Verão no Sítio (Capítulo 6)

Da série Verão no Sítio
Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 1155 palavras
Data: 05/02/2026 00:33:19
Assuntos: Gay, Homossexual

“Tremores”

A noite do terceiro dia caíra pesada sobre o sítio, trazendo consigo um silêncio que parecia feito de algodão. As luzes da casa estavam baixas — só o abajur da sala aceso, jogando sombras longas e douradas nas paredes de madeira. Tiago e Daniel tinham jantado cedo, conversado sobre coisas leves (o preço do milho, uma novela idiota que Daniel assistia escondido, o cachorro da vizinha que vivia invadindo o pomar), mas o ar estava carregado de algo mais. Algo que os dois sentiam crescer desde a manhã no riacho.

Depois do jantar, Daniel lavou a louça enquanto Tiago secava os pratos. Toques acidentais — dedos roçando, ombros colando — que não eram acidentais. Quando terminaram, Daniel secou as mãos no pano de prato e virou para Tiago com um olhar que não deixava margem para interpretação.

— Vem cá — disse, voz grave, quase um comando suave.

Tiago foi. Daniel o puxou pela cintura, devagar, até que os corpos se encontrassem no meio da sala. Não havia pressa. Daniel segurou o rosto dele com as duas mãos, polegares acariciando as maçãs do rosto, e o beijou.

O beijo começou lento, como os da manhã, mas logo ganhou fome. Línguas se encontrando, explorando, dentes roçando lábios. Tiago gemeu baixo na boca de Daniel, mãos subindo pelo peito largo, sentindo os músculos firmes sob o tecido fino da camiseta. Daniel desceu as mãos pelas costas dele, apertando a bunda macia por cima do short, puxando-o mais perto até que os paus endurecidos se roçassem através do tecido.

Eles se separaram ofegantes. Daniel encostou a testa na de Tiago.

— Quero te sentir — murmurou. — Sem pressa. Mas quero tudo.

Tiago assentiu, olhos brilhando.

— Eu também.

Daniel o guiou até o sofá velho de couro. Sentou primeiro, pernas abertas, e puxou Tiago para o colo dele. Tiago sentou de frente, joelhos dos dois lados dos quadris de Daniel, mãos nos ombros largos. Daniel tirou a camiseta cinza com um movimento rápido, jogando-a no chão. O peito definido apareceu, mamilos castanhos já duros, a trilha fina de pelos aparados descendo do umbigo até desaparecer dentro da bermuda.

Tiago olhou para aquele peito como se fosse uma obra de arte. Passou as mãos devagar, sentindo a pele quente, os músculos se contraindo sob os dedos. Daniel respirou fundo, olhos semicerrados.

— Pode tocar… pode tudo — sussurrou.

Tiago se inclinou. Primeiro beijou o ombro direito, depois desceu até o peitoral. A língua saiu tímida, circulando o mamilo esquerdo devagar. Daniel gemeu baixo, mão subindo para a nuca de Tiago, incentivando sem forçar.

— Isso… assim…

Tiago ganhou confiança. Chupou o mamilo com mais força, sugando, mordiscando de leve. A língua traçou círculos molhados, depois lambeu a pele ao redor, descendo até o vale entre os peitorais. Daniel arqueou as costas, quadris empurrando para cima instintivamente, o pau duro roçando na barriga macia de Tiago.

Tiago mudou para o outro mamilo. Chupou com fome agora, alternando sucção e mordidas leves. As mãos dele apertavam os lados do peito de Daniel, sentindo a firmeza, a respiração acelerada. O cheiro de Daniel — suor limpo, sabonete, um resto de lenha — enchia as narinas dele. Era intoxicante.

Daniel segurou o cabelo de Tiago com gentileza, guiando sem puxar.

— Porra, Tiago… tua boca…

Tiago continuou, perdido no momento. Chupava um mamilo enquanto apertava o outro com os dedos, rolando entre polegar e indicador. O corpo de Daniel tremia de leve. Tiago sentia o pau dele pulsar contra a própria barriga, quente e grosso mesmo através da roupa.

De repente, algo mudou dentro de Tiago. O tesão subiu como uma onda, concentrando-se no peito, nos mamilos dele próprio que estavam duros roçando na regata. Ele não tocava no próprio pau — nem precisava. A sensação de chupar o peitoral de Daniel, de sentir os gemidos graves vibrarem no peito dele, era intensa demais.

Tiago gemeu alto contra a pele de Daniel. O corpo inteiro tremeu. Ele apertou os olhos, quadris se movendo em espasmos curtos contra o colo de Daniel. O orgasmo veio sem aviso, sem toque direto no pau. Jatos quentes encharcaram a cueca e o short, molhando a barriga de Daniel também. Tiago tremeu inteiro, rosto enterrado no pescoço de Daniel, gemendo rouco.

— Caralho… eu… gozei… só de…

Daniel riu baixo, voz rouca de tesão.

— Eu sei. Eu senti. Foi lindo pra caralho.

Ele segurou Tiago pelos quadris, deixando-o se recuperar no colo. Beijou a testa suada, depois a bochecha, depois a boca — um beijo lento, carinhoso.

Quando Tiago conseguiu respirar de novo, Daniel o ajudou a descer do colo. Ficou de pé na frente dele, tirando a bermuda e a cueca num movimento só. O pau de Daniel saltou livre — 20 centímetros de comprimento, grosso, veias marcadas, cabeça gorda brilhando de pré-gozo. A pele lisa, só os pelos aparados na base.

Tiago olhou hipnotizado.

Daniel sentou de novo, pernas abertas, pau apontando para cima.

— Vem… se quiser.

Tiago se ajoelhou entre as pernas dele. Mãos trêmulas subiram pelas coxas musculosas. Ele se inclinou, beijando a parte interna da coxa primeiro, depois subindo devagar. Cheirou a base do pau — cheiro masculino, quente, inebriante. Passou a língua na pele lisa da base, subindo pela haste devagar.

Daniel gemeu, mão na nuca de Tiago.

— Vai devagar… não precisa engolir tudo…

Tiago obedeceu. Lambeu a haste inteira, da base até a glande. Circulou a cabeça com a língua, provando o pré-gozo salgado. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça, chupando devagar, língua pressionando por baixo. Daniel gemeu mais alto, quadris se movendo em estocadas curtas e controladas.

Tiago desceu mais, engolindo metade do pau. A boca esticada, saliva escorrendo pelos cantos. Subia e descia devagar, mão na base masturbando o que não cabia. A outra mão apertava as bolas pesadas, massageando.

Daniel respirava pesado, peito subindo e descendo rápido.

— Porra… tua boca… tá me matando…

Tiago acelerou. Chupava com mais força, cabeça subindo e descendo, língua trabalhando a glande a cada subida. Daniel apertou o cabelo dele, não puxando, só segurando.

— Vou gozar… avisa se não quiser na boca…

Tiago não parou. Só gemeu em resposta, vibrando ao redor do pau.

Daniel gozou com um gemido grave, longo. O primeiro jato quente acertou o fundo da garganta de Tiago. Ele engoliu instintivamente, sentindo o gosto forte, salgado, quente. Daniel continuou gozando — jatos grossos enchendo a boca, escorrendo pelos cantos quando Tiago não conseguiu engolir tudo. Ele continuou chupando devagar, espremendo os últimos pingos, até Daniel tremer e puxá-lo para cima.

Daniel o beijou na boca, provando o próprio gosto nos lábios de Tiago. Um beijo sujo, molhado, cheio de cumplicidade.

Eles se abraçaram no sofá, corpos suados, ofegantes. Daniel limpou o rosto de Tiago com o polegar, sorrindo.

— Tu é incrível — murmurou.

Tiago encostou a cabeça no peito dele, ouvindo o coração ainda disparado.

— Tu também.

Eles ficaram ali por longos minutos, abraçados, respirando juntos. A sala cheirava a sexo, suor, lenha queimada na churrasqueira mais cedo. O mundo lá fora não existia.

Só eles.

Continua…

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