Teve uma vez que eu trabalhei numa imobiliária que só tinha eu de mulher. Era eu que fazia o papel de recepcionista, secretária, trabalho de rua, de banco, ou seja, fazia de quase tudo.
Lembrando, sou morena, pretinha clara, 1,55m, cabelos cacheados, pernas muito grossas, bunda M bem empinada e seios M pra G lindos. Na época estava com uns 22 anos eu acho.
E na imobiliária tinha três corretores. O Erick que era um amorzinho, todo simpático, casado, devia ter na época uns 35 anos, 1,70 + ou -, magrinho, sempre me respeitou muito, era o que eu mais conversava, sempre muito respeitador e nunca se insinuou ou fez qualquer comentário na maldade, parece um dos poucos homens sem maldade.
Tinha tbm o Giovane, o Giovane era o mais novo, tinha no máximo uns 28 anos, branquinho, malhado, 1,85, cara de safado e um verdadeiro cafajeste, esse me cantava o tempo inteiro, só eu não, toda mulher que chegava perto dele eu acho. Esse eu dei várias vezes.
E tinha tbm o Jorge, que eu chamava se Sr Jorge, esse além de corretor era o dono da imobiliária, era o mais velho, tinha uns 42 anos no máximo, era o que menos conversava comigo, sempre muito sério, tinha 1,75 +ou-, um pouco acima do peso, mas era muito bonito de rosto. Ele conversava pouco, mas os olhares do Sr Jorge me tiravam do sério. Ele me olhava como se fosse um predador olhando pra sua presa. Ele nunca fez uma piadinha sequer comigo, mas eu sempre reparei ele olhando as minhas partes, com aquele olhar sempre sério e compenetrado.
Vamos lá, vou dividir os contos pelos corretores, vamos começar pelo mais safado, o Giovane, Giovane sempre tinha um elogio, uma cantada na brincadeira, as vezes esbarrava na minha bunda "sem querer", me chamava pra sair.
A imobiliária tinha um uniforme tipo secretária mesmo, camisa de botão que valorizava meus seios, quando eu queria provocar eu deixava um botão aberto a mais, e tinha calça e saia social, a saia eu achei muito apertada, era até quase no joelho e me incomodava pra andar, as vezes tinha que andar na rua e achava que me atrapalhava, então eu usava só a calça, que eu mandei ajustar e deixei realçando bastante a minha bunda sempre marcando as minhas pernas e as calcinhas pequenas. Dito isso, Giovane nunca se acanhou em me olhar, olhava mesmo e fazia comentários sempre com segundas intenções, sempre maldosos. Coisa do tipo.
- Nossa Lou, vc fica linda de uniforme, imagina sem.
- Nossa vc é tão cheirosa hj. Que dia a gente vai sair pra tomar uma cerveja.
E acontecia isso quase sempre. As vezes quando eu precisava fazer serviço de banco, muitas vezes estava com dinheiro vivo, na época se usava muito dinheiro vivo, e as vezes eu saía com algumas dezenas de milhares de reais em espécie, e quando acontecia isso um deles me levavam de carro no banco e depois eu voltava de ônibus, ou andando mesmo que não era muito longe, as vezes eu preferia voltar andando pra demorar mais. E sempre quando eu saía com Giovane ele me cantava na cara de pau, falava mesmo que tava afim de sair comigo, que eu era muito bonita, mas eu já era malandra, já tava na sacanagem e conhecia aquele tipo. E sempre ria e brincava. As vezes falava que achava ele gato, e era bonito mesmo, mas falava que não ia sair com ele que era antiético, por ele ser meu superior. E ele não desistia.
Teve uma vez que eu aceitei sair com ele, ele me levou num bar chique pra tentar me impressionar, eu ria por dentro daquela situação. Tentou me embebedar de tudo que é maneira, e eu segurando a onda, disfarçava que bebia mas sempre regulando. Na hora de ir embora, ele queria me levar no motel de qualquer maneira, me falava para irmos para um lugar mais discreto, aquele papinho barato de homem que quer te comer, e eu falando que não podia, que minha mãe tava me esperando em casa, que ela regulava as minhas saídas, maior papo furado, eu só não queria dar tudo de bandeja pra ele, e na hora que ele foi me deixar em casa, ele forçou um pouco e eu cedi e dei um beijo nele, mas rapidamente eu saí do carro e fui pra casa.
Depois desse dia ele ficou louco e queria me comer de qualquer jeito, e eu sempre brincava com ele, falava que ia acontecer pra ele não ficar muito ansioso. Sempre dava uma migalha pra ele e ria da situação.
A imobiliária era o seguinte, tinha a minha mesa ficava na frente mas de lado para o balcão da recepção, e os três tinham sala separada, a sala do Erick e do Giovane ficavam de frente para o balcão e do Sr Jorge ficava de frente pra minha mesa, todas as salas daquelas de parede de madeira fina de escritório e uma janela, todos tinham a visão de mim e do balcão, até pq eu sempre precisava me ausentar e eles quem recebiam as pessoas.
Teve uma vez que Giovane me chamou pra ir com ele numa casa que ele me ensinaria a fazer inspeção pra eu poder fazer quando nenhum deles pudesse, eu fui sabendo que ele iria tentar alguma coisa. E foi exatamente o que aconteceu. Ele queria ficar sozinho comigo em um lugar reservado de qualquer maneira. E quando chegamos ele foi me falando e me mostrando o check list, pq eu deveria ser visto, e sempre quando eu chegava perto dele ele tentava me abraçar, me beijar e eu saía no bom humor, brincando, falava que não misturava trabalho com prazer, ele me cantando de todos os jeitos, aqueles elogios baratos. Até que teve uma hora que eu falei. Poxa Giovane, vcs ganham maior grana vendendo essas casas, eu fazendo essa inspeção vc vão me dar uma comissão? E ele veio com aquele papinho furado.
- Só depende de vc.
E eu ficava provocando ele e brincando, mas se eu fizer direitinho vc vai dividir a sua comissão? E ele ria e falava claro. E eu comecei a ceder um pouco, deixava ele me abraçar por trás, quando sentia ele me encoxando, sentia o pau dele na minha bunda eu me esquivava e saía rindo, e ele já taradão doido pra me comer falou que me dava uma parte da comissão dele, e eu ficava provocando, chegava perto do rosto dele e perguntava quanto, e ele ia falando, tipo, cem reais, e eu saía e falava que era pouco, a comissão daquela casa ele ganharia no mínimo uns dez mil que eu via os pagamentos, e saía e ele vinha, quando ele falou que me dava 1%, tipo se ele ganhasse dez mil eu ganharia cem, falei não, eu era boa na matemática, fazia as contas rápido, e ele falou, 5%, eu dei um selinho nele e falei, tá quase e pedi 10, ele falou, 7%, eu ri e falei, tá bom. E nos pegamos, ele já começou a me agarrar e eu deixei meu lado puta aparece pra ele, ele começou a me agarrar, pegar na minha bunda, abriu minha camisa, já puxou meu soutien e já caiu de boca nos meus peitos, eu já abri o zíper da calça dele, e peguei o pau dele, porra além de gato ele tinha uma rola bem legal e bonita, branca veiuda. Já cai de boca, ele foi ao delírio, me chamava de gostosa de linda, maravilhosa, até que ele me puxou pra cima, a casa não tinha mobília, a gente tava na cozinha, ele me apoiou na pia, abaixou a minha calça, quando ele viu minha calcinha toda enfiada no rabo ele ficou doido e beijava meu rabo, depois ele levantou e ficou forçando o pau na minha bunda ainda de calcinha, e eu abaixei a calcinha e ele me fudeu com força. O desgraçado tava doido, mas muito doido pra me comer e me comeu com força, o safado era gostoso, meteu forte e a única coisa que eu falei foi pra ele não gozar dentro, e ele não gozou mesmo, gozou no chão, na pia, na parede pra todo lugar.
Depois desse dia, eu ficava cobrando ele da comissão, e ele me chamava pra sair e eu cobrava a comissão e claro, provocava ele quando estávamos sozinhos, deixava ele me encoxar mas sempre eu cobrava a comissão e não deixava ele avançar mais. Até que ele me deu a comissão mesmo. Naquela casa ele pegou quinze mil e me deu mil, era um pouquinho mais, mas eu aceitei os mil, porra aquele dinheiro extra, fora o meu salário, era bem legal pra mim. Depois desse dia eu dei pra ele várias vezes e ganhei um bom dinheiro as custas dele.
Sempre que ele ganhava uma comissão ele me chamava pra sair, já fui no motel com ele algumas vezes, transamos bastante, e ele sempre me dava uma parte da comissão dele.
Já teve vez de a gente estar falando sacanagem a manhã toda, e ele falando que estava pra vender uma casa grande que ganharia uma comissão legal, e eu falei pra ele, então me paga um almoço hj, eu geralmente almoçava em casa, que era perto, mas nesse dia ele me levou num restaurante legal, almoçamos a na volta eu chupei ele no estacionamento do prédio da imobiliária na volta do almoço. Virei o lanchinho dele durante mais de um ano, pelo menos uma vez por mês eu dava pra ele.
Teve uma vez que estávamos os quatro conversando no final do expediente só esperando dar a hora de fechar a imobiliária pra ir embora e ele fala comigo.
- Lou, vc nunca usou aquela saía de uniforme né, pq?
E eu expliquei pra eles, falei que me sentia presa, achava ela apertada, que me incomodava andar com ela, como muitas vezes eu fazia serviço de rua, tinha que andar, eu não gostava. E ele veio falar.
- Nossa mas vc sempre reclama do calor, vive falando pra sempre abaixar o ar condicionado, eu acho que a saía iria te ajudar um pouco.
O filho da puta todo maldoso pra cima de mim, e eu fiz uma proposta. Se vcs deixarem eu fazer um corte na lateral dela para que eu possa ter um movimento melhor, eu uso, até iria agradecer, realmente a calça é quente e ainda é escura, esquenta mais ainda. A calça era azul marinho, e a blusa cinza claro. E ele na mesma hora falou.
- Por mim vc pode fazer o corte. E pra vcs?
Perguntou para os outros dois. E eles concordaram, falando que não via problemas. E eu mandei para a costureira fazer o corte na lateral de uma das pernas, só que minha pernas chamam um pouco de atenção, e acabou que aquela saía saiu um pouco sexy demais, e claro eles adoraram, não só o Giovane, mas se Jorge tbm adorou, aqueles olhos me devorava, mas esse conto é sobre o Giovane.
Todas as vezes que eu ia na sala do Giovane, chegava ao seu lado, pra entregar algum documento, ou pedir alguma ajuda, ele vinha com a mão nas minhas pernas, ficava alisando as minhas coxas, as vezes eu deixava ele chegar até a minha buceta e outras eu me fazia de difícil. Teve uma vez que eu estava tarada, sabe aqueles dias que vc acorda subindo pelas paredes? Então. Naquele dia eu estava assim, e fui na sala dele pedir uma ajuda, mas na verdade só queria ser bolinada por aquele safado, e foi certo, pedi uma ajuda, e ele com uma mão no mouse, me mostrava no computador, e a outra ele subia nas minhas pernas, eu apoiei os cotovelos na mesa fingindo estar concentrada no que ele me mostrava no PC, e ele fui subindo as minhas pernas, e eu abri elas pra facilitar, ele começou a passar o dedo na minha bucetinha por sobre a calcinha, e eu já levei uma mão no pau dele e fiquei alisando por sobre a calça, ele foi enfiando o dedo pra dentro da minha buceta, já ficando muito molhada, eu abri o zíper da calça dele, comecei alisar o pau dele por dentro da calça, ele começou a socar o dedo na minha bui, eu me segurando pra não gemer, e disfarçar caso alguém aparecesse, puxei o pau dele pra fora, e comecei a punhetar ele enquanto ele socava o dedo na minha xota, a gente já não trocava uma palavra sequer, ficava olhando pra tela do Pc só por desencargo de consciência, e punhetei ele até gozar, sujou a mesa tudo, e claro a minha mão, e eu ainda fiz questão de lamber os dedos pra provocar ele, que tbm lambeu seus dedos pra sentir meu mel.
Teve uma outra vez que eu vi ele enrolando pra acabar o expediente, de vês em quando um deles tinha que ficar até mais tarde mesmo, pra adiantar alguma venda ou outra coisa qualquer, então o Erick saiu, o Sr Jorge na hora de sair se despediu de mim, e mandou eu fechar quando saísse, e o Giovane nada de sair, depois de uns cinco minutos que o Sr Jorge saiu, eu fui até a sala do Giovane e perguntei se ele ainda precisava de mim que eu estava indo, eu já imaginava qual era seus planos. Eu sabia que ele tinha feito uma grande venda e toda vez que ele vendia algo ele sempre me comia, e ele fez exatamente o que eu imaginei. Falou comigo.
- Fecha a porta lá e volta aqui que eu vou precisar de vc sim.
Falei tá bom. Fechei a porta quando entrei na sala dele, ele já me pegou, me jogou em cima da mesa, já começamos a nos pegar, ele já abriu a minha camisa, já tirou meus peitos pra fora e já caiu de boca, ficou chupando meus peitos, depois ele já levantou a minha saia até a cintura e já tirou a minha calcinha e caiu de boca na minha buceta, chupou gostoso o safado. E quando ele foi me comer eu falei. Calma deixa eu te chupar tbm, ele já com a rola pra fora, eu abaixei e chupei aquela rola gostosa um tempo. Depois ele me puxou, me jogou debruçada na mesa dele e me fudeu com força, com força mesmo, ele devia estar fantasiando aquela cena na cabeça dele a um tempo, me fudeu e segurava a minha cabeça contra a mesa, e eu gemia feito uma puta louca, ele não aguentou e encheu a minha buceta de porra. Quando eu me levantei brinquei com ele. Porra gozou dentro? Vai ser pai em filho da puta! Caralho o bicho ficou doido. E depois eu ri muito e falei. Tô brincando, não vai ser pai não. Eu tomo remédio, fica tranquilo. E aquele dia foi a minha melhor comissão, ele tinha ganhado uma boa grana e me deu dois mil reais. Isso ritmo falando de vinte anos atrás ou mais, dois mil reais era muito dinheiro.
E foi assim meus amores, claro que eu resumi nas vezes mais legais, teve outras vezes que não foram tão legais pra serem publicadas.
Então a na próxima eu conto dos outros, beijo meus amores.
Se gostarem deixem as estrelinhas e comentem.
