Às vezes os prazeres mais intensos são aqueles que a gente jura de pés juntos que nunca vai provar – e aí cai de quatro, gemendo e pedindo bis. Meu nome é Simone, 37 anos. Professora modelo, a santa da sala de aula: saia certinha, sorriso impecável, respeitadíssima por família, amigos e vizinhança. Casadíssima com Gustavo, o marido perfeito no papel: fiel, dedicado, ótimo pai, provedor impecável. Dois filhos lindos, casa organizada, vida de comercial de margarina. Eu era a rainha da decência, a intocável.
Gustavo é meu desde os 17, quando eu era virgenzinha e cheia de moral. Casei pura, entreguei tudo só a ele. Na cama ele era… suficiente: carinhoso, previsível, me fazia gozar direitinho, sem loucuras. Eu repetia pra mim mesma toda noite: “Que sorte a minha”. Como se sorte fosse sinônimo de conformismo.
Mas olha a ironia safada do destino: a mulher que vivia de pose de santa, que jurava que sua buceta era exclusiva do marido, descobriu que o tesão de verdade não avisa nem pede licença. Quando bate, entra arrombando tudo. E eu – a tal “mulher de respeito” – abri as pernas, abri a boca e implorei por mais. Porque toda santa guarda uma puta faminta lá dentro. E a minha? Estava morrendo de fome.
Tudo começou na escola em que trabalho, Luciano, o diretor. Casado, pai de família, mas com o pau sempre duro pra mim. Toda vez que passava perto, soltava uma cantada suja e barata, do tipo que faz qualquer mulher decente corar – ou melar, dependendo do dia. Eu resistia, repetia que era casada, pedia pra parar com aquilo, mas o safado ignorava, sorria torto e continuava cutucando. Nunca contei pro meu esposo. Ele é ciumento pra caralho, possessivo, ia surtar só de imaginar. Melhor guardar segredo.
Mas foi numa feira de ciências que eu perdi o controle de vez.
A feira já estava quase no fim, o ginásio esvaziando aos poucos. Os últimos pais e alunos saíam, e eu fiquei na sala dos professores arrumando os projetos finais, sozinha com os cartazes e as caixas. Luciano apareceu na porta, trancou devagar e virou a chave duas vezes. Sorriu daquele jeito safado.
– Demorou pra ir embora, hein, professora? – ele disse, se aproximando.
– Luciano, por favor… vai embora. Eu tenho que terminar aqui e voltar pra casa.
Ele ignorou, chegou perto e me encostou na mesa, as mãos já na minha cintura.
– Calma, Simone. Ninguém mais tá aqui. Só você e eu. Eu sei que você sente vontade… dá pra ver nos seus olhos toda vez que eu passo perto.
Tentei empurrar o peito dele.
– Não sinto nada. Eu sou casada, você é casado. Para com isso agora.
Ele riu baixo, apertou minha bunda por cima da saia.
– Casada, casada… mas essa bucetinha aí tá pedindo rola faz tempo, né? Aposto que o Gustavo te come direitinho, mas não te deixa louca como eu deixaria.
– Você não sabe de nada… me solta.
Mas ele já abriu o zíper da calça social com calma, como quem sabe que a presa não vai fugir. Puxou o pau pra fora devagar, e puta merda… era grande, grosso, a cabeça inchada brilhando. Bonito pra caralho, do tipo que faz a buceta piscar antes mesmo de encostar. Fiquei excitada na hora, o corpo todo traindo a pose de santa: pernas moles, respiração curta, buceta melando a calcinha sem eu mandar.
Ele segurou minha nuca com uma mão firme, dedos enroscados no cabelo, e me puxou devagar pra baixo, sem pressa, como se soubesse que eu já era dele.
– Abre essa boquinha linda, Simone… chupa o pau do diretor. Vai, engole gostoso que eu te recompenso depois.
Eu hesitei, olhando pra porta trancada, pro anel no dedo. Mas o tesão já tinha subido. Ajoelhei devagar, segurei a base grossa e passei a língua na cabeça.
– Isso… assim, devagarinho no começo… lambe tudo, professora safada. Olha como meu pau tá babando por você, caralho…
Envolvi a cabeça com os lábios, chupei devagar, sentindo o gosto salgado. Ele gemeu alto, segurou meu cabelo com força.
– Caralho, que boca gostosa… engole mais fundo, vai. Engole até a garganta. Gustavo deve te deixar chupar mansinho, né? Mas eu quero ver você engasgar no meu pau.
Eu obedeci, engoli mais, sentindo ele bater no fundo da garganta. Lágrimas nos olhos, mas continuei, rebolando a língua na rola grossa dele.
– Isso, engole tudo… que chupadora boa. Se você se comportar direitinho, Simone, isso fica só entre nós dois. Nem uma palavra pro Gustavo, nem pra minha esposa. Promete pra mim?
Assenti com a boca cheia, gemendo baixinho.
– Boa menina… muito boazinha. Se você for minha putinha obediente, eu te dou pica todo dia. Todo santo dia, Simone. No intervalo eu te chamo na sala vazia, te sento na mesa e meto fundo. No carro depois da aula, no banheiro da diretoria… onde eu quiser. Vou te foder melhor que o seu maridinho faz, você vai gozar gostoso todos os dias.
Ele me levantou de repente, me sentou na borda da mesa, abriu minhas pernas com as coxas dele e puxou a calcinha pro lado. Enfiou dois dedos primeiro, mexendo rápido.
– Olha só como tá molhada… encharcada, caralho. Você queria isso desde a primeira cantada, né? Admite.
– Não… eu não queria… – menti, mas minha buceta apertava os dedos dele.
– Mente não, sua vadia. Olha como tá escorrendo. Gustavo nunca te deixa assim, né? Ele é bonzinho demais… mas eu te arrombo gostoso, te faço tremer.
Tirou os dedos, posicionou a cabeça grossa na entrada e empurrou devagar, centímetro por centímetro.
– Ai… devagar… – gemi.
– Devagar nada. Abre essa buceta pra mim. Toma tudo… toma o pau do macho que vai te comer direito.
Entrou inteiro de uma vez, batendo no fundo. Gritei baixo, agarrei os ombros dele.
– Isso… sente como é grosso? Sente como enche você toda? Rebola, vai… rebola no pau do diretor.
Comecei a rebolar devagar, sentindo ele pulsar lá dentro. Ele socava forte, ritmado, segurando minha cintura com as duas mãos.
– Caralho, Simone… que buceta apertada e gulosa. Engole meu pau inteiro… vai, aperta mais. Gustavo nunca te fez gozar assim, né? Aposto que ele goza rápido e dorme. Mas eu te faço gozar quantas vezes eu quiser.
Eu gozei forte, tremendo toda, as unhas cravadas nas costas dele, a buceta contraindo em volta do pau grosso.
– Isso… goza no meu pau, sua putinha casada. Goza pensando que é errado… mas você ama.
Ele continuou metendo, mais rápido, mais fundo. Depois tirou de repente, segurou a base e gozou na minha barriga, jatos quentes e grossos escorrendo pela pele, pingando na saia.
– Toma meu leitinho… toma tudo, professora vadia. Olha como fica linda melada de porra.
Me limpou com uns papéis da mesa, ajeitou minha roupa com cuidado. Antes de abrir a porta, segurou meu rosto e me olhou nos olhos.
– Lembra do que eu falei. Nem pro Gustavo, nem pra minha mulher. Se você quiser mais – e eu sei que vai querer, porque amanhã sua buceta vai latejar pensando nisso –, é só me olhar no corredor e morder o lábio. Eu te pego na sala 12 depois do recreio. Vou te fazer gozar de novo, mais forte, mais vezes. Vou te ensinar o que é ser fodida de verdade.
Saí dali com as pernas bambas, a buceta inchada e latejando, a porra quente dele escorrendo devagar pelas coxas internas, melando tudo. Ajeitei a saia como dava, subi no carro tremendo e dirigi pra casa. Cheguei, beijei Gustavo na cozinha com um sorriso forçado, como se nada tivesse acontecido, enquanto sentia o leitinho dele ainda molhado na calcinha. No banho, a água quente caindo, enfiei três dedos na buceta melada, rebolando devagar contra a parede, pensando na promessa safada dele: pica todo dia, mais grosso, mais forte, mais sem dó. Gozei forte só de lembrar.
Mas no jantar a consciência pesou como chumbo. Gustavo ali, servindo a comida, sorrindo pra mim, contando do dia das crianças… ele era o melhor marido que uma mulher podia pedir. Era errado, era nojento, era traição pura. Prometi pra mim mesma: enterra isso tudo, Simone. Nunca mais. Acabou.
Mas no dia seguinte, lá estava eu de novo. Depois do recreio, sala 12 vazia, porta trancada. De quatro em cima da cadeira do professor, saia arriada, calcinha no tornozelo, levando rola dele por trás. Ele socava fundo, ritmado, batendo no fundo da buceta como se quisesse me marcar. Era mais gostoso, mais forte, me fazia sentir mais mulher, mais puta, mais satisfeita do que em vinte anos com Gustavo. Gozei duas vezes seguidas, apertando ele lá dentro, gemendo baixo pra não ecoar no corredor.
Me viciei rápido. Traí meu marido várias vezes, quase seis meses seguidos. Levei pica do diretor em quase todas as salas da escola: na biblioteca depois do expediente, na sala de artes, até na diretoria dele, debruçada na mesa onde ele assinava os boletins. Eu esperava todo mundo ir embora, trancava a porta e dava gostoso pra ele. Chegava em casa atrasada, inventava desculpa esfarrapada pro Gustavo – reunião, plantão, projeto atrasado – e ele acreditava... Coitado.
Mas um dia não aguentei mais sacanear com ele. Cheguei quase três horas depois do fim do expediente, descabelada, sem calcinha, buceta inchada e cheia de porra fresca escorrendo pelas pernas. Gustavo me olhou de um jeito que eu soube: ele já não engolia mais as mentiras. Fomos pro quarto. Chorei, solucei, contei tudo: as cantadas, a primeira vez, as outras, como eu não conseguia parar. Estava apaixonada pelo pau dele, pelo jeito que me fodia, pela sensação de ser desejada como nunca.
– Isso não é justo com você – falei entre soluços. – Vou juntar minhas coisas e vou embora.
Ele me segurou pelos braços, olhos vermelhos.
– Não, Simone… fica. Eu te amo. Por favor, não vai.
Implorou, suplicou, chorou. Mas eu saí. Larguei o Gustavo por uma pica. Foram três meses sozinha, morando num apartamento pequeno, ainda transando com Luciano – muito, quase todo dia. Ele sempre deixava claro: amava a esposa, nunca a trocaria. Eu era só a putinha da escola, a vadia casada que abria as pernas fácil. E eu aceitava, porque o tesão mandava.
Numa tarde, cheguei da escola e dei de cara com Gustavo na porta do prédio, esperando com uma cara de quem não dormia direito há semanas.
– Volta pra casa, amor. Não aguento mais viver longe de você.
Entramos. Conversamos horas. Expliquei que me arrependia de ter machucado ele, queria voltar atrás, mas não tinha forças. O diretor me comia de um jeito que me deixava louca, viciada, querendo mais. Não conseguia parar.
Foi quando Gustavo, aquele marido ciumento e possessivo que eu conhecia tão bem, me surpreendeu de todas as formas possíveis. Segurou minha mão, respirou fundo e disse, voz baixa mas firme:
– Volta pra casa, amor. Volta pra mim. Eu aceito te dividir com ele… se você me prometer que entre vocês vai ser só sexo. Nada de amor, nada de romance, nada de promessas nem de sentimentos. Fica estritamente entre nós três: você, eu e o Luciano. Nunca envolve os filhos, nunca mexe na nossa família, nunca ninguém de fora fica sabendo — nem amigos, nem parentes, nem a esposa dele, nem uma alma sequer. Ninguém pode desconfiar, nunca. Eu engulo o chifre, engulo quieto, vou me conformar. Mas você tem que voltar pra casa. Pra mim. Pros nossos filhos. Nós te amamos. Volta… por favor, volta.
Gustavo estava quebrado por dentro, segurando minhas mãos com força, como se tivesse medo de que eu evaporasse ali mesmo. Os olhos vermelhos, a respiração pesada, mas sem raiva — só uma entrega crua, dolorosa e real.
Fiquei olhando pra ele, o peito apertado. O homem que eu traí por meses, que eu humilhei sem ele saber, agora estava ali me implorando pra voltar e oferecendo o maior sacrifício que um marido ciumento e possessivo poderia fazer: aceitar ser corno, aceitar o pau de outro dentro da mulher dele, desde que fosse só isso — sexo sujo, sem laços, sem risco de perder a família.
Chorei baixo, encostei a testa na dele.
– Prometo – Falei entre soluços. – Só sexo. Só entre nós três. Ninguém nunca vai saber. E eu volto sempre pra casa. Pra você. Pros nossos filhos. Eu juro.
Ele me puxou pro colo, me abraçou forte, beijou minha testa, meu rosto molhado de lágrimas. Naquela tarde transamos gostoso, devagar no começo, depois mais fundo. Minha buceta ainda encharcada da porra quente do Luciano, escorregadia, melada, e o pau do Gustavo entrando fácil lá dentro, misturando tudo. Ele meteu ritmado, possessivo, como se quisesse reclamar o território, até gozar forte dentro de mim, enchendo de leitinho dele por cima do outro. Naquele momento, sentindo os dois gozos se misturando, eu soube: duas rolas era bem melhor que uma, por melhor que ela fosse.
No dia seguinte, mandei a real pro Luciano na sala vazia, antes de qualquer coisa rolar:
– Agora tem regra, diretor. Só transo depois de avisar meu marido. Ele não quer risco de ninguém ver aqui na escola, então nada mais de rapidinha escondida. Vamos pra um motel, ou pra minha casa se as crianças não estiverem lá. Mas nunca mais fazemos nada sem ele saber.
Ele riu baixo, enfiou a mão por baixo da minha saia, dedos grossos roçando a buceta ainda sensível.
– Combinado, professorazinha vadia. Contanto que eu continue metendo nessa bucetinha gulosa… e que você volte pra mim sempre que eu chamar.
E assim começou o novo normal. Eu continuava sendo a puta do diretor. Continuava levando rola dele em motéis baratos ou na nossa cama quando a casa estava vazia. Voltava pra casa com a buceta inchada, melada de porra alheia, o cheiro dele grudado na pele. E Gustavo continuava me recebendo — às vezes com um olhar quieto e ciumento, às vezes me comendo ainda melada, sentindo o estrago do outro com o pau duro de tesão, às vezes só me lavando devagar no banho, tirando o excesso dele de dentro de mim com os dedos, como se fosse o melhor presente.
Porque puta que é puta não para… e agora eu tinha um corno manso que não só aceitava, mas queria que continuasse. Contanto que fosse segredo absoluto, contanto que fosse só sexo sujo, contanto que eu voltasse pra casa toda noite, pros braços dele, pros filhos, pra família.
E eu voltava. Sempre. Estava melada dos dois, mas em casa.