Contei Pro Papai Que Sou a Putinha Da Escola E Ele Me Puniu - Parte 1

Um conto erótico de boqueteiradeelite
Categoria: Heterossexual
Contém 2889 palavras
Data: 05/02/2026 17:48:46
Última revisão: 05/02/2026 17:54:11

O barulho do Rivotril sendo esmagado entre a colher e a mesa de cabeceira ainda ressoa na minha cabeça como um metrônomo deprimente. Eu mesma ajudei minha mãe a tomar o remédio vinte minutos atrás, segurando o copo d'água enquanto ela engolia o comprimido azul com aquela expressão vazia de quem já não sente mais o gosto da vida. Ela nem olhou para mim. Só engoliu, deitou de lado, e apagou antes mesmo de eu conseguir dizer boa noite. A depressão a transformou num zumbi de pijama xadrez, com o cabelo grisalho embaraçado espalhado no travesseiro amarelado pelo uso. O quarto dela cheira a mofo, a travesseiro molhado de saliva, a desinfetante barato de pinho que a empregada passou ontem, mas principalmente cheira a derrota. Cheira a mulher que desistiu de ser mulher.

Eu fecho a porta do quarto dela devagar, ouvindo o ar-condicionado portátil chiando no canto, gotejando água no balde enferrujado. O som é ritmado, *tic... tic... tic*, marcando a passagem do tempo numa casa onde o tempo parece ter parado há três anos, quando a construtora do meu pai quebrou e ele descobriu que estava afundado em dívidas. Desde então, Carlos Eduardo — meu pai, meu algoz, meu objeto de desejo doentio — virou um fantasma masculino que circula pelos cômodos em cueca boxer, com uma ereção permanente de frustrado e olhos famintos.

O corredor é escuro. Só a luz amarelada da rua entra pelas frestas da janela do banheiro, desenhando retângulos de luz pálida no piso frio de cerâmica. Meus pés descalços pisam no chão gelado, e eu sinto cada friozinho subindo pela coluna, contrastando com o calor úmido que emana do meu corpo. Eu estou vestindo apenas uma camiseta velha do Colégio Militar de Santa Cruz — aquela branca com gola azul-marinho, número 22 nas costas, tecido tão fino por causa das lavagens que está quase transparente — e uma calcinha de renda preta que comprei na 25 de Março semana passada, usando o dinheiro do lanche do cursinho. A renda é barata, coça um pouco na virilha, mas deixa minha bunda com marquinhas vermelhas que eu sei que ele gosta de ver.

Meus seios pequenos, firmes, com os mamilos cor de rosa escuro e duros apontando contra o tecido fino da camiseta, balançam levemente a cada passo que dou em direção ao quarto do meu pai. Eu não uso sutiã. Nunca uso quando sei que vou passar por essa porta à noite. A fricção do tecido contra os mamilos sensíveis me deixa excitada, deixa a pele eriçada, deixa um vazio pulsante entre as pernas que só ele pode preencher.

O cursinho pré-vestibular para militares me consome doze horas por dia. Das seis da manhã às nove da noite, entre aulas de matemática avançada, física balística, redação dissertativa-argumentativa e treinamento físico na lama do Aterro do Flamengo. Os caras da minha turma são predadores uniformizados — cabelo raspado na zero, olhar de quem quer dominar, músculos saltando da camisa verde-oliva suada. Eles me olham como lobo olha para a presa. O Sargento Costa disse ontem, durante a aula de tática, que eu tenho a postura corporal de quem já foi fodida por alguém que sabe o que faz. Ele não fazia ideia de que era meu próprio pai quem me ensinava a andar de pernas trêmulas.

Mas hoje foi diferente. Hoje eu passei dos limites. E agora eu preciso confessar.

Eu paro na frente da porta do quarto dele. Meu coração bate tão forte que tenho certeza de que dá para ouvir lá fora, na escada do prédio. *Bum-bum*, *bum-bum*, uma batida rápida, desesperada, de pássaro preso numa gaiola de ouro. Minha boca está seca, mas tem uma umidade crescente entre minhas pernas que me deixa envergonhada e excitada simultaneamente. Eu passo a mão pelo cabelo — castanho escuro, liso, cortado no comprimento dos ombros, com as pontas desbotadas do sol implacável do verão carioca — e respiro fundo. O ar entra nos meus pulmões quente, úmido, carregado do cheiro da casa: café frio na xícara que alguém esqueceu na mesa da sala, o desinfetante de pinho que a diarista passou ontem na sexta-feira, e algo mais pesado, mais terroso, mais masculino, que vem debaixo da porta do quarto dele. O cheiro de homem adulto, frustrado, cheio de esperma acumulado e raiva reprimida.

Meu pai. Carlos Eduardo Menezes. Quarenta e sete anos de porte atlético ainda bem preservado apesar das long necks de Brahma que ele consome aos fins de semana na varanda, olhando para o mar de favelas que se estende até o horizonte de Madureira. Um metro e oitenta e cinco de altura, ombros largos que enchiam a porta quando ele passava, mãos de dedos grossos, articulações inchadas de tanto desenhar planta baixa em prancheta antes de tudo ir para o caralho. A barriga ainda é chapada, com aquele *V* de músculos oblíquos apontando para a virilha como uma seta obscena. O peito é largo, coberto de pelos escuros que formam um triângulo denso entre os mamilos castanhos e as axilas. Ele está desempregado há oito meses — desde que a construtora faliu e o sócio sumiu com o dinheiro — e a última vez que transou com a minha mãe, segundo os gritos que ouvi na noite de Natal, foi em dezembro. Três meses de jejum sexual para um homem da idade dele, daquele porte, daquele temperamento explosivo. Três meses de punheta no banheiro, de olhares furtivos para as minhas pernas quando eu saio do boxe enrolada na toalha pequena, de tensão elétrica que paira no ar toda vez que nossos olhos se encontram na cozinha pela manhã.

E eu vou confessar hoje. Vou contar tudo. Porque a única coisa que me excita mais do que ser fodida por outros é ver o olhar de posse absoluta do meu pai quando ele descobre o que eu fiz, quando ele me pune por ser tão puta, quando ele me marca de novo como propriedade dele.

A maçaneta gira sob meus dedos suados. Faço o mínimo de barulho possível, mas o rangido da dobradiça solta soa como um trovão no silêncio da madrugada. O quarto dele é escuro, iluminado apenas pela luz fraca do poste da rua que entra pelas frestas das cortinas de rolô desgastadas. Eu consigo ver a silhueta dele na cama de casal — a cama que antes era deles, mas agora é só dele, já que a minha mãe mudou para o quarto de hóspedes faz dois anos, quando a depressão se tornou insuportável e ela não conseguia mais suportar o toque do marido.

Ele está sentado na beirada da cama, sem camisa, o torso nu brilhando de suor no calor. O cobertor bege está amassado aos seus pés. Ele só usa a cueca boxer cinza, e mesmo na penumbra eu consigo ver a protuberância significativa ali, a frente esticada pelo pau já meio duro que ele tentava aliviar sozinho antes de eu entrar. Ele segura o celular numa mão, provavelmente vendo pornografia — aquelas morenas siliconadas e loiras falsas que nunca vão ser reais como eu sou, nunca vão ser filha dele, nunca vão ter o cheiro de família e pecado misturados.

— Quem é? — a voz dele sai rouca, pesada do sono interrompido, desconfiada. Ele não acende a luz.

— Sou eu, pai. — minha voz sai mais fina do que eu gostaria, trêmula, cheia de nervosismo real. Eu entro no quarto e fecho a porta atrás de mim, girando a trava. O clique seco me faz estremecer, ecoando no peito como sentença.

Ele se levanta parcialmente, apoiando-se nos cotovelos, inclinando o tronco para frente. A luz da rua desenha metade do rosto dele — a barba por fazer de três dias, escura, áspera, o nariz aquilino quebrado de uma briga de adolescente em Bangu, as sobrancelhas grossas e escuras franzidas em confusão e algo mais... algo que parece esperança mascarada de reprovação. Os olhos castanhos dele descem devagar, da minha face para o colo, onde os seios pequenos e firmes empurram contra o tecido fino da camiseta do colégio, os mamilos duros e óbvios apontando como dois dedos acusadores.

Eu me aproximo da cama, paro na beirada. O colchão é velho, afunda sob meu joelho quando eu subo nele, puxando meu corpo na direção dele por gravidade. O cheiro dele me atinge em ondas — cerveja de long neck que ele bebeu depois do jantar, tabaco do cigarro escondido que ele fuma na janela do banheiro depois que minha mãe dorme, sabonete de alecrim barato daqueles em promoção no supermercado Guanabara, e algo mais terroso, mais íntimo, que vem da virilha. O cheiro de saco suado, de pau fechado há tempo demais, de homem maduro que precisa foder urgente ou vai explodir.

— Júlia? Que horas são, filha? Tá tudo bem? — ele finalmente parece notar o estado de excitação nervosa que eu estou, o corpo trêmulo, o suor na testa que não é só do calor.

— Não tá não, pai. — eu me sento no colchão, cruzando as pernas de propósito, deixando a camiseta subir e mostrar a calcinha preta de renda. Ou o que resta dela, porque eu já estava tão molhada que a renda grudou na pele, transparente, mostrando a carne rosada por baixo. — Eu fiz uma coisa hoje. Uma coisa muito ruim.

Ele engole seco. A garganta dele sobe e desce, a maçã de Adão saltando na pele bronzeada. Eu vejo a mão dele esquerda agarrar o lençol, os nós dos dedos ficando brancos.

— Que coisa, filha? — o tom dele mudou, ficou mais grave, uma nota de alerta que não consegue esconder o interesse. Os olhos dele travaram na minha virilha, na mancha escura de úmidade na renda preta.

— No cursinho... — eu respiro fundo, fecho os olhos, abro, e solto a verdade queimando na minha língua. — Eu dei pra eles, pai. Eu dei pra todos.

O silêncio fica denso, elétrico. O ar parece pesar uma tonelada. Eu vejo o peito dele parar por um segundo, congelar, e depois subir rápido demais.

— Deu pra quem? — a voz dele sai estrangulada, um sussurro perigoso.

— Pros militares. — eu olho fixo nos olhos dele, mergulhando no escuro. — O Sargento Costa, o Cabo Pereira e o Soldado Andrade. Eu dei pra eles hoje, pai. Depois do treino físico. No banheiro dos fundos do quartel que a gente usa pra treinar.

A mão dele aperta o lençol com tanta força que eu ouço o tecido rasgar. A protuberância na cueca pulsa, cresce, fica dura como pedra instantaneamente.

— Você... você transou com eles? — ele pergunta, a voz tremendo entre raiva e excitação reprimida. — Deixou eles comerem você?

— Deixei. — eu admito, minha voz baixa, cheia de vergonha calculada. — Eles me comeram, pai. Os três. Um depois do outro. O Sargento Costa começou... ele é o maior, sabe? Uma pica grossa, curvada pra cima. Ele me pegou por trás no banheiro sujo, segurando minha boca pra eu não gritar, e meteu tudo. Gozou dentro de mim, pai. Disse que eu era a putinha mais apertada que ele já comeu no cursinho.

— Meu Deus... — ele fecha os olhos, a mão direita indo automaticamente para a virilha, apertando o pau duro agora tentando furar a cueca. — E os outros?

— O Cabo Pereira... — eu continuo, a voz trêmula, vendo a reação dele, alimentando o monstro. — Ele me fez chupar ele primeiro. Disse que todo mundo fala que eu sou a melhor boqueteira do cursinho. Que sou conhecida como a "boqueteira de elite", pai. Os caras contam nos vestiários... dizem que eu engulo até as bolas, que uso a língua de um jeito que faz eles gozarem em dois minutos. O Pereira gozou na minha boca, pai. Enchi a boca de porra dele, engasguei, e engoli tudo igual puta profissional. Depois ele me comeu em pé, contra a parede do banheiro, enquanto eu ainda tinha o gosto dele na língua.

— Sua... sua puta... — ele rosna, os olhos abrindo, brilhando de fúria e tesão. — Você é a boqueteira de elite? A putinha dos militares?

— Sou. — eu confirmo, deitando de costas na cama, abrindo as pernas, deixando a camiseta subir até a cintura. — E o Andrade... ele foi o último. O mais novo, 19 anos, cheio de energia. Ele me comeu duas vezes, pai. Disse que não aguentava ver minha bunda balançando nas flexões sem querer meter nela. Ele me fodeu na pia do banheiro, com a minha cara espremida contra o espelho sujo, olhando pra ele me arrombando por trás. Gozou duas vezes dentro de mim, pai. Eu saí do banheiro escorrendo porra de três homens diferentes pelas pernas. Tô cheia deles ainda... posso sentir quando ando.

Ele se lança sobre mim. Não é delicado. É uma investida de predador que finalmente quebrou a corrente. Ele agarra minha garganta com a mão direita — não aperta o suficiente para estrangular, mas o suficiente para dominar, para mostrar quem é o dono verdadeiro — e com a esquerda rasga a camiseta do colégio militar. O som do tecido se rompendo — *riiip* — é violento, erótico, final.

— Você é uma puta mesmo! — ele escarra as palavras na minha boca, o hálito quente de cerveja amarga e tabaco podre. — Uma vadia que dá pros machos de farda! Três caras comeram você hoje, Júlia? Três picas gozaram dentro da sua buceta de cadela e você veio aqui, pra casa, cheia de porra de estranho, e ainda quer que eu te foda? Que eu limpe essa vagabunda?

— Quero! — eu grito, as lágrimas brotando, reais, misturadas com o tesão. — Quero que o senhor limpe! Quero que o senhor me marque por cima deles! Que o senhor me mostre que sou sua, não deles! Eles só me usaram, pai... mas o senhor é o dono!

— Mentirosa! — ele me dá um tapa na cara. — Você amou! Amou ser a boqueteira de elite! Amou ser fodida por três no banheiro sujo! Fala a verdade!

— Amei! — eu grito, o rosto ardendo. — Amei cada segundo! Amei sentir três picas diferentes em mim! Sou uma cadela no cio, pai! Mas o senhor pode me punir... pode me castigar por ser tão puta...

Ele se afasta um pouco, senta na cama, e arranca a cueca boxer com um movimento violento. O pau dele salta para cima, pesado, vermelho escuro quase roxo de tanto sangue acumulado, vêneo saltadas azuladas percorrendo o eixo escuro. É enorme. Maior que o do Sargento Costa. Vinte e três centímetros de pica de macho maduro, cheia de ódio e posse.

— Vem aqui. De quatro. — ele ordena, puxando meu cabelo. — Vou te mostrar o que acontece com vadia que dá pra qualquer um. Vou te arrombar tanto que você não vai sentir os outros por uma semana. Vou apagar a porra deles com a minha.

Eu obedecço rápido, me viro de bruços, levanto a bunda. Ele me puxa para o centro da cama, agressivo, as mãos grandes espalhando minhas nádegas com força brutal.

— Olha essa buceta... — ele murmura, esfregando a glande enorme na minha entrada. — Tá cheia de porra de outros, né? Tá escorrendo ainda... sua vagabunda...

— Tá, pai... — eu gemido. — Tá cheia... mas quero a do senhor... quero mais...

Ele entra numa estocada só. Brutal. Total. Até as bolas. Eu sinto a carne sendo rasgada, esticada ao máximo, e o prazer misturado com dor é avassalador.

— Aaaaaaah... que buceta apertada mesmo... — ele geme, parando fundo. — Apertada apesar de tanta pica, né? Sua putinha insaciável.

Ele começa a bombear. Violento, profundo, sem piedade. A cama bate na parede — *bum-bum-bum* — o som da pele batendo — *slap-slap-slap*.

— Sua mãe... — ele grunhe, segurando minha cintura com força brutal. — Sua mãe dormindo ali... a corna... a inútil... enquanto a filha dela vira puta pros machos de farda... enquanto eu fodo a filha puta no quarto ao lado... a boqueteira de elite da família...

— Ela é uma corna! — eu grito. — Ela não dá pro senhor! Eu que dou! Eu que sou a mulher da casa!

— Isso! — ele acelera, batendo fundo. — Fala da corna! Fala da vagabunda que deixou eu me ferrar enquanto você dá o cu e a buceta pros soldados!

— Corna inútil! — eu repito. — A mamãe é uma corna! Ela não satisfaz! Eu sou melhor! Sou a boqueteira de elite! Mas só o senhor me possui de verdade!

Ele vira eu de costas, entra novamente, e agarra minha garganta.

— Goza comigo, sua vadia. Goza sabendo que você é minha puta particular, não dos militares. Minha cadela de estimação!

Eu explodo. O orgasmo é devastador. Minha visão fica branca, o corpo convulsiona, a buceta pulsando em ondas violentas massageando o pau dele.

— Tô gozando também... porra... Júlia... — ele enterrou-se até as bolas e explode. Jato após jato quente, denso, enchendo-me, misturando-se com o dos outros três, transbordando imediatamente.

— Aaaaaaaargh, sua puta, sua vadia do caralho! — ele geme, cada espasmo injetando mais sêmen em mim.

Quando ele para, ofegante, ainda dentro de mim, eu estava desfalecida, transbordando porra de quatro homens diferentes, marcada, possuída.

— Amanhã... — ele sussurra, passando a mão pelo meu rosto. — Amanhã você vai pro cursinho e vai olhar pra aqueles caras e vai saber que você tá cheia do seu pai por cima da porra deles. Só eu como essa buceta agora, entendeu?

— Entendi, pai. — eu aperto os músculos internos. — Só o senhor. Sua putinha particular.

— E sua mãe... — ele olha para a porta, um sorriso cruel. — A corna vai continuar dormindo. E você vai vir aqui todo dia. Pra eu punir essa boqueteira de elite.

— Todo dia, pai. — eu sorridente, já planejando a próxima transgressão. — Sou sua propriedade privada.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Querocasada69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Listas em que este conto está presente

Melhores
Melhores do site
Gozei!
As melhores!