Acordei de súbito, o coração ainda disparado, o corpo úmido de suor e uma pulsação insistente entre as pernas que me fazia questionar a linha tênue entre sonho e realidade. Pisquei devagar, deixando os olhos se ajustarem à penumbra do quarto, iluminado apenas pelo fraco brilho da lua que se infiltrava pelas cortinas entreabertas. Meu peito subia e descia em ritmo acelerado, e uma sensação de alívio misturado a uma frustração profunda me invadiu – alívio por saber que fora apenas isso, um sonho, um daqueles devaneios eróticos que me consumiam nas noites solitárias, quando Roman viajava a negócios e me deixava sozinha com meus pensamentos mais sombrios.
Levantei-me devagar, as pernas trêmulas, e corri os dedos pela pele nua da barriga, descendo até o traseiro. Nada. Nenhum vestígio pegajoso, nenhuma dor latejante que confirmasse a loucura que eu havia vivido em minha mente – Roman me filmando enquanto eu me entregava a Mauro, o pau dele me preenchendo de forma tão crua, tão proibida, o sêmen quente escorrendo de mim como uma marca indelével. Meu cu estava intacto, limpo, apenas sensível pelo desejo não saciado do sonho. Um suspiro escapou de meus lábios, carregado de culpa e anseio. Como eu pude sonhar com algo assim? Com Mauro, o sobrinho do meu noivo, ainda tão jovem e inocente aos meus olhos... e Roman assistindo, controlando tudo com aquela câmera fria. Isso não sou eu. Não pode ser. Estiquei o braço para a mesinha de cabeceira, pegando o celular com as mãos que ainda tremiam levemente. A tela acendeu, iluminando meu rosto no escuro. Deslizei o dedo pelo histórico de fotos e vídeos, o coração apertado de expectativa e medo. Nada. Nenhum arquivo novo, nenhuma notificação de gravação. Apenas as mensagens rotineiras de Roman, prometendo voltar amanhã, e uma foto dele sorrindo em uma reunião, elegante como sempre, com aquele ar de posse que me atraía e me sufocava ao mesmo tempo. Foi só um sonho, repeti para mim mesma, como um mantra, enquanto jogava o aparelho de volta na cama. Mas o calor entre minhas coxas persistia, uma umidade traiçoeira que me fazia corar sozinha no quarto vazio. Meu corpo ansiava por algo que minha mente repelia – estabilidade com Roman, ou essa tentação caótica que invadia meus sono?
Deitei-me novamente, puxando o lençol fino sobre os seios fartos, mas o sono não voltava. Em vez disso, imagens fragmentadas dançavam em minha cabeça: o toque firme de Roman, a curiosidade safada nos olhos de Mauro, o som abafado de gemidos que ecoavam como um eco distante. Fechei os olhos com força, desejando que a manhã chegasse logo, trazendo de volta a rotina segura da minha vida de noiva dedicada. No entanto, no fundo, uma faísca de dúvida se acendia – e se o sonho fosse um presságio? E se meu desejo reprimido um dia transbordasse para o real? O pensamento me aterrorizava... e me excitava, de uma forma que eu mal ousava admitir.
O sono me fugia como uma sombra esquiva, deixando-me inquieta sob os lençóis amarrotados. Meu corpo ainda vibrava com os resquícios do sonho, uma umidade insistente que me fazia cruzar as pernas em vão, buscando alívio. Não adianta, pensei, erguendo-me da cama com um suspiro profundo. Cedo demais para o dia começar, mas perfeito para preparar o café da manhã e tentar acalmar a mente agitada. Roman chegaria amanhã, e eu queria tudo impecável, como sempre, para recebê-lo com o lar perfeito que ele esperava de mim.
Parei nua diante do espelho do quarto, o reflexo devolvendo minha silhueta curvilínea sob a luz fraca do abajur: seios cheios e firmes, cintura marcada, quadris que balançavam com natural sensualidade mesmo em repouso. Meu olhar desceu para a gaveta de roupas íntimas, hesitante. O que vestir? Então, uma memória recente me invadiu, quente e embaraçosa – aquele abraço apertado de Rodson, meu cunhado, no dia em que eu, distraída, havia saído do quarto sem me cobrir direito, só de camisola fina. Ele me envolvera com aqueles braços grossos, o corpo obeso pressionando contra o meu por um segundo a mais do que o necessário, seu cheiro masculino de colônia e suor me envolvendo como uma névoa proibida. E se eu esquecesse novamente? O pensamento surgiu traiçoeiro, fazendo meu pulso acelerar. Mauro estaria na faculdade a essa hora, longe, ocupado com aulas matinais. Só Rodson, talvez, rondando a casa. Como ele reagiria dessa vez, sozinhos? Uma curiosidade ardente, quase masoquista, apertou meu peito. Eu sabia que era arriscado, imprudente – Rodson era confiante, perceptivo, com aquela presença dominante que observava tudo na família. Mas era exatamente isso que me atraía, essa faísca de perigo no ar familiar.
Deixei o sutiã de lado, sentindo os seios livres sob o tecido leve. Escolhi a camisola rosa, aquela de algodão fino, um pouco transparente à luz do dia, que mal cobria as coxas e delineava minhas curvas com uma discrição provocante. Por baixo, só uma calcinha branca simples, de algodão macio, que se moldava perfeitamente ao meu sexo ainda sensível. Assim está bom, murmurei para mim mesma, um arrepio de excitação subindo pela espinha. Não era nudez total, mas o suficiente para ser notado, para testar os limites – um lapso inocente, ou assim eu me convencia. Meu coração batia forte enquanto descia as escadas em silêncio, os pés descalços sentindo o piso frio de madeira, cada degrau ecoando como um passo rumo ao desconhecido.
Na cozinha ampla e iluminada por uma lâmpada suave, o ar estava fresco, carregado do cheiro residual do jantar da noite anterior. Comecei a mexer nos armários, pegando o café moído, ovos e pão, mas minha mente vagava. E se Rodson aparecer agora? Seus olhos percorrendo meu corpo, aquele abraço se prolongando? O pensamento me fez pausar, as mãos tremendo levemente ao quebrar os ovos na tigela. Meu corpo reagia contra minha vontade – mamilos endurecendo sob a camisola, uma pulsação baixa e insistente reacendendo o fogo do sonho. Eu era noiva de Roman, dedicada, mas ali, sozinha na aurora, a tentação de ser vista, desejada, me consumia com uma doçura culpada. Coloquei a cafeteira no fogo, o gorgolejar inicial preenchendo o silêncio, e me apoiei na bancada, mordendo o lábio inferior, esperando... curiosa, ansiosa, dividida entre o dever e o desejo.
Enquanto o café borbulhava na cafeteira, preenchendo o ar com seu aroma rico e reconfortante, apoiei-me na bancada de granito frio, os cotovelos apoiados na borda, o olhar perdido na janela ampla que dava para o jardim. O dia amanheceu radiante: o sol nascente tingia o céu de tons alaranjados e rosados, filtrando-se pelas folhas úmidas das árvores, e uma brisa leve agitava as flores, prometendo um calor suave mais adiante. Que beleza, pensei, sentindo uma paz momentânea invadir-me, contrastando com a inquietude interna. Meu corpo relaxava ali, a camisola rosa subindo ligeiramente pelas coxas, expondo mais pele do que eu pretendia – ou talvez exatamente o que eu queria. A calcinha branca colava-se sutilmente à minha intimidade ainda úmida, e eu me remexi devagar, sabendo que o tecido fino delineava tudo.
Então, ouvi passos pesados descendo as escadas – firmes, ritmados, inconfundíveis. Rodson. Meu coração deu um salto, uma mistura de pânico e excitação elétrica percorrendo minha espinha. Ele está vindo. Fingi não notar, mantendo os olhos fixos na vista idílica lá fora, o queixo erguido com uma naturalidade forçada. Mas por dentro, uma voz sussurrava, instigando: Deixe-o ver. Veja o que ele faz. Com um movimento deliberado, quase inconsciente, empinei a bunda ainda mais, arqueando as costas de leve, os quadris projetando-se para trás como uma oferta velada. A camisola subiu um pouco mais, revelando a curva generosa das nádegas moldadas pela calcinha branca, o tecido esticando-se o suficiente para insinuar as linhas suaves do meu sexo. Senti o ar fresco roçar minha pele exposta, endurecendo ainda mais meus mamilos contra o algodão transparente, e um calor traidor se acumulou entre as pernas. E se ele notar? E se tocar? O pensamento me aterrorizava e me inebriava ao mesmo tempo – eu, a noiva exemplar, ali provocante na cozinha, testando limites que Roman jamais aprovaria. Os passos se aproximaram, parando na entrada da cozinha. Senti seu olhar antes mesmo de virar, um peso quente e avaliador que me fez prender a respiração. Meu pulso martelava nas têmporas, o corpo tenso como uma corda esticada, esperando sua reação – um comentário casual, um silêncio carregado, ou algo mais? O café finalmente pingou a última gota, mas eu não me mexi, imóvel na minha pose provocativa, dividida entre a vergonha ardente e o desejo de ser consumida por aquele momento proibido.
Senti-o se aproximar antes mesmo de ouvir as palavras – o calor de seu corpo corpulento, amplo e imponente, irradiando como uma onda atrás de mim, contrastando com a brisa fresca da janela. Meu corpo inteiro se retesou em antecipação, os músculos das coxas tremendo levemente, enquanto eu mantinha a pose, a bunda empinada como um convite mudo. Então, seus braços fortes me envolveram por trás, circundando minha cintura com uma familiaridade que beirava o impróprio, o peito largo pressionando-se contra minhas costas. O abraço era firme, possessivo, e eu inalava seu cheiro – uma mistura de colônia amadeirada e algo mais primal, masculino, que fez meu estômago se contrair em um nó de desejo conflituoso.
Rodson - Bom dia, cunhadinha.
Murmurou ele, a voz grave e rouca ecoando perto do meu ouvido, vibrando através de mim como um ronronar baixo.
Antes que eu pudesse responder, seus lábios roçaram meu pescoço, um beijo quente e demorado logo abaixo da orelha, onde a pele era mais sensível. Arrepios explodiram pela minha nuca, descendo em cascata até a base da espinha, e um gemido abafado escapou dos meus lábios apesar de mim mesma. Seus bigodes curtos pinicaram de leve a pele úmida, e o hálito morno provocou um pulsar imediato entre minhas pernas, a calcinha agora inegavelmente úmida, colando-se com insistência.
Rodson - Você está linda esta manhã.
Sussurrou ele, os lábios ainda roçando minha pele, as mãos grandes deslizando devagar pela minha barriga exposta sob a camisola fina, parando logo acima do monte pubiano.
Rodson - Essa visão... me acordou de verdade.
Meu coração trovejava no peito, uma torrente de emoções me invadindo: culpa lancinante por Roman, excitação proibida que me fazia arquear o corpo involuntariamente contra ele, sentindo a rigidez crescente pressionada contra minha bunda, e um pavor doce de que aquilo escalasse, de que eu não tivesse forças para parar. Meu Deus, Rodson, o que estamos fazendo? Pensei, mordendo o lábio inferior, mas minhas mãos cobriram as dele por um instante, não para me afastar, mas para guiá-las um pouco mais para baixo, traindo minha própria fraqueza. O café esfriava na cafeteira, esquecido, enquanto eu me dissolvia naquele abraço, o sol da manhã testemunhando minha rendição silenciosa ao desejo que me consumia por dentro.
Minha voz saiu rouca, entrecortada pelo pulsar acelerado do meu pulso, enquanto eu me virava ligeiramente no abraço dele, o suficiente para que meus seios roçassem contra seu antebraço, enviando faíscas de eletricidade pela minha pele arrepiada.
Eduarda - Você está mais ousado esta manhã, Rodson.
Murmurei, os olhos semicerrados encontrando os dele por sobre o ombro, um sorriso trêmulo nos lábios, misturando provocação e rendição. Meu corpo ainda se moldava ao dele, a bunda pressionou de leve contra sua ereção evidente, um calor líquido se acumulando entre minhas coxas, traindo qualquer tentativa de fingir compostura.
Eu respirei fundo, inalando o ar carregado de tensão, o coração martelando com a culpa que se entrelaçam ao desejo voraz. Roman trabalhando... e eu aqui, me oferecendo como uma tola. Mas a pergunta escapou mesmo assim, sussurrada com uma ousadia que me surpreendia, as palavras dançando no limite do abismo:
Eduarda - É porque estamos sozinhos? O que você gostaria de fazer comigo, hein?
Meus dedos traçaram devagar o dorso da mão dele sobre minha barriga, um convite sutil, enquanto eu mordia o lábio inferior, o olhar fixo no dele – faminto por respostas, por mais dele, mesmo que isso significasse afundar mais fundo neste mar de pecado e êxtase proibido. O ar parecia espesso, carregado de promessas não ditas, e eu esperava, o corpo inteiro vibrando em expectativa, dividida entre o anjo que implorava para parar e a mulher que ansiava por se entregar por completo.
Sua voz grave ressoou contra minha orelha, um ronronar profundo que me fez estremecer inteira, enquanto ele apertava o abraço, o corpo maciço me prendendo com uma gentileza predatória.
Rodson - Eu só quero te fazer sentir bem, cunhadinha... como fiz no galpão.
Murmurou ele, as palavras carregadas de memória, evocando aquele dia sujo e febril, o cheiro de madeira úmida e suor misturados, o risco que nos consumirá ali. Meu ventre se contraiu com a lembrança, um jorro de umidade quente inundando minha intimidade, e eu soltei um suspiro trêmulo, as coxas se abrindo instintivamente um pouco mais.
Então, sua mão grande e calejada desceu, lenta e deliberada, deslizando por baixo da bainha da camisola fina. Os dedos roçaram a pele sensível da minha virilha, traçando o contorno da calcinha encharcada, antes de se infiltrar por baixo do tecido. Um gemido baixo escapou da minha garganta quando ele encontrou meu clitóris inchado, massageando-o com toques circulares leves, precisos, como se soubesse exatamente o ritmo que me desmontava. Ondas de prazer agudo irradiaram dali, fazendo minhas pernas fraquejarem, os joelhos dobrando levemente enquanto eu me apoiava nele, o quadril se movendo involuntariamente contra sua palma. Oh, Deus, isso é errado... tão errado, mas tão bom, pensei, a culpa se misturando ao êxtase, lágrimas de conflito ardendo nos cantos dos olhos.
Sem piedade, ele prosseguiu, dois dedos grossos separando minhas dobras úmidas e escorregadias, mergulhando devagar na minha buceta apertada e latejante. Eles entraram com facilidade, graças à excitação traiçoeira que me preparou, preenchendo-me com uma pressão deliciosa que me fez arquear as costas, a cabeça caindo para trás contra seu ombro. Ele os moveu com maestria, curvando-os para roçar aquele ponto sensível no interior, bombeando devagar, ritmados, enquanto o polegar continuava a circundar o clitóris. Meu corpo inteiro convulsionou, um gemido gutural rasgando o silêncio da cozinha, os seios arfando sob a camisola, os mamilos endurecidos roçando o tecido como agulhas de fogo.
Eduarda - Rodson... ahn…
Gemi baixinho, as unhas cravando em seus antebraços, perdida na sensação avassaladora de ser preenchida assim, exposta e vulnerável, o risco de sermos pegos só intensificando o prazer proibido que me levava ao limite. O mundo se resumia àquele toque invasor, àquele homem atrás de mim, e à batalha furiosa dentro do meu peito entre lealdade e luxúria insaciável.
Com um movimento fluido e dominante, Rodson me girou nos braços, minhas costas agora contra a bancada fria da cozinha, o corpo dele me encurralando como uma muralha de calor e desejo. Seus olhos escuros devoravam os meus por um segundo eterno, cheios de uma fome que espelhava a minha, antes de suas mãos grandes subirem pela bainha da camisola, erguendo o tecido leve até a altura dos meus seios, expondo minha pele nua ao ar matinal. O frescor me arrepiou, contrastando com o rubor febril que me consumia, e eu arquei as mãos instintivamente agarrando seus ombros largos para me equilibrar.
Ele se abaixou ligeiramente, a boca quente e ávida capturando um dos meus seios expostos, os lábios se fechando ao redor do mamilo endurecido com uma sucção voraz que me fez ver estrelas. Sua língua rodopiou ali, chupando com uma intensidade ritmada, alternando entre lambidas longas e mordiscadas leves que enviavam choques elétricos direto para o meu núcleo. O outro seio recebia a atenção de sua mão livre, os dedos apertando e beliscando a carne macia, rolando o mamilo entre o polegar e o indicador até eu gemer alto, o som ecoando perigosamente no espaço vazio da casa. Ele sabe exatamente como me quebrar... como me fazer esquecer tudo, pensei em meio ao torvelinho, a culpa se dissolvendo no prazer lancinante, mesmo enquanto uma voz distante gritava por Roman, pela estabilidade que eu jurara preservar.
Ao mesmo tempo, sua outra mão não parou entre minhas pernas, os dois dedos ainda mergulhados na minha buceta encharcada, agora bombeando com mais urgência, curvando-se para massagear aquele ponto profundo que me fazia tremer. O som úmido e obsceno dos movimentos preenchia o ar, misturando-se aos meus gemidos abafados, meu quadril se projetando contra ele em súplica desesperada. Cada chupada em meus peitos reverbera lá embaixo, como se ele estivesse me possuindo em camadas, corpo e alma, o orgasmo se acumulando como uma tempestade inevitável. Eu enterrei os dedos em seus cabelos, puxando-o mais para mim, perdida nessa rendição febril, o coração partido entre o êxtase e o abismo moral que nos engolia.
Senti a respiração dele se tornar mais ofegante contra minha pele, um ritmo irregular e pesado que ecoava no meu peito acelerado, enquanto sua boca devorava meus seios com a mesma ferocidade. Ele está se esforçando tanto... com todo esse peso em cima, deve estar no limite, pensei, uma pontada de compaixão misturada à culpa me atravessando como um raio, mesmo no auge do prazer. Rodson era forte, confiante, mas eu conhecia os sinais – o suor escorrendo pela sua nuca, o peito subindo e descendo com esforço. Não queria que ele se machucasse, não por mim, não agora. Então, me concentrei, mordendo o lábio inferior, contraindo os músculos internos ao redor dos seus dedos que me fodiam com precisão impiedosa, acelerando o ritmo das minhas ancas contra a palma da sua mão. Cada chupada nos meus mamilos endurecidos me levava mais perto, o calor se acumulando em espirais apertadas no ventre, e eu me entreguei por completo, imaginando só o clímax, só o alívio que nos libertaria momentaneamente dessa loucura.
Veio como uma onda avassaladora, meu corpo convulsionando em espasmos violentos, a buceta apertando seus dedos num aperto úmido e pulsante enquanto o orgasmo me rasgava por dentro. Gritei baixinho, as unhas cravadas nos seus ombros, lágrimas de puro êxtase borrando minha visão, o mundo se reduzindo a pulsos de prazer que me deixavam mole e trêmula nos seus braços. Ele não parou de imediato, prolongando as ondas com lambidas suaves e movimentos gentis, me sugando até a última gota de tremor.
Quando o furacão passou, ofegante e ainda zonza, eu me desprendi devagar, ajeitando a camisola sobre os seios sensíveis, o coração martelando com uma mistura de satisfação e remorso que me sufocava. Olhei para ele, os olhos brilhando de desejo saciado, e sorri de leve, a voz rouca e doce:
Eduarda - Cunhado... se senta no sofá, vai. Eu já levo o café da manhã pra você. Deixa que eu cuido de tudo agora.
Minha mão roçou seu peito brevemente, um toque carinhoso e manipulador, enquanto eu me virava para a cafeteira, as pernas ainda fracas, mas determinada a reconquistar o controle dessa dança perigosa. Só mais um pouco... e depois eu paro isso, menti para mim mesma, o aroma do café fresco se misturando ao cheiro do nosso pecado no ar.
Terminei de preparar o café com as mãos que ainda tremiam levemente, o vapor subindo da xícara como um véu sobre meus pensamentos turbulentos. Rápido, mas com cuidado, tostei um pão na frigideira, dourando-o até ficar crocante, e arrumei tudo num prato simples – o cheiro reconfortante de manteiga derretida contrastando com o pulsar residual entre minhas pernas. É só gentileza... só para acalmar as coisas, repeti para mim mesma, ignorando o calor que voltava a se acender no meu ventre ao imaginar o que viria a seguir. Peguei o prato e caminhei até a sala, o coração acelerado como um tambor de guerra.
Rodson já se esparrama no sofá, as pernas abertas de forma desleixada e confiante, o corpo grande ocupando o espaço como se fosse dono do mundo.
Rodson - Obrigado, cunhadinha... você é um anjo.
Murmurou ele com aquela voz grave e satisfeita, os olhos me devorando enquanto eu me aproximava. Coloquei o prato na mesinha baixa à frente dele, mas meu olhar traiu minha intenção, caindo inevitavelmente no volume protuberante da calça dele, esticando o tecido com uma urgência que me fez engolir em seco. O desejo me traiu de novo, uma faísca de poder e luxúria me impulsionando para frente.
Agachei-me devagar à frente dele, entre suas pernas abertas, sentindo o carpete macio sob os joelhos enquanto reunia o cabelo num coque improvisado com as mãos trêmulas.
Eduarda - Deixa comigo, cunhado... vou te dar o melhor café da manhã possível.
Sussurrei, a voz baixa e carregada de promessa, os olhos erguidos para os dele num olhar que misturava submissão e provocação. Meu coração batia descompassado, a mente gritando alertas sobre fidelidade e consequências, mas o corpo... ah, o corpo ansiava pelo gosto proibido.
Com dedos ágeis, mas hesitantes no início, abri o zíper da calça dele, o som metálico ecoando como um veredicto final. Seu pau saltou para fora, grosso e pulsante, as veias marcadas latejando com necessidade, a cabeça já reluzente de pré-gozo. Segurei-o pela base, a pele quente e sedosa preenchendo minha palma, e comecei a masturbá-lo devagar, num ritmo hipnótico de cima para baixo. Cuspi na mão para lubrificar, o saliva escorrendo pelo comprimento dele em fios viscosos, e inclinei-me para frente, a língua traçando círculos lentos e provocantes na cabeça inchada, saboreando o salgado almiscarado que me fazia gemer baixinho. Cada lambida era uma rendição, um conflito interno se dissolvendo no prazer de vê-lo se contorcer, os quadris dele se erguendo levemente para me encontrar. Isso é loucura... mas é tão vivo, tão real, pensei, perdida no ritmo, o mundo se resumindo àquele pau na minha boca e ao gemido rouco que escapava dos lábios dele.
Continuei o ritual devagar, a boca envolvendo-o por completo agora, sugando com uma fome que me consumia por dentro. A língua dançava ao redor da glande, pressionando a parte inferior sensível enquanto minha mão bombeava a base em sincronia perfeita, o cuspe misturando-se ao seu pré-gozo e escorrendo pelo meu queixo. Ele gemia baixo, os dedos grossos se enfiando no meu cabelo amarrado, guiando-me sem forçar, mas com aquela posse natural que me arrepiava toda. Por que isso me excita tanto? É errado, é traição... pensei, o conflito me apertando o peito enquanto eu acelerava, engolindo-o mais fundo, o cheiro dele me inebriando como um vício. Ele esticou o braço preguiçosamente para pegar o prato, mordendo o pão tostado entre gemidos abafados, o café fumegante descendo pela garganta dele enquanto eu o chupava sem pressa, prolongando o tormento delicioso. Cada gole que ele dava era pontuado por um tremor no pau na minha boca, e eu sentia ele inchar ainda mais, as bolas apertando contra minha palma que as massageava com delicadeza suja.
Ele comeu tudo assim, devagar, saboreando o café e a mim ao mesmo tempo, o prato vazio e a xícara seca antes que ele finalmente se rendesse. Seus quadris buscaram uma vez, duas, e então veio o jorro quente, espesso, enchendo minha boca em pulsos ritmados que engoli com avidez, lambendo cada gota para não desperdiçar. O gosto salgado e amargo me invadiu, um elixir proibido que me deixou tonta de desejo e culpa.
Rodson soltou um suspiro rouco, recostando-se no sofá com um sorriso saciado e predatório, os olhos semicerrados fixos nos meus enquanto eu me afastava devagar, limpando os lábios com o dorso da mão.
Rodson - Porra, cunhadinha... que boca gulosa e safada você tem. Chupou meu pau como uma puta faminta, engolindo cada gota do meu leite quente. O melhor café da manhã da minha vida, sua vadia deliciosa.
Rosnou ele, a voz grave e suja ecoando na sala vazia, as palavras me atingindo como chicotadas quentes – humilhantes, mas inflamando o fogo baixo no meu ventre. Meu rosto corou, o corpo ainda ajoelhado tremendo de excitação residual, dividida entre a vergonha ardente e o orgulho secreto de tê-lo deixado assim, destruído de prazer. Ele me vê como isso... e eu deixo? Perguntei-me em silêncio, o coração disparado enquanto esperava o que viria depois.
As palavras dele ainda pairavam no ar, pesadas e viscosas como o sêmen que eu havia engolido momentos antes, me deixando com a boca seca e o corpo em brasas. Ajoelhada ali, entre as pernas dele, levantei o olhar devagar, os olhos marejados de uma mistura de submissão e ousadia que eu mal reconheci em mim mesma. Meu peito subia e descia rápido, os seios pressionando contra o tecido fino da blusa, e algo dentro de mim se quebrou – ou se libertou. Chega de fingir. Eu quero isso. Quero ser vista assim, usada assim, pensei, o conflito se dissolvendo em uma urgência crua, o desejo falando mais alto que a culpa por Roman.
Levantei-me devagar, as coxas trêmulas, e me inclinei sobre ele, as mãos apoiadas nos braços do sofá, meu rosto a centímetros do dele, o cheiro do café misturado ao nosso suor nos envolvendo.
Eduarda - Sabe, Rodson... você tem razão.
Murmurei, a voz rouca e baixa, carregada de uma confissão que me queimava a garganta.
Eduarda - Eu sou uma vadia completa, sim. Uma puta que adora chupar pau como se fosse o ar que respira, engolir porra quente e se sentir suja de tesão. Eu adoraria que Roman me tratasse assim, Cunhado... me chamasse de vadia, me fizesse engolir ele todo, me usasse sem piedade. Mas ele me vê como uma mulher delicada, frágil, algo intocado que precisa ser protegido. Ele me beija na testa, me faz amorinho no escuro... nunca me trata como a cadela que eu sou por dentro.
Ele riu baixo, um som gutural e satisfeito, os olhos escuros faiscando com malícia enquanto uma mão subia para apertar minha bunda por cima da saia, possessiva, me puxando mais perto. Seu pau, ainda semi-duro, roçava na minha perna, e eu senti um arrepio subir pela espinha.
Rodson - Ah, Dudinha... você não faz ideia.
Disse ele, a voz baixa como um segredo perigoso, inclinando-se para roçar os lábios na minha orelha, o hálito quente me arrepiando.
Rodson - Roman tem um passado sombrio que você nem imagina. Coisas que ele fez... e ainda é capaz de fazer hoje. Nem eu, o irmão dele, imagino tudo. Ele enterrou isso fundo, mas tá lá, esperando pra explodir. Garotas que sumiram de festas, dívidas pagas com sangue, noites que ele volta com as mãos sujas de algo que não é só suor. Ele é um lobo em pele de cordeiro, cunhadinha. Mais pervertido do que você sonha.
Meu coração parou por um instante, o choque me congelando no lugar, uma onda de frio misturada ao calor que pulsava entre minhas pernas. Roman? Meu Roman elegante, o influenciador perfeito? Não... mas e se for verdade? A imagem dele se distorcia na minha mente, o noivo protetor se transformando em algo selvagem, perigoso – excitante. Rodson percebeu minha hesitação e apertou mais, os dedos cravando na carne macia da minha nádega, me trazendo de volta.
Rodson - Você só precisa convencê-lo, Amor. Mostrar essa vadia que você é. Ele é mais pervertido do que imagina... só precisa de um empurrãozinho.
Fiquei ali, ofegante, o corpo colado ao dele, o ar carregado de promessas sujas e segredos que mudariam tudo. O desejo me consumia, mas agora com um fio de medo delicioso – e uma fome por descobrir o monstro que Roman escondia.
Meu corpo ainda tremia contra o dele, a revelação de Rodson ecoando como um trovão distante, despertando uma curiosidade faminta que rivalizava com o tesão latejante entre minhas coxas. Seus dedos cravados na minha bunda me ancoravam àquele momento, mas minha mente girava em redemoinhos – mais, eu preciso saber mais. Inclinei-me ainda mais, os lábios roçando os dele num sussurro urgente, o cheiro almiscarado de sexo nos unindo como um laço invisível.
Eduarda - Conta mais, Cunhado... por favor.
Implorei, a voz trêmula de excitação e pavor misturados, minhas unhas traçando linhas leves no peito largo dele, sentindo os batimentos acelerados sob a pele.
Eduarda - O que ele fez de verdade? Eu preciso saber... pra entender como convencê-lo.
Rodson hesitou por um segundo, os olhos semicerrados avaliando-me como se eu fosse uma peça frágil prestes a se quebrar, mas então um sorriso torto se abriu em seu rosto, e ele cedeu, a voz baixa e conspiratória, como se as paredes pudessem ouvir.
Rodson - Tá bom, Dudinha... mas isso fica entre nós. Na adolescência por volta de seus 18 anos, Roman era um degenerado completo. Viciado em drogas pesadas – cocaína, ecstasy, o que caísse na mão. Gastava tudo em putas baratas, fodia em motéis imundos, orgias que duravam dias. E incesto... ah, ele mergulhou fundo nisso com umas primas distantes e até gente mais próxima, festas familiares que viravam surubas proibidas. Envolveu-se com o crime organizado ainda moleque, traficando, cobrando dívidas com porrada, até matou um cara numa briga de bar para proteger um carregamento. Foi isso que o moldou.
Ele pausou, apertando minha coxa com mais força, o pau endurecendo de novo contra mim enquanto continuava, o tom carregado de uma reverência sombria.
Rodson - Só chegou ao topo como influenciador por causa deles. O crime lavou o dinheiro, pagou os contatos, construiu a imagem perfeita. Mas pra não manchar tudo, ele precisa manter a postura impecável – o cara elegante, o noivo perfeito. Se escorregar, eles cobram. Com juros. Sangue, Dudinha. Ele ainda deve favores que o comem por dentro.
O choque me atingiu como um soco no estômago, gelando meu sangue enquanto imagens grotescas invadiam minha mente: Roman jovem, olhos vidrados de pó, metendo em corpos suados e anônimos punhos sujos de sangue, sussurros mafiosos nos bastidores das lives polidas. Meu noivo, o homem que me acordava com beijos suaves e planejava nosso futuro perfeito... um monstro? Meu coração martelava descompassado, as mãos frias apesar do calor que nos envolvia, uma náusea subindo pela garganta misturada a um tesão traiçoeiro, proibido – ele é capaz de me quebrar... e eu quero isso. Recuei um pouco, os olhos arregalados fixos nos dele, o corpo rígido de incredulidade.
Eduarda - Meu Deus, Rodson... isso é... eu não... ele nunca…
Ele me puxou de volta com gentileza bruta, uma mão no meu queixo, forçando-me a encará-lo, o olhar penetrante e protetor.
Rodson - Calma, cunhadinha. Não comenta nada com ele, hein? Nem uma palavra. Só tenta demonstrar que você pode ser mais do que a noiva perfeita. Mostra a vadia que ele sabe que existe lá no fundo. Seduz o demônio dele. Você vai ver... ele vai te foder como merece.
Fiquei ali, paralisada em seus braços, o mundo girando em torno daquela verdade sombria, o desejo agora entrelaçado com um medo viciante que me fazia pulsar inteira. E se eu for o empurrão que ele precisa? E se isso nos destruir... ou nos salvar? O ar entre nós vibrava de possibilidades perigosas.
As palavras de Rodson ainda pairavam no ar como fumaça tóxica, envenenando e inflamando cada canto da minha alma, mas em vez de repulsa, uma excitação selvagem, incontrolável, irrompeu em mim – um fogo líquido se espalhando das entranhas para os mamilos endurecidos e o clitóris latejante, como se desvendar o abismo de Roman tivesse despertado a vadia adormecida no meu ventre. Meu corpo traidor reagia à traição da imagem perfeita dele, transformando choque em desejo voraz, um anseio por ser possuída como aquelas putas anônimas do passado que ele fodia sem misericórdia. Ele é um monstro... e eu quero ser devorada por ele, através de ti, Cunhado. Meu sexo pulsava incontrolável, encharcando a calcinha fina, os quadris se contorcendo involuntariamente contra o peito dele.
Rodson percebeu na hora, o pau inchando de novo sob mim, grosso e quente como uma ameaça viva, roçando minha bunda enquanto ele murmurava rouco, os dentes roçando minha orelha:
Rodson - Tá vendo como você gostou, Dudinha? Meu pau tá duro pra caralho de novo... quer continuar? Me diz que sim, que eu te fodo até esquecer esse segredo.
Olhei para baixo, hipnotizada pelo volume imenso que estava a cueca dele, veias pulsantes marcando a carne faminta, e um gemido escapou dos meus lábios entreabertos.
Eduarda - Sim... ah, Cunhado, continua.
Respondi, a voz entrecortada de tesão cru, as coxas se abrindo instintivamente.
Eduarda - Isso acendeu um fogo inexplicável em mim... um fogo que precisa ser apagado agora. Me usa, por favor... me faz gozar pensando nele assim.
Com um grunhido satisfeito, Rodson me ergueu no colo sem esforço, virando-me de costas para ele, minhas pernas se abrindo sobre as dele como uma oferta obscena. Suas mãos grandes me seguraram pelas coxas, abrindo-me mais, e então senti – o calor latejante do pau dele escapando da cueca, roçando devagar na minha calcinha encharcada, o tecido fino se moldando ao contorno grosso da glande, espalhando minha umidade em trilhas viscosas. Cada roçada era uma faísca, o atrito lento e torturante pressionando meu clitóris inchado, me fazendo arquear as costas contra seu peito peludo, os seios balançando livres no ar fresco. Deus, é tão errado... tão perfeito... Gemi alto, as unhas cravando nos braços dele, o mundo se reduzindo àquela fricção hipnótica, o cheiro de sexo e suor nos envolvendo como um véu proibido, meu corpo implorando por mais enquanto o fogo se avolumava, prestes a consumir tudo.
O tesão me consumia como lava, um vazio ardente no centro do meu ser que implorava por preenchimento, cada roçada lenta do pau grosso de Rodson na minha calcinha úmida me levando ao limite – o tecido colado ao meu sexo traidor, escorregadio de mel, roçando o clitóris latejante a ponto de me fazer tremer inteira, os músculos internos se contraindo em espasmos vazios, famintos. Não aguento mais... preciso dele dentro de mim, estocando, fodendo, apagando esse incêndio que Roman acendeu sem saber. Meu corpo se rebelava contra qualquer resquício de pudor, os quadris se movendo sozinhos para trás, pressionando mais contra aquela haste pulsante, sentindo a glande inchada empurrar o pano fino como se quisesse rasgá-lo.
Eduarda - Cunhado... ah, por favor.
Gemi, a voz rouca e desesperada, virando o rosto para lamber o suor do pescoço dele, o gosto salgado me enlouquecendo mais. Minhas mãos trêmulas desceram entre as pernas, os dedos puxando a calcinha de lado com urgência febril, expondo minha buceta depilada e inchada, os lábios rosados abertos e reluzentes de excitação, o ar fresco beijando a carne exposta e me fazendo contrair de prazer.
Eduarda - Enfia na minha buceta agora... me fode fundo, não aguento mais esse tesão! Me arromba, Cunhado, faz eu gozar gritando!
Rodson rosnou baixo, os olhos escurecendo de luxúria pura enquanto via minha oferta nua, o pau dele latejando contra minha entrada escorregadia, a ponta grossa roçando os lábios abertos, untando-se no meu mel quente. Suas mãos apertaram minhas coxas com força possessiva, abrindo-me mais no colo dele, e então, com um impulso lento e torturante, ele empurrou a glande para dentro – centímetro por centímetro esticando minhas paredes sedosas, o atrito delicioso me preenchendo até o útero, um gemido gutural escapando da minha garganta enquanto eu me embalava nele, o corpo se arqueando em êxtase puro, lágrimas de prazer queimando nos olhos. É isso... finalmente... tão cheia, tão errada, tão viva. O ritmo começou devagar, cada estocada profunda me fazendo quicar no colo dele, os seios balançando selvagemente, o som molhado da penetração ecoando como uma sinfonia profana no quarto abafado.
Enquanto eu quicava ritmadamente no pau grosso de Rodson, os quadris girando em círculos lascivos para sugar cada centímetro dele dentro de mim, sentindo as veias pulsantes roçarem minhas paredes internas como fogo líquido, um prazer tão intenso que me fazia ofegar e cravar as unhas nos ombros dele, ele de repente agarrou meus quadris com mais força, desacelerando o ritmo para um vaivém profundo e controlado. Seus olhos, aqueles olhos afiados que pareciam ler todos os meus segredos sujos, fixaram-se nos meus, um sorriso torto se abrindo em seus lábios carnudos enquanto ele começava a falar, a voz grave e rouca ecoando entre meus gemidos abafados.
Rodson - Cunhadinha... você sabe que Roman e eu temos mães diferentes, né?
Murmurou ele, empurrando para cima com precisão, acertando aquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas, o pau inteiro mergulhado até as bolas peludas batendo na minha bunda suada. Eu assenti freneticamente, mordendo o lábio inferior para conter um grito, o corpo inteiro tremendo no colo dele, a buceta apertando em espasmos involuntários ao redor da grossura invasora. O que ele tá dizendo agora? Não para, por favor... me fode enquanto fala, isso só me deixa mais molhada.
Ele continuou, a respiração pesada contra meu pescoço, lambendo o suor salgado da minha clavícula enquanto me mantinha empalada, os movimentos agora lentos e torturantes, prolongando o prazer como uma punição deliciosa.
Rodson - Em uma férias em família na praia, anos atrás. Ninguém tava olhando... Roman e eu pegamos a minha mãe – a Tia Rose, que você adora tanto – e demos uma penetração dupla pra ela. Foi a primeira vez que eu cometi incesto de verdade, Dudinha. Pau na buceta e no cu, ao mesmo tempo, ela gemendo como uma puta no cio entre nós dois. E por incrível que pareça... foi ela mesma que me incentivou. Me puxou pro quarto, sussurrando no meu ouvido que eu era homem o suficiente pra foder a própria mãe, que meu pau era maior que o do pai... e aí chamou o Roman pra completar.
Cada palavra dele era como um choque elétrico no meu clitóris, a imagem suja se formando na minha mente – Tia Rose, aquela mulher elegante e reservada que eu sempre vi como um exemplo de decência familiar, se entregando aos filhos em uma orgia proibida, os corpos entrelaçados na areia ou no quarto de hotel, gemidos ecoando no escuro. Meu tesão explodiu em camadas novas, uma onda de ciúme misturado à excitação voyeurista me fazendo quicar mais forte, a buceta escorrendo mel quente pelo pau dele, lubrificando cada estocada profunda. Meu Deus, incesto... dupla penetração com a mãe deles? Como ela incentivou? E Roman... ele fez isso? O conflito me rasgava por dentro – lealdade ao meu noivo se dissolvendo no prazer pecaminoso, o corpo traindo qualquer moral enquanto eu gemia alto, os seios roçando o peito peludo de Rodson.
Eduarda - Conta mais, Cunhado... ah, fode mais fundo enquanto fala!
Implorei, a voz entrecortada por gemidos, acelerando o ritmo sozinha, sentindo o orgasmo se aproximando como uma tempestade, o pau dele inchando ainda mais dentro de mim com a confissão suja.
Rodson grunhiu baixo, as mãos grandes apertando minhas nádegas carnudas enquanto eu cavalgava com fúria renovada, o pau dele latejando dentro de mim como uma fera domada, esticando minhas dobrinhas internas a cada descida faminta. O suor escorria pelo meu vale entre os seios, pingando no peito dele, e o cheiro almiscarado do nosso sexo preenchia o ar, misturado ao som molhado das minhas coxas batendo nas dele. Seus olhos brilhavam com um misto de orgulho sombrio e tesão cru enquanto ele prosseguia a história, a voz rouca ganhando um tom conspiratório, empurrando os quadris para cima em estocadas precisas que me faziam arquear as costas e soltar gemidos agudos, o prazer se entrelaçando à obscenidade das palavras como veneno doce.
Rodson - Depois daquele dia com a minha mãe, Cunhadinha... Roman e eu viramos uma dupla inseparável pra foder qualquer vadia que aparecesse com tesão.
Continuou ele, lambendo o lóbulo da minha orelha, os dentes roçando de leve enquanto uma das mãos subia para beliscar meu mamilo endurecido, torcendo com delicadeza sádica.
Rodson - Desconhecidas na balada, primas nas festas de família, sobrinhas... tudo. A gente dividia elas como prêmios, pau na boca de uma enquanto a outra chupava as bolas, ou dupla penetração até elas implorarem misericórdia. Roman adorava o controle, marcando território com porra em cada buraco.
Meu corpo reagiu antes da mente, a buceta se contraindo em espasmos vorazes ao redor do pau grosso dele, uma torrente de umidade escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu imaginava as cenas – Roman e Rodson, irmãos de sangue e pecado, possuindo mulheres em rituais de luxúria sem limites, os gemidos ecoando em quartos escuros ou motéis baratos. Sobrinhas? Primas? Meu noivo... ele era assim? E eu aqui, quicando no pau do irmão dele como uma vadia no cio. O conflito me devorava por dentro, uma pontada de traição misturada a um desejo inconfessável, me fazendo foder com mais urgência, os quadris girando em círculos para esfregar o clitóris inchado contra a base peluda dele, perseguindo o abismo do orgasmo.
Ele acelerou o ritmo, socando para cima com força bruta agora, as bolas batendo ritmadas na minha bunda enquanto finalizava, a respiração entrecortada contra meu pescoço suado.
Rodson - Até que Roman se envolveu ainda mais com o crime, Dudinha. Mulheres, festas com coca e orgias pagas... aquilo virou perigoso. Eu decidi me afastar porque aquela vida não era mais pra mim, mesmo tendo sido eu quem apresentou ele pros contatos certos, pros chefões que abriam as portas. Fiquei com o imobiliário, mas ele... ele mergulhou de cabeça.
As palavras pairam no ar como uma confissão libertadora, acendendo faíscas no meu ventre – orgulho por Rodson ter se salvado, curiosidade mórbida pelo submundo de Roman, e um tesão avassalador que me empurrou para o limite. Ele me apresentou pro crime? Meu Roman... tão elegante por fora, mas isso por baixo? Gritei baixo, o orgasmo me rasgando em ondas convulsivas, a buceta ordenhando o pau dele em jatos quentes, enquanto eu desabava sobre seu peito, tremendo, o coração martelando com segredos que mudavam tudo.
Eduarda - Mais... me conta tudo, Rodson... não para de me foder!
Supliquei, ofegante, já me erguendo para outra quicada, viciada na história tanto quanto no prazer.
Rodson se contorceu de leve sob mim, o corpo maciço de obesidade confiante tremendo com um grunhido gutural que reverberou pelo meu peito pressionado ao dele, as mãos grandes cravando unhas na carne macia das minhas nádegas, abrindo-as como se quisesse me devorar inteira. Seus olhos, escuros e flamejantes, fixaram-se nos meus por um instante eterno, cheios de um segredo malicioso que me fez apertar a buceta ao redor do pau latejante, sentindo cada veia pulsar contra minhas paredes úmidas e sensíveis.
Rodson - Agora você vai ter que descobrir sozinha, Cunhadinha…
Murmurou ele, a voz rouca e entrecortada, como um adeus provocante à confissão, os quadris dando uma última estocada profunda, possessiva, que me fez arquear as costas e morder o lábio para conter o gemido que subia pela garganta.
Então veio o clímax dele, brutal e avassalador: o pau inchou dentro de mim, pulsando em espasmos violentos enquanto jatos quentes de porra jorravam, enchendo minha buceta até transbordar, o sêmen escorrendo viscoso pelas minhas coxas em riachos mornos, misturando-se ao meu próprio mel de prazer. Eu sentia tudo – o calor inundando meu ventre, a pressão deliciosa que me esticava por dentro, o cheiro almiscarado de gozo preenchendo o ar como uma marca indelével. Meu Deus, tanta porra... enchendo-me como se eu fosse dele, só dele agora. Descobrir sozinha? Isso só me deixa mais faminta por respostas... por ele. O orgasmo me pegou de surpresa novamente, uma onda secundária me rasgando em tremores incontroláveis, a buceta leiteando cada gota dele enquanto eu desabava sobre seu peito suado, ofegante, o coração galopando com uma mistura de êxtase culpado e curiosidade voraz.
Ele riu baixo, ainda semi-duro dentro de mim, as mãos alisando minhas costas em carícias preguiçosas, o peito subindo e descendo em ritmo sincronizado ao meu. O quarto parecia pulsar ao nosso redor, o ar denso de sexo e segredos não ditos, e eu soube, no fundo da alma conflituosa, que aquilo era só o começo da minha caçada particular por verdades proibidas.
Rodson respirava ofegante sob mim, o peito largo e suado arfando como um motor exausto após a corrida, as mãos ainda possessivas traçando círculos lentos nas minhas curvas, demorando-se na curva dos quadris onde nosso gozo se misturava em uma umidade pegajosa e pecaminosa. Seus olhos, semicerrados de satisfação, encontraram os meus, brilhando com aquela confiança afiada de quem sabe que conquistou território proibido.
Rodson - Foi ótimo foder essa buceta gostosa, Cunhadinha…
Murmurou ele, a voz grave e rouca ecoando no quarto abafado, cada palavra como uma carícia suja que me fez contrair involuntariamente ao redor do pau que ainda me preenchia, semi-mole mas insistente. Ótimo? Foi devastador... meu corpo inteiro treme com o eco dele dentro de mim, essa porra escorrendo como prova de que eu me entreguei.
Ele deu um tapa leve na minha bunda, um gesto brincalhão mas autoritário, e continuou, o tom prático cortando o ar denso de sexo:
Rodson - Mas em pouco tempo o Mauro chega em casa. Melhor você ir tomar um banho, vestir algo decente antes que ele veja a tia toda melíflua e fodida assim.
Eu me levantei devagar, as pernas trêmulas traindo o furacão que ainda rugia no meu ventre, sentindo o sêmen dele escorrer pela parte interna das coxas a cada passo hesitante em direção ao banheiro. O espelho do corredor me devolveu uma imagem de desordem sensual: cabelos desgrenhados, lábios inchados, pele marcada por beijos e unhas, o vestido amarrotado pendurado na cadeira como testemunha muda. Decente? Como se eu pudesse lavar isso de mim tão fácil... o cheiro dele gruda na minha pele, no meu pensamento.
Enquanto eu cruzava a porta, sua voz me alcançou uma última vez, baixa e promissora, como um gancho cravado no meu desejo conflituoso:
Rodson - Em outra oportunidade, eu quero continuar essa brincadeira com você, Dudinha. Tem mais onde isso parou…
O som da água caindo no chuveiro me envolveu momentos depois, quente e castigadora, mas nem as gotas escaldantes conseguiam apagar o formigamento profundo, a ânsia por outra oportunidade que já brotava no meu peito, dividida entre o noivado estável com Roman e esse abismo de prazer proibido com o cunhado. Continuar? Meu corpo implora sim, mas minha alma grita não... ou será o contrário?
Eu saí do banheiro enrolada na toalha felpuda, o vapor ainda grudando na pele úmida, mas o fogo interior longe de se apagar. O quarto, agora meu refúgio, parecia um casulo de segredos: a cama bagunçada com lençóis amassados cheirando a sexo e suor, a luz da tarde filtrando pelas cortinas semi-cerradas como um véu cúmplice. Vesti uma saia solta e blusa leve, algo discreto para disfarçar as marcas na alma, mas enquanto me arrumava diante do espelho, os pensamentos já fervilhavam, um turbilhão de culpa, desejo e fantasias traiçoeiras que me faziam corar sozinha.
Passei o dia todo ali, fingindo ler um livro ou mexer no celular, mas na verdade, minha mente era um redemoinho obsessivo: Como eu falo com Roman sobre isso tudo? Caminhei de um lado para o outro, mordendo o lábio, imaginando a cena – eu de joelhos no tapete da sala dele, olhos marejados de emoção, confessando tudo em sussurros entre beijos. Ele é controlador, mas e se isso o excitasse? E se eu pudesse ter um Roman escondido na vida... Um Roman secreto, assistindo pelas sombras, manipulando os fios do meu desejo como ele faz com seus negócios. O pensamento me arrepiava, uma umidade sutil voltando a pulsar entre as pernas só de visualizar: Roman elegante, de terno impecável, os olhos frios flamejando de ciúme possessivo enquanto eu me entregava a outro, e ele... aprovando, ditando as regras.
Será que ele gosta de compartilhar também? A ideia se enraizou, crescendo como erva daninha no jardim da minha moralidade. Eu me joguei na cama, as mãos tremendo ao traçar o contorno dos seios por cima da blusa, sentindo os mamilos endurecerem com a fantasia. Aposto que ele adoraria a minha família... tia Laura, com sua postura elegante e presença dominante, aqueles olhos observadores despindo qualquer um, Jenn, a irmãzinha fogosa, curvilínea e ousada, sempre pronta para uma aventura. Meu coração acelerou, o ventre contraído em espasmos de desejo imaginado: Seria incrível ver meu marido fodendo minha irmãzinha e tia. Roman no comando, enfiando o pau grosso na boceta gulosa da Jenn enquanto tia Laura chupa minhas tetas, lambendo o sêmen dele de mim como uma iniciada em rituais proibidos. Ele rindo baixo, me chamando de Amor enquanto me obriga a assistir, a participar, tecendo uma teia de prazer familiar onde eu sou o centro, a ponte entre estabilidade e caos.
O sol se pôs devagar, tingindo o quarto de laranja pecaminoso, e eu me contorcia na cama, as coxas se esfregando involuntariamente, o cheiro residual de Rodson ainda me assombrando. Dizer tudo a ele? Ou guardar como um trunfo para seduzi-lo a esse mundo novo? Meu corpo clama por mais, mas o risco... ah, o risco me consome viva. O dia se arrastou assim, um limbo de pensamentos lascivos e dilemas morais, até o som de passos no corredor me arrancar do devaneio, o coração disparado ante a possibilidade de mais segredos se desdobrarem.
