Meu chefe Pt 3 “A surpresa”

Um conto erótico de Marina
Categoria: Heterossexual
Contém 1599 palavras
Data: 05/02/2026 00:50:42

Alguns meses se passaram desde que tudo começou. O “horário extra” já não era mais segredo só entre mim e o Sr. Roberto — meu marido sabia de cada detalhe, de cada vez que eu voltava com a buceta ou o cuzinho melados de porra alheia. Ele não só aceitava: ele pedia pra ouvir tudo enquanto me chupava, lambendo o gosto do chefe antes de me foder com uma fome que eu nunca tinha visto nele. O cuzinho já estava arrombado de tanto uso — entrava fácil agora, sem resistência, tanto pro Sr. Roberto quanto pro meu marido.

Mas naquela sexta-feira, as coisas escalaram de um jeito que eu nunca imaginei.

O Sr. Roberto me chamou no final da tarde, como sempre. Só que dessa vez, quando cheguei na sala dele, ele não trancou a porta imediatamente. Ficou olhando pro corredor vazio, depois me puxou pra dentro e fechou, mas deixou a chave na fechadura sem girar.

— Hoje tem uma surpresa — disse ele, com aquele sorriso torto que me dava arrepios.

Eu não entendi. Ele me fez sentar na mesa de reunião, abriu minha blusa devagar, chupou meus mamilos até ficarem duros, depois levantou minha saia e puxou a calcinha pro lado. Já estava molhada só de imaginar o que viria. Ele abriu a calça, tirou o pau grosso e me penetrou de uma vez, metendo forte enquanto eu gemia baixo. Estava tudo normal — buceta cheia, estocadas profundas, ele falando sacanagem no meu ouvido.

Foi quando ouvi a porta se abrindo devagar.

Virei o rosto e congelei. Meu marido estava ali, parado na entrada, ainda com a jaqueta do carro, olhando a cena. O Sr. Roberto nem parou de meter. Continuou bombando devagar, segurando meus quadris, como se aquilo fosse planejado.

— Entra e fecha a porta, rapaz — disse o chefe, voz calma, sem tirar os olhos de mim. — Sua esposa me contou que você gosta de ver o resultado. Hoje você vê ao vivo.

Meu marido hesitou um segundo, mas fechou a porta atrás de si e girou a chave. Ficou encostado na parede, respirando pesado, os olhos fixos no pau do Sr. Roberto entrando e saindo da minha buceta melada. Ele não falou nada, só observava, a mão já apertando o volume na calça.

Eu tentei falar alguma coisa, mas só saiu um gemido. O tesão misturado com a vergonha era insuportável. O chefe acelerou, batendo forte, os ovos dele colidindo na minha bunda a cada estocada. Olhou pro meu marido e disse:

— Ela goza mais forte quando sabe que você tá vendo. Olha só.

Ele desceu a mão e esfregou meu clitóris em círculos rápidos. Gozei na hora, gritando, o corpo tremendo na mesa, apertando o pau dele com força. Meu marido deu um passo à frente, os olhos escuros de tesão, mas ainda sem se tocar abertamente.

O Sr. Roberto saiu da minha buceta, o pau brilhando de mel e pré-gozo. Virou meu corpo de bruços na mesa, empinou minha bunda e cuspiu no cuzinho já relaxado.

— Agora o buraco que você mais gosta de limpar — disse ele pro meu marido, antes de encostar a cabeça grossa na entrada dilatada.

Entrou fácil, deslizando até o talo sem esforço. Meu cuzinho arrombado engoliu tudo de uma vez. Ele começou a meter ritmado, forte, a barriga batendo na minha bunda, gemendo alto.

— Olha como fica fácil agora… de tanto eu foder esse cuzinho, ele nem fecha mais. Entra e sai como se fosse da buceta.

Meu marido se aproximou mais, parou bem ao lado da mesa, olhando de perto o pau grosso do chefe desaparecer inteiro no meu cu, o anel dilatado se abrindo e fechando a cada estocada. Ele respirava rápido, mas não tirou a roupa, não se masturbou — só assistia, hipnotizado, vendo cada detalhe: o pau veioso entrando fundo, saindo melado, o sêmen pré-gozo misturado com meu mel escorrendo pelas minhas coxas.

Eu gemia sem parar, o prazer vindo em ondas, sabendo que meu marido estava ali, vendo tudo, vendo como eu me entregava pro outro homem.

O Sr. Roberto acelerou, segurou meus cabelos como rédea e gozou fundo no meu cuzinho, jatos quentes enchendo tudo de novo. Ficou pulsando uns segundos, gemendo rouco, depois saiu devagar, o sêmen grosso escorrendo pela entrada aberta, pingando no chão e escorrendo pelas minhas coxas.

Ele se afastou, respirando pesado, e olhou pro meu marido.

— Pode vir limpar, se quiser. Ela tá cheia.

Meu marido não hesitou dessa vez. Ajoelhou-se atrás de mim na mesa, abriu minhas nádegas com as mãos e enfiou a língua direto no cuzinho ainda quente e escorrendo porra alheia. Lambeu devagar, sugando o sêmen grosso que vazava, circulando a entrada dilatada com a língua grossa, chupando tudo com gemidos abafados na minha carne. Alternava entre o cuzinho e a buceta, lambendo cada gota que escorria, como se fosse o melhor sabor do mundo. Eu tremia, gemendo baixo, sentindo a língua dele coletando tudo enquanto o Sr. Roberto assistia, já guardando o pau na calça.

Quando terminou de lamber, meu marido se levantou, limpou a boca com as costas da mão e olhou pro chefe.

— Obrigado pela visão — disse ele, voz rouca, sem raiva, só tesão puro.

O Sr. Roberto deu um tapa leve na minha bunda e disse:

— Pode levar ela pra casa. Segunda a gente continua… talvez com plateia de novo.

Meu marido me ajudou a descer da mesa, me beijou devagar na boca — eu ainda sentia o gosto da porra do chefe na língua dele — e sussurrou:

— Você foi perfeita. Vamos pra casa… quero te foder agora, pensando em tudo que vi.

No carro, o silêncio era elétrico. Ele dirigia com uma mão no volante e a outra entre minhas pernas, dois dedos enfiados na buceta melada, mexendo devagar enquanto eu gemia baixo, as coxas abertas. Eu sentia o cuzinho ainda latejando, escorrendo o resto da porra do chefe misturada com a saliva do meu marido.

Mal cruzamos a porta de casa, ele me prensou contra a parede da sala. Arrancou minha blusa com violência, os botões saltando pelo chão. Puxou o sutiã pra baixo sem tirar, chupou meus mamilos com força, mordendo os bicos duros até eu arquear as costas e gemer alto. Desceu a saia e a calcinha encharcada num puxão só, deixando-me nua da cintura pra baixo.

Me virou de costas, empurrou meu tronco pra frente até eu apoiar as mãos na parede. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no cuzinho dilatado, ainda vermelho e escorrendo.

— Quero foder esse cu que ele abriu na minha frente… quero sentir como ficou largo, quente, cheio da porra dele.

Tirou o pau da calça — estava inchado, veias saltadas, a cabeça roxa de tesão acumulado. Esfregou a glande na entrada do meu cuzinho e empurrou de uma vez. Entrou inteiro sem resistência, deslizando até o talo com um gemido rouco dele que ecoou na sala. Eu gritei de prazer, as pernas tremendo.

Ele começou a meter com uma força que eu nunca tinha sentido nele. Estocadas profundas, rápidas, brutas — a barriga batendo na minha bunda com tapas altos, os ovos dele colidindo contra minha buceta melada a cada investida. Segurava meus quadris com tanta força que deixaria marcas, puxando meu corpo contra o dele como se quisesse me partir ao meio.

— Isso… goza no pau do seu marido… sentindo como seu cuzinho tá arrombado… ele te fodeu na minha frente, encheu você de porra… e agora eu vou gozar por cima de tudo… te marcar de novo…

Uma mão dele desceu e enfiou três dedos na minha buceta, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. O polegar roçava o clitóris inchado em círculos rápidos, o indicador e o médio abrindo caminho, roçando a parede fina que separava o cu da buceta. Eu sentia tudo: o pau grosso esticando meu cuzinho, os dedos preenchendo a buceta, o clitóris latejando sob o polegar.

Gozei forte, gritando o nome dele, o corpo convulsionando, o cuzinho apertando o pau dele em espasmos violentos mesmo estando tão largo. O mel escorreu pelos dedos dele, pingando no chão. Ele não parou — virou meu corpo de frente, me levantou do chão como se eu não pesasse nada, encostou minhas costas na parede e me penetrou de novo no cu, as minhas pernas enroladas na cintura dele.

Meteu olhando nos meus olhos, a boca colada na minha, língua na língua, gemendo rouco:

— Você é minha putinha… mas hoje eu tô louco… ver ele te fodendo… te enchendo… me deixou assim… vou gozar tanto que vai vazar pelos dois lados…

Acelerou ainda mais, metendo fundo, batendo no colo do útero pelo cu, os dedos ainda fodendo a buceta. Gozei de novo, um orgasmo que me fez ver estrelas, o corpo mole, dependurado nele. Ele grunhiu alto, cravou as unhas nas minhas nádegas e gozou dentro do meu cuzinho — jatos longos, quentes, grossos, enchendo tudo até transbordar. Senti o sêmen dele misturando com o do chefe, escorrendo pelas coxas, pingando no chão enquanto ele ficava enterrado, pulsando, esvaziando-se completamente.

Ficamos assim uns segundos, ofegantes, suados. Ele me desceu devagar, me beijou com uma ternura que contrastava com a brutalidade de segundos antes, e sussurrou na minha boca:

— Foi a transa mais louca da minha vida… ver você sendo dele… e depois te ter assim, cheia dos dois… eu te amo pra caralho.

E eu, ainda tremendo, pernas bambas, buracos latejando de prazer e porra misturada, só consegui sorrir e dizer:

— Eu também… e quero mais. Muito mais.

Desde então, toda vez que marco com o chefe, meu marido pergunta se pode ir junto. As vezes eu deixo e outras vezes não.

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Esposa ideal. A minha não tem mais um comedor fixo, mas estamos na caça de um novo namorado pra ela aqui na região de Campinas. Nosso email: cornodaleila@gmail.com. Somos maduros, mas em forma.

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