As Aventuras de Isa - Parte 4 (Coleira, Plug e Suruba Interna – A Loira Burra Invadida por Cães de Rua Dentro de Casa)

Um conto erótico de cadelinha loira burra
Categoria: Zoofilia
Contém 905 palavras
Data: 04/02/2026 22:33:05
Assuntos: Zoofilia

Boa noite meus amores, a loira burra de vocês já estava com saudade, tô viciada em contar tudo pra vocês e prometo que vou sempre deixar vocês atualizados sobre minha vida, desde uma simples siririca até uma suruba ou orgia com os cachorros e cadelas de rua. Parei agora de fazer as depilações do dia, as últimas clientes saíram faz uns minutos, e eu tô aqui no estúdio ainda, sentada na maca com as pernas abertas, sentindo o plug anal grosso que usei o dia inteiro me esticando gostoso.

Hoje estou vestida assim: jaqueta preta curta de couro sintético, bem justa, com zíper dourado aberto até o meio do peito pra mostrar o top branco rendado por baixo, aquele decote que deixa os peitinhos durinhos quase pulando pra fora. Por baixo do top, só a pele, sem sutiã, mamilos marcando o tecido fino. Na parte de baixo, calça legging preta brilhante, colada como látex, marcando cada curva da bunda e das coxas, o material esticando toda vez que eu mexo. Nos pés, botas pretas de cano médio com salto grosso, aquelas que rangem no chão do estúdio e me deixam com cara de vadia profissional. E no pescoço, a coleira preta de couro com argola grande prateada, apertando levemente, me lembrando o tempo todo que sou só uma cadelinha burra esperando o próximo macho. Passei o dia inteiro com o plug anal enfiado – um daqueles de silicone preto, bem largo na base e com uma bolinha interna que vibra baixo quando eu ando, me deixando molhada o tempo todo enquanto depilava bucetas alheias.

Agora vou contar em detalhes o que rolou depois daquela suruba insana no quintal. Depois que os cinco machos e as duas cadelas me deixaram destruída lá fora, coberta de porra grossa, urina quente escorrendo por todo lado, eu rastejei de volta pra dentro de casa. A porta do quintal que dá acesso direto pra sala ficou escancarada – não fechei mais, nem pretendo fechar. Deixei aberta de propósito, pra eles entrarem quando quiserem, pra me foderem dentro de casa mesmo, na minha cama, no sofá, na cozinha, onde der na telha. Acordei de manhã com o corpo doendo todo, buceta e cu inchados, resquícios de porra seca grudados na pele, cheiro forte de animal impregnado em mim. Antes de abrir o estúdio pros atendimentos, saí pro quintal ainda nua, peguei o balde e joguei mais ração misturada com pedaços de carne crua bem no buraco do muro e espalhada perto da porta aberta. "Vem mais, seus putos... a cadela burra tá esperando vocês de novo", falei baixinho, sentindo a buceta pulsar só de imaginar.

Depois fui limpar as botas e a coleira – elas viraram meu uniforme oficial pras cruzas agora. As botas estavam sujas de lama, porra seca e mijo grudado no couro, pingando urina quando eu as tirei. Lavei com água quente e sabão forte, esfregando com a mão, sentindo o cheiro subir e me deixando excitada de novo. A coleira estava pior: couro encharcado de baba, urina e sêmen, a argola brilhando de urina. Esfreguei tudo, sequei com toalha velha e coloquei de volta no pescoço, apertando até sentir o couro morder a pele. "Pronto, uniforme limpo pra próxima suruba", ri sozinha, já imaginando argola pendurada balançando enquanto montam.

Enquanto limpava, um dos machos menores – aquele amarelo magro – já tinha entrado pela porta aberta. Farejou o ar, veio direto pra mim na cozinha, língua áspera lambendo minhas coxas. Eu me abaixei, abri as pernas, deixei ele lamber a buceta ainda sensível do dia anterior. "Lambe, seu safado... limpa a cadela burra", gemi, segurando a cabeça dele. Ele lambeu voraz, raspando no clitóris até eu gozar esguichando na boca dele. Depois fiquei de quatro, bunda empinada. Ele subiu rápido, pau vermelho saindo da bainha, cutucando até acertar a buceta. Metia selvagem nó inchando e travando, porra quente jorrando fundo enquanto eu urrava baixo pra não chamar atenção dos vizinhos. Fiquei presa a ele uns bons minutos, gozando múltiplas vezes, barriga inchando de porra.

Quando ele saiu, mais dois entraram pela porta aberta – o preto grande e uma das cadelas. A cadela veio primeiro, lambendo na minha cara e boca a buceta da cadela pinga no chão eu lambia tudo, enquanto o preto montava por trás, forçando o cu já plugado. Tirei o plug molhado, joguei de lado e o deixei meter seco. Um nó no cu, e o outro nó na buceta de novo quando outro macho se juntou, dupla penetração animal me rasgando, porra transbordando, escorrendo pelas minhas coxas e pernas e a cadela lambendo. Gozei tanto que mijei eu mesma, misturando tudo numa poça fedorenta no chão da cozinha.

Passei o resto da manhã assim, eles entrando e saindo pela porta aberta, me fodendo em rodízio enquanto eu tentava me arrumar pro trabalho. Tive que correr pro banho rápido, vestir o uniforme do trabalho com corpo ainda melado, plug de volta no cu, coleira no pescoço, botas limpas mas já com cheiro de sexo. Atendi as clientes o dia todo com a buceta latejando, o plug me lembrando cada estocada, e agora tô aqui na maca, contando pra vocês.

A porta continua aberta, amores. A próxima vai ser ainda mais pesada, mais suja, mais nojenta – dentro de casa, sem limite. Essa loira burra não para mais. Querem saber como vai ser quando eles invadirem meu quarto à noite? Rsrs, fiquem ligados que eu conto tudinho. Boa noite, meus safados.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive loira cadelinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários