COWBOY SELVAGEM — Capitulo 6: Ensinando Neon a segurar numa pistola

Da série Cowboy Selvagem
Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Gay
Contém 842 palavras
Data: 05/02/2026 14:02:21
Assuntos: Gay, velho oeste, western

Paul Bullock foi junto com Neon pra cidade pra tirar dinheiro no banco. Mas acabou sendo supreendido por alguns homens de cavalo que parou a carroça.

No meio do caminho, o inesperado aconteceu: dois homens armados saltaram do mato, bloqueando a estrada. Paul imediatamente ordenou que Neon segurasse firme a arma, mas o garoto, nervoso e querendo bancar o herói, deixou a arma escorregar das mãos. Um dos criminosos riu, pegou a arma e apontou para eles com desdém.

— Entreguem tudo e ninguém se machuca! — gritou o bandido, enquanto Paul cerrou os punhos de raiva.

Neon tentou reagir, puxou a pistola na cintura mas a arma acabou caindo no chão. O bandido golpeou Neon que caiu duro no chão.

O assaltante não apenas levou a arma, mas humilhou pai e filho, obrigando-os a entregar o dinheiro e dar a volta a pé, sob olhares de desprezo e risadas abafadas dos bandidos.

Quando finalmente chegaram à fazenda, Paul estava em fúria.

— Como é que você deixou escapar, Neon? Uma arma na mão e você não sabe usar? Isso poderia ter sido evitado!

Neon baixou a cabeça, vermelho de vergonha, Diana, tentando amenizar a situação, aproximou-se e disse, firme mas calma:

— Pai, se tivesse me levado junto, eu teria evitado isso.

— Você é uma mulher, Diana. Se tu tivesse indo junto aqueles fora da lei teria te estuprado.

— Duvido pai, o ultimo cowboy que tentou me estuprar eu enchi ele de chumbo! — disse ela manejando a pistola e colocando na cintura.

Neon viu que sua irmã é boa com a arma e sentiu ainda mais humilhado do que antes. Que tipo de homem que não consegue segurar numa pistola?

Neon estava sentado no celeiro, ainda com a humilhação do assalto fresca na cabeça. O rosto queimava de vergonha toda vez que lembrava do bandido rindo enquanto levava a arma da mão dele. Precisava provar ao pai que podia ser confiável, que podia ser um verdadeiro cowboi. E para isso, só havia uma pessoa que poderia ajudá-lo: Ruiz.

— Oi Patrãozinho, o senhor deseja alguma coisa? Quer que eu dou banho em seus cavalos ou arrumo as suas botas?

— Preciso segurar numa pistola...

Ele pegou a mão de Neon e pois no seu pau que dava duro na calça.

— Nem precisava pedir, dá aqui a minha pistola!

Neon tirou a mão discretamente tento disfarçar enquanto os outros peões passava ao redor.

— Não era esse tipo de pistola que eu dava falando, Ruiz. Eu dou falando de arma. Eu quero saber atirar como um cowboi.

Ruiz levou Neon nos fundos do celeiro, pegou a sua arma e deu pra ele segurar.

— Beleza, garoto. Então vamos começar. Primeiro, você tem que segurar a arma corretamente. Mão firme, dedo fora do gatilho até estar pronto para atirar. Não é brincadeira.

Neon segurou a pistola com cuidado, sentindo o peso real da arma nas mãos. Ruiz passou cada detalhe: como apoiar os pés, alinhar a mira, controlar a respiração.

— Concentre-se no alvo, não no medo — dizia Ruiz, enquanto Neon respirava fundo e tentava absorver cada instrução. — Agora puxa o gatilho devagar, sente o recuo, aprende a dominar o seu braço.

Depois de algumas tentativas, Neon finalmente conseguiu acertar o alvo, cada disparo aumentando sua confiança. Ruiz observava, satisfeito.

— Isso! Agora sim você começa a parecer um cowboi de verdade. Afinal voce tem sangue Bullock na veia, era só questão de pratica.

Neon sorriu, sentindo o orgulho crescer junto com a determinação. Ele sabia que ainda tinha muito a aprender, mas aquela pequena vitória o fez sentir que, finalmente, podia começar a se tornar o homem que seu pai esperava.

Ruiz aproximou por de trás e enconchou a bunda dele com força.

— Eu achei que o treinamento tinha acabado...

— Agora iremos treinar outra coisa... — disse ele batendo com força naquela bunda dura.

— Ai, Ruiz... alguém pode nos ver.

O Cowboi puxou o rapaz por lado caindo no feno a beija-lo. Puxou a calça com força revelando aquela bundinha que ele conhecia muito bem na qual deixou a marcar de seus dentes. Abriu bem até ver o pequeno cuzinho piscando na qual ele pois a língua a lamber tudo, lubrificando orifício com suas salivas. Finalmente penetrou sua vara grossa. Dessa vez o cowboi não deve dificuldade de penetrar. Parecia que o cuzinho de Neon dava se acostumado com aquilo.

Enquanto comia a bunda de Neon um dos peão surgiu de repente e viu aquela cena. Ruiz puxou a arma e apontou por peão que observava meio curioso.

— O que tu quer, cowboi?

— Nada não, eu só vim pegar o feno...

— Venha depois, dá ocupado! — disse Ruiz sem parar de meter na bunda de Neon enquanto continuar apontar a arma pra o peão que observava.

O peão saiu e Ruiz conseguiu terminar o serviço.

— Meu Deus, Ruiz. Ele nos viu. Ele pode contar pra meu pai.

— Ficar tranquilo, esses homens são de confiança. O que acontecer no celeiro sempre ficar no celeiro. Esse é o nosso lema.

Neon voltou pra casa sabendo segurar em uma pistola e também com a bunda toda dolorida.

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Comentários

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Sua escrita é bem feita.

Mas acho que a idéia de uma poc no velho oeste não é tão interessante. Falta algo, a cada capítulo me parece faltar alguma coisa . Uma sugestão: faça dois contos ,leve este conto do Neon na categoria comédia e construa um onde principal seja um bruto,rústico e sistemático macho ogro que luta para não fugir a regra de uma sociedade machista que pune aqueles que não seguem os padrões marido e esposa . É como se sua estória estivesse fora de conexão. Mas sua escrita merece uma boa nota

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