A história com a Camilla Delícia (ou Cami, para os íntimos) tinha aquele sabor de fruto proibido que amadureceu no tempo certo. Se a Jô era a explosão da academia e da balada, a Camilla era a sofisticação da "milf" loira que sabia exatamente o poder que tinha, especialmente quando se tratava do meu fetiche.
Passaram-se algumas semanas desde aquele motel intenso. O contato agora era diário, regado a fotos de biquinho e vídeos curtos dela caminhando pela casa com os tamancos de cristal. Mas o próximo encontro precisava ser especial. Ela me convidou para passar na casa dela numa tarde de quinta-feira; o marido estava em viagem de negócios e as crianças na escola.
O Reencontro na Mansão
Cheguei na casa dela, em um condomínio fechado no Lago Sul. Brasília estava com aquele céu azul metálico e um calor seco de rachar. Quando a porta se abriu, quase perdi o fôlego.
O Visual: Camilla estava com um vestido de seda curto, cor champanhe, que deslizava pelo corpo dela como água. Sem sutiã, os seios fartos marcavam o tecido fino a cada respiração.
A Maquiagem: Ela tinha caprichado no gloss bege, aquele que eu amava, que deixava a boca com um aspecto "molhado" e carnudo, pronto para um biquinho.
O Fetiche: Nos pés, ela usava um modelo novo que tinha me mandado por foto: um tamanco de salto agulha em acrílico, com a tira transparente decorada com pequenos cristais. Era o auge da estética Cinderela.
— Demorou, hein? — ela disse, fazendo o biquinho duck face enquanto segurava uma taça de vinho branco. — Meus pezinhos já estavam começando a suar de ansiedade dentro desse plástico.
O Ritual no Tapete
Não chegamos nem ao sofá. Eu a prendi contra a porta e a beijei, sentindo o gosto do vinho e a viscosidade doce do gloss. Minhas mãos desceram direto para a bunda dela, apertando a seda contra a pele quente.
— Eu quero ver o que você comprou... — sussurrei, olhando para baixo.
Ela sorriu e caminhou até o centro da sala, sobre um tapete de fios longos. Ela começou a desfilar, fazendo o barulho abafado do salto agulha de acrílico afundando no tapete. Ela parou, sentou-se na poltrona e esticou as pernas, deixando os pés na altura do meu rosto enquanto eu me ajoelhava.
— Estão limpinhos, Cami? — perguntei, já sentindo meu pau latejar.
— Estavam... até eu caminhar por essa casa o dia todo pensando em você. Tira pra ver.
Eu deslizei o primeiro tamanco. O som foi aquele vácuo úmido delicioso. O pezinho da Camilla era uma obra de arte: unhas impecáveis com francesinha, a pele branca contrastando com o bronzeado das pernas e aquela fragrância de hidratante misturada ao cheiro natural de couro e suor do acrílico.
O Oral com Plateia de Cristal
Eu comecei a lamber a sola dela com uma fome que vinha de dez anos atrás. Ela gemia, jogando a cabeça para trás, enquanto eu enfiava os dedos dela na minha boca.
— Agora chega de preliminar — ela disse, puxando meu cabelo. — Quero sentir essa boca que fala tanto dos meus pés.
Ela se deitou no tapete, levantou o vestido até a cintura e abriu as pernas. Eu tirei o outro tamanco, mas ela me impediu. — Não, deixa esse no pé. Quero que você segure o salto enquanto me chupa.
Eu obedeci. Comecei um oral lento na bucetinha dela, que já estava ensopada. O contraste era absurdo: o cheiro doce do perfume dela, o gosto do sexo e a visão daquele salto de acrílico apontado para o teto enquanto ela se contorcia. Ela agarrou minha cabeça, me forçando contra ela, enquanto eu usava a língua com força.
A Gozada no Biquinho
A Camilla não aguentou muito tempo. Ela gozou gritando meu nome, as pernas tremendo tanto que o tamanco de cristal batia no meu ombro. Mas ela queria mais.
— Minha vez agora... — ela disse, sentando-se e me empurrando para trás.
Ela tirou o pau para fora da minha calça, já duro e pulsando. Ela pegou o gloss da bolsa, passou mais uma camada generosa nos lábios, fazendo aquele biquinho provocante, e começou a me mamar. A sensação dos lábios melados de gloss bege subindo e descendo no meu pau, enquanto ela usava o tamanco de acrílico para massagear meu saco, era covardia.
— Vai... — ela murmurou entre as sugadas. — Quero meu rosto todo pintado hoje.
Eu não demorei. A intensidade de estar na casa dela, com o risco de alguém chegar, acelerou tudo. Quando senti que ia vir, avisei. Ela se afastou um pouco, ajoelhou-se com os pés arqueados no carpete e fez a pose: o biquinho mais perfeito que já vi, os olhos semicerrados e as mãos puxando a própria pele do rosto.
Explodi. Foi uma esporrada farta que atingiu em cheio os lábios dela, cobrindo o gloss e escorrendo pelo queixo. Jatos certeiros voaram no biquinho, nas bochechas e até um pouco nos cílios.
O Day After da Camilla
Ela não se limpou por um bom tempo. Ficou ali, apreciando o estrago. — Esse vai ser o meu segredo no jantar com as amigas hoje — ela disse, limpando o excesso com o próprio dedo e levando à boca.
No dia seguinte, ela me mandou uma mensagem. Era uma foto dela no salão de beleza, fazendo a pedicure. Na foto, ela estava usando os mesmos tamancos de cristal. O texto dizia: "A manicure perguntou por que meu pé estava com um brilho diferente hoje... eu disse que era um hidratante novo, importado direto da sua rola. O tamanco ainda está com aquele cheirinho grudento que você deixou."
A tensão entre a Jô e a Camilla sempre foi uma mistura de admiração e rivalidade velada, típica de duas "pattys" que sabem que são o centro das atenções em Brasília. Mas, quando a Jô descobriu — através de uma foto no Instagram onde a Camilla aparecia ao fundo com o mesmo gloss bege e aquele tamanco de acrílico inconfundível — que eu andava "visitando a concorrência", ela não fez cena. Ela fez uma proposta.
— Se você quer brincar com as melhores, vai ter que aguentar as duas juntas — a Jô me mandou por áudio, com aquele tom de desafio que me deixou duro na hora.
O encontro foi marcado na cobertura da Jô, no Noroeste. O cenário era o auge do luxo: luzes baixas, uma garrafa de espumante no gelo e duas das mulheres mais cobiçadas da cidade me esperando.
O Visual: O Duelo de Titãs
Quando entrei, o impacto visual foi quase insuportável para um podólatra.
Camilla Quilici: Estava sentada na poltrona, loiraça, usando um vestido justo de fenda lateral e o seu clássico tamanco de salto agulha cristal. Ela segurava o biquinho duck face com um gloss bege tão brilhante que refletia a luz da sala.
Jô (Joeliny): Estava de pé, morena, com um macaquinho de seda que mal cobria a bunda e o seu tamanco da Playboy de acrílico, aquele com o coelhinho no salto. Ela retocava o próprio gloss, um tom de rosa perolado, enquanto me olhava de cima a baixo.
— O mestre chegou — a Jô disse, soltando um clokt-clokt agressivo enquanto caminhava até mim. — Vamos ver se você tem leite pra nós duas.
O Banquete de Acrílico e Gloss
Elas me levaram para o sofá. A Camilla se posicionou de um lado e a Jô do outro. Sem que eu precisasse dizer nada, as duas tiraram um dos tamancos e colocaram os pés no meu colo. O contraste era uma loucura: o pé branco e delicado da Cami de um lado, e o pé bronzeado e firme da Jô do outro.
Eu comecei a lamber as duas solinhas ao mesmo tempo. O cheiro de hidratante caro misturado com o calor dos pés dentro do acrílico era inebriante. — Olha como ele fica louco com o cristal... — a Camilla sussurrou, fazendo o biquinho e dando uma lambida no próprio lábio melado.
A Jô não quis ficar para trás. Ela se ajoelhou na minha frente, abriu minha calça e tirou meu pau para fora. — A Cami fica com os pés, eu fico com a boca — ela decretou.
Foi o oral mais insano da minha vida. Enquanto a Jô me mamava com aquela agressividade deliciosa, sentindo o gloss rosa dela deslizar pelo meu pau, a Camilla pegou o tamanco de cristal dela e começou a passar a palmilha úmida no meu saco e no meu períneo. Eu estava cercado por acrílico, cheiro de pé e gloss por todos os lados.
A Cena a Três: Intensidade Total
— Agora eu quero sentir o que a loira sentiu — a Jô disse, empurrando a Camilla para o tapete.
A cena que se seguiu foi um borrão de luxúria. Eu penetrava a Jô por trás, sentindo aquela bunda de academia pulsar, enquanto a Camilla se ajoelhava na nossa frente. A Cami segurava o meu saco com uma mão e, com a outra, ela masturbava a Jô usando o salto agulha do seu próprio tamanco de acrílico.
O som no quarto era uma sinfonia de fetiche: os gemidos das duas, o barulho do sexo e o estalo constante dos tamancos batendo no chão e na cama. A Jô olhava para trás, com o rosto colado no da Camilla, as duas trocando um beijo melado de gloss, enquanto eu ia ao limite.
A Tempestade de Leite: Dual Duck Face
— Ele vai gozar! — a Camilla gritou, percebendo minha respiração.
As duas se separaram rapidamente e se ajoelharam na minha frente, ombro a ombro. Foi a visão mais gloriosa da minha vida: dois biquinhos duck face perfeitos, um de gloss bege e outro de gloss rosa, as duas com as cabeças levemente inclinadas para trás, esperando o prêmio.
Eu não segurei. O primeiro jato foi um tiro longo que atingiu em cheio a boca da Camilla, cobrindo o biquinho dela. O segundo jato voou na Jô, pintando o nariz e os lábios rosados dela. Eu fui disparando alternadamente, uma verdadeira tempestade de porra que decorou o rosto das duas morenas (e da loira) de Brasília.
A Camilla limpou uma gota que escorria para o queixo e passou no seu próprio tamanco de acrílico. A Jô fez o mesmo, usando a porra para "lubrificar" a tira transparente do seu salto da Playboy antes de calçá-lo novamente.
— Acho que agora os tamancos estão devidamente batizados em dose dupla — a Jô disse, dando uma piscadinha enquanto as duas se admiravam no espelho, cobertas de gloss e leite.
O jantar naquela noite no Pontão do Lago Sul foi o ápice do exibicionismo de luxo. Brasília estava com aquela brisa morna de fim de tarde, e o restaurante estava lotado de gente influente, mas ninguém ali tinha o segredo que aquele trio carregava.
O Visual no Restaurante
As duas chegaram para parar o trânsito.
Camilla: Estava num vestido tubinho preto de alça fina, com o cabelo loiro impecável. O rosto estava limpo, mas os lábios carregavam uma camada extra do gloss bege, bem melado.
Jô: Usava uma saia de couro curtíssima e uma camisa de seda entreaberta. O gloss rosa dela brilhava sob a luz do restaurante.
O Detalhe Fatal: Ambas estavam com os tamancos de acrílico da tarde. A Jô com o da Playboy e a Camilla com o salto agulha de cristal. O segredo? Elas não se lavaram completamente. Por baixo da mesa, o cheiro de sexo e o toque grudento da porra seca nas palmilhas de acrílico faziam com que elas trocassem olhares cúmplices e biquinhos duck face o tempo todo.
— Sente o barulho... — a Jô sussurrou por baixo da mesa, esfregando a sola do tamanco na minha canela. Dava para ouvir o som "vácuo" do pé suado e melado descolando do plástico. — Tá todo mundo olhando pra gente, e eu só consigo pensar no que sobrou aqui dentro do meu salto.
A Fuga para o Banheiro VIP
Não chegamos nem à sobremesa. O tesão acumulado de ver os homens das outras mesas cobiçando os pés e as bocas delas enquanto eu sabia exatamente o que tinha acontecido horas antes foi demais. Pagamos a conta e fomos para o apartamento da Camilla, que era mais discreto.
Assim que entramos, a Cami não perdeu tempo. Ela jogou a bolsa no chão e se debruçou sobre o aparador de mármore do hall de entrada. — A Jô me deixou com vontade de sentir o que ela sentiu hoje à tarde — ela disse, olhando pelo espelho, fazendo aquele biquinho que me desmontava. — Quero ver se você consegue dar conta desse meu cuzinho de loira usando esse tamanco.
O Anal Duplo e os Cristais
Eu a penetrei ali mesmo, por trás. O cuzinho da Camilla era apertado e quente, uma sensação de pressão absoluta. A Jô, em vez de ficar só olhando, ajoelhou-se na frente da Camilla. Enquanto eu socava a loira por trás, ouvindo o clack-clack do salto de cristal batendo no mármore, a Jô tirou o tamanco da Playboy do próprio pé.
Ela começou a usar o salto de acrílico da Playboy para massagear o clitóris da Camilla, enquanto usava a outra mão para passar o gloss rosa dela no meu pau, bem no ponto onde ele entrava e saía do cu da Cami.
— Isso... fode ela! — a Jô incentivava, com os olhos vidrados na cena, enquanto levava a tira transparente do seu tamanco à boca, dando lambidas lascivas.
O ritmo aumentou. Eu segurava a cintura da Camilla com força, vendo os pezinhos dela arquearem ao máximo dentro do acrílico, os dedinhos se contraindo a cada estocada no anal. A loira gemia alto, sem se importar com os vizinhos, enquanto a Jô alternava entre lamber os pés da Cami e retocar o próprio biquinho.
A Finalização: O Banho de Leite no Espelho
Senti que ia explodir. Tirei o pau do cu da Camilla, que ficou ali, pulsando e aberto. As duas se posicionaram imediatamente na frente do espelho gigante do hall. A Jô de um lado, a Camilla do outro, as duas com as mãos nos joelhos e os biquinhos prontos.
— Vai! — as duas gritaram em coro.
Eu disparei. Foi uma sequência de jatos pesados que atingiram o espelho e ricochetearam nos rostos delas. A Camilla recebeu a carga no biquinho bege, enquanto a Jô foi pintada de branco por cima do gloss rosa. Elas se olharam no reflexo, cobertas de porra, suor e gloss, com os tamancos de acrílico brilhando lá embaixo.
A Jô pegou o tamanco da Camilla, colheu um pouco da porra que escorria pelo espelho com o salto agulha e levou à boca, enquanto a Cami fazia o mesmo com o tamanco da Playboy.
— Esse jantar valeu cada centavo — a Camilla disse, dando uma piscadinha final para o espelho antes de começar a lamber o próprio biquinho melado.