As garotas já estavam de pé quando acordei. Meu olhar cruzou com o de Juliana, voltando para dentro de casa. Vestia um short curtíssimo, ajustado ao seu corpo, e uma camiseta que mantinha amarrada acima da cintura, mostrando seu umbigo.
Cacau, minha caçula e a prima, estavam de biquíni, na beira da piscina, mas Juliana não parecia vir do mesmo lugar, seu corpo estava suado e não parecia água o líquido que escorria.
— Bom dia, tio. — disse entrando na cozinha, vindo em minha direção. — viu, acordei cedo, até deu tempo de correr na praia. O senhor não vai fazer exercício? — grudou o corpo ao meu, sorriu provocante, abrindo a geladeira em busca de uma garrafinha d’água.
— To vendo. Tava boa a corrida? Talvez eu vá de tarde.
— Ooo se tava. Só não tava melhor que minha companhia ontem de madrugada.
— Você não devia falar sobre isso aqui — recreminei.
— Fica tranquilo, não quero que ninguém saiba. Só queria deixar claro que eu gostei muito.
Fiquei mudo, a vendo beber água, lambendo levemente o gargalo da garrafa. A água escorreu no seu peito, sem causar grandes estragos, já que a camiseta estava completamente suada.
— Ahh, encontrei meus pais na praia e eles disseram que veem hoje de noite. Amaram seu convite.
— Que bom, quem sabe com ele por perto você se comporta mais.
— Me comportar como? - fingia inocência.
- Sem deixar ele ver que você é uma putinha - disse no pé do seu ouvido.
Aquele cheiro de suor, os resquícios de areia em suas canelas, me deixaram de pau duro. Sabendo que a noite não seria nada fácil com ela por perto.
E ela chegou rápido.
O dia passou voando, comigo sabendo que alguma provocação aconteceria entre ela e eu. Confabulei muitas maneiras de come-la de novo, pensando em como poderia fode-la durante a festa. Mas quando vi seus pais, meus grandes amigos, tirei a ideia mente.
Mesmo com ela enfiada em um vestido todo branco, que apesar de longo, tinha uma fenda absurda, desde a sua virilha até o sapato, com a torneada e musculosa perna esquerda exposta. Somada a um decote em V que parava perto do seu umbigo. Os seios em que eu mamara na noite anterior estavam bem apartados, quase aparecendo através do tecido fino.
Eu estava de bermuda de sarja e uma camisa de botão bege. Nada absurdo, mas realçava meus músculos.
Olhava o Peru assando, todas pessoas já estavam no jardim, quando ela se aproximou.
- Precisa de ajuda com o seu peru? - Perguntou abusando do duplo sentido.
- Você já ajudou com ele ontem - respondi fazendo pouco caso.
- Eu estava falando do que está assando, mas se quiser posso provar o outro, como provei ontem. - Juliana passava perigosamente perto do meu corpo. - O senhor está muito cheiroso, tio.
- E você está uma delícia nessa roupinha de puta chique.
- Obrigada. - Ela amava ser xingada. - Deixa eu provar o seu peru?
- Você faz muito barulho quando tá sentando nele. Tem muita gente na casa, não seria bom.
- Mas ele vai estar na minha boca, aí eu nem consigo gemer. Ninguém ia notar.
- E você quer me mamar aqui, no meio da cozinha? - Coloquei o peru de volta no forno, faltava pouco para ele ficar pronto.
- Não. Seu escritório é aqui perto. A gente entra lá, o senhor senta na cadeira e eu fico de quatro, bem na sua frente. - Me olhava nos olhos, passando a mão na fenda, revelando a bucetinha, sem nenhuma calcinha escondendo ela.
Não resisti.
- Vai pro banheiro e tranca a porta. Vou bater 3 vezes e você vai abrir.
Juju não respondeu.
Saiu da cozinha imediatamente, seguindo para o lado contrário de onde acontecia a festa. Seu rebolado sumiu pelo corredor que dava acesso ao banheiro principal da casa, que pouca gente estava usando, já que tudo acontecia no jardim e em nosso quiosque havia dois banheiros, muito mais simples de serem usados.
Não demorei nem um minuto para segui-la.
Cheguei em frente à porta e tentei abrir, só para saber se ela era obediente.
Porta fechada.
Dei as três batidas e ela abriu imediatamente.
Entrei a beijando. Nossas bocas se encontraram mais ferventes que a gordura do outro peru.
Tranquei a porta e conferi a maçaneta para me certificar, afundava a outra mão no tecido do vestido, apertando seu rabo.
Juliana tirou a mão de trás do seu corpo e colocou direto entre a fenda.
- Olha como você me deixa, tio. Todinha meladinha. - Sua buceta escorria.
- Isso tudo é vontade de ganhar pica de novo.
- Espero que acredite que foi a melhor foda da minha vida, ontem. Pra você pode ter sido mais uma ninfeta puta que mete, mas eu tava realizando o sonho de dar pro homem que sonhei em fuder desde que eu era uma criança - ria sem desgrudar a boca da minha, abrindo minha bermuda.
Quando fez menção em se abaixar, a virei com brutalidade. Mexi as pernas para a bermuda cair e tirei a pica, pulsante. Puxei seus cabelos com força, perdendo minha mão de vista em meio aos seus volumosos cachos dourados.
- Que isso, tio. Se meter em mim eu não garanto que consiga ficar sem fazer barulho - ria provocando, empinando a bunda, mordendo o lábio, se piscando.
Puxei seu vestido, mostrando o rabo delicioso, abri a bunda e dei um tapa nela, forte, estridente.
- Aiiii, tio. Eu não sou tão má pra merecer apanhar assim.
- É tão má que merece levar pica no cu! - Passei o polegar nas pregas fechadas, tentando enfiar o dedo.
Ela retraiu o corpo, me encarando pelo espelho.
- Já disse que no cu não, tio. O cuzinho não entra nada.
Puxei os cabelos com força, seu rosto inclinou, seu olhos arregalaram. Cuspi. A saliva caiu no seu rego e escorreu até as pregas.
- Me fode, tio. Põe logo na minha xoxota. Você já viu que ela tá babando pela sua rola. Soca na minha buceta vai.
Jogou a bunda para trás é a buceta engoliu minha pica. Tirei ela, pegando uma camisinha na gaveta da cômoda.
- Camisinha, sério? Prefiro no pêlo!
- Vai saber se aquele maconheiro fudido não tem alguma doença - falei para mostrar que não confiava nela, queria deixa-lá no lugar de puta, que era o que merecia.
Coloquei a borracha em volta do pau com rapidez, começando a socar na buceta dela imediatamente, arrancando gemidos profundos.
- Ahhhhh tio, isso me fode, come sua puta vai. Gosta dessa buceta, né?! Gostou de comer a novinha, melhor amiga da sua filha?
Puxava seus cabelos, metendo com pressão, socando fundo, odiando estar usando preservativo. O sentimento da foda não diminuiu, segui excitado, pensando na mãe e no pai dela, no quintal, sem ter a menor ideia de que a filha tomava pica na mesma casa.
- Gostei, é bom fuder uma buceta apertada assim!
Enfiei o dedo no cu de Juju, já melado pela baba. O polegar sumiu dentro dele. Mesmo com ela protestando, segui socando, a pica e o dedo.
- No cu não tio, no cu não… - gemia, me provocando mais.
Tentou segurar minha mão, mas a prendi, prendendo-a nas suas costas, metendo mais forte, abrindo seu cu, vendo a bunda engolir meu dedo enquanto fodia a buceta.
- Fala que quer no cu, fala. Sei que tu tá doidinha pra tomar no rabo. Deixa o titio, o macho dos teus sonhos, tirar o cabaço desse cu! Olha que nele eu meto até no pêlo.
Ela tremeu antes de responder, se gozou perna abaixo, tirando o corpo de perto do meu, restando apenas seu pulso preso a minha mão.
- Caralho, você mete muito gostoso, tio - beijou meu peito, a parte onde a camisa estava aberta. - Deixa eu mamar sem camisinha? Pra ganhar todo seu leite…
Alisou minha rola, arrancou a camisinha dele e ajoelhou.
- Nossa, que horror, gosto de borracha.
Dei um tapa forte na sua carinha de puta, que com certeza deixaria marca.
- Cala a boca e chupa! Vagabunda!
Seus olhos brilharam quando ouviu os xingamentos. Começou a mamar profundo, meu pau pulsava, indo na sua garganta.
Prendia seu rosto na rola, segurando forte os cabelos.
- Mama, filha da puta! Vadiazinha do caralho, queria tanto pagar boquete, agora faz direito! Mostra que é uma puta boa!
Dei mais um tapa na cara dela, sentindo na pica toda pressão que seu rosto aguentava sem se mexer.
Juliana não tirou a boca da rola nem um segundo. Apertou minhas bolas com carinho, bateu punheta no mesmo ritmo que chupou.
Vi a maçaneta abaixar e alguém fazer pressão na porta. Queriam entrar.
Juliana se assustou, olhou em direção ao barulho, mas não deixei que tirasse a boca da pica. Olhei brabo, sussurrando para que ela chupasse mais rápido.
- Só vai sair daqui depois que engolir toda minha porra!
Por um segundo pensei que ela poderia perder o clima, mas o que fez em seguida mostrou que Juliana era, realmente, uma garota pronta para ser tratada como puta, mesmo com a pouca idade.
Com a pica entre os lábios, abriu as pernas, mexendo nos lábios da buceta e esfregou a mão na minha perna, mostrando o quão melada ela continuava, mesmo depois de ter gozado, seguia sedenta de tesão.
Não aguentei.
Gozei, tirando a pica da sua boca, para que os últimos jatos jorrassem em seu rostinho angelical.
A porra pegou no nariz, escorrendo para a boca, criando um bigode branco.
- Assim fica difícil pra engolir - falou de boca cheia, se levantando. - Manchou toda minha maquiagem. - Se olhava no espelho, sem limpar o rosto. - Deixou minha cara marcada dos tapas.
- Isso é pro seu papai saber que a filha é puta!
- Quer que ele saiba é?! Quer que ele saiba que eu grito quando tô tomando pica sua? - Ela gostava da ideia.
- Eu vou sair do banheiro, você sai depois - vestia a bermuda, vendo as marcas de batom que ela tinha deixado no meu pau. - Quando você sair - pegara seu rosto com força, puxando para que olhasse nos meus olhos. - Vai ir direto falar com o papai, dar um beijo gostoso nele e falar bem pertinho do nariz. Será que ele vai sentir o bafo de rola da filhinha?
- Acho que ele não vai notar - respondeu, com as bochechas ainda apertadas.
Sai olhando para os lados, não havia ninguém no corredor. Bati a porta e a ouvi ser trancada por dentro.
Quando cheguei na cozinha, vi Cacau entrando na casa.
- Tá todo mundo com fome, pai. Não tá pronto o peru ainda? - Como sempre querendo ser pontual, preocupada com a organização das coisas.
- To tirando do forno, pode ir chamando o pessoal.
- Tá tudo tão maravilhoso… - beijou minha bochecha, radiante de felicidade. Sem notar o suor que a temperatura altíssima dentro do banheiro tinha provocado no meu corpo.
Esse foi, exatamente, o último momento em que a enxerguei apenas como minha filha. A última vez que pensei nela apenas com meu carinho paterno.
Juliana saira do banheiro, passava direto pela cozinha, provavelmente indo fazer o que eu tinha mandado.
Me olhou nos olhos e travou.
- Cacau! Era você mesma que eu tava procurando. - Juliana falou, andou em direção à amiga e a abraçou.
Ela beijou o rosto de Caroline, bem próximo da boca.
- Que isso, sua louca. Quase me deu um selinho. - Cacau riu e soltou sua taça de champanhe na bancada.
- Prova isso. É um creme delicioso que eu pus na minha champanhe, guardei um pouco pra você provar.
Pensei em interromper, mas não tive tempo.
A unha vermelha do polegar de Juliana, estava tapada de branco.
Não era creme, era a minha porra!
Cacau engoliu o dedo, bem do jeito que se engole um pau, sem que precisasse forçar para ser provocante, de maneira natural.
- Nossa, gostoso, hein. Tem mais?
- Não. Pior que a fonte secou. - Juliana riu e me olhou.
Ela passou a mão, a mesma mão que me punhetava, no rosto da minha filha, apertando ela contra seu nariz.
- Para, sua doida, vai saber onde essa sua mão tava. Vai me descabelar inteira.
A filha da puta tinha feito o pior possível para mim. Ao invés de seguir as instruções e provocar seu pai, me provocava.
Olhei para Cacau e já vi seu corpo com outros olhos.
As maçãs do rosto formando bochechas grandes, onde meus tapas poderiam ser muito mais satisfatórios. O vestido branco, de alças firmes, que seguravam seus seios volumosos, a barra curta, mostrando suas coxas e a deixando com um a bunda que viraria o rosto de qualquer um que a visse na praia.
Lembrei dela de biquíni, dela suada, dela dançando para o Tiktok.
Meu pau latejou. Sabendo que ela gostara do gosto da minha porra, que tinha sentido o cheiro do meu pau.
Meu ano estava fadado ao fracasso, eu não pararia de pensar em fuder minha própria filha, até conseguir cumprir aquele desejo.
- Isso é pro senhor aprender a não enfiar o dedo onde não deve. - disse ao meu lado, no pé do meu ouvido.
Meus olhos nunca mais viram minha filha do mesmo jeito.