor que os primeiros que recebi da mãe. Mas ela está praticando, e acho que está começando a me conhecer."

A tia Carla estava encarando a distância. "Quando você arrumou aquele espaço?"

"Quando vocês duas foram fazer a matrícula na academia e comprar as roupas de treino. Levou umas quatro horas no total."

"E você mostrou pra ela como mostrou pra mim?"

"Não. Ela estava no quarto e eu chamei ela, usando a voz do Darth Vader. Ela lutou por um minuto antes de fazer o que ambos sabemos que ela queria. Nunca falamos sobre isso. Não abertamente. Quando vamos pros nossos quartos, posso chamá-la, ou ela pode puxar o sino."

"Isso é tão estranho. Então é só o glory-hole. Vocês dois não estão..."

"Não. Somos muito mais próximos agora. Não é como se não fosse óbvio o que estamos fazendo, só não falamos sobre isso. Nos aconchegamos, e beijamos, e nos amamos, mas o sexo fica no armário."

Ela ficou quieta por alguns segundos antes de se virar e plantar um beijo em mim que quase parou meu coração. "Acho maravilhoso. Foi exatamente o que ela precisava, e agora entendo por que ela nunca mencionou, uh, sair pra, bom, você sabe."

Assenti. "Ela prometeu ser fiel a mim. Essa era minha grande preocupação, sabe. Não conseguia suportar a ideia da mãe lá fora de joelhos numa cabine imunda, chupando paus estranhos."

"Eu nunca fiz, sabe. Só observei."

"E uma punheta."

Ela corou. "Acho que você ouviu tudo."

"Tá tranquilo. Você estava lá pela mãe quando eu não estava. Quando mais ninguém estava. Te devo muito por isso."

Ela sorriu. "O suficiente pra dizer que meu boquete foi o melhor?" ela perguntou.

"O suficiente pra dizer que foi o melhor primeiro boquete que já recebi."

A tia Carla gostou dessa resposta. Ela se aconchegou perto me abraçando. "Obrigada. Me sinto cem por cento melhor. Você vai receber tudo que prometi."

"Estou ansioso."

Ela riu alto. "Aposto que está. Vai contar pra sua mãe?"

"Ela foi quem quis que eu contasse. Estava incomodando ela muito. Ela só queria tirar isso do caminho."

A tia Carla corou. "Não estava tentando estragar as coisas, sabe. Eu só... estava me deixando louca! Tinha que saber."

"E agora sabe. Mais alguma pergunta?"

"Com que frequência?" ela perguntou.

"Quantas vezes eu consigo. Numa noite, talvez cinco vezes. Num fim de semana o dobro e mais algumas."

"Sério? Isso é muito."

"Sério. Pode perguntar pra ela se não acredita em mim."

Ela balançou a cabeça rapidamente. "Não, acredito em você. Só estou pensando que essas noites que vamos passar juntos vão ser ainda melhores do que eu esperava. Eu realmente sou boa, sabe. Talvez não a melhor, mas nunca tive reclamações. E pra você, vou soltar todos os meus melhores truques."

Ainda estávamos conversando quando a mãe chegou em casa. Claro, a tia Carla nunca tinha se vestido depois da primeira investida total, então estava sentada no meu colo de calcinha e tênis e eu estava aproveitando acesso aos peitos incríveis dela. Eram incríveis.

A mãe sorriu de orelha a orelha quando nos viu. "Então você descobriu, xereta?" ela disse antes de plantar a bunda no sofá ao meu lado e encarar a irmã.

"Você podia ter me contado," a tia Carla disse.

A mãe só balançou a cabeça. "Quanto custou?"

"Muito, tá bom?"

A mãe se inclinou pra perto. "Ele vai me contar, sabe. Só tenho que perguntar. Ele me ama. Não vai esconder nada de mim."

A tia Carla corou. "Dez dias, quando ele quiser, sem limites."

A mãe se recostou e riu. "Isso é até melhor que a semana que disse que você deveria pedir."

"Tem mais, mãe. Conta pra ela, tia Carla."

Minha tia fez biquinho tão fofo que quis morder o lábio inferior dela. "Disse que daria o melhor boquete de todos."

"Você não fez!" a mãe gritou.

"Como eu ia saber?" a tia Carla disse. Ela parecia estar ficando irritada, então acariciei as costas dela e apalpei o peito.

"E?" a mãe disse.

"Ele, uh, ele me fez concordar que se não fosse, eu tinha que continuar fazendo sob demanda até ser."

"E?" a mãe disse, sorrindo.

"Não foi. Não foi o melhor, tá bom!" a tia Carla cruzou os braços, tirando um dos meus brinquedos.

A mãe estava se divertindo com isso. Eu estava ficando duro. A bunda da tia Carla coberta pela calcinha rebolando não estava ajudando.

"Eee?"

A tia Carla finalmente se rendeu. "Acho que vou ficar dando boquetes pro seu filho pro resto da vida dele, ou até achar uma profissional pra melhorar minhas habilidades até as suas."

A mãe se inclinou e deu um abraço enorme na irmã quase nua. "Não há tempo melhor que o presente," ela disse, arrastando a tia Carla do meu colo.

"Rodrigo, vai pro seu quarto e não sai até eu mandar. Esse é seu castigo por compartilhar nosso segredo," a mãe disse.

Não era muito castigo do meu ponto de vista. Ainda assim, foi bem louco assistir as duas irmãs competindo uma com a outra no meu primeiro boquete duplo. E no segundo.

A mãe estava certa. Contar pra tia Carla foi a coisa certa a fazer. Depois daquela noite, a mãe estava gloriosamente feliz, e pra ser honesto, a tia Carla também estava.

* * * *

>>> A próxima parte é a última!

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