Escutei Por Acaso Minha Mãe E Tia Conversando Sobre O Vício Delas Em Chupar Pica - PARTE 4

Um conto erótico de aliciador
Categoria: Heterossexual
Contém 2778 palavras
Data: 06/02/2026 18:38:53

Acordei com um sino tocando. Levou alguns momentos pra me situar. Então ouvi de novo. Levantei e vi que tinha um sino de jantar antiquado no meu armário, lá perto do teto. Nunca tinha notado. Enquanto me aproximava, tocou de novo.

Caramba, a mãe era esperta.

Correndo pelo corredor, dei uma mijada rápida e me limpei. O sino estava tocando quase constantemente quando voltei pro quarto. Liguei a eletrônica e vi a mãe ajoelhada na plataforma, puxando uma corda.

Abri a portinha divisória e me apresentei a ela.

O que a mãe precisasse, eu tinha prometido. E estava falando sério. Não que fosse uma tarefa árdua.

Uma vez que a mãe tinha terminado de me chupar até secar, encontrei ela no corredor. "Desculpa se te acordei. Tenho uma sessão cedo com minha personal. Volto em algumas horas."

"Mãe, você pode me acordar a hora que quiser."

Ela corou. "Se comporta, Rodrigo. Sem falar sobre... aquilo, até eu atingir a meta, tá?"

"O que você quiser, mãe."

Ela assentiu. "As coisas estão perfeitas como estão agora, não vamos estragar. Amo o que está acontecendo, mas quero - não, preciso que a gente siga as regras, tá bom?"

Acho que mesmo que as regras não estivessem escritas, estavam escritas em pedra.

"Entendido. Tenha um ótimo treino. Vou estudar um pouco até você voltar."

Recebi um beijo rápido, e então a mãe tinha saído pela porta, e eu estava sozinho.

Por cerca de meia hora.

A tia Carla entrou enquanto eu estava limpando depois do café. Ela sentou na mesa da cozinha e parecia puta. "O que está acontecendo, Rodrigo?"

"Nada está acontecendo, tia Carla. A mãe está na academia. Posso te oferecer algo pra comer?"

"Sei muito bem onde minha irmã está. O que eu quero saber é por que ela está nas nuvens, caminhando sobre as águas. E por que você visitou três vezes em sete dias. Que diabos está acontecendo?"

De jeito nenhum eu ia quebrar a confiança da mãe. Nem fodendo. "Você me disse pra cuidar da atitude dela, e você colocaria ela na academia. Parece que ambos estamos fazendo nosso trabalho. Acho que você deveria estar feliz."

Ela levou um momento pra responder. "Estou feliz por ela. Mas não entendo a reviravolta de 180 graus. Não a vejo assim há anos. E digo anos, décadas. Algo está acontecendo, eu sei. E você vai me contar."

"Tia Carla, te amo como família—"

"Eu sou família, seu idiota."

"Como disse, te amo, mas ela é minha mãe. Tudo que estou fazendo é o que ela precisa pra ser feliz. Se quer detalhes, vai ter que conseguir com ela."

"Mas ela não me conta nada. Só sorri e diz que tem um segredo!"

"Pelo menos ela está sorrindo. Deixa pra lá. Fica feliz por ela," insisti.

Ela me fuzilou com o olhar. "Sei muito bem que algo estranho está acontecendo, e vou chegar ao fundo disso. Pode contar com isso."

"Tia Carla, lembra que disse que me devia? Que garantiria que eu não me arrependeria de ajudar ela. Estou te dizendo, deixa pra lá. Ela está feliz, apoia ela. Não tenta estragar as coisas."

Ela não parecia ter intenção de desistir. Então seus olhos se arregalaram. "Meu Deus, você não está transando com sua mãe, está?"

"Claro que não! Quem você pensa que é pra me acusar de algo assim? Que porra está acontecendo com você?" Minha indignação justa pode ter sido um pouco manchada, mas falei a verdade.

Ela suspirou, e todo o corpo dela despencou. "Desculpa. Sei como isso parece ridículo. Porra, se ela estivesse transando, o marido ainda estaria por perto. É só que é tão abrupto. Não faz sentido."

"Tia Carla, você quer ir pro meu quarto e transar?"

"O quê!? Que porra, Rodrigo! Você não sai por aí dizendo essas coisas! Sou sua tia, pelo amor de Deus," ela estava gritando no final do discurso.

"Tá bom. Vou considerar isso como um ainda não. Mas pensa por um segundo. Se eu fosse transar com minha família, não acha que escolheria a irmã gostosa? E se eu fizesse essa proposta pra mãe, como acha que ela responderia?"

Ela ficou sentada atordoada, a boca aberta. Até que um pequeno sorriso finalmente rachasse o rosto dela. "Tá bom, entendi. Você realmente acha que sou gostosa?"

Assenti. "MILF total, exceto pela parte do Mãezinha."

Ela tentou abafar a risada mas falhou. "Chega, Rodrigo. Guarda na calça. Já tenho problemas suficientes."

"Pelo menos me mostra os peitos," provoquei. Honestamente, não tinha ideia de onde isso estava vindo. Nunca sonharia em falar com minha tia desse jeito.

"Rodrigo!"

"Vai, você disse que me devia. Se não vai transar comigo, pelo menos me deixa ver seus peitos."

"Que diabos está acontecendo com você?" ela disse.

"Já te vi de biquíni vezes suficientes. Parecem incríveis pra caramba. Me faz essa."

Ela balançou a cabeça. "Não deveria estar mostrando meus peitos pra você. Não é apropriado."

"Vai ser nosso segredo. Prometo. Nem vou contar pra mãe como você me acusou de transar com ela."

"Rodrigo! Nem se atreva!"

Estava me sentindo confiante e me divertindo muito às custas da minha tia. Andei em volta da mesa e me inclinei sobre ela, minhas mãos indo pros botões da blusa dela. Tinha uma boa vantagem, ela tinha o suficiente desabotoado pra ver a borda do sutiã.

"Nosso segredinho, tia Carla," sussurrei no ouvido dela enquanto desabotoava um botão depois o outro. Incrivelmente ela não me parou.

"Rodrigo, realmente não deveríamos."

"Eu sei, mas é de boa. É só a gente." Tinha o último entre meus dedos, e segundos depois estava abrindo a blusa dela.

"Se eu fizer," ela disse suavemente, sentada quieta enquanto eu deslizava a blusa pelos braços dela. "O que você vai fazer por mim?"

Levou só um segundo pra abaixar meus shorts e dar uma bela visão pra ela. Estava compreensivelmente duro. Muito.

"Meu Deus, Rodrigo! Não isso!"

"Tá tudo bem, vamos ficar quites. Você pode até tocar se quiser. Mas sem transar."

"Levanta seus shorts!"

"Você faz," disse, balançando os quadris e fazendo meu pau acenar pra ela. Minha tia safada estava encarando.

Ela ficou vermelha, então se inclinou pra pegar meus shorts. Um rebolado e meu pau roçou no rosto dela. Ela era durona, porém. Persistiu, puxando meus shorts de volta pra cima e me guardando. Até me deu um tapinha, ali embaixo.

"Tá bom, chega de bobeira. Não faz isso de novo! E se alguém entrasse e visse a gente?"

Ela ainda estava sentada de sutiã, e não consegui me segurar. Além disso, ela me devia mesmo. Estiquei a mão pelas costas dela e desabotoei o sutiã. Ela nem tentou segurar no lugar. Só se inclinou pra trás e me deu uma bela visão.

"Feliz?" ela perguntou.

"Extasiado. Deus, você tem peitos incríveis. Sabia que teria." Desci a mão e segurei um na mão, dando um aperto.

A tia Carla me deu um momento, então empurrou minha mão. "Chega. Você já olhou."

Assenti e desci a mão pro sutiã dela. "Sim. Valeu. Você é demais. Deixa eu guardar isso pra você como você fez pra mim."

Ela ficou quieta enquanto eu colocava os peitos dela de volta no sutiã e abotoava. Garanti que estivessem situados propriamente, antes de ajudar a colocar a blusa de volta.

Ela me observou cuidadosamente o tempo todo. Quando estava terminando o último botão, ela abriu a boca. "Você não está fazendo esse tipo de bobeira com sua mãe, está?"

Só suspirei e balancei a cabeça. "Nem ferrando. E queria que você parasse com isso. Primeiro, a mãe é muito insegura com o corpo dela. Se eu tentasse tirar a blusa dela, tenho certeza que ela iria surtar."

"É, acho que você está certo. Mas vou descobrir."

"Enquanto você trabalha nisso, tem certeza que não quer ir pro meu quarto e transar? Aposto que você é incrível."

Ela me surpreendeu sorrindo. "Sou, sabe. Sou uma puta fera na cama. É por isso que nunca casei, nenhum homem conseguiria me acompanhar. E você, meu querido menino, nunca vai ter chance de descobrir em primeira mão."

Fiz biquinho, então me inclinei e dei um beijo no canto da boca dela. "Se mudar de ideia, me avisa. Tia ou não, você é gostosa que nem lava derretida. Te comeria num piscar de olhos. Posso não ser tão boa quanto você, mas com certeza daria o meu melhor."

Ela se levantou com um sorriso malicioso no rosto. Então a boca dela estava na minha e ela estava me beijando como se quisesse explodir meu crânio. Puta merda, ela era gostosa!

Então terminamos. "Estou indo agora," ela disse. "Nunca tivemos essa conversa. Você nunca viu meus peitos. Você nunca abaixou as calças. Eu certamente nunca te beijei como beijaria meu amante. E você nunca jamais vai se comportar desse jeito comigo de novo, entendeu?"

Ela parecia bem séria, e eu sabia que a diversão tinha acabado. "Cristalino. Embora pra ser honesto, nada além da morte vai me fazer esquecer o que vi."

A acompanhei até a porta, onde ela girou no último momento. "Tem certeza que não quer me contar o que está acontecendo com sua mãe? Seria muito grata. Muito."

"Quão muito?" perguntei.

Ela pareceu nervosa, então lambeu os lábios. "Uma hora no seu quarto, agora mesmo, só minha bunda fora dos limites."

"Sério?"

Ela assentiu. "Está me deixando louca, e você me deixou molhada agora mesmo. Oferta única."

Por mais horrível que pareça, estava pensando nisso. Principalmente pensando se tinha algo que pudesse contar a ela, sem revelar tudo.

Ela se inclinou mais perto, a mão dela roçando meu volume. "Vou cavalgar em você até gastar esse pedação de carne. Você nunca vai esquecer, confia em mim."

Tinha começado a suar frio. "Eu... Deus, queria ter algo que valesse a pena contar. Qualquer coisa."

Ela me olhou tristemente, passando as costas dos dedos pelo meu rosto. "Dou a melhor de quatro do mundo. Vou te arruinar pra todas as outras mulheres."

"Tá bom, estou comendo ela. Estou comendo a mãe todo dia e toda noite."

Ela encarou meus olhos. "Mentira. Boa tentativa, mas não cola. Mas vou descobrir, e quando descobrir, você vai desejar tanto ter me contado, em vez de me fazer descobrir sozinha. Última chance. Até jogo minha bunda na mesa. Ninguém consegue isso. Você vai ser só o terceiro. De todos os tempos."

A tia Carla se aproximou, pressionando o corpo contra o meu. "Você vai ter que ser gentil comigo, Rodrigo. É muito pau pra caber num buraco tão apertado e quase virgem." Ela ficou na ponta dos pés e me beijou, passando a língua pelos meus lábios. "Duas horas. Tudo. Não vou segurar nada. Vou ser sua putinha total por duas horas sólidas."

Quem sabe, eu poderia ter cedido se a mãe não tivesse escolhido aquele momento pra chegar em casa. Ela parecia exausta mas feliz. "Como estão minhas duas pessoas favoritas no mundo?"

Dei um abraço grande nela. "Melhor agora que você está em casa."

Ela riu e se virou pra dar um abraço na irmã. "Quer ficar pro almoço?"

A tia Carla balançou a cabeça. "Adoraria mas não posso. Agora não. Talvez mais tarde?"

"Vamos ter minha lasanha no jantar. É meu dia do lixo. Tem bastante pra mais uma."

Minha tia sorriu. "Tá bom, me convenceu. Você está de ótimo humor."

O sorriso da mãe era enorme. "Três recordes pessoais hoje. É meu dia do lixo, meu menino está em casa, e minha irmã favorita no mundo inteiro está na minha porta."

"Sua única irmã," a tia Carla disse.

"E minha favorita. Obrigada por me fazer ir pra academia. Precisava disso."

A tia Carla deu um beijo nela e surpreendentemente me deu um abraço grande. Ela sussurrou no meu ouvido, "Pensa nisso, a oferta ainda está na mesa."

Assim que ela foi embora de carro, mandei a mãe pro quarto dela. Tinha uma ereção dolorida que precisava de atenção. Juro que não estava na boca dela nem um minuto antes de gozar, pegando ela de surpresa. Compensei com a segunda.

Depois que a mãe tomou banho, ela se juntou a mim na sala. "Do que se tratava aquilo?"

Tenho certeza que ela estava falando sobre meu pavio curto, embora tivesse certeza que ela não diria abertamente.

"Sua irmã está muito curiosa sobre o que te deixa de tão bom humor. Ela tentou me fazer contar," disse.

A mãe ergueu as sobrancelhas. "Ah, é? E como, por favor me diga, ela tentou te convencer."

"Você não pode contar pra ela, mãe. Ela me mataria. Não aceitei."

"Não vou contar pra ela, mas você vai me contar."

Suspirei. "Ela ofereceu passar algumas horas no quarto comigo, sem limites."

"Ela... ela o quê?"

"Quarto. Sexo. Ela disse que cavalgaria em mim como uma vaqueira, me daria a melhor de quatro do mundo, e até entregaria a bunda," confessei.

A mãe pareceu chocada. "Você não aceitou?"

"Não, mãe. Não vou contar nada pra ela. É entre você e eu."

A mãe se levantou e me pegou pela mão. Uma vez que me tinha de pé, me abraçou. "Rodrigo, bebê, preciso que você vá pro seu quarto agora. Por favor."

"Como se eu fosse dizer não pra você?" Dei um beijo rápido nela, depois a levei pro quarto dela, fechando a porta. Então voltei pro meu próprio quarto e pro armário.

A mãe estava num humor estranho. Me provocou por uma eternidade, prolongando até eu estar implorando pra ela terminar. Finalmente, não aguentei mais.

"Chega!" disparei pelo modulador de voz. "Termina, minha putinha diabólica. Chupa até secar. Chega de provocação!"

"Sim senhor," ela respondeu, e não trinta segundos depois estava engolindo minha porra.

"Senhor?"

"Sim?"

"O que ela ofereceu? Quando eu atingir a meta, é seu. Tudo. Até minha bunda virgem. O que você quiser, e não só por duas horas. Pro resto da sua vida."

Caramba. Parece que a mãe estava com os sucos competitivos fluindo. "Vou manter isso em mente, minha incrível chupadora de pau."

De volta na sala, estávamos deitados no sofá, continuando nossa maratona da Netflix, minha mão de volta dentro da blusa dela.

"Temos que ter cuidado, meu querido menino. A Carla é como um pitbull. Ela não vai largar disso."

Belisquei o mamilo dela, fazendo ela gritar. "Então vamos ter cuidado."

"Você não ficou tentado?" ela perguntou.

"Claro que fiquei tentado. Sua irmã é gostosa pra caralho. Até tentei inventar algo que ela pudesse acreditar. Mas não ia contar o que importa."

A mãe suspirou, esfregando a bunda contra mim. "Eu... eu entenderia se você tivesse."

"Não, mãe. De jeito nenhum. Te amo, e não vou arriscar ela estragar as coisas."

Demos uma maneirada antes da tia Carla aparecer. Ela não trouxe o assunto à tona, pelo menos não abertamente. Tenho certeza que não demos nada. Foi uma ótima visita, pelo menos achei.

Quando a acompanhei até a porta, ela aplicou a pressão. Um abraço grande e um beijo, junto com uma esfregada maldosa na virilha. "Uma noite inteira, Rodrigo. Tudo. Qualquer coisa que você possa imaginar. Só me conta e sou sua, totalmente."

"Você é uma mulher perversa," disse a ela.

"E o melhor sexo em quatro municípios. Todo seu se quiser."

Cara, ela sabia como aplicar a pressão. "Eu deixo ela controlar o controle remoto."

Ela encarou meu rosto por alguns segundos, então balançou a cabeça. "Não. Dessa vez você está dizendo a verdade, mas não é isso. Vinte e quatro horas. Minha última oferta."

"Queria ter algo pra te contar," disse.

Ela sorriu. "Tenho certeza que sim. Pensa nisso, tá querido? Teríamos muita diversão. Prometo."

Assim que ela foi embora, tinha a mãe pela mão. "Seu quarto. Agora," rosquei enquanto a arrastava pelo corredor.

Só depois que tinha tirado o primeiro é que consegui me acalmar. O segundo foi lindo, e estava me sentindo 100% melhor quando ela estava me chupando limpo.

Ela bateu na minha porta e entrou sem esperar. "O que ela ofereceu?"

Só pude rir. "Sou tão transparente assim?"

"Pra mim. Então o que foi?"

"Vinte e quatro horas, sem limites."

"Uau. Isso deve estar deixando ela absolutamente louca. Ela é uma putinha!"

Assenti. "Vem deitar comigo, mãe."

Ela pareceu tentada mas balançou a cabeça. "Não. Não na sua cama, e não na minha. Vem pra sala."

Comemos sorvete, o último do dia do 'lixo' dela, nos aconchegamos, assistimos TV e até ficamos um pouco. Vou admitir; adorava brincar com os peitos da mãe. Era quase meia-noite antes de desligarmos a TV.

"Sobrou alguma coisa?" ela perguntou, corando adoravelmente.

"Não sei, mas adoraria que você descobrisse."

Descobriu-se que sim, mas só depois de muito esforço da parte da mãe. Dormi como uma pedra.

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Continua…

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