Tô doido pelo meu próprio filho

Um conto erótico de Humberto45
Categoria: Gay
Contém 672 palavras
Data: 01/02/2026 01:35:37

Porra, eu preciso desabafar isso aqui porque tá me corroendo por dentro. Meu nome é Humberto, 45 anos, gerente numa firma de logística. Sempre me vi como hétero convicto, casado por anos, mas agora separado e morando só com meu filhão, o Wellington. Ele tem 19, tá na faculdade de administração, corpo malhado e é hétero pra cacete, sempre contando sobre as minas que pega. A gente divide a casa, só nós dois, e eu nunca imaginei que ia virar um obcecado pelo moleque que eu mesmo criei.

Tudo começou uns meses atrás. Eu tava em casa, ele tomando banho no banheiro do corredor, porta entreaberta como sempre, porque o vapor embaça tudo. Passei pra pegar uma toalha e dei uma olhada rápida: o pau dele balançando enquanto se ensaboava. Grosso, grande, com veias saltando, a cabeça vermelhinha. Meu estômago revirou na hora, mas meu pau endureceu que nem rocha. Fiquei ali fingindo remexer no armário, mas tava vidrado. Voltei pro quarto, tranquei a porta e tentei ignorar, mas não rolou. Naquela noite, deitado sozinho, pensei na rola do meu filho e bati uma punheta insana, gozando forte imaginando que eu caía de boca nela, sentindo o gosto salgado dele na língua.

Os dias viraram um tormento. Toda vez que via o Wellington de cueca ou short largão, meu olho escapava pro volume ali. Eu disfarçava, puxava papo sobre futebol, sobre a facul, mas por dentro tava louco pra cair de boca.

Sabia que ele era hétero, postava fotos no Insta com os brothers, nada de viadagem, mas criei uma conta fake de mulher. Botei foto de uma gata qualquer, bio "gostosa discreta atrás de safadeza". Mandei DM pra ele: "Ei, lindo, vi suas fotos, você é um tesão. Top trocar nudes?"

Ele caiu na rede. "Claro, gata, manda ver." Eu enviei uma foto de buceta que catei na net, e ele rebateu com o pau dele duro, tirada no espelho. Caralho, era exatamente o que eu vi no banho, agora latejando de tesão. "Curtiu, safada?", ele perguntou. Eu disse que sim, que queria lamber tudo, e pedi mais. Virou rotina: toda noite, quando a casa ficava quieta, eu ia pro banheiro ou pro carro na garagem, e trocava com ele. Ele mandava nudes da piroca enorme, vídeos se punhetando, gemendo "Vai, vadia, goza pensando em mim". Eu batia punheta olhando, imaginando que era pra mim, o pai dele, não pra uma mina inventada.

Mas as fantasias na minha cabeça descem pro fundo do poço. Quando tô punhetando pros nudes dele, imagino coisas doentias: eu entrando no quarto dele de madrugada, enquanto ele ronca, puxando a cueca pra baixo e enfiando a cara no pau mole, lambendo até ficar duro como pedra. Ele acordando assustado, mas eu segurando pela nuca, forçando a rola na minha goela, sussurrando "Fica quieto, filhinho, deixa o pai te chupar gostoso". Ou então, no sofá vendo jogo, eu botando a mão na coxa dele, subindo pro pau, apertando e dizendo "Tá durinho pro pai, hein? Abre esse cu virgem pra eu meter". Imagino ele resistindo no início, me chamando de maluco, mas depois se abrindo, gemendo enquanto eu como o rabo dele com a língua, depois enfio minha piroca grossa, socando forte, gozando lá dentro e deixando ele todo marcado como meu putinho. Penso em amarrar ele na cama, mamar o pau dele até ele implorar pra gozar, depois virar de quatro e foder como bicho, dando tapa na bunda vermelha, chamando de "meu viadinho".

Depois do gozo, a culpa me pega de jeito, me deixa no chão pensando "Que merda, Humberto, isso é seu filho, hétero, inocente". Mas não consigo parar. Ontem mesmo ele mandou vídeo gozando, jorro grosso, e eu salvei no celular pra bater mais. No café da manhã, "Bom dia, pai", e eu sorrindo, mas morrendo de vontade de arrastar ele pro quarto. Se ele descobrisse que sou eu na conta fake... ia foder com tudo. Mas caralho, não dá mais pra segurar isso sozinho. Alguém aí já passou por uma loucura dessa?!

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UAUUUUUUUUUUUUUUUUUUU. ACHO QUE DEVE CHEGAR JUNTO DO SEU FILHO E ABRIR PRA ELE. O MÁXIMO QUE PODE ROLAR É UM NÃO. O RESTO É SÓ PRAZER. CONTINUE...

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