Oi! de tanto ler as histórias maravilhosas aqui decidi contar um pouco das minhas experiências também.
Me chamo Pedro, tenho 22 anos, sou moreno e não muito alto. A história que vou contar hoje é uma aventura com minha tia mais nova.
Até meu 15 anos minha família sempre morou na zona rural de um interior no AM. Foi quando minha mãe e pai decidiram se mudar pra sede do município. Quando chegamos na cidade não tínhamos onde ficar, então minha vó nos acolheu muito bem em sua casa, até conseguirmos uma pra nós.
A casa dela era bem grande, tinha dois andares, porém morava muita gente. Mas ou menos umas 12 pessoa, contando conosco. Por isso, meu pai minha mãe e meu irmão mais novo ficaram em um quarto. Eu, minhas duas irmãs, Isadora e Isabel, e minha tia dividimos outro. Essa minha tia tinha minha idade na época, se chama Gisele. O quarto que dividíamos não era tão grande e só tinha um beliche. Minhas irmãs dividiram uma cama, a de cima, e eu e minha tia dividimos a debaixo.
Antes, minha vó também morava na zona rural, e quando ela se mudou pra sede do município eu e minhas irmãs e essa minha tia éramos crianças. Éramos muitos próximos, sempre brincamos juntos e era muito divertido.
Foi uma alegria nossa chegada. Fui cumprimentar minha vó, meu avô e meus tios, abraçar e tals, quando chegou a vez dela me senti nervoso, uma dose de adrenalina tomou conta de meu corpo. Ela tinha mudado completamente, estava linda. Ela tava vestindo uma blusinha que chegava só até ao umbigo e uma short levinho. Tava tão cheirosa que me senti tímido perto dela. Nos abraçamos e foi um dos abraços mais gostoso da minha vida. Ela disse — Tu cresceu muito, menino. E eu falei tímido — Você também. Ela riu.
Eu tava no auge da minha adolescência, meus hormônios a flor da pele, tudo era motivo pra bater punheta. Não podia ver uma menina que já ficava imagino comer ela de mil e um jeito. Mas, eu era um adolescente extremamente tímido. Nunca fui de tentar nada com ninguém e consequentemente nunca tinha fodido ninguém.
Apesar de eu achar ela super linda e encantadora eu nunca fui de tentar nada com ela. Mas, eu tava praticamente apaixonado, eu queria ter ela, beijar, provar… Tentava lutar contra aquele sentimento, procurava não pensar nela de forma erótica e a noite sempre dormia de costas pra ela.
Ela parecia não se importar muito com minha presença, o que me deixa bastante frustrado. No dia a dia ela ficava bem a vontade, as vezes ficava só de sutiã. Eu tentava evitar olhar, o que era praticamente impossível pra mim. Ela usava um short rosa que me deixava louco. Era um short que que tinhas as bocas largas e caía super bem, deixava a bunda dela bem desenhadinha, era possível saber quando ela tava usando calcinha ou não. Pois quando ela usava ficava marcando, e quando eu não via a marca da calcinha sabia que ela estava sem, o que me fazia imaginar ela sem aquele short. Eu ficava pensando como era a bucetinha dela, se era cabeludinha ou lisinha, se era virgem ou se alguém já tinha fodido ali. Pra tentar passar aquilo sempre corria pro banheiro e gozava igual um cavalo imaginando minha linda tia dando pra mim. Ela nunca me deu nenhum sinal. Mas, ela também era uma adolescente, com hormônios a flor da pele, que certamente se aliviava nos banhos demorados.
Uma noite ela ficou até tarde vendo TV na sala. Eu e minhas irmãs já tínhamos ido dormir, mamãe sempre nos brigava quando passávamos das 22 horas da noite na TV. Era por volta 00:30 quando ela veio pra cama. Eu já tava quase pegando no sono. Quando ela sentou na beira da cama eu tomei um leve susto. Ela perguntou se eu tinha me assustado e eu falei um pouquinho. Ela disse que ia precisar dividir meu cobertor pois o dela tinha ido pra lavar e não tinha secado, eu falei que não tinha problema, ela se deitou pegou um lado do cobertor jogou encima de si e deitou de costas pra mim. Eu tentei mudar de posição, então me ajeitei de peito pra cima, foi quando minha coxa encostou na bunda ela. Eu cheguei a gelar, não estava acreditando que ela estava só de calcinha do meu lado, pela textura parecia ser uma calcinha de renda, mas dava pra sentir sua pele gelada na minha coxa. Eu fiquei ali alguns segundos imóvel. Minha respiração já acelerava e meu coração queria sair pela boca. Será se era um sinal? eu pensava. Durante todos aquele tempo em que dormimos juntos ela sempre dormir de calça pijama, no máximo um short. Será se ela tinha percebido minhas olhadas pra ela? minha cabeça não parava. Então, resolvi fazer algo mais arriscado. Meu pau já tava duro dentro do meu samba-canção, o tesão já invadia meu corpo de modo que eu já não conseguia controlar, só de imaginar a possibilidade de tocar naquela bundinha linda. Eu queria tocar aquela bunda de qualquer jeito, que levemente sarava minha coxa, mas como eu faria? Então, levemente levei minha mão até minha coxa, e comei arranha como se eu tive com me coçando, até que consegui encostar com as costa de meu dedo na bundinha dela, estava fria, era como se ela estivesse com frio. Eu não queria parar de arranhar minha coxa, na verdade queria arranhar mais forte pra conseguir tocar com mais força aquela bundinha. Depois disso tirei minha mão e ela não parecia se importar, não teve reação alguma. Aquilo me fez murchar na hora, então só fechei os olhos e dormi.
Acordei mais tarde naquela noite. Estava chovendo violentamente. O barulho da chuva era quase ensurdecedor, olhei pro lado onde ela tava, e notei que ela também tava acordada. Ela chegou mais pra perto e jogou uma das pernas sobre a minha, e disse: — dorme abraçado comigo hoje? To com medo. Eu virei de frente pra ela e nossas pernas fizeram uma espécie de tesourinha. Eu não falei nada. Me senti nas nuvens, parecia um sonho, aquelas coxas macias abraçadas na minha, seu cheiro de hidratante de morango em meu nariz. Coloquei meu braço direito por baixo de sua cabeça e puxei seu corpo junto ao meu, sentia os pêlos de seu braço arrepiados, como se ela estivesse no maior frio do mundo. Eu obviamente, tava com pau extremamente duro nesse momento, mas não me importava se ela tava sentido, na verdade queria que ela sentisse a pulsação do pau, queria aproveitar ao máximo aquele momento. E ela certamente já tinha sentido. Ficamos ali abraçados por uns cinco minutos. Foi quando senti suas mãos em meu cabelo, como se ela estivesse fazendo um cafuné, ela afastou um pouquinho a cabeça e me olhou e foi se aproximando da minha boca. Nossos lábios se encontraram e começamos um beijo bem demorado. Foi um beijo apaixonado, molhado e lento, como se quiséssemos aproveitar cada segundo. Seu lábios eram macios, doces. Acho que foi o beijo mais demorado que dei na minha vida. Eu aproveitei e fui destecendo minha mão por sua cintura, até chegar na sua bunda. Ela usava uma calcinha que não era fio dental, mas que entrava na sua bundinha deixando parte da bunda descoberta. Eu aproveitei pra ficar alisando ali, vez ou outra colocando os dedos por de baixo do tecido e descendo até encostar em alguns pêlos perto da bucetinha dela e apertava levemente aquela bundinha. Ela interrompeu o beijou e pulou por cima de mim, sentando bem em cima do meu pau, ainda dentro do samba-canção e tirou sua blusinha deixando seu peitinhos a mostra e logo caí de boca naqueles peitinhos, não eram grandes, eram médios e bem durinhos, com os biquinhos igualmente duros. Ela fazia pressão em cima do meu pau, já sentia a calcinha molha mesmo por cima do tecido. Ela beija meu pescoço e abdômen, até chegar perto da minha virilha. Começou a dar beijinho ali na entradinha, agarrou no elástico do samba-canção e puxou liberando meu pau duro feito uma pedra. Não sou de me gabar, mas tinha um pau de dar inveja em muitos homens feito, uns 16 cm na época. Ela segurou meu pau e primeiro deu beijinhos nos meu saco, passando a língua gentilmente, nossa!! aquilo minha arrepiava inteiro. Em seguida começou a lamber a cabeça do meu pau que babava como nunca e começou a engolir. Ela era impressionante, dava leves engasgadinhas quando tentava colocar tudo na boca. Ela me mamou por uns cinco minutos. Aí foi minha vez de retribuir, primeiro beijei sua barriga inteira e sua coxa, ela era extremamente cheirosa. A calcinha dela era bem fininha, de renda, era linda. E escondia o que eu mais desejava, eu afastei pro lado e lá estava, a bucetinha da minha tia. Era a coisa mais linda do mundo, toda meladinha, os pentelhos ralos e clarinhos, ali perto do meu rosto, eu encostei meu lábios e dando beijinho naquela bucetinha molhada. Sentia seu melzinho em minha boca cada vez que passava a língua nela e era a coisa mais gostosa que eu já tinha provado no mundo, ela apertava minha cabeça contra aquela buceta melada, e eu aproveitava pra meter minha língua bem dentro dela. Então ela me puxou pra cima dela e começamos outro beijo gostoso, meu pau roçava a entrada da bucetinha dela. Ela ficou de joelhos e retirou a calcinha e veio por cima de mim. Pegou meu pau e foi ajeitado na entradinha da sua buceta e foi sentando lentamente. Nem consigo descrever a sensação daquela bucetinha engolindo meu pau. Senti meus pentelhos colados na sua bunda, meu pau sendo apertado por sua buceta, e ela começou a se movimentar lentamente encima do meu pau, um movimento gostoso de vai e vem, era possível ouvir o barulhinho do pau entrando e saindo daquela bucetinha gostosa e apertadinha. Ela abria a boca e soltava gemidinhos gostoso que me faziam querer foder ela violentamente, mas não podíamos fazer tanto barulho, pois na cama de cima minhas irmãs estavam dormindo. Ela cavalgou por uns dez minutos no meu pau e eu não aguentei, segurei sua bunda forte e falei pra ela que ia gozar, ela me agarrou e sussurrou no meu ouvido: — Goza na bucetinha da tua tia. Quando ouvi isso não aguentei e gozei fartamente dentro dela, sentia sua buceta contrair e apertar meu pau, fodimos por mais uns minutinhos e ela saiu de cima de mim, me beijando forte. Ela se deitou e voltou a se embrulhar, nem se limpou. Eu também não queira me limpar queria ficar assim que o cheiro da sua buceta na minha rola. Só vesti o samba-canção e dormi.
No dia seguinte, quando acordei ela já tinha levantado. Estava com a sensação do que aconteceu tinha sido um sonho. Fui correndo pro banheiro tomar banho, quando tirei minha roupa meu pau tava com aquele cheiro forte de porra, a glande toda meladinha, ali tava aprova de que não era sonho.
Moramos dois anos junto com minha vó, durante esse tempo fodimos muito, quase toda noite. Ela tomava contraceptivo pra não engravidar, então nossa foda era no pêlo mesmo. Depois, meus pais compram uma casa e nos mudamos da casa da vó. Daí as coisas mudaram, não nos víamos muito e quando nos víamos ela não dava muito bola pra mim. Depois de um tempo ela começou a namorar e eu me mudei pra capital do estado pra estudar. E tive muitas outras aventuras gostosas, dessa vez com minha priminhas, que vou deixar pra conta em outra oportunidade.
Esse ano fui passar o ano novo na casa da minha vó, e adivinha quem eu revi. Mas isso fica pra uma próxima vez também.
Espero que tenham gostado! Infelizmente tive que mudar o nome dos personagens pra proteger a imagem de cada um, mas a história é 100% real.
Até mais!