Parte 3.
Depois daquela experiência ocorrida no resort, por um bom tempo a Lizlene evitava falarmos sobre o assunto. Naturalmente, voltamos para nossa vida normal, com trabalho, filhos e família. Parecia que tudo estava nos eixos. Na vida sexual, mantivemos nossas relações iguais, ela estava muito mais solta, tomava iniciativa, me procurava, o que já era uma mudança considerável. E nosso sexo era incrementado, com ela utilizando consolos e vibradores para se estimular, o que me deixava mais tarado ao vê-la se masturbando. Mas não era nada fora do normal. Lizlene, na nossa intimidade, havia se acostumado a me chamar de corninho, percebendo que aquilo me despertava a libido, e havia entendido o tesão que eu sentia com a esposa mais liberada. Eu a chamava de putinha safada. Ela se mantinha sempre se cuidando, mostrando que continuou uma mulher linda, mas sempre séria e discreta, e muitos amigos a consideravam até muito austera e correta. Jamais imaginariam o que ela fez.
Os meses foram passando. Eu ainda não tinha notado mudanças no comportamento da minha esposa, embora ela já se mostrasse uma mulher que tomava a iniciativa, me procurava, me provocava com roupas mais sensuais, e se mostrava mais ligada nos cuidados com a estética e com a beleza. Gradualmente a Liz ia se tornando uma mulher mais segura de si, o passado conservador e repressor foi esquecido, e ela passou a ser mais assumidamente sensual. Eu adorei tudo aquilo, e a presenteava com roupas cada vez mais ousadas. Depois e alguns meses, estávamos planejando novas férias, e lembramos do resort que tínhamos ficado aquela vez. Aí, me lembrei da nossa historia e do Sigmund, e questionei se a Liz sentia falta de algo parecido. Ela, muito discreta, disse que não, e que aquilo foi apenas uma loucura do momento, que havia sido incrível, mas preferia deixar nas lembranças, e que estava muito feliz como estávamos.
Horas depois, quando fomos dormir, comecei a questionar, na base da provocação, se ela não queria encontrar o Sigmund de novo, caso eu deixasse. Ela, novamente me beijando e acariciando disse que ele não fazia falta, que eu a satisfazia plenamente, que ela tinha aprendido como eu sou um grande amante de mente liberal e safada, nós nos completávamos, e assim nós tínhamos um sexo muito gostoso.
Dois dias depois, do nada, sem aviso prévio, para minha surpresa, a Lizlene me perguntou:
— Você falou com o Sigmund, algum dia desses?
— Não. Por quê? Não tenho o número dele. Só me lembrei mesmo dele por conta das férias. – Respondi. Era verdade.
— Ele mandou hoje, uma mensagem. Ele tinha o meu número guardado. Eu dei a ele na tarde em que conversamos no Resort. Ele pediu meu número, para mandar fotos da academia dele. Eu nem fazia ideia do que ia acontecer, e não tive nenhuma intenção naquela altura. Até tinha me esquecido disso. Achei estranho você ter falado nele há dois dias, e ele mandar mensagem. – Liz explicou.
— Ah, é? Que coincidência. Ele deve ter as orelhas quentes ou sonhou com você. O que ele queria? Ou quer? – Questionei.
— Ele perguntou como nós estávamos. Disse que sentiu saudade. E que não me procurou mais pois eu tinha dito a ele que não queria mais nada. Mas, lembrou e ficou curioso para saber como estamos. – Ela disse.
— Hummmm, sei! O safado não dá ponto sem nó… Alguma coisa ele deseja…
Lizlene sorriu, e disse:
— Ele perguntou se não teríamos interesse em repetir um encontro…
— Ele falou em nós, ou perguntou por você? – Questionei.
— Falou comigo, disse que sente saudade, que sempre se lembra de mim, tem muita saudade, mas ele perguntou sim, como estávamos. – Liz esclareceu.
Na hora entendi que ele sondava o interesse da minha esposa em repetir. Perguntei:
— Está de olho na casadinha safada novamente… o que você falou?
— Disse a ele que, a princípio, não temos interesse nenhum. – Liz respondeu. Esperou um pouco e completou:
— Ele falou que pelo fato de morarmos em Estados diferentes, um encontro nosso se torna bem mais complicado. Mas, ele se colocou à disposição, se eu aceitar, para viajar até aqui.
Olhei para ela, atento aos sinais de que ela pudesse ter interesse, e perguntei:
— O que você disse?
— Na hora não dei muita atenção, desconversei, falei que não tenho interesse. Que não temos, melhor dizendo. – Ela respondeu.
— Então, você não tem interesse? – Perguntei.
A Liz falou:
— Deixa quieto, amor. Não vamos voltar ao passado.
Eu deixei o assunto morrer, e ela não falou mais nada. Mas notei que naquela noite ela estava bem mais excitada e sensual. Certamente, as lembranças do que vivemos lhe despertou a libido. Ou, saber do interesse do Sigmund tivesse acendido nela uma saudade.
Uns dias depois, sabendo que nossos filhos iriam viajar num programa extracurricular com a escola, eu convidei a Lizlene para irmos passar um final de semana, só os dois, numa pousada muito romântica à beira mar.
Ela adorou a ideia, a pousada era realmente muito confortável, e num lugar muito bonito. Reservei a cabana da pousada, para o fim de semana em que nossos filhos viajariam.
À noite, quando estávamos em casa, já namorando, falei para Lizlene que já tinha reservado a pousada e que teríamos um fim de semana somente para nós.
Ela ficou entusiasmada, e começamos trocar caricias e beijos. Continuamos namorando, e no meio da conversa, aproveitei para questionar se o Sigmund havia voltado a procurar.
Ela reagiu:
— Para...Isso é passado amor. Melhor deixar quieto.
Vi que ela tentava desviar o assunto, dizendo que não queria falar mais sobre ele. Algo a incomodava a ponto dela querer abafar.
— Me responde só uma coisa. Ele voltou a mandar mensagem? – Perguntei.
— Mandou sim, disse que sempre se lembra de mim e sente muita saudade. Nunca mais me esqueceu. – Ela confirmou.
Eu questionei:
— Amor, você gostou tanto do que aconteceu, e quer deixar quieto? Diga a verdade. Não teve vontade de repetir?
Lizlene argumentou logicamente:
— Vontade, eu tive. Não quero abrir precedente, Mirno. Acho que esse assunto já foi resolvido entre nós. Já realizamos a fantasia de ambos, lá no resort. Você tinha vontade de me ver dando para outro, queria ser corninho, e eu queria provar essa loucura. Já aconteceu. Agora não devemos voltar atrás.
Eu, especulando, desconfiado de que ela se reprimia, questionei:
— Acho que você está, de novo, relutando contra seus desejos.
— Como assim? – Lizlene me olhava intrigada.
— Eu a conheço. Se não quisesse mesmo nada com ele, já tinha bloqueado o número dele. Você ainda guardou o número, falou com ele, se lembra sempre dele... Sente desejo?
Lizlene ficou calada, pensativa. Esperei calado até que ela respirou fundo, e falou:
— Sim amor, tem razão. Eu me lembro sim, muitas vezes, e foi muito bom. Às vezes bate um desejo. Mas acho perigoso.
Eu sentia que, desde que o rapaz havia aparecido novamente no radar dela, despertara nela o desejo. Mas, como a Liz era uma mulher de palavra, tentava lutar contra sua própria vontade.
Ao mesmo tempo em que eu sabia que estava brincando com fogo, fiquei excitado com a possibilidade de descobrir que ela tinha vontade de repetir. Minha amada esposa com vontade de repetir a aventura de dar para outro macho. Pensar que minha esposa estava com saudade de dar novamente para o rapaz me excitou bastante. Perguntei:
— Amor, você gostou muito, e tem saudade daquela vez? Seja sincera.
— Você sabe que sim. - Ela disse com firmeza.
Naquele momento, eu já estava ficando bem excitado, mas ela não notou. Perguntei:
— Você tem vontade de se encontrar com ele de novo?
Liz não respondeu logo. Esperou um pouco, pensativa. Depois de uns segundos respondeu:
— Eu nunca mais tinha pensado nisso, quer dizer, pensava, mas tentei deixar isso no passado. Mas, é logico que se ficar lembrando, sinto vontade. - Ela falou.
Nesse ponto, reparei que ela também estava excitada, os seios bem túrgidos esticando a camisolinha fina. Resolvi arriscar:
— Você está excitada com isso. Ele mexe mesmo com você… Tem vontade de revê-lo?
— Não sei, amor. Já estava guardado… agora reacender… Acho complicado.
Pensei que mesmo que ela quisesse, tentava negar. Perguntei:
— Quer que o Sigmund encontre com a gente na pousada?
Liz me olhou assustada:
— Não começa, amor. Que é isso… Não provoque os demônios adormecidos.
— Eu acho que os demônios já acordaram quando ele mandou a mensagem a você. E você ficou toda saudosa. Você está lutando para abafar tudo isso que ele acordou. Por isso não bloqueou o número dele. – Respondi.
Liz não esperava que eu fosse tão preciso. Respirou fundo. Parecia emocionada. Falou:
— Isso é brincar com fogo. Pensa bem, corninho, tem certeza de que está disposto a reviver o que aconteceu?
— Se você tem vontade, eu também tenho. Na verdade, é o seu desejo que me instiga. Sei que é um vulcão adormecido. Adoro ver você com tesão de se soltar e encarar essas aventuras. No fundo, a putinha safada pulsa forte aí dentro.
— Não acha loucura? – Ela perguntou, já ofegante.
— Ninguém nos conhece naquela região, a pousada é toda romântica, isolada. Você não gostaria de ter outra experiência lá com ele? – Provoquei.
— Você sente tesão com isso, amor? Meu corno quer ver a esposa dando novamente para outro macho? – Ela me perguntou.
Meu pau doía de tão duro, e ela já havia notado meu estado de excitação. Ela também estava até ofegante.
— Eu sinto tesão com você, querida. É o seu prazer e o seu desejo de safadeza que me deixa louco. Sua fantasia me contagia. Gosto da putinha safada que você abriga por trás da casadinha comportada. Gosto de ver você excitada, tarada, e realizada. – Eu expliquei.
— Você tem certeza disso? O nosso casamento não corre nenhum risco?
— Eu tenho certeza, por mim não corre, mas só aceito se você me disser que quer muito repetir.
Lizlene suspirou. A respiração forte. Ela acariciou um dos seios. Finalmente assumiu:
— OK… Eu assumo… Eu quero. Tenho muita vontade. Ando excitadíssima com isso.
— Então, fale com ele. – Eu respondi.
Pouco depois ela perguntou:
— Certeza? Posso convidar?
— Pode. Fale com ele que você quer reencontrar. Para ele reservar um chalé na pousada, na data combinada. Vou lhe dar as coordenadas.
Minha esposa me beijou, e disse no meu ouvido:
— Você é louco, meu amor. Corninho mais safado. Sua tara é incontrolável. Assim, me contagia também. Bem que o Sigmund disse que você tem muito tesão de corno. Mas eu até adoro essa sua loucura.
— Ele disse isso? – Perguntei.
— Disse… Lá no Resort ainda. No dia, eu ainda não tinha certeza. Mas tudo se confirmou. Agora, fico também, cheia de tesão novamente e vejo você tão tarado para me ver com outro como eu. – Ela falou ofegante.
— Gostou, né? Sua safada. Já está imaginando você com ele, né, amor? Adora uma safadeza. E paga de recatada. – Eu provoquei.
Lizlene subiu em cima de mim, me arranhando, me beijando, e fungando no meu ouvido, muito excitada. Ela exclamou:
— O seu tesão de corninho deixa você muito mais tarado amor. Eu adoro isso. Me atentando para eu voltar a ser bem safada.
Nosso sexo naquela noite foi incendiário e nos levou a orgasmos incríveis.
No outro dia, ela mandou mensagem para o Sigmund, que achou fantástica a proposta, e reservou outra cabana, na pousada. Eles passaram a trocar mais mensagens, combinando. E ficou tudo acertado. Mas, ele disse que chegaria apenas no sábado à tarde e no domingo meio-dia teria que ir embora, pois a viagem demorava.
Esse nosso agendamento da pousada, ocorreu algumas semanas antes da data que havíamos reservado. Nos dias subsequentes, eu e a Lizlene, às vezes, falávamos sobre o final de semana, mas ela não dava muita sequência nas conversas sobre isso, dizia que não queria fantasiar nada sobre o Sigmund. Alegou que achava ainda muito temerário o que estávamos fazendo.
Porém, faltando apenas uma semana, eu pude perceber que ela, aos poucos, foi ficando mais detalhista com as coisas, se mostrava mais ansiosa, e na quarta-feira à noite, me perguntou:
— Você acha que o Sigmund ainda é o mesmo rapaz, respeitador e educado, de quando o conhecemos?
Respondi, já perguntando:
— Acredito que sim. Mas, por que a pergunta?
— Ele me pareceu mais ousado, mais provocador, me mandou uma foto dele nu, de pau duro, falando que serei a putinha dele, perguntando se eu estava com saudade daquele pinto.
Curioso, arrepiado de tesão, eu comentei:
— Ele está tentando deixar você acesa, ligada nele. E você fez o quê?
— Nada. Apenas disse que sim, que eu sentia saudade. Mas, eu juro que eu fico temerosa.
Eu questionei:
— Olha, eu preciso saber se realmente você quer, pois não deve fazer nada que não seja do seu desejo. Não faça nada só para agradar a mim ou a ele. Você tem que estar muito motivada, senão, eu não tenho interesse.
A Lizlene me olhou por uns segundos, pensativa, e disse:
— Sim amor, eu quero, sinto muito tesão nele, tenho muita saudade, o safado mexe comigo, só de me lembrar, de me chamar de putinha, fico melada, ele tem um poder de me despertar uma luxúria que me assusta. Mas eu só farei isso se você me garantir que entre nós, tudo permanecerá igual. Quero preservar nosso casamento. Eu o amo demais.
Em vez de responder, eu perguntei:
— Você tem alguma dúvida?
Ela falou:
— O Sigmund perguntou: “Como está o seu corninho?”, eu disse que estava ótimo. Ele chama você assim, de corninho, desde aquela noite no resort.
Respondi:
— Ele e você, me chamam assim. São os dois que podem, pois eu fui mesmo corno de vocês.
Lizlene deu uma respirada, e continuou:
— Ele perguntou: “Ele vai deixar novamente a esposa safada ser a minha putinha?” E depois que eu respondi que “sim”, ele falou: “Você agora, vai ser a minha putinha para sempre!”
Lizlene me observava, querendo ver a minha reação. Eu respondi:
— Se você entrou nessa conversa, é porque se interessou, não é? No fundo, essa safadeza dele de chamar você de putinha, de dominar a sua safadeza, a excita demais. Acho que foi isso que despertou seu lado safado lá no Resort.
Lizlene me olhava, séria, pensativa. Depois, disse:
— É incrível como você me conhece. Foi isso mesmo, amor. No Resort, no dia em que falei com ele na academia, ainda no segundo dia, ele já me deu uma cantada bem declarada, me chamou de gostosa, tesuda, e disse que eu era muita mulher para um homem só. Ele disse que eu devia fazer você de corno. Aquilo me deixou excitada, e ele percebeu meus peitos de mamilos salientes na malha de ginástica. Ele comentou que estava vendo como eu estava cheia de tesão, e falou que eu podia assumir para ele, que fiquei com vontade. Nesse dia, eu desconversei, pois queria ver a sua reação.
— Mas, você não me contou isso desse jeito, daquela vez. – Respondi.
Lizlene concordou com a cabeça. Se explicou:
— Desculpe, amor. Eu fiquei com medo de você ficar bravo, e arrumar confusão ali, logo no começo das férias. Era tudo muito inesperado, e estávamos apenas no segundo dia no resort. Mas depois, vi que você não ficou bravo quando eu disse que ele me cantava, e resolvi deixar para ver o que acontecia. E quando eu comentei, você acabou ficando com tanto tesão quanto eu. - Ela explicou.
Esclareci:
— Eu percebi que o assédio dele a motivava. Você se mostrava mais sexy e ousada.
Lizlene me abraçou, me beijou, e disse:
— Ele me deixou muito excitada, amor. O jeito dominador, de macho Alfa, mexeu com minhas fantasias secretas. O safado me perguntou se você sabia que ele estava tentando me seduzir, e eu disse que você sabia, e que achava natural o interesse dele. Eu contei que você deixou a meu critério o que fazer. Ele sorriu e falou: “Se o seu corno deixa, então, só depende de você”. Foi quando ele me falou que certamente você tinha tesão de corno, e ia deixar eu fazer o que quisesse com ele.
Eu olhei para minha esposa, e perguntei:
— Foi quando isso?
— Na tarde que você foi jogar sinuca.
— Você não me contou isso lá, por quê? – Questionei.
Ela confidenciou:
— Eu queria ver a sua reação natural, e verificar se ele tinha razão. Na noite em que eu dancei com ele, ele já esperava que você ia deixar, falava que ia me pegar de todo jeito, eu estava insegura, até que você me deu carta branca para o que tivesse vontade. Nessa noite ele me disse: “Seu corno está com tanto tesão de ver você dando para mim, quanto você mesma”. Foi assim que eu decidi ir adiante.
Ouvindo aquilo que ela me falou, respondi confirmando:
— Nada do que aconteceu foi surpresa. Todos sabiam onde ia dar. Mas, por que você só me revelou isso agora?
Lizlene me olhava com ternura. Confessou:
— Eu tentei apagar isso da memória, pois temi muito que as coisas se degringolassem, e nosso casamento desmoronasse. Sei que você também sentiu muito ciúme. Naquela noite eu estava dominada pelo Sigmund, e me deixei levar. Foi uma experiência alucinante. Até hoje eu sonho com o que aconteceu. Nunca fiquei tão tarada. Achei que nunca mais o veríamos.
— Por que não? – Questionei.
— Eu sei que você é safado e eu tenho um lado também muito safado. Sabia que se eu me soltasse, você iria endossar. Medo da gente se perder. Esse seu tesão de corno até me excita, mas também me assusta, pois eu posso me descontrolar. Tentei manter abafado isso, até agora. – Ela confessou.
Nosso papo estava num clima de muita intimidade e sinceridade. Fiquei conversando com ela, trocando carícias, e a partir dessa noite, depois de um sexo muito gostoso, ela entrou no clima da aventura, passou a falar comigo sem timidez, sobre como faríamos, como estava com saudade, queria saber a que horas nós chegaríamos, que roupas que ela levaria… Ficou patente que ela estava cheia de desejo por rever o Sigmund.
Os filhos viajaram de tarde da sexta-feira, e logo depois, com toda a bagagem pronta, fomos para a pousada.
Ela me disse:
— Ele me mandou mensagem, dizendo que está louco de tesão… Não fode faz uma semana, só para me pegar de jeito.
Eu senti meu pau ficar duro na hora, mas apenas respondi:
— E você fica ainda mais tarada com isso. Não fica?
— Fico. Nossa, faz uma semana, estou o tempo todo melada. Tenho saudade daquela pegada dele. – Ela confirmou.
Chegamos lá na pousada já no final da tarde. O Local era lindo, charmoso e muito requintado. Lizlene ficou apaixonada pela cabana, tudo de muito bom-gosto e bem funcional. Nos acomodamos, depois tomamos um vinho espumante, e ficamos escutando música. Aos poucos, começamos a trocar caricias e conversar. Depois de um tempo, Lizlene já estava bem alegre com efeito do vinho, e eu resolvi intensificar as minhas provocações.
Comecei a acariciar os seios e beijar pescoço, e ela retribuía, enquanto tomávamos uns goles de vinho. Logo depois eu tirei a blusa dela, deixei apenas de sutiã, e acariciei suavemente sua bocetinha por cima da calcinha. Lentamente, fui colocando a mão por dentro da calcinha, sentindo a xoxotinha bem molhada de tesão.
Estávamos sentados no sofá da salinha da cabana que era uma parte complementar do mesmo ambiente do quarto. Eu retirei o sutiã dela, beijei seus mamilos, e Lizlene, apenas de calcinha pequena fio dental, de renda na frente, estava extremamente sensual.
Eu despi a minha camisa, e abri minha calça, pedindo que ela me fizesse um sexo oral.
Naquele ponto a Lizlene já visivelmente bêbada, tomou mais um gole do vinho, pegou no meu pau, beijou a minha boca e disse baixinho:
— Amor, hoje só farei o básico com você, eu prefiro deixar que o tesão fique acumulado, vou me guardar para o Sigmund, amanhã.
Na hora eu fiquei louco de tesão e insisti com ela. Liz respondeu:
— Só sexo normal, bem trivial, amor, e uma única vez. O Sigmund pediu isso. Não quer que faça nada mais. Quer que eu esteja louca de tesão para ser exclusivamente dele.
Eu estava de pau duro, excitadíssimo, e quando ela disse aquilo, em vez de ficar puto, me deu mais tesão, ao ver que ela estava entrando no jogo do outro macho.
Em seguida, ela já subiu por cima de mim, me empurrou para ficar recostado no sofá, puxou calcinha para o lado, e se sentou de uma vez, bem gostoso, na minha rola, gemendo.
— Fode a sua putinha, corninho, que amanhã eu só serei do meu amante, macho alfa fodedor.
Meu pau se afundou naquela boceta quente e melada, que me recebeu como se fosse uma luva esponjosa. Nós dois estávamos em brasa.
Começamos a nos beijar, ela retribuiu com muita entrega, e quando vi, já estávamos ali fazendo uma foda deliciosa, sem muitas preliminares. Ela gemendo me provocava, falando: “Goza na putinha, corninho, amanhã não sou mais sua”.
Acabamos num diálogo louco enquanto ela me cavalgava:
— Hummm, amor, vai… goza gostoso… Vai gozar uma vez bem gozada… na sua putinha.
— Quero mais, Lizlene... Uma não basta.
— Não, amor, o corno hoje, só vai gozar uma vez.
— Por que isso?
— Você sabe. Ele que pediu. Quero me poupar para amanhã. Serei a putinha do Sigmund.
— Vai querer dar só para ele amanhã?
— Sim, só para ele. O quanto ele quiser.
— Mas eu também quero, amor. Tenho direitos…
— Não, só hoje. Amanhã, acabam seus direitos, até domingo, é só com ele. Quero me acabar com aquele gostoso safado. Aproveitar ao máximo. O corno tem que esperar.
— Sacanagem Liz, eu mereço mais.
— Meu corninho, fica mansinho hoje, vai ter todo o tempo que quiser, depois…
Aquela troca de frases em vez de me revoltar, me excitou ainda mais. Eu sabia que ela sabia que me deixava mais tarado com tudo aquilo.
Eu não aguentando mais a boceta quente dela, cheia de tesão, me ordenhando a rola, não consegui segurar muito tempo e nós dois gozamos muito intensamente. Ela também gozou, pois se excitou demais em me provocar.
— Pronto, corninho. Agora você se controla. Eu serei só do meu novo macho.
— Quem disse isso? – Perguntei.
— Ele disse. O meu macho mandou, e eu obedeço. – Ela respondeu, sorrindo safada.
Ao recuperar o fôlego, fomos tomar um banho, onde tentei novamente comer a safada por trás, mas ela não aceitou. E disse meio firme:
— Já gozou amor, agora chega. Você só volta a meter comigo depois que o Sigmund for embora. É o que eu combinei com ele.
Confesso que fiquei meio incomodado, mas, para não estragar o clima de safadeza em que estávamos, resolvi não complicar. Acabamos dormindo abraçadinhos.
No outro dia, acordamos e fomos tomar café da manhã, e notei que a Lizlene estava nervosa.
Ansiosa, comentou que já estava perto do horário que o amigo chegaria. Mas era cedo, e percebi que era pura ansiedade.
Passamos a manhã passeando pelo belo parque de lindas árvores que rodeava a pousada. Perto do meio-dia fomos almoçar. Quando chegou a comida a Lizlene pediu para tomarmos vinho espumante, pois disse que precisava entrar no clima, confessando estar nervosa.
Tomamos o vinho, e após o almoço, passados uns 30 minutos, vimos um taxi chegar na pousada e o Sigmund descer. Ele foi para a recepção, se apresentar.
A Lizlene, nervosa, me chamou para irmos para nossa cabana, esperar. Chegando lá, ela disse que ia tomar banho e se arrumar. Eu disse para a Lizlene avisar o Sig que estávamos em nossa cabana. Para ele vir quando estivesse pronto. E fiquei tomando vinho e esperando. Eu estava mesmo tão tarado quanto ela e talvez também o Sigmund. Era incrível aquela ansiedade e nervosismo.
Eu já não me enganava mais e havia aceitado que, de fato, um tesão de ser corno me alucinava, quando imaginava a minha querida e deliciosa esposa, louca para se tornar a putinha do outro macho. Aquilo era algo incontrolável.
Continua na parte 4.
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