Confissão 4

Um conto erótico de Ana
Categoria: Heterossexual
Contém 1455 palavras
Data: 06/02/2026 12:11:18

A cada passo eu sentia por dentro aquele tremor que parecia que minhas costelas batiam, e permanecia muda, conivente. Pra onde aquele homem estava me levando? Mas eu ia... E se for um psicopata? Mas eu não tinha forças pra reagir, mal estava dando pra pensar... Algo que ainda estava no meu inconsciente, mas que hoje eu entendo que acontecia assim de forma inconsciente, ia impedindo qualquer tipo de reação da minha parte, me tirando completamente as forças. Era como se algo estivesse se impondo e me dizendo ao fundo o tempo todo naquele caminho com o homem “que me mate! Mas antes de morrer eu tenho que chupar ele, dar a buceta pra ele, dar o cu pra ele, ver o prazer de velho tarado dele por saber que vai poder me comer como sonhou quando me viu, me abrir pra ele, me desfalecer com ele, me sentir uma puta pra ele, gozar muito sentindo ele gozar, sentir o cheiro e engolir a porra toda dele, tudo que foi tão bom e alucinante como foi com o seu Luís e que eu ocultei pra mim mesma”. Era tudo aquilo que o Seu Luís me dizia daquela amante casada dele e mais um pouco. Era como se no fundo algo me dissesse o tempo todo que eu era mesmo aquela puta igual a amante casada do Seu Luís. Lembro que quando dei uma pequena tropeçada num buraco da calçada, e ele, assim que me amparou, logo em seguida tirou umas chaves do bolso abrindo um portão que dava para um corredor estreito onde não dava para andarmos lado a lado como estávamos andando na rua, e eu percebi que chegávamos onde ele queria. Assim que entramos e ele fechou o portão com a chave, esticou a mão se posicionando na frente para que eu a pegasse e caminhasse atrás dele. E mostrando toda minha cumplicidade e adesão, ou sei lá o que mais, eu prontamente dei a mão pra ele. Ele então sorriu como se dissesse pra si mesmo “ela quer mesmo me dar...”. Mas não andamos uns três, quatro metros de mãos dadas assim, porque ele parou e se virou pra trás pra me olhar com aquele olhar deslumbrado que parecia não estar acreditando e começou a falar.

--Ainda não sei o seu nome... Minha casa é aquela lá dos fundos... Pode ficar tranquila, eu moro com um filho. Ele é gay e só chega de noite, e só tem a minha casa lá. Fico maluco com mulheres lindas como você, mas sou do bem.

Nesse momento ele se aproximou mais de mim até largar a minha mão e foi me envolvendo lentamente num abraço, descendo as mãos pelas minhas costas me puxando pela cintura, levando meu corpo todo pra ele, me fazendo sentir seu piru encostar ao mesmo tempo que procurava a minha boca para um beijo, ali mesmo no meio daquele estreito corredor, entre o portão que acabávamos de entrar e uma casinha com um portão baixinho que eu avistava à distância. Ele deu uma leve esfregada com seu pau em mim, e eu tonta, fraca, correspondi totalmente àquela boca... Sim, senhoras e senhores, ele enfiou a língua na minha boca e tremendo eu abri minha boca para o velho tarado entrar com a sua língua toda e a chupei. E desfalecida eu senti suas mãos percorrendo minhas costas de novo, apertando minha bunda. E ali mesmo com cachorros latindo ao longe, pássaros cantando, algazarras distantes, gente passando na rua, ele pegou minha mão e levou até seu piru e logo em seguida apertou minha buceta por sobre a calça. Eu suspirei fundo e peguei nele. Nossa, minha buceta chegou a doer quando eu mexi e ele gemeu largando minha buceta transtornado pelo prazer da minha mão. Eu tinha que senti-lo na pele da minha mão... Com aquela minha mão direita, forçando por entre o cinto apertando ela e sua barriga eu a enfiei por dentro da cueca e fui pegando, procurando, encontrando, tocando, sentindo que ele endurecia mais e ia se desprendendo de alguns pentelhos. Os gemidos dele eram roucos, contidos, sentidos, me deixavam mais fraca ainda. Minha buceta imediatamente se manifestou latejando mesmo! E o pau pulsou na minha mão endurecendo de vez quando eu consegui ali, com a mão apertada dentro da cueca, masturba-lo um pouco como era possível. Ele gemeu mais alto ainda e eu senti seu gemido parecendo que tocava dentro de mim, no útero. Era tudo muito intenso, diferente, louco, e tenso. Veio junto o cheiro adocicado do pau dele pelo buraco onde eu enfiava a mão e mexia. Minha boca salivou pedindo... Então saiu da minha boca a minha voz, que quase não saía de inibida, fraca e vacilante; mas acabou saindo rouca e suplicante.

--Deixa eu chupar o senhor...

Ele pigarreou, e foi a vez da voz dele quase não sair.

--Aqui não querida, vamos lá dentro, vamos. Não tem ninguém...

Imediatamente nos recompusemos com ele me dando a mão novamente e me conduzindo com passos mais largos, me puxando já mais apressado pra dentro da casa.

Como acontecera no apartamento do seu Luís no instante que entrei tomada por aquele estranho cio, eu não reparei em nada. Eu queria chupar ele a todo custo. Lembro que minhas mãos tremiam de verdade, e quando me ajoelhei tomando a primeira iniciativa de tudo lá dentro, e encostei meu nariz no pau dele duro e respirei fundo, eu imediatamente comecei a tentar abrir a calça dele e não conseguia, tremendo mesmo. Ele que também estava nervoso querendo receber minha boca, acabou abaixando a calça com tudo, fazendo saltar seu pau incrivelmente já todo duro. Não era tão grande quanto o do seu Luís, mas quem disse que precisava? O que importava era que ele tinha aquele olhar, aquele jeito de velho tarado surpreso e extasiado de prazer querendo e tendo uma mulher que ele não acreditava que ia mesmo ter. E vou dizer uma coisa para os senhores, aquele gritinho que saiu espontaneamente da minha boca quando emocionada vi a coisa saltar livre toda pra fora com saco e tudo, também me surpreendeu. E foi ali que comecei a chorar. E dessa vez sim percebi que era um choro de pura emoção. E sei lá de onde vinha aquela tamanha emoção! Mas não era um choro convulsivo que a princípio eu temia que viesse. Era um choro sentido que derramava muitas lágrimas, mas pausado, manso. Talvez viesse mesmo de uma vontade inconsciente, contida, retraída por tantos sentimentos de culpa por quase um ano. Não sei! Sei que dessa vez eu constatava que não era de culpa, remorsos, ou coisa parecida. Era emoção, tesão, aquela fraqueza diferente, prazer... E daquele jeito mesmo, chorando, eu pus minha mão direita por baixo do saco amparando o saco como se fosse uma coisa sublime, entendem como? E entre lágrimas comecei a lamber, lamber tudo que dava enquanto acariciava com as mãos, cada centímetro deliciada de tudo, do saco, das virilhas, da extensão do pau, da cabeça do pau sem colocá-la pra dentro da minha boca, tirando eventuais pentelhos que grudavam na minha boca. Lambendo, lambendo, beijando, beijando alisando. Parecendo uma louca. Lembro que entre as lágrimas eu olhava pra cima em êxtase e via a carinha dele incrédula parecendo ainda não acreditar, mas completamente tomado de prazer. Mas eu me demorava naquela loucura somente lambendo, beijando e alisando ao som dos gemidos dele completamente alucinada com o delírio daquilo. Então ele nervosamente pegou minha cabeça e a direcionou para que seu pau penetrasse mesmo na minha boca, por dentro da minha boca. Nossa... Então eu senti que fiquei a beira de um orgasmo com aquela iniciativa dele e gemi alto com o pau já todo dentro da minha boca com ele fudendo com força nervoso de tanto tesão. E quando ele gritou “puta que pariu menina, caralho!”, eu busquei minha buceta pra me tocar. Mas ainda estava de calça, e eu queria tocar nela direto, com força. E ali mesmo, ajoelhada, eu consegui abaixar a calça e a calcinha junto pra deixá-la livre pra minha mão, sem deixar de estar sendo fudida pelo pau dele na boca. E mau eu consegui me tocar direto nela, eu comecei a gozar o orgasmo mais delirante da minha vida até então. O choro aumentava parecendo que estava prestes a ficar convulsivo mesmo. E ficou, justamente quando ele falou

-- Menina, eu vou acabar gozando na sua boca...

Amigos, eu estava feito uma louca, em prantos, mas consegui gritar tirando por alguns segundos o pau da minha boca. Isso mesmo, gritar!

-- Goza! Goza! Goza!

E pra minha delicia completa ele começou a urrar parecendo dizer que era a vez dele de ficar louco por completo...

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