Eu nem estava mais afim, mas me conheço e sei que mais tarde, meu cu pediria por mais.
Isso eu conto depois.
DANDO CONTINUIDADE
Vesti uma bermuda, camiseta e fui no restaurante do hotel que nesse horário de 20 h, a frequência é geralmente de pessoas que vem de outros estados fazer compras de confecções para revender, pois existe uma concentração muito grande de lojas de fábrica perto. Sentei numa mesa de canto o mais afastado do movimento. Ao chamar o garçom, notei que esse que veio me atender, não tirava os olhos de mim, como se me conhecesse. Fiz o pedido e uma dose de whisky. Ele veio com a bebida e uns amendoins torrados, mas me olhava fixamente e sempre com um sorriso discreto. Imediatamente, imaginei que o rapaz da copa, com certeza comentou alguma coisa com ele, pois o atendimento ficou bem diferente do normal. Como estava muito movimentado, meu pedido demorou um pouco mais. A cada vez que eu olhava para ele mais certeza tinha da cumplicidade deles, já que ele não tirava os olhos de mim. Jantei e pedi a última dose e a conta no que ele trouxe me entregando pra conferir, ficando ao meu lado, me olhando, como se tivesse com vontade de falar alguma coisa. Já estava bem mais vazio, no que deu a ele a oportunidade de abrir uma conversa comigo.
Ele- o senhor gostou do jantar? espero que tenha gostado da comida e do atendimento.
Eu- estava ótimo! Quanto ao atendimento, foi excelente.
Ele- fico feliz em saber que o senhor gostou, nós fazemos tudo pra sua satisfação, tudo mesmo...rsrsrs
O sorrisinho no final e a ênfase do tudo, mostrou que realmente ele sabia da trepada que tive com o colega dele, logicamente, a oferta era justamente a intenção de também entrar na farra, por prazer e por um agrado extra. Aproveitei a deixa e já emendei.
Eu- tudo mesmo?
Ele- sim, tudo mesmo com muito prazer...rsrsrs
Eu- entendi...só depende do seu horário, pois acho que você sabe disso. Rsrsrs
Ele- deixo o serviço as 11h e posso ir, pode ser?
Eu- vais só, ou vai acompanhar?
Quando falei isso, ele deu um sorriso discreto e completou: se não tiver problema, acho que vai ficar melhor, não acha?
Confirmei e subi para o quarto e já fui me preparar pra noite apimentada. Sabia que eles tinham combinado o que foi maravilhoso.
Tomei banho, fiz higiene íntima, passei bem creme hidratante e antes de recebê-los, liguei pra casa, pra saber como estavam, no que Neuma foi logo recomendando os cuidados que teria que ter comigo, pois eles já estavam com saudades. Sabia que esse cuidado era no sentido de não fazer muita sacanagem pois teríamos o fim de semana juntos em casa. (Família de Putos e Putas, contos gost46)
As 11h, chegou o rapaz da copa Marcos e Antônio, garçom(fictícios).
Eu estava como sempre só de camiseta e cueca jockstrap.
Marcos falou que não poderia demorar muito mas que o colega, já estava livre.
Antônio um pouco mais velho, nos seus 40, magro e separado da mulher, que segundo ele, estava metendo chifres nele.
Ficaram nus e eu já comecei, dando uma boa mamada nos dois, com àqueles machos tesudos, com suas rolas meladas e deliciosas.
Deitei Marcos na cama e sentei com tudo na sua rolona e Antônio sentou na minha frente, onde continuei a mamar. Não tem nada melhor que estar com vontade de dar o cu, pra dois machos tesudos. Eu olhava no espelho em frente a cama e via meu cu entupido, hora com a rola de Marcos hora com a rola de Antônio. Como Marcos tinha que sair antes, fiquei de frango assado na ponta da cama, com Antônio segurando minhas pernas para que Marcos me devorasse com vontade.
M- puta que pariu, que cu guloso e gostoso...aaasiiiii vou encher de leite....
Senti sua rola crescer mais ainda e numa última estocada, segurou lá no fundo e, gozou muito encharcando a caixinha de joias de porra quentinha. Descansou um pouco, me beijou e foi banhar.
Imediatamente, Antônio, assumiu seu lugar, enterrando sua rola maravilhosa que por ter um calibre um pouco menor, escorregou bem fácil.
Antes de sair, levantei para dar um agrado e um delicioso beijo, onde voltei para continuar, sendo o prato do Antônio.
Como terminou? Contarei depois.
