Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 17

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 1716 palavras
Data: 06/02/2026 00:32:59

*(continuação)*

*Ela deslizou do meu colo e ficou de quatro na cama, de costas pra mim. Ela arqueou as costas, depois alcançou pra trás e abriu as bochechas bem aberto, me dando a visão completa: o plug, brilhoso e bem encaixado, o coração na ponta brilhando como uma joia escura.*

*Ela olhou por cima do ombro, olhos meio fechados. — Você tá pronto?*

*Eu tava mais que pronto.*

A Manda estava de quatro na beira da minha cama, o corpo iluminado pela luz azul doentia do meu monitor e uma fatia de luz nublada da tarde, mas nada no quarto brilhava tanto quanto o plug piscando entre as bochechas da bunda dela. Ela olhou para trás para mim, olhos meio cerrados, cabelo caindo na frente do rosto em ondas suaves e bagunçadas, e disse: — Você tá pronto? — com aquele tom que era tanto um desafio quanto um teste.

Tinha muitos jeitos de responder essa pergunta, mas decidi que ação falava mais alto que rivalidade entre irmãos. Caí de joelhos atrás dela, uma mão firmando a base das costas dela, a outra gentilmente abrindo as bochechas para admirar minha obra.

A joia em forma de coração do plug era um pouco ridícula e muito perfeita — um ponto de exclamação preto e roxo numa obra-prima. O cu dela estava esticado ao redor da base, a pele fracamente vermelha de estar sendo mantida aberta, mas o que realmente me pegou foi o jeito que ela tremia toda vez que eu tocava o cromo, como se enviasse uma corrente pelo corpo todo dela.

Me inclinei, beijei a parte de trás das coxas dela, depois a crista de cada bochecha. Ela riu, um pouco nervosa, um pouco chapada no momento. Tracei minha língua ao longo da costura onde o plug encontrava a pele, provando o gosto mais fraco de suor e sabão, e ouvi ela exalar, trêmula.

— Porra, Bruno, não provoca — ela disse, mas os quadris arquearam pra cima, oferecendo mais.

— Quem tá provocando? — murmurei, depois dei um peteleco com a língua sobre o plug, devagar, saboreando o gosto dela, o frescor do metal, o calor irradiando de todo o resto.

Beijei mais baixo, logo abaixo do plug, depois deixei minha língua dardejar pra baixo até a buceta dela, já escorregadia e brilhando, os lábios partidos em antecipação. Comecei a comer ela, devagar e deliberado, deixando minha língua mapear cada crista e dobra. Ela tinha gosto salgado e doce, pura Manda, o mesmo sabor que já estava queimado na minha memória da noite/manhã anterior.

As mãos dela agarraram o edredom, nós dos dedos ficando brancos. Ela rebolou de volta contra meu rosto, se fodendo na minha língua, e o plug cintilava com cada movimento, tornando a coisa toda dez vezes mais suja.

Trouxe minhas mãos pra cima, polegar esfregando círculos preguiçosos na parte interna das coxas dela, depois usei um para bater no coração do plug, empurrando só um fio de cabelo pra dentro, depois puxando de volta. O movimento fez ela arfar, depois choramingar, as pernas tremendo tão forte que ela quase caiu nos cotovelos.

— Puta merda, ai meu deus, porra — ela disse, e senti um pulso de orgulho por ter reduzido a irmã mais implacável do Centro-Oeste a uma bagunça de palavrões e sons vocálicos.

Enquanto eu linguava o clitóris dela, continuei provocando o plug, empurrando um pouco, depois puxando de volta, só o suficiente para sentir a resistência. Toda vez que fazia isso, a buceta dela apertava, espremendo outra gotinha de suco que eu avidamente lambia.

— Tira — ela arfou, — por favor, eu quero...

Recuei, limpando a boca no pulso. — Tem certeza? — disse, voz rouca.

Ela acenou, ainda ofegante. — Faz. Agora. Quero você em mim.

Agarrei o plug, cuidadoso e gentil, e comecei a trabalhar pra fora, torcendo levemente enquanto puxava. O corpo todo da Manda tensionou, depois estremeceu, e vi o cu dela dilatar, depois colapsar, depois esticar de novo enquanto a parte mais larga do plug deslizava pra fora. O som que ela fez foi meio choramingo, meio alívio.

Beijei a bunda dela, bem no ponto onde o coração tinha descansado, depois coloquei o plug na cama como se fosse feito de ouro.

Encarei por um segundo, transfixado. O cu dela piscou pra mim, ainda boquiaberto um pouco, depois lentamente franzindo de volta ao tamanho. Foi a coisa mais suja e quente que já vi.

Ela olhou por cima do ombro, rosto corado, olhos selvagens. — Pega o lubrificante — ela disse, e corri pra mesa de cabeceira.

O frasco estava bem onde eu tinha deixado. Espremi uma quantidade enorme nos dedos, depois deixei pingar no cu dela. Ela tremeu, rindo através dos choques posteriores.

— Tá gelado, idiota.

— Quer que esquente? — eu disse, e ela revirou os olhos.

— Só põe dentro — ela disse, rebolando a bunda.

Esfreguei o lubrificante, devagar no começo, massageando a borda dela, depois pressionei meu dedo do meio gentilmente contra a abertura. Deslizou para dentro com quase nenhuma resistência. Obrigado, plug e engenharia fazendo nós dois gemermos ao mesmo tempo. Ela empurrou de volta no meu dedo, gananciosa por mais, os quadris rolando em pequenos círculos.

Ela alcançou entre as próprias pernas e começou a esfregar a buceta, gemendo mais alto toda vez que eu curvava meu dedo dentro dela. Minha outra mão estava no meu pau, já tão duro que doía, mas tomei meu tempo, querendo memorizar cada detalhe.

Depois de um minuto disso, ela começou a tremer, o corpo todo se contorcendo com esforço. — Me fode — ela disse, voz apertada. — Por favor, Bruno, quero tanto. Me enche.

Tirei meu dedo, limpei nos lençóis, depois lubrifiquei meu pau, garantindo cobrir cada centímetro. A Manda olhou pra trás pra mim, viu o que eu estava fazendo, e sorriu, dentes afiados.

Me alinhei, ponta pressionando contra o buraco rosa e escorregadio dela.

— Tem certeza? — eu disse, dando a ela uma última saída.

Ela acenou, mordendo o lábio inferior. — Faz.

Pressionei pra frente, devagar e cuidadoso, sentindo o jeito que ela resistia, depois cedia, depois me abraçava apertado. A cabeça entrou, e ela gritou, mais surpresa do que dor.

— Porra! Ai meu deus, você tá me rasgando ao meio — ela riu, mas foi uma risada real, então fiquei parado, deixando ela se acostumar.

— Você tá bem? — perguntei.

— É — ela disse, respirando forte. — Só... não se mexe. Espera. Ai deus, é muito.

Fiquei onde estava, mãos firmando os quadris dela, observando o jeito que o corpo dela esticava ao redor do meu pau, o jeito que a pele dela tremia, o jeito que a buceta dela já estava vazando pela coxa.

Depois de um minuto, ela soltou um suspiro longo e trêmulo. — Mais — ela disse. — Me dá mais.

Adicionei um pouco mais de lubrificante, depois empurrei mais uma polegada. Ela fez careta, depois começou a esfregar o clitóris ainda mais rápido, rebolando de volta contra mim.

Dei a ela um segundo, depois comecei a deslizar pra fora, só um pouco, depois empurrei de volta pra dentro, repetindo o movimento repetidamente, cada vez indo um pouco mais fundo. Os gemidos dela estavam ficando mais agudos, mais desesperados.

— Porra, Bruno, não para, só—ah, porra, porra, sim

Fui até o fundo, meus quadris pressionados rentes à bunda dela. Conseguia sentir ela tremendo, músculos vibrando ao meu redor. Me inclinei sobre as costas dela, beijei o ombro, depois o pescoço, depois mordi gentilmente a orelha dela.

— Puta merda — sussurrei, sem saber se estava falando com ela ou só com o universo.

Ela olhou pra trás, olhos vidrados. — Você ama, não ama?

— Você não tem ideia — eu disse, e comecei a foder ela pra valer, devagar no começo, depois mais forte, construindo um ritmo.

Ela encontrou cada estocada, quadris pulando, a mão um borrão no clitóris. — Da próxima vez, quero seu pau e meu vibrador — ela disse, as palavras caindo entre respirações. — Quero me sentir tão cheia que não consiga pensar.

— Deus, você é tão vadia — eu disse, mas saiu reverente.

Ela riu, depois empurrou de volta tão forte que quase perdi o controle.

A buceta dela estava fazendo uma bagunça nos lençóis, cada estocada mandando um jato fresco perna abaixo. Os sons — molhados, obscenos, perfeitos — eram apenas igualados pelos gritos saindo da boca dela.

Alcancei ao redor, agarrei o peito dela, apertei, depois belisquei o mamilo. Ela arqueou as costas, quase soluçando.

— Mais forte — ela disse. — Me fode mais forte, Bruno. Quero que você me arruíne.

Agarrei ela pelos quadris, dedos cravando na carne, e martelei na bunda dela, o estalo de pele na pele ecoando nas paredes.

Ela começou a convulsionar, o corpo travando, então ela gritou: — Ai meu deus, ai meu deus, vou gozar, eu vou— e senti o corpo todo dela paralisar, o cu apertando no meu pau, a buceta esguichando um jato que encharcou os lençóis.

Não conseguia segurar mais. A visão da minha irmãzinha gozando do primeiro anal dela, o jeito que o corpo dela me ordenhava, os barulhos — tudo me acertou de uma vez.

— Vou gozar — eu disse, mal conseguindo falar.

Ela olhou pra trás, sorrindo feito maníaca. — Faz. Enche minha bunda. Quero sentir você vazando de mim o dia todo.

Foi isso. Soltei, bati nela, e atirei minha carga fundo dentro dela, sentindo cada espasmo, cada pulso, cada última gota.

Quando terminei, só fiquei lá, enterrado até o talo, meu corpo largado sobre o dela, ambos buscando ar.

Depois de um longo minuto, puxei pra fora, devagar e gentil. O cu dela ficou aberto por um segundo, depois fechou, um fiozinho da minha porra vazando e correndo pela parte de trás da coxa dela.

Ela colapsou de lado, depois rolou de costas, encarando o teto como se tivesse acabado de ser abduzida por alienígenas.

Deitei ao lado dela, puxando ela pra perto, beijando o suor da têmpora dela.

Ela sorriu, sonhadora, depois disse: — A gente definitivamente vai fazer isso de novo. Talvez amanhã.

Ri, depois abracei ela, e por um tempo, só ficamos ali, nus e grudentos e felizes, observando a luz do sol da tarde rastejar pelo teto.

Ela virou pra mim, olhos suaves, e disse: — Valeu por tornar isso perfeito.

Beijei ela, devagar e fundo, e disse: — Quando quiser, Manda. Quando quiser.

Ficamos assim, emaranhados um no outro por horas.

*(desculpa essa atualização ser mais curta, mas senti que precisava de uma própria em vez de adicionar no final da Atualização 15)*

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