Oieee... Alicia aqui... A moreninha mais safada deste site.rsrsr...
Como sabem, eu e minhas amigas temos postado alguns e, recebemos um pedido de um dos nossos “amigos” do site. Pois bem, preparei este conto pensando no coroa gostoso que nos dá muito tesão.
Moro no interior de São Paulo. Tenho 20 anos, morena de 1,65m e 78kg, solteira e com muito fogo. Porém, o que rolou no shopping me fez querer ser ainda mais putinha. Me sentindo sozinha, precisei encontrar um papaizinho para me dar colinho. Vamos ao conto!
Algumas semanas atrás, briguei com meu namorado. Ciúmes por causa de mensagens que ele pegou no meu celular. Enfim, resolvi dar uma saída para refrescar as ideias, coloquei meu vestidinho rosa choque coladinho, peguei minha bolsinha e parti para o shopping. O motorista de Uber não tirava os olhos das minhas coxas.
— Alicia, bonito nome! Está indo se encontrar com alguém?
Dei uma risadinha.
— Nada. Estou um pouco triste... Mas... isso é problema meu!
Ele engoliu em seco devido minha grosseria. Se meu pai me visse falando daquele jeito me daria um corretivo.HAHAHA
A viagem seguiu em silêncio. Paramos em frente ao estacionamento do shopping, paguei e desci. Era noite de sábado e estava ventando. Naquele momento me arrependi de estar usando aquele vestido. Senti um calafrio ao caminhar pela passarela até a entrada do shopping. Olhares vinham em minha direção e me senti desejada.
“Vai ser uma noite tranquila. Só comer algo, assistir um filme e voltar pra casa.” — pensei enquanto caminhava lentamente.
Passei pela porta e havia muitas pessoas. Fui caminhando e entrei em uma loja de roupas. Fui no setor feminino para dar uma olhada e, ao longe, notei um homem me olhando. Ele se virou quando eu o notei. Mas, me aproximei passando pelas araras de roupas. O coroa estava de costas para mim e olhava umas camisas. Então, fingi procurar umas bermudas ao lado e me encurvei empinando a bunda.
— Eita! Guria do céu... quase me mata do coração assim?
Fiquei ereta e me virei. O coroa olhou direto para os meus seios.
— Sou Joel e você?
— Alicia. — Passei a mão em meus cabelos castanhos. — O que está olhando.
Ele chacoalhou a cabeça.
— Eu...eu... quantos anos você tem?
— 20 e o senhor?
Ele voltou a mexer nas camisas.
— 52. Tenho idade para ser seu pai.
O coroa usava uma calça jeans e uma camisa listrada. Pude ver os pelos em seu peitoral já que alguns botões estavam soltos. Moreno e com uma certa calvície, me chamou atenção seus braços peludos e barriga acentuada.
— Pois é, tá foda arrumar um novinho por aqui. — Provoquei olhando para os lados.
— Não imaginava que por aqui existia garotas assim.
— Assim como?!? — Notei a maldade no olhar dele.
— Boca suja. Com certeza, se eu fosse seu pai daria uma boa lição em você.
Nos encaramos e rimos.
— Sou do Rio Grande do Sul. Vim para cá a passeio e aproveitei para fazer umas compras.
— E está gostando da cidade, Seu Joel? — perguntei me colocando na frente dele. — O que mais te chamou atenção?
Me encurvei novamente e dei uma empinadinha. Desta vez, o coroa ficou parado enquanto minha bunda encostava na sua calça.
— Tem muita coisa boa por aqui. Com certeza e.... e...
— Esta camisa ficará muito bem no senhor.
Ele pegou na camisa praticamente me abraçando e me encoxando ainda mais. Eu que não sou santa, joguei os braços para trás o agarrando.
— Melhor do que essa que o senhor está usando.
— ÃHN ÃHN! Posso ajudá-los? — Uma atendente surgiu e Seu Joel se virou todo tímido.
— Acho que vou levar essa aqui. O que acha, filha?
O coroa estava pálido. Porém, sua calça estava com um volume enorme.
— O coroa é pauzudo então.” — pensei e sorri.
— Ótimo, papai. Mas precisa ir no provador, né?
Ele pegou a camisa, fomos até o provador e, na fila, ele parecia apreensivo.
— Foi por pouco. — disse baixinho.
— O que, papai?
— Alicia, promete que... quando eu sair ainda vai estar aqui?
Passei a língua nos lábios e botei a mão no peitoral dele e alisei.
— Quem sabe.
Ele entrou e foi para o provador. Fiquei louca pra segui-lo e aprontar na cabine. Ia chupar gostoso a pica do coroa sabendo que tinha pessoas ao lado sem terem a menor noção do que estava rolando. Resolvi deixar o coroa e fui até o cinema. Ele teria que se acabar na punheta pensando em mim.
Parei para ver quais filmes estavam em cartaz e senti alguém tocando meu ombro.
— Ai está você, danadinha.
Seu Joel me encontrou e sorriu.
— Papai não pode deixar você sozinha por um minuto, hein? Que filme vamos assistir?
Aquilo me deu muito tesão. Quando a gente menos espera, aparece um coroa assanhado querendo ser nosso papaizinho.
— O que acha de pegarmos este?
— Zootopia 2?!? Sério.
Dei uma risadinha. Pensa bem, é uma animação. Neste horário... bem... acredito que a sala vai estar vazia.
O coroa arqueou as sobrancelhas e passou a mão na minha cintura.
— Como a filhinha é espertinha, hein?
Fomos até a fila, esperamos nossa vez de comprar os ingressos. Ai foi aquilo... qual filme? qual sessão?
— Quais as poltronas?
Seu Joel se aproximou do meu ouvido, fez uma conchinha com as mãos e falou baixinho:
— Pega as mais afastadas no canto pra você mamar gostoso no escurinho.
Arrepiei toda e minha bucetinha melou.
— Pode ser estas aqui.
Pegamos os ingressos e partimos para a sessão que começaria em breve. Nos corredores, Seu Joel parou em frente ao banheiro e me puxou de canto. Falou baixinho:
— Filha, papai vai dar uma mijada. Quase bati uma lá no provador, mas guardei leitinho para você, minha bb!
Fiquei aguardando. O coroa voltou e seguimos para a sala de mãos dadas. Como suspeitei, a sala estava praticamente vazia. Nossas poltronas eram na última fileira no alto encostada na parede. Subimos a escada e nos sentamos. Seu Joel se sentou ao lado da parede.
— Aqui tá friozinho. Nossa! — falei subindo o braço da poltrona e deixando espaço livre para o coroa.
Ele me agarrou passando o braço atrás do meu pescoço.
— Papai te esquenta, minha moreninha gostosa!
O coroa me deu um beijinho no rosto. Vendo que fiquei sem reação, meteu um beijo na minha boca. Nossas línguas se enroscavam, coloquei a mão no peitoral dele e fui descendo até a calça. Ele me interrompeu.
— Calma, amorzinho. Ainda não! Vamos esperar as luzes se apagarem.
Ficamos abraçados e, para nossa alegria, ninguém mais sentou na fileira em que estávamos. Havia apenas alguns casais com filhos nas poltronas no meio da sala.
— Mas, papai! — falei docemente. — Meus bicos estão doendo. Dá um beijinho pra sarar.
Abaixei meu vestidinho e meus seios saltaram.
— Que danadinha! Sem sutiã?...safada!
O coroa segurou embaixo deles e massageou olhando em volta.
— Acho que ninguém vai ver o papai chupando seus melões, bbzinha!
Seu Joel chupou gostoso. Puta que pariu! O coroa estava num tesão absurdo.
— Papai te ama, Alicinha. Gostosaaaa! Putinhaaa! HUMMMM!
Eu mordia os lábios e precisei morder o dedo para não gritar de tesão. Coloquei uma mão na cabeça dele.
— Filhinha vai te dar peito pra mamar.
O coroa praticamente se deitou sobre meu colo e chupava meus bicos. Se eu estivesse grávidinha, com certeza, teria saído leite.
— Que tetão gostoso, filha! — Ele acariciou a rola por cima da calça. A intensidade das luzes da sala diminuiu e ele se sentou.
— Agora, a filhinha vai provar da mamadeira de carne do papai. — O coroa tirou o cinto, abaixou o zíper e a puxou a cueca até o meio das coxas grossas.
— Vem, biscatinha! — O coroa segurou a rola com uma mão e, com a outra, segurou minha nuca. — Aproveita que a mamadeira tá cheia.
GLUB, GLUB, GLUB
Os trailers rolavam enquanto eu abocanhava a rola grossa do papai.
— Deliciaaaa! Que boquinha quenteee! HUMMMM! Issooo!
Era uns 16cm que invadiam minha boca, o saco batia na minha bochecha e Seu Joel aproveitou minha posição para passar a mão na minha bunda. Ele subiu meu vestidinho e riu baixinho.
— Sem calcinha, filha?!? Papai tem que te ensinar a ser uma mulher correta. OHHH!
GLUB, GLUB, GLUB
— Que bundão gostoso!
Me levantei satisfeita com tanto piru.
— Nossaaaa! Deixou bem babadinho. Deixa eu ver essa bucetinha.
O coroa subiu o braço da poltrona atrás de mim, colocou a mão no meu pescoço e me fez deitar. Ele se encurvou, ergueu minha perna direita e lambeu minha bucetinha como ninguém. Realmente, Seu Joel sabe como chupar uma xota!
— AINNN papaiiii... — eu mordia meu antebraço. — Que gostosoooo!
A língua dele rodopiava, ele mordia os lábios da minha buceta e brincava com meu cuzinho passando um dedo.
— Papai quer meter a rola na filhinha puta... pode?!?
Ele falou tão baixinho que nem esperou minha resposta. Logo, se ajeitou encaixando a rola na minha bucetinha e se jogou sobre mim. Apenas fechei as pernas sobre a cintura dele.
— Nada disso, amor. Abre bem pra mim.
Ele arreganhou minhas pernas.
PLAU, PLAU, PLAU, POC, POC, PLAU
O saco dele fazia barulho quando batia com o cacete bem fundo da minha buceta.
— Isssuuu.. assiiimm.. bem biscatinhaaaa! AHNNN!
Me ergui um pouco e o puxei passando os braços ao redor do pescoço. Nos beijamos apaixonadamente. Ali, eu era sua filha, sua puta, sua amante, sua mulherzinha.
PLAU, PLOC, PLAU
— Nossa, Alicia! Tá gostoso demais!
Dei um sorrisinho e falei:
— Papai, quer ser meu cavalinho.
— O que?
— Estou doida pra cavalgar.
Ele entendeu na hora. Foi para trás, olhou em volta e se sentou na poltrona.
— Acho que está tranquilo.
Fiquei de pé, me virei para frente olhando a tela e fui sentando. Seu Joel apenas guiou minha buceta de encontro a rola que pulsava.
— OHHH Tesudaaaa! Nossaaaa!
Comecei a quicar, joguei meu corpo para frente me apoiando com os braços sobre a poltrona da frente. Foi então que percebi uma luz.
— O que está fazendo?
Seu Joel pegou o celular e começou a filmar com flash.
— Meus amigos precisam ver a novinha gostosa que estou macetando.
— Ah, é? Grava isso, então.
Rebolei gostoso comendo a pica dele com a buceta.
— HUMM! ISSOOO, VAI ALICIIAAA! Rebola pro papaiii! ASIMMM!
Virei a cabeça, os olhos de Seu Joel brilhavam.
— To fazendo certinho?
— Sim, meu amor. OHHH! Deliciaaa! Bucetuda do pai!
Ele parou de gravar. Segurou meus seios e beijou minha nuca me fazendo arrepiar toda. Fiquei paradinha sentindo a pica dura dele.
— Quero te levar pro meu hotel e te comer a noite toda, cadela gostosa!
— Sou uma cachorrinha, é?
— Sim. Vou te botar na coleirinha e te arrastar pelo ap. Minha puta!
Me levantei, fiquei de 4 no chão. O coroa alisou minha bunda e pegou o celular de novo. Ligou o flash e filmou.
— Olha só isso, pessoal. Só aqui em Ribeirão tem isso! Olha que rabão redondo.
Ele falava baixinho, aproveitei e me joguei pra frente com a cara no chão. O coroa se posicionou atrás de mim e passou o dedo no meu cuzinho.
— Minha filha disse que isso aqui é pra mais tarde. Agora....
Senti ele posicionar a pica na minha buceta.
— Ela está implorando para eu gozar na bucetinha.
— UINNN! Vaiiii papaiii! — gemi baixinho.
O coroa começou a me comer novamente. Quando ficou satisfeito em me gravar, desligou a câmera. Segurou meu pescoço com uma mão e apertou meus seios com a outra e me ergueu.
— Se prepara! Vou soltar minha porra quente de gaúcho nesse bucetão, guria!
— METTEEE, PAPAIIII! HUMMM!
PLAU, POC, PLAU
— Nossa, filha. Jamais pensei que treparia com uma delicia dessas no cinema! SAFADAAA! AINNN!
— GOZA, PAPAIII! UINNN! ISSOOO! VOU GOZARRRR!
As estocadas dele e seu cacete apontavam para cima tocando no meu ponto G.
— PUTONAAA!! ARGHHH! TOMAAA!
Conforme o pau dele inchava, minha buceta contraia. Num gozo alucinante, precisamos nos conter para não gritar. A rola do papai pulsava e eu recebia todo sêmen do macho gaúcho.
Quando paramos, ele me soltou. Sentamos nas poltronas ainda ofegando com tanta putaria.
— Nossa, Alicia. Que tesão de mulher você é. Em todos meus 52 anos, jamais pensei que passaria por isso.
Nos vestimos e ficamos assistindo o filme. No finalzinho, Seu Joel me botou pra mamar mais uma vez, porém as luzes se acenderam.
— Vamos terminar nossa brincadeira no meu apartamento.
Saímos do cinema, ainda passamos em um pet shop lá dentro e em uma loja de roupas. Seu Joel comprou uma coleira uma roupinha pra mim. Fomos até o hotel que estava hospedado. Tomei um banho sozinha, depois Seu Joel foi tomar banho enquanto eu me preparava.
No quarto, eu estava de mini saia rodada e um sutiã combinando. Segurei um pirulito e aguardei meu papaizinho.
— Que delicia, amor. — disse seu Joel só de cueca e com a coleira na mão. — Vem aqui, minha cachorrinha. Papai vai te adestrar.
Ele botou a coleira em mim, tirou meu pirulito colocando-o sobre a cama e me beijou. Deu uns tapinhas na minha cara.
— Fica de 4 e lambe os pés do papai.
Obedeci enquanto ele ria.
— Boa garota. Se fizer tudo certinho, vai ganhar cacete no rabinho. Agora, tira minha cueca só a boca.
Obedeci sorrindo.
— Assim, papai?!?
Ele deu um tapa na minha cara.
— Cachorra, só fala quando eu mandar!
Abaixei a cueca dele até o joelho com os dentes. O cacete pulsou e Seu Joel pegou o pirulito. Abri a embalagem e passou o pirulito na ponta da pica.
— Chupa o pirulito.
Obedeci.
— Chupa o pirulito do papai. OHNNN! ISSSOOO!
GLUB, GLUB, GLUB
Ele me dava o pirulito e seu pau pra eu mamar.
— Muito bom!
Ele segurou a coleira, me puxou e permaneci de quatro. Sentou na cama e, segurando a correia da coleira sorriu.
— Chupa meu saco! Vamos, Alicia!
Chupei com vontade enquanto o coroa revirava os olhos. Passei a língua por todo cacete e mamei na cabeçona. Seu Joel puxou a correia.
— Late, minha cadela!
— AU, AU, AU!
— Se quer pica no cuzinho balança o rabinho pro seu dono!
Mexi a bunda toda serelepe.
— Caralhooo! Morena... vou te fuder a noite todinha! Sobe aqui na cama na beiradinha e fica nesta mesma posição.
Obedeci e o coroa alisou minha bunda. Eu estava sem calcinha e ele só precisou subir minha mini saia.
— Pisca o cuzinho. Pede rola, minha cachorrinha!
Pisquei e lati.rsrrs
Seu Joel chupou meu cuzinho enquanto abria bem minha bunda com as mãos. Logo, foi metendo a rola me abrindo toda.
— AINNN! AINN MEU CUZINHOOO! OHNNNN!
— Isso..geme..aqui você pode até berrar que ninguém vai te livrar de mim.
PLAU, PLAU, PLAU
O coroa metia forte, parecia estar a meses sem transar.
— Gostosaa do papaiii! OHNNN! ISSOOOO!
Ele segurou a correia da coleira e puxou. Minha cabeça foi para trás.
— Sua putona, biscateeee! TOMA! TOMAAAA!
— AINNNN! OHNNNN! FILHO DA PUTAAAAA!
Ele enfiou o pirulito na minha boca.
— Alicia, safadaaaa! OHNNN!
O coroa deu uma bombada forte e me arremessou para frente. Logo, ele subiu em cima de mim. Senti todo seu peso sobre minhas costas enquanto sua rola invadia meu rabinho.
— Geme, cachorrinha do papai. O que eu sou seu?
— Meu papaiiiinnn! Ohnnn!
Ele arrancou meu sutiã e colocou na minha boca.
— Segura que o papai vai encher seu raboooo!
PLAU, PLAU, PLAU
Eu queria gritar, porém estava muito gostoso. Amei ser submissa daquele coroa gaúcho. O coroa fode gostoso e ainda é mandão. Eu AMO!
— CACHORRAAA! PUTAAAA!
Seu Joel se deitou sobre em mim e, a cada investida, seu leite penetrava em mim. Apenas me deliciei com o coroa se aproveitando da novinha do interior paulista.
Quando terminou, ele se deitou de lado e me puxou. Deitei de ladinho passando a mão sem seu peitoral.
— Nossa, Alicia. Melhor foda da minha vida.
— Vai ter mais?!? — perguntei inocentemente.
Ele me deu um beijo na testa.
— Essa noite vamos meter até minha porra sair incolor. Abre as pernas... quero sua buceta gozando na minha boca.
Seu Joel é insaciável. Me chupou gostoso e trepamos mais umas três vezes durante a noite. No café da manhã foi mais pirocada e leite matinal do seu saco. Por fim, conheci mais sobre ele e ficamos amigos. Prometemos que sempre que viesse para o interior, iriamos marcar de se ver.rsrsrs
— Alicia, a partir de hoje, você é minha cachorrinha... melhor, minha filhinha! Papai te ama, bb! — Foram suas últimas palavras antes de eu deixar o apartamento do coroa.
Espero que tenham gostado. Principalmente, Seu Joel... jmgaucho... rsrsr... se quiserem que a gente escreva um conto dedicado à vocês, é só pedir. Rsrrs...
Bjos e até a próxima.