Escutei Por Acaso Minha Mãe E Tia Conversando Sobre O Vício Delas Em Chupar Pica - PARTE 1

Um conto erótico de aliciador
Categoria: Heterossexual
Contém 2482 palavras
Data: 05/02/2026 13:41:32

Fazia quase dois meses desde que eu tinha ido pra casa. No começo, eu tentava ir todo fim de semana. A faculdade era só a quarenta minutos de distância e eu sabia que a mãe precisava de apoio. Mas depois de sete fins de semana seguidos ouvindo ela reclamar e gemer sobre como a vida dela era miserável, e falando mal do pai, eu já tinha tido o suficiente.

É, o pai provavelmente merecia a maior parte. Ele tinha esperado até o dia que eu saí pra faculdade, o último de nós filhos a sair de casa, pra surpreender a mãe com os papéis do divórcio, indo embora no mesmo dia.

Admito que não foi muito surpresa. Não era uma casa amorosa há mais de um ano e eu tinha ouvido as brigas, mesmo quando eles tentavam me deixar fora disso. Porra, meu quarto ficava bem do lado do deles e eles não eram muito quietos quando começavam a discutir.

A mãe acusava o pai de traição, o que ele negava. Ele acusava a mãe de ser uma vadia frígida e estava cansado de só transar duas vezes por ano. Ela o chamava de insensível; ela estava passando por aquela 'fase'. Ele a chamava de... bom, você entendeu a ideia.

Meus pais eram bem de vida e ele deixou a mãe numa boa situação. A casa estava quitada, ele estava pagando pensão certinha e ela estava recebendo uma parte dos lucros do negócio dele. Ele também tinha garantido que minha educação universitária estava coberta e muito mais. Eu conseguiria fazer um doutorado com a quantidade de dinheiro no meu fundo fiduciário.

Ainda assim, foi bem cruel o jeito que ele fez e eu conseguia entender um pouco de onde a mãe vinha, mas não 24 horas por dia todo fim de semana. Eu precisava de um pouco de alívio do estresse das minhas aulas, não disso.

Então eu pulei um fim de semana. Depois três. Quando eu fui pra casa, ela estava absolutamente intolerável. Pelo jeito que ela contava, eu era quase tão ruim quanto o pai e meu irmão e irmã eram piores. Como ela não conseguia ver que era ela que estava nos afastando?

Além disso, ela estava começando a se desleixar. A mãe nunca foi uma beleza arrebatadora, mas ela cuidava bem de si mesma e sempre se vestia bem. Eu podia jurar que ela tinha engordado uns dez quilos da última vez que visitei e ela não usava nada além de moletons largos e uma camiseta enorme o tempo todo que estive lá. Quando tentei fazer ela sair pra jantar, ela recusou. Eu não entendia.

Mas ela ainda era minha mãe. Então eu estava indo pra casa de novo, determinado a aguentar. Três dias, se eu conseguisse estomagar tanto assim.

Desliguei o motor da minha velha Harley antes de rolar silenciosamente pela entrada da garagem. Ouvir o motor da moto do pai deixava ela meio louca, então tentei minimizar o estrago. Abri a garagem e estacionei minha moto ao lado do carro dela, entrando na casa pela cozinha.

Não precisava ter me preocupado com o barulho. Sexta-feira à noite, sete horas, e a casa estava vazia. Dei um suspiro de alívio, por não ter que ouvir ela reclamando por mais um tempinho, peguei um refrigerante da geladeira e fui pro escritório. Eu sentia falta do meu XBOX e achei que um tempinho pra mim era merecido.

Não sei quanto tempo joguei, mas quando tirei o headset, conseguia ouvir a mãe discutindo com alguém. Fechei o jogo e saí pra ver o que estava acontecendo. Levou só alguns segundos pra perceber que era a tia Carla.

"Nunca mais, Vera. Meu Deus, me sinto tão nojenta!"

"Por quê? Você mal fez alguma coisa. Você só ficou olhando e garantindo que ninguém entrasse pela porta, exceto por aquela punheta," a mãe disparou.

Punheta?

"Não me lembra. Ver você de joelhos, fazendo o que você estava fazendo, meu Deus, era tão nojento, tão sujo, e ao mesmo tempo - bom, você sabe. Você tem que parar de fazer isso. Não é seguro, e eu não vou continuar indo junto pra ser sua guarda-costas. Não vou deixar você me arrastar com você. Não posso."

De joelhos? Fazendo o que ela estava fazendo? Guarda-costas? Que porra!

A mãe deu uma risadinha. "Admite, Carla. Você estava pronta pra chupar aquele cara. Você sabe que estava. Se eu não tivesse olhado, aposto que você teria enfiado ele até o fundo da garganta."

"Eu... eu não posso, Vera. Não quero. Não vou ser colocada nessa posição de novo."

"Eu tenho que fazer alguma coisa, Carla. Estou enlouquecendo. É a única coisa que me faz sentir como mulher."

"Então sai, vai num bar, dança, qualquer coisa menos isso!" Minha tia estava ficando bem alta. Porra, acho que nunca tinha ouvido ela gritar antes.

"É, isso funcionou tão bem. Quem quer uma mulher velha e gorda? Você lembra o que aconteceu no Pirajá?"

Eu estava no corredor e espiei na esquina. Elas estavam sentadas no sofá juntas, dividindo uma garrafa de vinho, de frente pra TV longe de mim. Me agachei e me inclinei pela esquina pra conseguir ouvir melhor. Provavelmente desnecessário, do jeito que elas estavam gritando uma com a outra.

A tia Carla suspirou, se inclinou e abraçou a mãe. "Eles não são todos assim. Você tem que continuar tentando. Ainda existem homens bons por aí."

A mãe balançou a cabeça. "Seja realista. Se você não consegue achar um, linda como você é, quais são minhas chances? Eu estraguei meu casamento, e agora vou ficar sozinha pro resto da vida. Sou uma ameixa seca, com o sex appeal de um saco de estopa."

"Para com isso!" a tia Carla disparou. "Então você se desleixou um pouco. Vai pra academia comigo, vamos te deixar linda e desejável de novo, você vai ver. Você pode parar com essa insanidade de ir na Delícias da Noite, e achar alguém que valha a pena."

Delícias da Noite? Merda! Só tinha uma Delícias da Noite até onde eu sabia. Uma sex shop decadente com cabines de vídeo de cinquenta centavos nos fundos, cada uma com seu próprio glory-hole. Era um lugar popular com os caminhoneiros do posto ao lado na Raposo Tavares. Também era popular com adolescentes bêbados, como eu sabia muito bem.

"Seja realista, Carla," a mãe disse. "Eu nunca fui linda. O único homem que me desejava era meu marido, e eu o perdi. Eu devia ter comprado um pote de cinco quilos de KY e deixado ele me comer."

"Ou talvez ter visto um médico e conseguido uns remédios," a tia Carla ofereceu.

"Agora você me diz. Meio tarde, não acha?"

"Bom, se eu soubesse, talvez pudesse ter dito algo. Mas nãaao, você sempre foi tão reservada, dizendo que estava tudo às mil maravilhas. Sou sua irmã, porra! Você podia ter me contado!"

"Te contar o quê? Que dói transar com meu marido? Que minha buceta seca é como lixa? A única coisa que a gente fazia era o boquete semanal dele, e mesmo assim só funcionava metade das vezes? É isso que você queria ouvir, minha desculpa patética de vida sexual?"

"Talvez eu pudesse ter ajudado?" a tia Carla ofereceu.

"Certo. Você podia ser minha dublê. Aparecer pra todas as cenas de sexo."

A tia Carla se levantou, e eu me escondi de volta na esquina. "Você sabe que não era isso que eu quis dizer." Ela deu um suspiro enorme. "Preciso ir pra casa e tomar três banhos. Você e eu vamos pra academia amanhã, e não vou aceitar não como resposta."

"Não, realmente não estou com vontade," a mãe disse.

"Não me importo com o que você está com vontade. Nós vamos, e ponto final! Você me deve, Vera, e muito. Duas horas naquele lugar, sete paus diferentes, Jesus, só o cheiro já foi suficiente pra me fazer odiar a mim mesma."

"Mas eu não tenho..."

Eu não queria ser pego espionando elas, especialmente depois daquela conversa, então deslizei pelo corredor e saí pela porta dos fundos. Fiquei do lado da garagem por alguns minutos até ver a tia Carla ir embora. Depois esperei mais meia hora ou mais, me atualizando nas redes sociais, antes de apertar o botão da garagem.

Entrei na casa de novo pela garagem depois de um atraso adequado. "Mãe?"

"É você, Rodrigo?"

"Quem mais? Vim pra casa pro fim de semana, espero que esteja tudo bem."

"Ficou sem roupa limpa?"

Entrei na sala de estar e a vi. Ela não estava com boa aparência. Os dez quilos que ela tinha engordado deviam ser pelo menos quinze, e ela já era meio gordinha. O cabelo dela era uma bagunça. Sem maquiagem, moletom e camiseta imundos. Por outro lado, acho que você não precisa estar no seu melhor quando a única parte de você que seus 'encontros' conseguem ver é sua boca.

Ela andou em minha direção, braços abertos, e deixei ela me abraçar. Foi difícil. Eu queria vomitar. Ela cheirava a porra. Minha mãe, a putinha do glory-hole. Ótimo.

"Não, sem roupa não. Senti sua falta, e não tem aula na segunda - dia livre pra preparar pros exames parciais." Merda, por que eu disse isso? Eu podia ter escapado domingo. Droga!

"Você realmente sentiu minha falta?" ela perguntou pateticamente, ainda se agarrando a mim.

"Senti." Percebi que ela estava bêbada. Maravilhoso. "Ninguém cozinha como você."

Ela olhou pro meu rosto e me deu um sorriso. Tenho quase certeza de que eram manchas de porra na camiseta dela. Perfeito.

"É bom ver você também," ela disse. "Acho que vou tomar um banho, me sinto meio suja."

Uau. Que surpresa. Você chupa sete estranhos e se sente 'meio' suja?

"Vá em frente. Quer que eu faça alguma coisa pro jantar, mãe?"

"Vou preparar alguma coisa pra você depois. Não estou com muita fome," ela disse.

Acho que uma dieta de porra deve ser mais satisfatória do que eu pensava.

Foi difícil passar a noite, sabendo o que eu sabia, mas pelo menos ela estava de humor um pouco melhor. Acho que ela só falou mal do pai umas doze vezes.

Ainda assim, pedi pra ir dormir cedo. Era difícil ficar perto dela, pensando no que ela estava fazendo, as coisas que ela disse.

Fiquei deitado na cama por horas, incapaz de dormir. Era bizarro, eu sei, mas não conseguia parar de pensar nisso. Minha mãe, atrás de um glory-hole, chupando paus aleatórios. Jesus! O pai tinha deixado ela principalmente por causa do sexo e da briga constante. Agora ela estava chupando estranhos aos montes.

A tia Carla também estava nos meus pensamentos, parada ao lado da mãe, observando ela, enquanto pau após pau aparecia pelos buracos na cabine. A mão dela se estendendo, agarrando um, examinando, lambendo, chupando hesitantemente.

Eu com certeza tinha uma família fodida.

* * * *

Ouvi gritos do outro lado da parede. Me lembrou dos velhos tempos.

"Levanta essa bunda, Vera! Eu te disse, nós vamos pra academia," a tia Carla estava gritando.

"E eu te disse que não queria. Talvez segunda, tá bom?" a mãe argumentou.

"Não. Nós vamos. Você vai. Se você não sair dessa cama e entrar no chuveiro nos próximos cinco minutos, vou contar pro seu filho exatamente o que a mãe dele anda fazendo da próxima vez que ele aparecer. Se é que ele vai aparecer de novo."

"Você não pode!" a mãe gritou. "Ele é..." Então as vozes delas baixaram pra um murmúrio indistinguível. Acho que a mãe lembrou que eu provavelmente conseguia ouvir tudo que elas estavam dizendo.

Pulei da cama, vesti uns shorts e uma camiseta, passei os dedos pelo cabelo e fui pro corredor. Estava na cozinha fazendo café quando a tia Carla apareceu.

"Então o filho pródigo decide finalmente vir pra casa," ela disse com sarcasmo.

"Deixa disso, tia Carla. Estou aqui, ouvindo as lamúrias e gemidos sem fim dela, então não me enche o saco."

Gostei da expressão no rosto dela. Nunca tinha falado com ela daquele jeito antes, mas não ia deixar ela me fazer sentir culpado por nada, não quando ela era a parceira de glory-hole da mãe.

Achei que ela ia me detonar, mas não detonou. Ela se apoiou no balcão, quieta por um momento. "Escuta, Rodrigo, eu sei que é difícil. Sua mãe está passando por um momento difícil. Ela está amargurada e infeliz. Temos que ajudar ela, não abandonar. Por favor. Ela é sua mãe. Ela te ama mais que tudo. Ela acha que você é tudo que sobrou pra ela. Tenta ajudar, tá bom?"

Eu estava prestes a dizer algo sobre ajudar do jeito que ela estava ajudando. Levando a mãe pra buscar sua dose de porra. Mas a expressão no rosto da tia Carla estava preocupada demais, triste demais.

"Estou tentando, tá? Estou aqui. Fim de semana de três dias e não estou estudando, não estou indo pra festas, não estou tentando comer ninguém. Estou aqui, em casa, com ela. Estou tentando."

Ela veio e me deu um abraço apertado. Foi bom. A tia Carla era sete anos mais nova que a mãe e gostosa. Claro que as palavras da noite passada e meus pensamentos erráticos vieram à mente. Tia Carla, de joelhos naquela cabine imunda, ajudando a mãe a chupar uma fila longa de paus. Foi perturbador o suficiente pra eu começar a ficar duro. Quando a tia Carla continuou me abraçando, era inevitável que ela percebesse.

Ela se afastou um pouco, olhando pra mim surpresa. Curiosamente, ela manteve a parte de baixo do corpo pressionada contra o meu, meu pau duro cutucando a barriga dela. "Eu, ah, acho que isso é um sacrifício bem grande pra você. Parece que você realmente precisa sair e comer alguém."

Pude sentir meu rosto corar. "Desculpa."

Ela sorriu, rebolou os quadris um pouco e me deu um beijo rápido nos lábios. "Não precisa. Estou lisonjeada." As mãos dela deslizaram devagar pelo meu peito enquanto se afastava. "Vou levar sua mãe pra comprar umas roupas de academia e fazer a matrícula na academia. Vamos ficar fora a manhã toda. Tenta ser gentil com ela, tá? Eu agradeceria muito. Vou ficar te devendo uma." Então ela me deu uma piscada que fez meu pau duro dançar macarena.

Ela desceu a mão e cutucou minha ereção. "Agora guarda isso antes que sua mãe veja. Só faltava essa."

É, imagino. Não precisamos da mãe putinha de porra cortando um buraco nos meus shorts pra conseguir sua ração diária de porra.

Claro, não disse isso. Ainda estava meio atordoado. Balancei a cabeça e dei outro abraço apertado nela, garantindo que ela sentisse o quanto eu estava duro. "Beleza. Vou fazer minha parte. E acho ótimo que você está tentando ajudar ela. Você é demais." Me inclinei e dei um beijo firme nela. Sem língua, mas também não gentil. Gostei do jeito que ela corou. Ela não era a única que podia provocar.

* * * *

continua…

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Comentários

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Tem potencial.

Tem que dar oque a mãe está necessitando,da o pau para ela chupar,porra e de quebra dá um trato na tia que ela está carente também.

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Beeeem excitante, e legal o fato de não ser uma super modelo cm geralmente é em todo conto kkk aguardo o próximo!!

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Caralho… mãe boqueteira que delícia de conto

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Que nojo ela ir abraçar o filho com boca fedendo porra e a roupa manchada de porra.

Só faltou beijar o rosto do filho,suja.

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