Os contos de Dado - Meu padrasto, meu primeiro amor - Capítulo 6

Um conto erótico de Eduardo Odraude
Categoria: Gay
Contém 2939 palavras
Data: 05/02/2026 00:58:32
Última revisão: 05/02/2026 01:22:40

- Capítulo 6 -

Não era uma sala de cinema normal. No lugar das tradicionais cadeiras de cinema havia bancos de concreto iguais aos de praça espalhados por todo o salão. Vultos de homens estavam espalhados por todo o local, alguns sentados juntos, outros sozinhos, outros andando pelo salão. A luz do projetor fez com que eu vislumbrasse um homem encostado no encosto do banco com a bunda empinada, ele estava nu usando apenas um chinelo de dedo nos pés, era gordinho, enquanto gemia outro homem fodia seu cu com toda força. Abaixo dos dois, outro homem que estava deitado no chão no meio das pernas deles, enfiava um consolo no cu do homem gordinho que já estava sendo fodido. Aquela visão pra mim foi apavorante, jamais imaginei em toda minha vida ver uma cena como aquela, uma pessoa fazendo uma dupla penetração. Tudo bem que era um consolo junto com um pênis, mas para alguém como eu, que nunca havia feito muita coisa no sexo, aquilo foi muito chocante. Antes mesmo que eu pensasse em virar para olhar para os outros lados, o consolo que estava sendo enfiado escapuliu e rolou pelo salão, um senhor apressou-se em pegá-lo, parando ele com o tênis, pegou o consolo levando-o até a boca e babando todo nele, foi até o homem que estava deitado no chão que pegando o consolo voltou a introduzi-lo no gordinho e recomeçando a dupla penetração. Alguns homens passavam me encarando e Marlla cumprimentava todos.

- Vai lá, senta ali naquele banco se ficarmos juntos não vamos fazer nada. Disse Marlla enquanto me apontava um banco num canto escuro do salão.

Fui até o banco tateando os encostos de outros bancos e me sentei. Logo que me sentei percebi uma cena que parecia uma dança de acasalamento. Homens começaram a passar perto do banco em que estava e me encaravam, desciam pelo salão e retornavam novamente. Um desses homens se aproximou de mim e sentou no banco ao meu lado. Não sabia o que dizer, estava ali estático sem saber o que fazer também. Sem demorar muito, o homem abriu o zíper da calça jeans e botou seu pau para fora. Eu não conseguia enxergar muito seu rosto, o local realmente era muito escuro e naquele canto, mais escuro ainda, mas ele parecia ser jovem.

- Chupa. Disse ele sem muita formalidade.

Abaixei-me e comecei a chupar seu pau. Era um pau normal, uns 15 ou talvez 16 centímetros, grosso e uma cabeça bem inchada. Ele gemia e com as mãos em minha cabeça forçava seu pau invadir minha boca. Ele estava literalmente fodendo minha boca como se fosse uma buceta. Eu não sabia como me sentia, mas era algo novo, diferente, eu sabia que não tinha sentimento ali, era apenas tesão. Mas essa era a primeira rola que chupava depois de Paulo. Conforme ia engolindo aquela rola, fui sendo tomado pelo tesão, principalmente quando percebi que outros me observavam e se masturbavam vendo minha mamada. Comecei a babar naquela rola e intercalar entre mamada e punheta. Enquanto o punhetava, outro cara se aproximou com o pau do meu rosto e puxou minha cabeça para também o chupar, era um pau fino, mas comprido, uns 19 centímetros. Já logo de cara ele prendeu minha cabeça fazendo todo seu pau ir de encontro com minha garganta, quando soltou minha cabeça, sentou-se no banco e eu já sabia que os dois eram meus. Chupava uma hora um e noutro momento o outro. Eu estava me deliciando com aquilo tudo, nunca em toda minha vida imaginei que houvesse um local desses com tantos caras e todos ali sem nenhum pudor praticando todo tipo de sexo e fetiche. Enquanto os mamava os dois começaram a se beijar. O homem do pau de 19cm apertava os peitos do outro o fazendo se contorcer de tal maneira que eu podia sentir sua rola cada vez mais se enrijecendo e prestes a explodir em gozo. Eu estava certo, não demorou muito e todo aquele leite esguichou pegando no meu braço e por pouco não acertando meu rosto. O homem de 19cm me levanta e pede para acompanhá-lo. Subimos uma escada saindo num corredor que dava acesso aos banheiros e ao final do corredor cabines. Entramos nas cabines e ali como a luminosidade era melhor, pude ver quem me conduzia. Ele era preto, alto, corpo magro e devia ter uns 30 anos de idade. Ao entrarmos na cabine ele já puxou meu short e sem muita cerimônia me virou contra a parede e começou a chupar meu cu, sua língua era áspera e eu me arrepiava a cada linguada dele. Eu gemia e ele enfiava cada vez mais fundo sua língua em meu cu. Enquanto enfiava sua língua em meu cu com uma de suas mãos ele ia batendo uma punheta pra mim. Após vários minutos se deliciando no meu rabo ele foi subindo com a língua pelas minhas costas e aproveitando para tirar minha blusa, ali chupando minha orelha, ele disse:

- Vou colocar a camisinha e te fazer chorar na minha rola.

Escutei o barulho do pacote de camisinha se abrir. Voltando a chupar minha orelha senti a cabeça de seu pau forçando a entrada do meu cu, ele me pedindo para eu ceder, fui relaxando e a cabeça de seu pau foi entrando e pude sentir cada centímetro daquele caralho entrando no meu cuzinho. No começo ele foi colocando e tirando seu pau dentro de mim lentamente. Depois de alguns minutos foi aumentando cada vez mais a velocidade de suas estocadas, eu gemia sem pudor algum. Ele segura minha cintura com suas duas mãos e começar a me fuder com toda força. Sentia suas coxas batendo contra minha bunda e meu rosto ali contra a parede recebia os trancos cada vez mais fortes de suas estocadas. O barulho do nosso sexo ficava cada vez mais alto. Eu sentia seu pau me invadindo e saindo de mim seguidamente, aquilo era muito bom.

- Arghhhhh.... Gritou ele enquanto gozava.

Quando achei que ele ia esperar para eu gozar também, ele agradece e se despede colocando sua roupa e saindo da cabine. Era isso, os homens ali queriam apenas gozar e se satisfazerem, e eu estava lá pra isso, para satisfazê-los. Aquilo tudo era novo pra mim, o desejo que eu estava sentindo naquele momento, o tesão, a vontade de dar para todos aqueles homens e sentir cada pinto dentro de mim era muito grande. Em minha mente nem eu imaginava ser tão safado como estava sendo, me permitindo experimentar tudo aquilo.

Saindo da cabine, desci as escadas e voltei para o salão, em um dos bancos Marlla estava ajoelhada no chão chupando um homem que estava deitado no banco. Quando me viu, ela fez um sinal com sua mão me chamando, fui até ela.

- Você gostou desse caralho? Perguntou Marlla apontando para o pau do cara enquanto batia uma punheta pra ele.

Acenei que sim com a cabeça, afinal era um pau grosso e bem bonito. Marlla mandou eu me ajoelhar e comecei a mamar o cara ali junto com ela. Enquanto mamava ele, Marlla cuspiu em seus dedos e começou a socar no cu do cara.

- Olha ele tá prontinho pra dar o cu também. Disse Marlla quase socando na minha cara os dedos que segundos antes estavam todos atolados dentro do cu do cara.

Continuei mamando e quando percebi que ele estava prestes a gozar, tirei minha boca e empurrei a cabeça de Marlla o fazendo chupar o cara que despejou todo o seu sêmen na boca de Marlla.

Após gozar o mesmo padrão repetiu-se com o cara colocando seu short e saindo. Perguntei pra Marlla sobre isso e ela me disse que era assim mesmo, a maioria ali só se preocupava com o próprio orgasmo, mas um ou outro também iria se preocupar com o parceiro gozando também. Eu precisava de um pouco de ar e beber um pouco de água. Marlla me disse que bastava ir à recepção que ali havia um bar também. Saindo para a recepção que agora estava vazia, ouvi gemidos.

- Nossa seu cuzinho é bem rosinha mesmo, vou te comer no pelo.

Eu não sabia quem era, mas a voz vinha de trás de uma parede com uma porta que complementava o balcão da recepção. Ao me aproximar do balcão, pude ver quem era. O branquinho com cara de insuportável estava com os braços levantados e as mãos cruzadas na cabeça encostado-se à parede, atrás dele um homem alto e bem forte estava prestes a colocar o pau em seu cu. Ao perceber minha presença o cara parou e deu um cutucão no branquinho com cara de insuportável que se assustou, ele levantou seu short e veio até mim perguntando o que eu queria.

- Uma garrafa de água, por favor. Disse fingindo naturalidade.

O funcionário pegou a água, dei-lhe o dinheiro e voltei para o salão. A atmosfera naquele salão, que embora parecesse insalubre, era ao mesmo tempo algo muito interessante, o cheiro de sexo, os sons dos filmes misturando-se ao sexo real que acontecia ali na frente de todos.

Fui caminhando um pouco pelo salão e vi uma rodinha de pessoas, ao me aproximar vi que Marlla estava dando seu cu para um senhor alto de cabelos brancos, o homem parecia um italianão. Seu pau era enorme, quando ele tirava do cu da Marlla e voltava, Marlla gemia. Ali com o cu bem empinado para ele, com uma perna em cima do banco, Marlla rebolava e falava:

- Dá leitinho pra mim vai, seu velho safado.

O homem ia ao delírio a cada fala de Marlla.

Outros homens ao redor batiam punheta assistindo aquilo e alguns ousavam e passavam a mão na bunda de Marlla. Um dos homens subiu no banco e sentando-se no encosto do banco colocou Marlla para mamar seu pau. Ali com uma rola no cu e outra na boca, eu pude ver a felicidade na cara de Marlla.

Meu pau estava muito duro. Fui me sentar num dos bancos da parte mais escura do salão e comecei a bater uma punheta. Meu pau de 18 cm era de espessura normal, mas bem veiudo e essas veias estavam ali até doendo de tanta excitação. Um homem que não pude identificar muito bem se aproximou e sentou-se ao meu lado e antes que eu pudesse falar algo ele já se abaixou e começou a me mamar. Era incrível o tesão que eu sentia com aquela mamada. O homem parecia ser um pai de família, corpo normal, mas bem definido, barba por fazer, branco e muito cheiroso.

Ele sugava meu pau com muita vontade, quando eu estava prestes a gozar, ele percebendo se levanta e me beija. Senti o gosto do meu pau em sua boca e aquilo me deu muito tesão, comecei a beijá-lo intensamente e ficamos ali nos agarrando no banco, ele foi abaixando sua calça e colocando minha mão que segurava sua cabeça em seu pau. Quando senti seu pau percebi que era grosso e deveria ter uns 18cm e alguns pelos. Ali quase perdendo o fôlego de tanto nos beijarmos dei uma afastada e tentei enxergar seu rosto. Aquele banco em que eu estava assim com alguns outros ficavam num canto do salão onde a luminosidade era praticamente inexistente. Embora pudesse ver o contorno do rosto de quem eu estava beijando poucos segundos atrás, não conseguia ver seu rosto claramente. Ele me coloca para chupar seu pau. Eu engolia o pau dele assim como ele fizera com o meu. Quando ele estava prestes a gozar ele me puxava e nos beijávamos. Ele abaixava e voltava a me mamar e assim fomos intercalando com um mamando o outro.

- Senta no meu pau. Disse ele.

Ficando de frente pra ele, enquanto ele colocava a camisinha em seu pau, eu subi no banco e ficando de cócoras segurando o encosto fui abaixando até sentir seu pau entrando no meu cu, assim que entrou eu comecei a quicar e rebolar em seu pau.

- Isso senta com força no meu pau seu puto. Dizia ele enquanto segurava minha bunda e erguendo-a e forçando-a para baixo com suas mãos para intensificar a força que eu quicava em seu pau.

Meu pau batia em sua camisa duro e com pré gozo saindo. Ele gemia a cada sentada que eu dava e eu gemia sentindo seu pau grosso dilatando meu cu cada vez mais.

Ele me pede pra levantar, me coloca de quatro no banco e começa a me foder. Era delicioso sentir aquele caralho grosso me arrombando, eu podia sentir meu cu se contorcer a cada estocada que ele dava, numa mistura de dor e prazer. Em alguns momentos parecia que meu cu iria sair todo pra fora tamanha era a força que ele socava em mim.

- Me come também? Perguntou ele.

- Eu nunca comi ninguém. Respondi.

- Tudo bem se não quiser, mas queria sentir seu pau dentro de mim também. Disse ele.

- Eu vou tentar, se eu fizer algo errado, me avise. Falei pra ele enquanto colocava a camisinha.

Foi difícil colocar a camisinha em mim, não sabia que lado puxar, ele vendo aquilo, pegou a camisinha e colocou-a em mim. Cuspiu em sua mão e passou no meu pau e no seu cu. Ficando de quatro ele esticou sua mão para trás e agarrando meu pau o conduziu para seu cu. A sensação de sentir a cabeça do meu pau tocando a entrada do cu dele era intensa. Um calor começou a subir pelo meu corpo, com medo de machucar fui colocando devagar e ele deu um tranco com seu corpo para trás e meu pau entrou todinho nele que começou a ir e voltar. Eu arrepiei todinho da cabeça aos pés e meu pau começou a amolecer. Eu estava com tesão, mas o nervosismo começava a tomar conta de mim. Percebendo que meu pau estava amolecendo ele tira do seu cu e começa a chupá-lo.

- Relaxa, não fica nervoso, isso é normal. Disse ele.

Meu pau foi endurecendo novamente, e ele repetiu a mesma coisa, ficou de quatro e esticando seu braço agarrou meu pau e enfiou nele.

- Segura minha cintura e me fode. Disse ele.

E assim eu fiz, Coloquei minhas mãos em sua cintura e comecei a tirar e colocar meu pau em seu cu. Meu pau estralava de tanto tesão e eu podia sentir o calor do meu pau e do cuzinho daquele paizão de família. Que cuzinho quentinho ele tinha, nunca havia comido um cu, mas se era essa a sensação que todos os cus davam para quem estava comendo, eu agora entendia a fome com que Paulo e os demais caras dali estavam comendo meu cu. Era muito gostoso socar meu pau no cu daquele cara, minhas coxas batendo em sua bunda. Arrisquei segurar com apenas uma mão sua cintura e com a outra fui descendo para punhetar seu pau, assim como o rapaz preto havia feito comigo enquanto linguava meu cu. Até pensei por um momento em parar de comer ele e linguar seu cu, mas não estava pronto pra dar esse passo ainda. Um calor muito intenso foi tomando conta de mim, minhas pernas começaram a tremer e...

- Vou gozar. Anunciei para ele.

- Isso, goza gostoso pra mim seu puto.

Meu corpo travou e meu pau jorrou leite. Fui ficando fraco e quase desabei em cima dele por um momento. Quando tirei meu pau de dentro do seu cu quase que a camisinha ficou presa lá, precisei segurar e terminar de puxar. A camisinha estava pesada e muito cheia do meu leite.

- Quero gozar na sua boca, posso? Perguntou ele.

- Sim. Respondi.

Ajoelhando enquanto ele batia uma punheta, me aproximei do seu pau e conforme ele ia se punhetando eu ia passando minha língua na cabeça de seu pau e abrindo minha boca para receber seu leite. Ele começou a ficar na ponta dos pés e jogando seu corpo pra frente jogou vários jatos de porra na minha boca e alguns inclusive pegaram na minha cara.

Ele me puxou levantando-me e me beijou e enquanto ia me beijando aproveitava para lamber aqueles jatos de leite que pegaram na minha cara.

- Vamos nos limpar? Disse ele apontando pra escada.

- Sim, vamos.

Vestimos-nos e fomos caminhando até a escada. Conforme íamos aproximando da escada a luminosidade ia aumentando e eu podia ver mais daquele homem, seus cabelos eram grisalhos, suas costas largas, ele caminhava de uma forma imponente.

Quando ele subiu a escada e eu o segui, eu estava olhando para os degraus, e no momento que ergui meus olhos para vê-lo agora na claridade, por um segundo nossos olhos se cruzaram.

Minha alma parecia que havia saído do corpo. Se eu não estivesse segurando no corrimão da escada provavelmente cairia ali mesmo. Uma onda de frio percorreu toda minha espinha e comecei a suar frio. Não podia ser ele, eu devia estar enganado, como de todas as pessoas com quem eu poderia encontrar ali eu fui encontrá-lo e ainda transar com ele? Eu o comi e ele me comeu. Beijamos-nos e bebi seu leite. Ali congelados na escada, o tempo parece que parou para ambos. Ele me olhava com os olhos arregalados assim como eu e pude vê-lo ficar pálido assim como eu também estava. A onda de frio que continuava percorrendo minha espinha desceu e subiu impulsionando um sopro de voz trêmula me fazendo perguntar:

- Pai?

A pergunta era retórica, pois mesmo estando há anos sem o ver, eu sabia que aquele era meu pai.

Continua...

** Os contos serão publicados de terça, quarta ou quinta-feira **

** Se chegaram até aqui, deem estrelas e comentem. Obrigado **

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Eduardo Odraude a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários