A Esposa Virou Puta Para Sustentar O Marido Falido - Parte 8

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 1131 palavras
Data: 04/02/2026 19:34:06

O General recostou-se no banco de couro, exausto mas satisfeito após ter possuído a pobre Camila da forma mais violenta possível. Ele puxou um lenço de linho do bolso do paletó militar, secou o suor da testa e lançou um olhar para ela. Camila permanecera obedientemente de quatro, aguardando a próxima ordem, tremendo ao imaginar qual novo ato de depravação aquele homem tinha em mente.

Enquanto recuperava o fôlego, ele admirava a obra de sua crueldade: a bunda maltratada da jovem esposa, com vestígios de seu prazer escorrendo pelas coxas cobertas pelas meias finas. Estuprar analmente uma mulher casada e "de família" exigia vigor, pensou ele, especialmente na sua idade. Mas o esforço valera a pena; era raro encontrar uma mulher com atributos tão perfeitos.

E foi justamente a visão daquele corpo rendido que impediu que o desejo do General diminuísse. Apesar de já ter se aliviado duas vezes no corpo dela, ele ainda ansiava por mais. Lembrando-se do que estava planejado para mais tarde naquele dia — e de como Camila seria usada nas negociações —, ele percebeu que talvez não tivesse outra chance de desfrutar dela sozinho. Pelo menos, não naquele dia. Portanto, precisava aproveitar cada segundo do trajeto até a fazenda.

Por um minuto, ele apenas a observou, acariciando-se distraidamente.

Camila, ainda na posição humilhante, encarava o próprio reflexo e o vidro divisório à sua frente. Pelo espelho, via o General sentado atrás dela, de pernas abertas, sorrindo enquanto a observava com luxúria. Ela estremeceu, uma mistura gelada de pavor e uma excitação que não conseguia mais negar. Sabia que, independentemente do que ele pedisse, não teria escolha senão obedecer.

Após alguns minutos de silêncio tenso, a voz grave rompeu o ar condicionado do carro:

— Vadia, venha aqui. Ajoelhe-se no meio das minhas pernas.

Camila girou o corpo, ficando de frente para o General. Com a submissão de quem já teve a vontade quebrada, engatinhou pelo chão aveludado da limusine até ele. Parou com o rosto a poucos centímetros da virilha dele, sentou-se sobre os calcanhares e, com mãos trêmulas e delicadas, tocou-o, começando a estimulá-lo gentilmente.

— Senhor... o que deseja que eu faça agora? — ela sussurrou, a voz falhando. — Quer... quer usar minha boceta?

Camila assumiu que, tendo já tomado sua boca e sua bunda, o General completaria o ciclo usando sua intimidade feminina.

Ele olhou para baixo, notando como os seios dela balançavam com o movimento do carro e de suas mãos. Ela umedecia os lábios, talvez esperando que ele abrisse suas pernas ali mesmo. Mas o General tinha outras ideias. Ideias mais sujas. Ele estava cansado do esforço físico anterior e queria ser servido como um rei. Além disso, havia um fetiche particular que ele apreciava: o sabor da humilhação completa. Ele adorava a ideia de "boca-a-boca" — fazer uma mulher sentir o gosto de sua própria degradação logo após ter sido sodomizada.

Era o tipo de depravação que combinava com um homem de seu poder.

— Não, minha cara. Estou um pouco cansado para tanto esforço agora. Enquanto terminamos o trajeto, quero um pouco de alívio oral. Então, seja uma boa menina e me chupe até eu gozar. Ah, e seja rápida... estamos a uns dez minutos da fazenda e preciso terminar antes de chegarmos.

— Motorista, pode seguir.

O General relaxou, esperando o serviço.

Camila ergueu os olhos, chocada e horrorizada. O pedido era grotesco. Ela não queria colocar na boca aquilo que, segundos antes, estava violentando suas entranhas. Era nojento, um novo nível de baixaria. No entanto, ao ver o sorriso cínico e o olhar de satisfação perversa dele, a realidade desabou sobre ela: argumentar era inútil. Ela não era mais uma esposa com direitos; era propriedade dele.

Engolindo o choro e o orgulho, ela sussurrou:

— Sim, senhor... como quiser.

E com isso, abriu a boca e aceitou a imposição dele, sentindo, pela primeira vez na vida, o gosto amargo de sua própria submissão misturado ao cheiro dele.

O General sorriu, deliciado, enquanto a vadia cumpria seu dever. Ele acariciou os cabelos loiros dela com a mesma condescendência com que fazia com seus cães de raça. Enquanto o prazer voltava a crescer, ele refletiu sobre o sucesso daquele dia. Não apenas tinha arrombado a esposa de seu motorista na frente do próprio marido — sem que ela oferecesse resistência real —, como agora ela o servia com a boca suja, selando sua total corrupção. Não havia mais dúvida: ela pertencia a ele. E isso era excelente para os negócios.

E os negócios daquele dia eram vitais. Em cerca de uma hora, ele receberia uma delegação de dignitários de um rico país africano, produtor de petróleo, interessados em um contrato bilionário de armamento. O General, claro, estava levando uma comissão astronômica por fora. Para garantir a assinatura dos contratos, ele planejava usar o corpo jovem de Camila como "lubrificante" social, um presente para saciar os apetites vorazes daqueles homens.

Porém, ele sabia que um único "pedaço de carne" não bastaria para o grupo todo. Por isso, havia convocado reforços de peso para a fazenda: Débora e Alice.

Débora Meirelles era uma socialite de 36 anos, esposa de um grande empresário falido que devia favores ao General. Ela era deslumbrante, com uma beleza clássica que lembrava as grandes divas do cinema: rosto angelical, cabelos loiros impecáveis, classe inata e um corpo escultural com curvas generosas e firmes, moldadas em academias de elite. Ela frequentava as melhores festas de São Paulo e exalava sofisticação.

Alice, por sua vez, era uma estudante de 18 anos, a imagem da perfeição juvenil. Tinha a mesma beleza estonteante, mas com o frescor da idade. Magra nos lugares certos, mas com com atributos impressionantes para alguém tão jovem, rivalizando em curvas com a mulher mais velha.

Ambas já estavam na mansão de campo do General, aguardando em quartos separados para servir aos convidados. Mas havia um detalhe perverso que apenas o General sabia: além de serem suas "colaboradoras" de luxo, **Débora era a mãe de Alice.**

Mãe e filha não faziam a menor ideia da presença uma da outra. Foram mantidas isoladas propositalmente. Débora, a mãe, jamais imaginaria que sua "doce e inocente" filha universitária era, em segredo, uma ninfeta que servia ao General em troca de luxos. Ela morreria de vergonha — ou de choque — se descobrisse.

Enquanto Camila continuava seu trabalho frenético na limusine, correndo contra o tempo para satisfazê-lo, o General acendeu um charuto. Soltando a fumaça para o teto do carro, ele olhou para baixo, para a jovem esposa que se engasgava para servi-lo, e sorriu ao pensar no "grand finale" que ele arquitetara para aquela tarde. Se tudo corresse como planejado, ele realizaria a fantasia suprema de qualquer homem de poder: a lendária combinação de mãe e filha, juntas, servindo aos seus propósitos, com a "inocente" Camila como a cereja do bolo.

(Continua)

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