Contei Pro Papai Que Sou a Putinha Da Escola E Ele Me Puniu - Parte 3

Um conto erótico de libertadora
Categoria: Heterossexual
Contém 2075 palavras
Data: 06/02/2026 16:25:57

O portão de ferro range ao me deixar passar, um gemido metálico que soa como prelúdio. Atravesso o pátio interno sentindo o plug anal de silicone preto — colocado pelo pai às cinco da manhã, antes dele voltar pro quarto "dormir mais um pouco" ao lado da mãe dopada — se mexendo dentro de mim a cada passo das botas coturno no concreto. A calça cargo cinza, três números menor que o meu manequim, marca a virilha e aperta nas nádegas, expondo a curva da bunda pra qualquer um que olhe por trás. E olham. Sempre olham.

O banheiro feminino do cursinho é um cubículo improvisado num antigo depósito de limpeza. Entro rápido, tranco a porta com ferrolho torto, e encaro meu reflexo no espelho embaçado. Rosto pálido, olheiras fundas, lábios ainda inchados da noite anterior com o pai. A camisa polo preta cola nos seios, mamilos duros apontando através do tecido. Não uso sutiã. Nem calcinha. As ordens são implícitas: acessibilidade total.

Quando entro na sala de aula 04 — galpão de tijolos aparentes com janelas altas gradeadas —, o silêncio cai como chumbo. Vinte e três homens em farda verde-oliva, veteranos de trinta anos e recrutas de dezoito, todos viram a cabeça pra mim. O cheiro é característico: café preto forte, graxa de sapato, suor masculino acumulado em traje de guerra, e aquele odor discreto mas inconfundível de tesão represado.

O Sargento Costa está sentado na cadeira do professor, pernas abertas em postura de dominação, arquivo de provas na mão. Ele não olha pra mim imediatamente. Me faz esperar, em pé, no centro da sala, sentindo o suor escorrer pelas costas.

— Cadete Menezes. — Finalmente fala, voz arrastada, olhos fixos no papel. — Sua nota na prova de Legislação Militar foi... insuficiente. Sete pontos. A média pra aprovação é oito.

Travo. Sete? Estudei até três da manhã, entre uma mamada no pai e outra, tentando memorizar o Código Penal Militar enquanto ele roncava.

— Sargento, eu posso fazer recuperação? — Minha voz sai trêmula.

Ele ergue os olhos. Castanhos, frios, avaliadores. O bigode grosso se mexe num sorriso que não chega aos olhos.

— Recuperação? Sim. Mas não a convencional. — Bate na mesa. — Aproxime-se.

Caminho até a frente, entre as fileiras de carteiras de madeira, sentindo mãos roçarem discretamente nas minhas coxas enquanto passo. Quando chego à mesa, ele aponta pro chão.

— De joelhos. Embaixo da mesa. Agora.

Obedeço, coração batendo no ouvido. O chão de cimento é frio, áspero. Me ajeito no espaço apertado entre as pernas dele e a base de ferro da cadeira. Ele abre as coxas e vejo a protuberância na farda. Já está duro. Esperando.

— Hoje teremos uma avaliação oral prática. — Anuncia à classe, enquanto ouço debaixo da mesa. — A cadete Menezes demonstrará conhecimentos de Legislação Militar enquanto... executa uma tarefa paralela. É um teste de capacidade multitarefa essencial pra futuras oficiais que precisarão coordenar operações em campo sob estresse.

Risadas abafadas. Cadeiras se mexem. Alguém assobia baixo.

— Começaremos pelo Artigo 157 do Código Penal Militar. — Costa fala, enquanto vejo as mãos dele descendo pra abrir a farda. — Defina, cadete: "Abandono de posto em situação de combate". E faça-o enquanto realiza o serviço.

Ele libera o pau. Grosso, curvado pra cima, a glande roxa e brilhante de pré-gozo escorrendo em quantidade. O cheiro — almíscar concentrado, urina residual, o odor específico de pau fechado em farda desde as cinco da manhã — invade minhas narinas. Abro a boca e engulo metade do eixo, fazendo *gluck* alto, intencional, enquanto tento formular a resposta.

— Artigo... *gluck*— Tento falar, mas a pica bloqueia minha língua, impede articulação. Forço a boca a se mover em torno do eixo, a língua trabalhando o freio sensível, enquanto arranco palavras entre engasgos. — Abandono... é a... deserção... *nnngh*... do posto... sem... autorização...

— Alto e claro, cadete! — Bate na mesa; sinto o impacto vibrar no chão. — Não entendi essa língua presa! E enquanto define, mantenha o ritmo. Mãos atrás das costas. Use apenas a boca.

Cruzo as mãos atrás, a posição forçando meu peito pra fora, apertando a camisa nos seios. Balanço a cabeça, criando vácuo, sentindo o gosto salgado dele inundar minha boca enquanto articulo:

— É a... *gagh*... deserção... do posto... *gluck*... sem autorização... superior... em situação... *nnngh*... de perigo real... ou iminente...

— Correto. — Ele resmunga, mão direita descendo por baixo da mesa pra agarrar meu cabelo, orientando meu ritmo. — Agora o Artigo 189. "Desobediência à ordem direta de superior hierárquico". Defina. E acelere. Tô duro, mas não quero gozar ainda. Quero ver você sufocar um pouco.

Acelero, garganta se contraindo ao redor da glande, fazendo sons obscenos — *slurp, gluck, gagh*. A saliva escorre pelo meu queixo, pingando no chão entre as botas dele. Tento falar, a pica batendo na minha garganta:

— Artigo... *gagh*desobediência... é a... recusa... *gluck-gluck*... injustificada... *nnngh*... a cumprir... ordem direta...

— Mais fundo. — Empurra minha cabeça com força, enterrando até a base. Meu nariz bate no púbis peludo dele. Engasgo, lágrimas brotam, visão embaça, ar corta. — Continue. Não para.

Tento, sem ar, garganta apertando em espasmos ao redor dele. As palavras saem abafadas, estranguladas:

— *Gagh*... ordem... direta... de... superior... *nnngh*... em serviço... ou fora...

— Boa. — Solta minha cabeça levemente, permitindo que eu respire ofegante pela boca cheia, antes de empurrar novamente. — Agora algo mais complexo. O Decreto-LeiCrimes contra a disciplina militar. Cite três exemplos. E olha pra cima. Quero ver seus olhos enquanto você fala com a boca cheia de rola.

Forço os olhos a abrirem, lacrimejando, olhando pra cima, pro queixo barbeado, o bigode, os olhos frios encarando a cena degradante. Tento articular, boca esticada:

— Um... *gluck*... insubordinação... *gagh*deserção... *nnngh*indisciplina grave...

— Especifique indisciplina grave. — Ordena, começando a bombear devagar, movendo quadris, usando minha boca. — Fala claramente.

Engasgo quando ele entra fundo demais, garganta se rebelando, reflexo de vômito suprimido com força de vontade. Tento:

— É... *gagh*... a conduta... *gluck*... que afeta... a hierarquia... *nnngh*... ou... *gluck-gluck*... a disciplina... de forma grave...

— Vagabunda. — Murmura, mas é elogio naquele tom. — Sabe tanto código quanto sabe chupar rola. Agora, pra turma, explique a diferença entre deserção e insubordinação. Alto e claro. Solta a pica, mas mantém na língua.

Solto o eixo, fio de saliva espessa conectando meus lábios inchados à glande vermelha. Ofego, tentando recuperar fôlego, boca seca exceto pelo gosto dele.

— Deserção... — Tento falar normalmente, mas a voz sai rouca. — É o abandono definitivo... do posto... enquanto insubordinação é a... desobediência temporária...

— Volta a chupar. — Empurra minha cabeça. — E continua explicando.

Engulo o eixo novamente, trabalhando com a língua na base enquanto as palavras saem abafadas:

— *Gluck*... insubordinação... pode ser... sanada... *nnngh*... com pena disciplinar... *gagh*... deserção... é crime permanente...

— E qual a pena pra deserção em tempo de guerra? — Pergunta, acelerando, usando minha boca com força, bolas batendo no meu queixo.

Engasgo, resposta sendo arrancada junto com o ar:

— *Gagh*... reclusão... deaanos...

— Anos de quê, cadete?

— Anos... *gluck*... de... *nnngh*... cadeia... Sargento...

A porta se abre. Congelo, coração parando, pica dele ainda enterrada na minha garganta. Passos pesados de botas entram.

— Bom dia, Sargento Costa. — Voz do Major Braga, comandante do cursinho, autoridade máxima, cinquenta anos, barriga de cerveja mas olhar de aço. — Estou fazendo a ronda. Como está a turma?

Não posso me mover. Estou de joelhos, escondida debaixo da mesa, boca cheia, saliva escorrendo, corpo inteiro trêmulo. Se o Major abaixar a cabeça...

— Excelente, Major. — A voz de Costa sai calma, controlada, enquanto mantém a mão na minha nuca, impedindo recuo. — Estamos tendo avaliação oral intensiva. A cadete Menezes está demonstrando... profundo conhecimento do código.

— Ótimo. A cadete Menezes é... dedicada. — Os passos se aproximam. Vejo as botas do Major pararem a um metro, do lado de fora da mesa. — Escutei dizer que ela se esforça muito. Fora e dentro da sala.

— Exatamente, Major. — Costa empurra levemente minha cabeça, fazendo eu engasgar baixinho — *gagh* — som abafado pela carne e pela mão dele. — Ela tá... engolindo o conteúdo... muito bem.

— Continue o bom trabalho. — As botas se afastam. — Precisamos de oficiais competentes.

Quando a porta fecha, Costa solta risada abafada e acelera violentamente, bombardeando minha boca sem dó.

— Quase, putinha. Quase o Major te viu com a boca cheia de rola. Gozo só de imaginar a cara dele vendo você engasgada. Toma... toma tudo...

Ele enterra-se até as bolas e explode. O jato quente, denso, espesso enche minha garganta, inunda minha boca, escorre pelos cantos. Tento engolir, mas é muito, e acabo deixando vazar, pingando no chão, na minha camisa, na farda dele.

— Engole ou limpa com a língua. — Ordena, ofegante.

Limpo. Uso a língua pra lamber cada gota do eixo amolecendo, das bolas pesadas, do púbis peludo. Engulo o que sobrou na boca, gosto amargo e salgado fazendo meus olhos lacrimejarem mais.

— Agora, como recompensa pela sua... performance oral... — Ele se levanta, ajustando a farda, e caminha até a frente. — A turma terá aula prática de tática. Cadete Menezes será o equipamento de treinamento. Levante-se.

Me levanto trêmula, pernas dormentes, rosto vermelho e melado de saliva e esperma. A turma aplaude. Não é solene. É uma salva de palmas escrota, sarcástica, cheia de malícia.

O Sargento Costa abre a porta traseira da sala, que dá pro pátio de instrução. O sol da manhã bate forte no meu rosto.

— No pátio. Todos. Trouxeram os cadernos. A cadete Menezes demonstrará posições táticas enquanto... recita o conteúdo da prova de amanhã.

No pátio, o concreto quente queima através das botas. Eles me cercam. Costa começa a fazer perguntas enquanto sou forçada a posições — de quatro, deitada, de joelhos — e nisso, outros três alunos — Cabo Pereira, Soldado Andrade e Recruta Lima — tiram as picas pra fora das fardas.

— Posição de sentinela! — Costa ordena.

Fico de joelhos, costas retas, mãos atrás da cabeça, enquanto Pereira se aproxima pela frente, enfiando a pica na minha boca.

— Artigo 302. Crime de prevaricação. Defina, cadete!

Tento falar, boca esticada:

— É o... *gluck*... funcionário... público... retardar... *gagh*... ou deixar... de cumprir... *nnngh*... dever...

— Errado! — Costa dá tapa na minha bunda. — É deixar de cumprir dever por ação ou omissão! Continua chupando e pensa melhor!

Pereira bombeia minha boca, mãos na minha cabeça, enquanto tento articular a resposta correta entre engasgos. O sol queima minha nuca. A turma anota nos cadernos, rindo, alguns batendo punheta abertamente.

— Próxima posição! Decúbito dorsal defensivo!

Deito de costas no concreto quente. Andrade — dezenove anos, pau duro como pedra — cai de joelhos entre minhas pernas, rasgando a calça cargo com canivete, expondo minha buceta. Ele entra seco, forte, fazendo eu arquear as costas e gritar — *aaaaah* — enquanto Costa grita:

— Cite as três fases de operação policial de cerco!

Grito a resposta, voz falhando, interrompida pelas estocadas:

— Uma... *aahh*... isolamento*nnngh*... negociação*ahhh*... intervenção!

— Correta! — Costa ri. — Continua o treino físico, Andrade. Não para até ela memorizar o Artigo 5º da Constituição Federal aplicada às Forças Armadas.

Andrade acelera, me arrombando no concreto quente, enquanto tento recitar direitos fundamentais entre gemidos. Recruta Lima, enquanto isso, se ajoelha ao lado da minha cabeça, enfiando a pica na minha boca, alternando com Pereira.

— Artigo 5º... *gagh*... inciso I... *gluck*... homens e mulheres... *nnngh*... são iguais em direitos...

— Mais fundo no cu, Andrade! — Costa comanda como se fosse instrução de tiro. — Ela precisa sentir pra aprender!

A aula dura uma hora. Uma hora de perguntas e respostas, de código penal militar sendo recitado entre engasgos e gemidos, de constituição murmurada enquanto sou penetrada nos dois lados. Quando o sinal toca pro intervalo, estou destruída — deitada no concreto, coberta de poeira e esperma, calça rasgada, rosto inchado, voz rouca de tanto gritar respostas.

Costa se aproxima, olhando pra baixo enquanto tento me levantar.

— Sua nota de recuperação... — Ele diz, fechando o zíper. — Dez. Por esforço. E dedicação. Você realmente engoliu o conteúdo, cadete.

Tento sorrir. Meus lábios estão rachados, secos.

— Obrigada... Sargento... — Ofego.

— Agora vai pro banheiro. Se limpa. Temos aula de tiro à tarde. — Vira as costas, depois para. — E Menezes?

— Sim?

— Amanhã teremos prova de defesa pessoal. Você será o saco de pancadas. Literalmente. Prepara-se pra levar porrada enquanto recita os artigos de uso da força policial.

Assinto, cambaleante, sentindo a porra de três homens escorrendo, misturando-se ao suor e à poeira do pátio. Estou aprendendo. Sendo boa aluna. E protegendo minha mãe, de certa forma. Nenhuma amante do meu pai seria tão útil, tão dedicada, tão completamente entregue ao dever.

Sou a boqueteira de elite. A cadete que responde perguntas com a boca cheia. E amanhã será pior.

E eu anseio por isso.

~~~

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Querocasada69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários