Capítulo 12: O Preço Final
Eu sabia que minha vida com Lucas não ia ser fácil depois de tudo. Eu carregava o peso da traição e das dívidas que me prenderam a Pedro e Jorge. Lucas, meu cinquentão grisalho me perdoou no motel, mas eu ainda escondia que continuava transando com Pedro por causa do dinheiro que devia. Quando contei a verdade, ele ficou vermelho, mas disse: “Vamos acabar com isso, Sofia. Juntos.” Marcamos um encontro com Pedro e Jorge no meu apartamento pra negociar o fim da dívida. Eu tremia, mas Lucas segurou minha mão, e eu senti que, talvez, pudesse sair dessa.
Eles chegaram à noite. Eu usava um vestido preto curtíssimo, sem calcinha, o pênis preso contra a coxa, os seios quase pulando. Pedro, tatuado, e Jorge, careca e musculoso, sentaram no sofá, sorrindo com malícia. “Querem apagar a dívida?” Jorge perguntou, a voz grossa. “Então é uma última transa com a Sofia. Mas você, Lucas, pode entrar na brincadeira.” Lucas apertou minha mão, os olhos verdes duros, mas assentiu. “Tá feito,” disse, e meu coração disparou, o cheiro de sexo já no ar.
Pedro me puxou pelos cabelos, jogando-me de joelhos no tapete. “Chupa, sua puta,” mandou, abrindo a calça, o pau pulando, duro e brilhante. Engoli ele, a garganta apertando, baba escorrendo pelo queixo. Jorge abriu a calça e bateu com pau na minha cara, e eu alternava, chupando os dois, o som molhado ecoando. Lucas se aproximou, o pau livre, e eu chupei ele também, a cabeça rosada na minha boca. Pedro cuspiu na minha cara, o cuspe pingando, e deu um tapa forte, a bochecha ardendo. “Vagabunda, chupa direito,” rosnou, outro tapa estalando. Jorge riu, puxando meu cabelo, o couro cabeludo ardendo, e disse: “É isso que você é, uma prostituta barata.” Lucas me olhou, mas entrou no jogo, dando um tapa na cara, firme, mas com algo nos olhos que dizia que era pra me salvar. “Toma, sua vadia,” grunhiu, e eu gemia, adorando a humilhação, o meu pênis já duro, pulsando e babando.
Jorge me levantou, rasgando o vestido, meus seios balançando livre. “De quatro, sua puta,” ordenou, empurrando-me para o sofá. Subi no sofá ficando de quatro como eu sempre gostei de ser fodida, e naquela noite eu sabia que seria totalmente arregaçada, meu coroa com dó do meu rabo, jogou um monte de óleo na minha bunda e no meu cuzinho que já piscava ansioso por rola, Jorge foi o primeiro, enfiando o pau com força, sem dó, o cu esticando, a dor me fazendo gritar, sentindo aquele pauzão enorme me abrindo. Socava bruto, fundo, forte dando tapas na bunda, meu rabo ardia a pele vermelha. “Toma, sua vagabunda,” ele gritou, puxando meu cabelo. Pedro se ajoelhou na minha frente, batendo o pau na minha cara e socando o pau na minha garganta, enfiando o seu pau sem dó na minha garganta me fazendo engasgar e ficar sem ar.
Jorge e Pedro estavam me fudendo do jeito que eu amo, Jorge socava forte no meu rabo enquanto Pedro me fazia engasgar com sua rola grossa na minha garganta, já Lucas, meu grisalho favorito me olhava, enquanto eles me usavam como uma vagabunda barata. Confesso que estava adorando, meu pau pulsava babando de tesão, mas eu queria mais, queria Lucas também.
Pedi uma pausa rápida para os rapazes, “venha aqui velho” falei para o Lucas “ venha foder sua cadelinha gulosa”. Lucas então se deitou no sofá, eu sentei com meu cu já arrombado naquele pau gostoso ué entrou todo no meu cuzinho, Jorge jogou mais óleo na minha bunda “Você aguenta, né, sua puta?” jorge disse, entrando, os dois paus me espremendo numa dupla penetração que me fez chorar de prazer, lágrimas escorrendo, meu pau duro preso entre eu e o Lucas, caralho nunca imaginei que eu aguentaria duas rolas daquelas no meu rabo. Pedro não acreditou no que estava vendo, meu rabo completamente preenchido de rola, “Olha essa puta arrombada” falou me segurando pelo queixo, “uma vadia que gosta de ser usada.” Eu gemia, meu pênis esfregando na barriga do Lucas, o corpo tremendo, o cu arrombado, o cheiro de sexo e tesão.
Eles me jogaram de cabeça pra baixo no sofá, as pernas pro alto, o rosto quase no tapete. Jorge voltou a socar no meu cu primeiro, brutal, o pau batendo fundo, enquanto Pedro cuspiu na minha cara, o cuspe misturando-se com lágrimas. “Toma, sua lixo,” ele riu, e Lucas entrou, o pau esticando ainda mais meu rabo de vadia gulosa. Alternavam, cada estocada mais pesada, tapas na bunda deixando vergões, puxões de cabelo arrancando gritos. “Você é nossa puta,” Jorge rosnava, e Lucas, socando, dizia: “Última vez, vadia.” não aguentava mais de tanto tesão meu pau explodiu, jatos grossos e brancos acertando meu rosto, a boca, o nariz, pingando no cabelo, o gozo farto escorrendo, como eu sabia que Lucas amava, havia porra pra todo lado, no sofá no tapete. Gemi, tremendo, adorando ser destruída, o sofá de veludo manchado de tesão e porra.
“Minha vez de o cu dessa vagabunda” falou Pedro, Lucas e Jorge saíram do meu cu, que agora já estava todo arrombado, caberia uma mão dentro dele, e eu adorei essa sensação. Pedro não perdeu tempo e socou o pau no meu cuzão arrombado de uma vez, bombando com força, o pau dele batendo fundo no meu rabo, logo meu pau já estava ficando duro novamente. Logo Lucas voltou a invadir meu rabo com seu pau, então ficaram revesando no cu os três paus enormes me fudendo sem dó.
“ Tá na hora de encher essa vagabunda de porra” falou Jorge. “Na cara,” Pedro disse, e me colocaram de joelhos. Masturbaram os paus, as cabeças brilhando, e gozaram. Jorge acertou minha bochecha, o jato quente e grosso; Pedro cobriu meu queixo, o gozo pingando nos seios; Lucas gozou na minha boca, o sêmen misturando-se com o meu querido já secava, escorrendo pelo rosto. Eu lambi os lábios, o gosto salgado dos quatro, o rosto brilhando com lágrimas, cuspe e gozo. Pedro deu um último tapa na cara, rindo, e Jorge disse: “Dívida paga, sua puta.” Eles vestiram as roupas e saíram, a porta batendo.
Fiquei ali, nua, o corpo marcado, o gozo secando na pele. Lucas me puxou pro sofá, limpando meu rosto com a mão, os olhos verdes suaves. “Tá acabado, Sofia,” murmurou, beijando minha boca, o gozo ainda na língua. “Vou cuidar de você, prometo.” Chorei, abraçando ele, o peito peludo contra meus seios, o calor do corpo dele me envolvendo. “Te amo, Lucas,” solucei, e ele me apertou, dizendo: “Você é minha, garota. Sempre vai ser.” Passamos a noite ali, ele me afagando, prometendo um futuro que eu mal podia acreditar. O cheiro de sexo e gozo ainda pairava, mas, pela primeira vez, eu senti que podia ser livre.
