Eu sou o Éder, 38 anos, branco, bonito, triatleta amador, olhos claros, sou separado e moro com minha filha de 20 anos, gótica.
Quando me separei, minha filha já era adolescente e ela preferiu morar comigo do que com a mãe. Desde então minha vida se divide basicamente entre trabalho, treinos e casa, ocasionalmente arrumo alguma mulher para dar umas trepadas, mas nada sério.
Essa história começou na academia, com um flerte com uma novinha, que percebi logo que era trans, ela tinha cerca de 1,70, branquinha, magrinha, cabelos pretos, gótica também e linda demais. Ela não tinha silicone nos peitos mas a bunda era rodondinha fantástica e ela percebeu que eu gostei, trocamos alguns olhares mas eu decidi segurar a onda, imaginei que ela tivesse uns 18 anos e achei inconveniente um tiozão de 38 dando em cima da novinha de 18 (descobri depois que tinha 21, mesmo assim seria inconveniente), poucos dias depois minha filha convidou umas amigas para uma noite de cinema em casa, ela já tinha feito isso várias vezes, normalmente quando eu estava de plantão, mas às vezes quando eu estava em casa. Eu sempre dava um força pra ela, flava para a diarista dar um grau, preparava alguma comida mas não participava. Prefiro deixá-las a vontade e ficar no meu escritório/quarto.
Quando as amigas chegaram eu chega fiquei pálido, uma das amigas dela era a trans novinha da academia, Hani era o nome dela, tentei ser "formal" mas a Hani pensou exatamente o contrário, disse de cara: - Nossa Camily seu pai é um gato, eu macetava muito ele.
Respondi sem pensar: - Na hora que você quiser.
Minha filha interveio: "Olhe aí pai, está solteiro porque quer."
Pensei comigo: É isso mesmo produção, estou flertando com uma travesti na frente da minha filha?
Tentei me recompor, mas ela nem disfarçava, enquanto eu preparava a lasanha percebi elas olhando pra mim e rindo. Botei a lasanha no forno, avisei à minha filha para ficar de olho e fui para o quarto/escritório.
Tentei não levar isso adiante, então a Camily marcou outro "dia de cinema", falou para eu me arrumar mas não queria que preparasse nada pois pediriam pizza. Elas haviam marcado para as 19h e faltando alguns minutos ela avisou que só chegaria umas 20h30 porque tinha tido um contratempo, mas que eu não precisaria me preocupar. Ás 19h e pouco a campainha tocou, era a Hani, sozinha, tentei começar a afalar que a Camily iria se atrasar, ela respondeu rapidamente: - eu sei, as outras também.
Aí não teve jeito, já puxei ela pra dentro, agarrei pela cintura e dei beijo na boca daquela linda. Ela estava espetacular, com o cabelo na altura dos ombros, um vestidinho preto contrastando com aquela pele branquinha, me olhando com cara de puta, estava incrível.
Éramos dois machos (biologicamente) nos agarrando e beijando loucamente, logo estávamos ambos de paus duros. Que coisa mais sórdida, nos agarrando, nossas línguas se enroscando enquanto eu levava ela pra cama. Ela se deitou peladinha na cama e me olhou com uma cara de "vem". Tirei a minha roupa e caí pra dentro, nos beijando e nossas rolas roçando uma na outra, agora completamente nus. Passei um lubrificante na pica e e comecei a comer o cú dela no papai e mamão revezávamos entre beijos na boca e momentos em que ficávamos assistindo meu pau entrando e saindo do cú dela. Depois de um tempo ela pediu para eu arrombar completamente ele. Ficou de quatro e empinou a bunda para meu entrar tudo, até as minhas bolas enconstar nas dela. Nesse momento eu percebi duas coisas, a primeira foi um puta corpão que ala tinha, olhando do ângulo que eu estava percebi a bunda perfeita, rendondinha, o cuzinho rosadinho, as costas incríveis, levemente cinturada, os ombros um pouco mais largos de travesti... A outra foi que ela estava curtindo muito naquele momento, levei a mão ao pau dela e estava duro feito concreto sem ela tocar nele, ela rebolava descontroladamente no meu pau, urrava e gemia como se quisesse mais e mais. Continuei metendo e quando ela percebeu que eu iria gozar ela começou a se punhetar para gozarmos juntos. Gozei dentro do cú dela e ela gozou na minha cama, diversos jatos, fizeram um poça de sêmen no lençol (nem tirei o lençol, preferi dormir em cima do esperma da minha mulher). Ficamos acoplados um tempinho após gozarmos até que ela foi tomar banho e se arrumar. Umas 20h30 as outras meninas realmente chegaram, eu estava muito sem graça com a situação, a Hani ali com o cabelo molhado, era óbvio que havíamos transado. E minha filha fez questão de expor. "NÃO ACREDITOOOOOO, MEU PAI E MINHA MELHOR AMIGA ESTÃO SE PEGANDO!!!! ENTÃO DEU CERTO!!! CONTA COMO FOI!!!
Eu me retirei, aquilo era demais pra mim, minha filha planejou tudo para eu ter uma transa homossexual.