Paulinho finalmente tinha chegado em casa depois de um longo dia de trabalho. única coisa que ele pensava naquele momento era tomar um bom banho, depois enche a barriga numa bela janta preparada por sua esposa, e claro cair nos braços de sua esposa. Ao entrar começou a ouvir os primeiros barulhos vindo do quarto.
“Amor, eu cheguei…” disse ele caminhando lentamente até a cozinha, matou a sede e começou observar o ambiente. dava silêncio demais.
Ao chegar na sala o barulho começou a ficar mais forte. Caminhou até o seu quarto e o barulho pode ser ouvido melhor. Parecia grunhidos, era gemidos, talvez de dor… ou talvez de prazer…
Assim que ele abriu a porta levou susto. Viu sua esposa totalmente nua em cima da cama com tres negrões comendo ela com força. A esposa virou e viu o marido parado na porta como se fosse uma estatua.
“Amor….” foi a única reação. Um susto, como se tivesse feito alguma coisa errada e foi pego no flagra.
“Voce é casada? cara, a gente não sabia…” disseram aqueles homens que dava ali como profissional, como comedores de buceta no cio.
Paulinho aproximou lentamente, calmo e frio. Tirou do bolso um cigarro e acendeu. Soltava devagar as fumaças do cigarro no ar. Ainda em pé observava aquela cena, aquela suruba que sua esposa participava. Ele pensou duas opções. Primeiro que ela esta ali contra vontade, que eles invadiram a casa e abusaram sua esposa contra a vontade dela. Ou ela dá ali vontade própria, contratou aqueles homens pra fode-la gostoso. Seja qual for a opção nenhuma era boa ou minimizava o chifre da cabeça de Paulinho.
“Continue… Continua o que está fazendo Gerluce. Finge que eu não estou aqui”
A reação do marido fez ela ficar incrédula, sem reação. Que tipo de marido falaria isso ao ver sua esposa sendo enrabada por tres negrões de pica grande?
Gerluce continuou onde tinha parado. Em cima daquele homem começou a cavalgar naquela pica grossa. Subia e descia. Os outros homens montava em nela segurando os seios, colocando a rola na boca pra ela chupar. Enquanto isso Paulinho puxou uma cadeira e sentou, cruzou as pernas e deu mais um trago no cigarro. Observa cada detalhe daquela cena como um telespectador, como se fosse um voyeur a apreciar a cena, apreciar sua esposa sendo degustada.
A esposa as vezes virava o rosto pra ver a reação do seu esposo que continuava mesma posição observando-a. Ela foi colocada deitada na cama e um dos homens aproximou com sua enorme pica e entrou dentro daquela enorme boceta. Era tão grande que não cabia tudo de uma vez. Gerluce começou a gemer, sentindo cada estocada como se fosse enorme agulhas perfurando sua pele. Era uma dor misturado com prazer. Algo que ela nunca sentia quando fazia sexo com marido. O pinto do marido não te machucava. Talvez por ele ser pequeno, fino e tamanho certo pra sua buceta. Diferente daqueles negrões que tinha rola da grossura de um braço.
“Toma sua vadia, irei gozar dentro…”
Gerluce assustada seguro-o.
“Não, nada disso!”
Tirou pra fora e gozou nos seios dela, espalhando por rosto e lençois da cama. Depois da rajada de leite ela se senta e começa a limpar o leite em seu corpo.
Gerluce olhou novamente por marido.
“Como foi, eu mandei bem Paulinho?”
“Dessa vez foi melhor do que anterior. Voce está se soltando, Gerluce. Gostei que dessa vez tomou mais atitude. Gosto de atitude.”
“Isso tudo e novidade, amor. Não levo jeito pra isso…”
“Todas mulheres leva jeito pra isso, é só questão de pratica.”
Ele se levantou jogando o cigarro no chão amassar no solo de sapato. Ele aproxima de sua esposa que terminava de vestir a roupa. Paulinho pagar aqueles tres homens que vão embora sensação de dever comprido.
Gerluce aproxima e tenta beijar a boca do marido que afastar um pouco.
“Espera, vai lavar os dentes, melhor vai tomar banho. Você dá com bafo de pica de outros homens. Está toda suja. Depois do banho prepare a jantar.”
“Sim, meu marido. Pra onde vai?”
“Ora, irei assistir o meu jogo. Deve dá começando”
Gerluce arrumou a cama bagunçada, tirou o lençol cheio de gozo pra lavar. Depois de tomar um bom banho, se lavar toda, ela foi preparar a jantar do marido.
Foi mais um dia comum pra ela. Esperando que tipo de ideia seu marido vai der na próxima brincadeira de casal.